Edição 1949 . 29 de março de 2006

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Holofote

Fábio Portela

23 ANOS DEPOIS...

Paulo Jares


O Superior Tribunal de Justiça, em decisão final, considerou legal o pagamento que uma empresa de Ronald Levinsohn, a Delfin, fez ao ex-BNH, em 1982. Na ocasião, dois terrenos do empresário foram usados para abater uma dívida com o banco. A operação foi colocada sob suspeita, a Delfin sofreu ruidosa intervenção extrajudicial e seu dono foi submetido a constrangimentos. Diz Levinsohn: "Foi preciso quase um quarto de século para julgar um processo sem consistência, movido com fins políticos".

 

"SEEERRA!"

Nilton Fukuda/AE


O governador paulista e candidato tucano à Presidência, Geraldo Alckmin, garante que seu desempenho nas pesquisas eleitorais vai melhorar quando ele se tornar mais conhecido. Terá de suar muito para isso. Há vinte dias, uma professora entregava mochilas com material didático a alunos da 4ª série de uma escola estadual em São Paulo. Resolveu testar a turma: "Estas mochilas são um presente do governador, do governador...". Resposta em coro: "Seeerra!".

 

O TRUNFO MEXICANO

Paulo Pinto/AE


A Ford começará a vender o sedã de luxo Fusion no Brasil em maio. O carro, fabricado no México, custará cerca de 90.000 reais. O presidente da montadora para a América do Sul, Antônio Maciel Neto, escolheu para o mercado brasileiro o modelo com motor de 2,3 litros e câmbio automático. O primeiro lote terá 500 unidades. A estratégia de Maciel é entrar na briga por uma faixa de mercado que hoje é dominada pelo Vectra Elite, da concorrente GM.

 

NA FOLHA DE PAGAMENTO

Ciete Silverio/AE


O sonho do empresário Edevaldo Alves da Silva é transformar a sua FMU – Faculdades Metropolitanas Unidas – em universidade. Para isso, entrou com um pedido junto ao Ministério da Educação em 2002. O governo mandou uma comissão de três especialistas avaliar a instituição paulistana. Edevaldo está tão confiante na aprovação que até já criou um novo cargo, o de vice-reitora. Para ocupá-lo, convidou – ora veja – uma das avaliadoras destacadas pelo governo, a pedagoga Ana Maria de Sousa. Ela já assumiu a função.

 

Foto Agliberto Lima/AE

 

Foto Marcio di Pietro/SECOM-TO/divulgação/AE

 

Com reportagem de Heloisa Joly e Veridiana Sedeh

 
 
 
 
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