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Cartas
 | "FHC
governou com um farol iluminando o futuro. Como ex-presidente, continua a apontar
o caminho a ser seguido." Sebaldo Edgar
Saenger Júnior Santa Cruz do Sul, RS |
Fernando Henrique Cardoso
Deu gosto ler a reportagem especial "A arte
de ser FHC", 22 de março). VEJA dedicou-lhe nada menos que dezesseis páginas
de pura arte. Ele, sim, é exemplo de ética, compromisso e responsabilidade
com nossa nação. Sedutor, culto, simpático, defensor da justiça
social e da igualdade. É de pessoas como FHC que o Brasil precisa para
se direcionar e crescer democraticamente. Eneida Maria de Souza Prates
Veloso Bocaiúva, MG
Lendo a entrevista do ex-presidente FHC ("Me considero de esquerda", 22 de março)
e, concomitantemente, ouvindo as promessas do atual presidente, Lula, só
podemos indagar onde, diabos, estávamos com a cabeça em 2002. Que
isso sirva de lição para as próximas eleições.
Eduardo Magalhães Machado Rio de Janeiro, RJ
A reportagem recuperou meu ego patriótico, minha auto-estima política,
pois a sensação de ter um brasileiro com essa qualidade e dimensão
moral, cívica e intelectual na condição de ex-presidente
da República nos redime, em parte, dos pecados atuais de corrupção
política. Ricardo Cesar Pamplona Silva Foz do Iguaçu,
PR Depois de tantos escândalos
da turma do PT, é um alento saber que existe um homem como FHC, preocupando-se
com o futuro do Brasil. Resta saber se o povo brasileiro vai continuar achando
que inteligência, cultura, sabedoria e experiência são qualidades
irrelevantes para um presidente do país. Denise de Araujo Dalitz
Curitiba, PR Essa foi uma das
melhores edições da revista dos últimos tempos. Tenho muito
orgulho de Fernando Henrique. Foi um grande presidente e é um grande homem.
Alexandre Caramigo Mogi das Cruzes, SP
O que gostava no presidente é que ele não falava muito e também
não era de sua personalidade mostrar-se como o salvador da pátria.
Mas o que ele fez com o país, libertando-nos da inflação
galopante, pode ser comparado ao feito de dom Pedro I, quando libertou o Brasil
do domínio português, e ao da princesa Isabel, que libertou os escravos.
FHC foi um dos melhores, se não o melhor, presidentes que o Brasil já
teve. A história não negará isso a ele. Petuel Preda
São Paulo, SP Fui colega
de FHC no Congresso, particularmente na Constituinte, e sou testemunha do seu
carisma e do seu talento. Quando ele era presidente, nós nos sentíamos
muito bem representados. José Tavares da Silva Neto Curitiba,
PR A reportagem especial de VEJA
é uma prévia de um material de inigualável valor histórico:
o livro de FHC, uma grande oportunidade de ver a recente história do Brasil
pelos olhos de quem ajudou a fazê-la. O livro com certeza ajudará
a colocá-lo em seu devido lugar: o mais importante presidente da história
do Brasil! Mathias Costa Veloso Três Pontas, MG
VEJA trouxe na capa da edição
passada a foto do maior presidente que o Brasil já teve. Fernando Henrique
Cardoso proporcionou todas as condições para um Brasil melhor. Basta
agora darmos continuidade ao que ele começou. José Roberto
Delgado Rubira Vinhedo, SP Éramos
felizes e não sabíamos. Tempos bons aqueles, em que FHC figurava
na capa de VEJA. Luís Felipe Surdini Valli Barra de São
Francisco, ES Chega a ser inacreditável
a soberba do ex-presidente FHC. Um pouco de humildade lhe cairia muito bem. Acho
que Gandhi não faz parte de sua vasta biblioteca, ou, se faz, ele nunca
o leu. Francisco Barros Belém, PA
São impressionantes o carisma e a inteligência de FHC. Só
não consigo entender como o povo brasileiro conseguiu, em duas eleições
consecutivas, eleger figuras tão díspares. Juliana Pisetta
de Oliveira Foz do Iguaçu, PR
O senhor Fernando Henrique está como ele gosta: em destaque, sempre. Ele
não consegue ficar fora da mídia. Uma pessoa que já atingiu
o máximo de poder no Brasil ainda quer mais. Em vez de ficar em casa, cuidando
da vida, fica por aí, como um fantasma visível, criando "fatos",
envolvendo-se em picuinhas políticas. Eta ego! Clei Rangel dos Passos
Rio de Janeiro, RJ
Geraldo Alckmin Finalmente uma luz
no túnel. Fiquei feliz e emocionada com a candidatura de Geraldo Alckmin
à Presidência ("A aposta tucana", 22 de março). Acompanho
a trajetória política desse colega médico, desse político
empreendedor há algum tempo e finalmente vou usar o poderoso poder do meu
voto e fazer a minha parte para acabar com esse circo de horrores que aí
está. Gloria Lima Salvador, BA
Minha força a Alckmin. Se depender do meu voto e do de minha família,
ele está eleito. E olha que somos dez irmãos. PT, nunca mais. Chega
de decepção. Maria da Luz A. Ventura Goiânia,
GO Tenho meu candidato à Presidência:
Geraldo Alckmin. Sou paulistana e moro no Maranhão há seis anos.
Tenho certeza de que ele fará um Brasil mais coerente e próspero.
Maria Regina de Mello São Luís, MA
Geraldo Alckmin há de surpreender, e muito. Fala mansa, equilibrada, acompanhada
da fisionomia serena, mas séria. Alckmin é o modelo da nova era.
Não subestimar um candidato deveria ser um dos mandamentos da política.
Tania Derisio São Paulo, SP
Os recentes fatos de nossa política, que incluem finalmente as decisões
sobre a candidatura Geraldo Alckmin à Presidência da República
e a possível candidatura de José Serra ao governo de São
Paulo, vêm ao encontro dos anseios da população. É
experiência, ética e competência, não apenas exposição
exagerada na mídia. Que se cuide o governo corrupto, pois a sobriedade
da nação está voltando. Johnson Franklim Ramos Pimentel
Ribeirão Preto, SP Discordo
que, para "desconstruir o governo de Alckmin em São Paulo", os "caciques
do PT" deverão recorrer ao "calcanhar-de-aquiles da administração
tucana: a segurança pública". Ora, o estado de São Paulo
conta com a melhor e a mais destacada polícia do país. Tanto é
assim que essa mesma prestigiosa revista, na seção Radar, dá
conta de que a Academia de Polícia Civil do Estado de São Paulo
é que vem treinando e aperfeiçoando a segurança pessoal do
presidente da República. Verdade seria dizer que o tal "calcanhar-de-aquiles"
está no desprestígio que o governador empresta à classe dos
policiais civis de São Paulo, que, heroicamente, seguem no cumprimento
de suas obrigações, prestando à população paulista
o melhor serviço de investigação de todo o território
nacional, sem embargo os parcos vencimentos percebidos. André Di
Rissio Presidente da Associação dos Delegados de Polícia
do Estado de São Paulo São Paulo, SP
Diogo Mainardi
Não posso concordar com o artigo "Atear fogo no PSDB?" (22 de março).
Sou paulistano e admirador do político Geraldo Alckmin. Ele deu seqüência
ao modo de governar do saudoso Mário Covas. E mais: foi arrojado e idôneo,
por isso se reelegeu e fez do estado de São Paulo um exemplo a ser seguido.
Alan Patrick Lafratta Ferreira Piracicaba, SP
Seja magnânimo, não bote fogo no PSDB sozinho. Eu também quero
ajudar a fazer a fogueira para incendiar essa corja. Mas como não adianta
queimar só o PSDB, já que os outros partidos dançam a mesma
música, arrumei um esquema melhor. Para começar, eu e mais uma turma
de palhaços resolvemos anular nossos votos de cabo a rabo. Votar para quê,
se na hora todos vão dormir no mesmo motel? João Paulo dos
Reis São Leopoldo, RS
Mestre Diogo Mainardi, entendo perfeitamente a sua vontade de atear fogo no PSDB.
Depois de conhecer os resultados das mais recentes pesquisas de intenção
de voto para presidente, tenho mais é muita vontade de atear fogo no título
de eleitor. Ruben Strelow Piçarras, SC
Pois é, Mainardi, nossos políticos ocupam casas ditas do povo, câmaras,
prefeituras, assembléias, palácios, Congresso etc., e alugam outras
tais como Correios, Furnas etc., que são sujas e malcheirosas. Não
querem a limpeza porque foi na sujeira que se constituíram e é nesse
ambiente pútrido que gostam de viver. Será que essa máxima
ignóbil deles nunca vai se arrefecer? José Maria Leal Júnior
Papagaio, MG O Diogo Mainardi quer
incendiar a sede do PSDB. Eu também tenho vontade de botar fogo na coluna
dele. Só não o faço pois queimaria a revista toda, o que
seria uma pena. Paulo Carneiro Ribeiro Teresópolis, RJ
Antonio Palocci
O caseiro Francenildo Santos Costa, que desmentiu
na CPI dos Bingos o ministro Antonio Palocci, teve o extrato de sua conta na Caixa
Econômica Federal exposto sem autorização da Justiça.
Convém lembrar que a CEF é subordinada ao Ministério da Fazenda.
Só falta agora cassarem a habilitação para dirigir do motorista
que também desmentiu o senhor Palocci ("Está cada vez mais complicado",
22 de março). Rodrigo Odilon dos Anjos Brasília,
DF A intervenção do
STF para calar um caseiro revela a situação em que vivemos. Estamos
diante do caseiro mais importante do Brasil ou do STF menos importante do mundo?
Ou ainda das duas coisas? Marcus de Medeiros Matsushita Marília,
SP Obra de Ciro
Gomes As trocas de favores na obra
de Poço de Marruá, apontadas na reportagem "Um ensaio da transposição"
(22 de março), evidenciam as razões do grande interesse do governo
em, mais uma vez, resolver a questão da seca no Nordeste. Aliás,
a reprodução dos grampos mostrada por VEJA me leva
a acreditar que o uso de celulares por deputados é mais prejudicial à
sociedade do que o uso pelos internos de Bangu I. Pobre Brasil! Dórian
L. Bachmann Curitiba, PR
Karen Hughes Tão ou mais rica
que a intrigante entrevista da senhora Karen Hughes (Amarelas, 22 de março)
foi a brilhante condução da jornalista Vilma Gryzinski. Perguntas
inteligentes, abrangentes e duras, mas num clima profissional e intelectual sensacional.
Parabéns à jornalista e a VEJA. Luis Grottera São
Paulo, SP Não se muda a imagem
de um país apenas com a designação de emissários ou
diplomatas, e sim com novas atitudes. A mídia não está inventando,
ou, como colocado pela senhora Karen Hughes, "ressaltando" notícias. Se
a mídia noticia mais os insistentes bombardeios do que a abertura de uma
escola, é porque os Estados Unidos não têm levado a sério
a proposta de desenvolvimento para o Iraque. Luciano Zotto Curitiba,
PR Grampos e propinas
A propósito da matéria "Um ensaio da transposição"
(22 de março), afirmo, indignado: 1 A Secretaria de Infra-Estrutura
Hídrica do Ministério da Integração Nacional informa
que o projeto de construção da barragem Poço do Marruá
foi licitado em 2000 e suas obras civis começaram em 2001, portanto no
governo anterior; 2 Tanto a licitação quanto a contratação
da empresa vencedora foram feitas pelo governo do Piauí, que é,
também, responsável pela execução das obras da barragem;
3 O Ministério da Integração Nacional não libera
recursos para empreiteira, mas diretamente para o governo do estado do Piauí,
segundo convênio celebrado entre as partes. As liberações
são feitas de acordo com a disponibilidade orçamentária,
com a programação financeira, sem interferência externa de
nenhuma natureza; 4 Defendo a apuração e a severa punição
de quem quer que seja, desde que demonstrada atitude criminosa em relação
ao trato do dinheiro público. Se for verdadeira a acusação,
que os responsáveis recebam todas as penas merecidas. Ciro Gomes
Ministro da Integração Nacional Brasília, DF
No que tange a eventuais contatos
telefônicos e/ou negociações com o deputado Domiciano Cabral,
o ministro Alfredo Nascimento não mantém com ele nenhum tipo de
relação pessoal ou política. Sobre o eventual crédito
de 2 milhões de reais da Construtora Julião Ltda., em desfavor do
Departamento Nacional de Infra-Estrutura Terrestre (DNIT), esclarecemos que a
referida empresa não possui nenhum contrato com aquela autarquia, nem créditos
a receber. No que se refere ao extinto Departamento Nacional de Estradas de Rodagem
(DNER), informamos que a citada empresa detém créditos pendentes
relativos ao contrato PG - 133/98, cujos processos estão relacionados como
despesas de exercícios anteriores, aguardando dotação orçamentária,
e totalizam só 86.441 reais. O acompanhamento dos processos relativos ao
extinto DNER é de competência do grupo executivo criado pela Portaria
MT nº 971/2003, o qual somente poderá efetuar qualquer pagamento referente
a despesas relacionadas ao extinto DNER mediante prévia manifestação
da Secretaria Federal de Controle Interno, vinculada à CGU. Diante do exposto,
nota-se que as declarações feitas pelo deputado Domiciano Cabral,
do PSDB, são inverídicas. Jefferson Coronel Chefe
da Assessoria de Comunicação do Ministério dos Transportes
Brasília, DF Operação
de catarata Em relação à
nota publicada na seção Contexto ("Exemplo de falta de visão
numa política pública", 22 de março), o Ministério
da Saúde informa que, no caso da operação de catarata, estimativa
realizada com parâmetros do próprio Conselho Brasileiro de Oftalmologia
(CBO) e da Organização Mundial de Saúde (OMS) demonstra que,
a partir de 2004, o total de intervenções cirúrgicas no país
chegou a 314.768. Esse número superou a demanda reprimida, de 219.319 operações.
Agora, a realização desse procedimento foi incorporada à
rotina dos estados e municípios. Djalma Gomes Assessor
de imprensa do Ministério da Saúde Brasília, DF
Lya Luft
Lya Luft narrou exatamente toda a repulsa da sociedade brasileira, em especial
da gaúcha, a esses ataques à propriedade privada, realizados por
baderneiros que, lamentavelmente, são sustentados pelos governos, enquanto
nós, pobres e efetivamente trabalhadores, temos de laborar diária,
séria e arduamente para sobreviver com certa dignidade (Ponto de vista,
22 de março). Eriane Moraes Fogaça Canela, RS
No Dia Internacional da Mulher encontrava-me
em Porto Alegre, porém só tomei conhecimento dos atos de vandalismo
pela TV. Participei, constrangido, do jantar oferecido às delegações
internacionais no qual o ministro Miguel Rossetto mencionou ter recebido uma comissão
representativa da horda de mulheres ditas campesinas sem-terra. Concordo plenamente
que o Brasil vai cambaleando para a desobediência generalizada. Octavio
Mello Alvarenga Presidência da Sociedade Nacional de Agricultura
Rio de Janeiro, RJ Simplesmente
de arrepiar o artigo de Lya Luft. Quanta sensatez e quanta sensibilidade em colocar
a grande inversão de valores que estamos vivendo no país do senhor
"presidente que não sabe de nada". Concordo quando Lya diz que cidadãos
trabalhadores e cumpridores do dever estão à mercê de bandidos
disfarçados de militantes. Léslie Luiza Mello Mattiazzo
Bauru, SP Infelizmente,
o que se viu no ataque bárbaro contra a Aracruz, em 8 de março,
foi uma horda de mulheres ignorantes, covardes e alienadas que só nos envergonham. Ilda
T.G. Dian Vacaria, RS
Tenho amigos pesquisadores nas áreas de engenharia química e florestal
e pude ver o sofrimento em seus olhos ao assistirem à "linda" cena de destruição
no Rio Grande do Sul. Isso só prova que hoje no Brasil o certo, o justo
(e lindo!) é destruir aquilo que não lhe pertence. Flávia
Ferrari Vitória, ES
Galvão Bueno Revoltante a publicação
das opiniões dos leitores de VEJA sobre a renovação de contrato
do senhor Galvão Bueno pela Rede Globo (Cartas, 22 de março). Será
que a Globo, que não é boba nem nada, ao renovar com ele por mais
oito anos, com um salário milionário, fora as mordomias e muito
glamour, fez um mau negócio ao não buscar a opinião desses
experts? Bem que eu gostaria de ter toda essa moral com o meu patrão! Já
dizia o dito popular: inveja mata! Laudete Vicentin de Oliveira Londrina,
PR Bossa nova
Johnny Alf é um talento musical inegável. Legítimo representante
da bossa nova, com uma produção musical de primeira qualidade. VEJA
dá sua contribuição ao mostrar a realidade desse grande nome
da música brasileira, que merece reverência, respeito e maior reconhecimento
("A bossa é a mesma, mas a conta bancária...", 22 de março).
Marcos Roberto Monteiro Leite Belém, PA
CORREÇÃO: O site correto
do Empório Brasileiro é www.emporiobrasileiro.com.br
("Comida de grife numa prateleira perto de você", Guia, 22 de março).

| UNIDADE PARTIDÁRIA O
leitor Ivan Vasconcelos, o "Vascoli", envia de Passos, Minas Gerais, sua visão
gráfica da luta interna do PMDB, entre governistas e oposicionistas. "Partido
coeso é outra coisa", diz Vascoli.
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| PMDB: partido unido é isso | |
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| O DESIGN QUE ATRAI Alguns
leitores pediram mais informação sobre os produtos que ilustraram
a reportagem "O dia-a-dia mais bonito" (22 de março), sobre o papel do
design no nosso consumo. A máquina de lavar Air Wash e o Happy Feet, ambos
da Electrolux, são protótipos em desenvolvimento, sem previsão
de lançamento. Seguem as informações sobre os demais aparelhos
citados:
ASPIRADOR DE PÓ ERGORAPIDO, da Electrolux (www.electrolux.com.br):
à venda no Brasil em lojas de eletrodomésticos.
GELADEIRA SUB ZERO PRO 48: à venda no exterior. Há lojas que
importam produtos da marca. O site oficial do produto é http://www.subzeropro48.com/,
e o do fabricante é www.subzero.com/.
VENTILADOR ZIPPI, da Vornado (http://www.vornado.com/zippi.htm):
à venda apenas no exterior. No site há telefone e e-mail do fabricante.
FERRO DE PASSAR TOUCH & GLIDE, da Oliso (http://www.oliso.com/product.html):
à venda apenas no exterior. No site há o telefone e o e-mail do
fabricante.
ABRIDOR DE CHAMPANHE SCREWPULL CORK: ainda não chegou ao Brasil, mas
o fabricante a Le Creuset (http://www.screwpull.com.br/
princ.htm) tem representante no país.
ÓCULOS O'ROKR, parceria entre a Motorola e a Oakley (www.motorola.com
e www.oakley.com):
à venda nos Estados Unidos. Lançamento previsto no mercado brasileiro
para os próximos meses. | | |