Edição 1949 . 29 de março de 2006

Índice
Millôr
Claudio de Moura Castro
Diogo Mainardi
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Datas
Veja essa
Gente
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 

Cartas

 
"FHC governou com um farol iluminando o futuro. Como ex-presidente, continua a apontar o caminho a ser seguido."
Sebaldo Edgar Saenger Júnior
Santa Cruz do Sul, RS

Fernando Henrique Cardoso

Deu gosto ler a reportagem especial "A arte de ser FHC", 22 de março). VEJA dedicou-lhe nada menos que dezesseis páginas de pura arte. Ele, sim, é exemplo de ética, compromisso e responsabilidade com nossa nação. Sedutor, culto, simpático, defensor da justiça social e da igualdade. É de pessoas como FHC que o Brasil precisa para se direcionar e crescer democraticamente.
Eneida Maria de Souza Prates Veloso
Bocaiúva, MG

Lendo a entrevista do ex-presidente FHC ("Me considero de esquerda", 22 de março) e, concomitantemente, ouvindo as promessas do atual presidente, Lula, só podemos indagar onde, diabos, estávamos com a cabeça em 2002. Que isso sirva de lição para as próximas eleições.
Eduardo Magalhães Machado
Rio de Janeiro, RJ

A reportagem recuperou meu ego patriótico, minha auto-estima política, pois a sensação de ter um brasileiro com essa qualidade e dimensão moral, cívica e intelectual na condição de ex-presidente da República nos redime, em parte, dos pecados atuais de corrupção política.
Ricardo Cesar Pamplona Silva
Foz do Iguaçu, PR

Depois de tantos escândalos da turma do PT, é um alento saber que existe um homem como FHC, preocupando-se com o futuro do Brasil. Resta saber se o povo brasileiro vai continuar achando que inteligência, cultura, sabedoria e experiência são qualidades irrelevantes para um presidente do país.
Denise de Araujo Dalitz
Curitiba, PR

Essa foi uma das melhores edições da revista dos últimos tempos. Tenho muito orgulho de Fernando Henrique. Foi um grande presidente e é um grande homem.
Alexandre Caramigo
Mogi das Cruzes, SP

O que gostava no presidente é que ele não falava muito e também não era de sua personalidade mostrar-se como o salvador da pátria. Mas o que ele fez com o país, libertando-nos da inflação galopante, pode ser comparado ao feito de dom Pedro I, quando libertou o Brasil do domínio português, e ao da princesa Isabel, que libertou os escravos. FHC foi um dos melhores, se não o melhor, presidentes que o Brasil já teve. A história não negará isso a ele.
Petuel Preda
São Paulo, SP

Fui colega de FHC no Congresso, particularmente na Constituinte, e sou testemunha do seu carisma e do seu talento. Quando ele era presidente, nós nos sentíamos muito bem representados.
José Tavares da Silva Neto
Curitiba, PR

A reportagem especial de VEJA é uma prévia de um material de inigualável valor histórico: o livro de FHC, uma grande oportunidade de ver a recente história do Brasil pelos olhos de quem ajudou a fazê-la. O livro com certeza ajudará a colocá-lo em seu devido lugar: o mais importante presidente da história do Brasil!
Mathias Costa Veloso
Três Pontas, MG

VEJA trouxe na capa da edição passada a foto do maior presidente que o Brasil já teve. Fernando Henrique Cardoso proporcionou todas as condições para um Brasil melhor. Basta agora darmos continuidade ao que ele começou.
José Roberto Delgado Rubira
Vinhedo, SP

Éramos felizes e não sabíamos. Tempos bons aqueles, em que FHC figurava na capa de VEJA.
Luís Felipe Surdini Valli
Barra de São Francisco, ES

Chega a ser inacreditável a soberba do ex-presidente FHC. Um pouco de humildade lhe cairia muito bem. Acho que Gandhi não faz parte de sua vasta biblioteca, ou, se faz, ele nunca o leu.
Francisco Barros
Belém, PA

São impressionantes o carisma e a inteligência de FHC. Só não consigo entender como o povo brasileiro conseguiu, em duas eleições consecutivas, eleger figuras tão díspares.
Juliana Pisetta de Oliveira
Foz do Iguaçu, PR

O senhor Fernando Henrique está como ele gosta: em destaque, sempre. Ele não consegue ficar fora da mídia. Uma pessoa que já atingiu o máximo de poder no Brasil ainda quer mais. Em vez de ficar em casa, cuidando da vida, fica por aí, como um fantasma visível, criando "fatos", envolvendo-se em picuinhas políticas. Eta ego!
Clei Rangel dos Passos
Rio de Janeiro, RJ

 

Geraldo Alckmin

Finalmente uma luz no túnel. Fiquei feliz e emocionada com a candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência ("A aposta tucana", 22 de março). Acompanho a trajetória política desse colega médico, desse político empreendedor há algum tempo e finalmente vou usar o poderoso poder do meu voto e fazer a minha parte para acabar com esse circo de horrores que aí está.
Gloria Lima
Salvador, BA

Minha força a Alckmin. Se depender do meu voto e do de minha família, ele está eleito. E olha que somos dez irmãos. PT, nunca mais. Chega de decepção.
Maria da Luz A. Ventura
Goiânia, GO

Tenho meu candidato à Presidência: Geraldo Alckmin. Sou paulistana e moro no Maranhão há seis anos. Tenho certeza de que ele fará um Brasil mais coerente e próspero.
Maria Regina de Mello
São Luís, MA

Geraldo Alckmin há de surpreender, e muito. Fala mansa, equilibrada, acompanhada da fisionomia serena, mas séria. Alckmin é o modelo da nova era. Não subestimar um candidato deveria ser um dos mandamentos da política.
Tania Derisio
São Paulo, SP

Os recentes fatos de nossa política, que incluem finalmente as decisões sobre a candidatura Geraldo Alckmin à Presidência da República e a possível candidatura de José Serra ao governo de São Paulo, vêm ao encontro dos anseios da população. É experiência, ética e competência, não apenas exposição exagerada na mídia. Que se cuide o governo corrupto, pois a sobriedade da nação está voltando.
Johnson Franklim Ramos Pimentel
Ribeirão Preto, SP

Discordo que, para "desconstruir o governo de Alckmin em São Paulo", os "caciques do PT" deverão recorrer ao "calcanhar-de-aquiles da administração tucana: a segurança pública". Ora, o estado de São Paulo conta com a melhor e a mais destacada polícia do país. Tanto é assim que essa mesma prestigiosa revista, na seção Radar, dá conta de que a Academia de Polícia Civil do Estado de São Paulo é que vem treinando e aperfeiçoando a segurança pessoal do presidente da República. Verdade seria dizer que o tal "calcanhar-de-aquiles" está no desprestígio que o governador empresta à classe dos policiais civis de São Paulo, que, heroicamente, seguem no cumprimento de suas obrigações, prestando à população paulista o melhor serviço de investigação de todo o território nacional, sem embargo os parcos vencimentos percebidos.
André Di Rissio
Presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo
São Paulo, SP

 

Diogo Mainardi

Não posso concordar com o artigo "Atear fogo no PSDB?" (22 de março). Sou paulistano e admirador do político Geraldo Alckmin. Ele deu seqüência ao modo de governar do saudoso Mário Covas. E mais: foi arrojado e idôneo, por isso se reelegeu e fez do estado de São Paulo um exemplo a ser seguido.
Alan Patrick Lafratta Ferreira
Piracicaba, SP

Seja magnânimo, não bote fogo no PSDB sozinho. Eu também quero ajudar a fazer a fogueira para incendiar essa corja. Mas como não adianta queimar só o PSDB, já que os outros partidos dançam a mesma música, arrumei um esquema melhor. Para começar, eu e mais uma turma de palhaços resolvemos anular nossos votos de cabo a rabo. Votar para quê, se na hora todos vão dormir no mesmo motel?
João Paulo dos Reis
São Leopoldo, RS

Mestre Diogo Mainardi, entendo perfeitamente a sua vontade de atear fogo no PSDB. Depois de conhecer os resultados das mais recentes pesquisas de intenção de voto para presidente, tenho mais é muita vontade de atear fogo no título de eleitor.
Ruben Strelow
Piçarras, SC

Pois é, Mainardi, nossos políticos ocupam casas ditas do povo, câmaras, prefeituras, assembléias, palácios, Congresso etc., e alugam outras tais como Correios, Furnas etc., que são sujas e malcheirosas. Não querem a limpeza porque foi na sujeira que se constituíram e é nesse ambiente pútrido que gostam de viver. Será que essa máxima ignóbil deles nunca vai se arrefecer?
José Maria Leal Júnior
Papagaio, MG

O Diogo Mainardi quer incendiar a sede do PSDB. Eu também tenho vontade de botar fogo na coluna dele. Só não o faço pois queimaria a revista toda, o que seria uma pena.
Paulo Carneiro Ribeiro
Teresópolis, RJ

 

Antonio Palocci

O caseiro Francenildo Santos Costa, que desmentiu na CPI dos Bingos o ministro Antonio Palocci, teve o extrato de sua conta na Caixa Econômica Federal exposto sem autorização da Justiça. Convém lembrar que a CEF é subordinada ao Ministério da Fazenda. Só falta agora cassarem a habilitação para dirigir do motorista que também desmentiu o senhor Palocci ("Está cada vez mais complicado", 22 de março).
Rodrigo Odilon dos Anjos
Brasília, DF

A intervenção do STF para calar um caseiro revela a situação em que vivemos. Estamos diante do caseiro mais importante do Brasil ou do STF menos importante do mundo? Ou ainda das duas coisas?
Marcus de Medeiros Matsushita
Marília, SP

 

Obra de Ciro Gomes

As trocas de favores na obra de Poço de Marruá, apontadas na reportagem "Um ensaio da transposição" (22 de março), evidenciam as razões do grande interesse do governo em, mais uma vez, resolver a questão da seca no Nordeste. Aliás, a reprodução dos grampos – mostrada por VEJA – me leva a acreditar que o uso de celulares por deputados é mais prejudicial à sociedade do que o uso pelos internos de Bangu I. Pobre Brasil!
Dórian L. Bachmann
Curitiba, PR

 

Karen Hughes

Tão ou mais rica que a intrigante entrevista da senhora Karen Hughes (Amarelas, 22 de março) foi a brilhante condução da jornalista Vilma Gryzinski. Perguntas inteligentes, abrangentes e duras, mas num clima profissional e intelectual sensacional. Parabéns à jornalista e a VEJA.
Luis Grottera
São Paulo, SP

Não se muda a imagem de um país apenas com a designação de emissários ou diplomatas, e sim com novas atitudes. A mídia não está inventando, ou, como colocado pela senhora Karen Hughes, "ressaltando" notícias. Se a mídia noticia mais os insistentes bombardeios do que a abertura de uma escola, é porque os Estados Unidos não têm levado a sério a proposta de desenvolvimento para o Iraque.
Luciano Zotto
Curitiba, PR

 

Grampos e propinas

A propósito da matéria "Um ensaio da transposição" (22 de março), afirmo, indignado: 1 – A Secretaria de Infra-Estrutura Hídrica do Ministério da Integração Nacional informa que o projeto de construção da barragem Poço do Marruá foi licitado em 2000 e suas obras civis começaram em 2001, portanto no governo anterior; 2 – Tanto a licitação quanto a contratação da empresa vencedora foram feitas pelo governo do Piauí, que é, também, responsável pela execução das obras da barragem; 3 – O Ministério da Integração Nacional não libera recursos para empreiteira, mas diretamente para o governo do estado do Piauí, segundo convênio celebrado entre as partes. As liberações são feitas de acordo com a disponibilidade orçamentária, com a programação financeira, sem interferência externa de nenhuma natureza; 4 – Defendo a apuração e a severa punição de quem quer que seja, desde que demonstrada atitude criminosa em relação ao trato do dinheiro público. Se for verdadeira a acusação, que os responsáveis recebam todas as penas merecidas.
Ciro Gomes
Ministro da Integração Nacional
Brasília, DF  

No que tange a eventuais contatos telefônicos e/ou negociações com o deputado Domiciano Cabral, o ministro Alfredo Nascimento não mantém com ele nenhum tipo de relação pessoal ou política. Sobre o eventual crédito de 2 milhões de reais da Construtora Julião Ltda., em desfavor do Departamento Nacional de Infra-Estrutura Terrestre (DNIT), esclarecemos que a referida empresa não possui nenhum contrato com aquela autarquia, nem créditos a receber. No que se refere ao extinto Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), informamos que a citada empresa detém créditos pendentes relativos ao contrato PG - 133/98, cujos processos estão relacionados como despesas de exercícios anteriores, aguardando dotação orçamentária, e totalizam só 86.441 reais. O acompanhamento dos processos relativos ao extinto DNER é de competência do grupo executivo criado pela Portaria MT nº 971/2003, o qual somente poderá efetuar qualquer pagamento referente a despesas relacionadas ao extinto DNER mediante prévia manifestação da Secretaria Federal de Controle Interno, vinculada à CGU. Diante do exposto, nota-se que as declarações feitas pelo deputado Domiciano Cabral, do PSDB, são inverídicas.
Jefferson Coronel
Chefe da Assessoria de Comunicação
do Ministério dos Transportes
Brasília, DF

 

Operação de catarata

Em relação à nota publicada na seção Contexto ("Exemplo de falta de visão numa política pública", 22 de março), o Ministério da Saúde informa que, no caso da operação de catarata, estimativa realizada com parâmetros do próprio Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e da Organização Mundial de Saúde (OMS) demonstra que, a partir de 2004, o total de intervenções cirúrgicas no país chegou a 314.768. Esse número superou a demanda reprimida, de 219.319 operações. Agora, a realização desse procedimento foi incorporada à rotina dos estados e municípios.
Djalma Gomes
Assessor de imprensa do Ministério da Saúde
Brasília, DF

 

Lya Luft

Lya Luft narrou exatamente toda a repulsa da sociedade brasileira, em especial da gaúcha, a esses ataques à propriedade privada, realizados por baderneiros que, lamentavelmente, são sustentados pelos governos, enquanto nós, pobres e efetivamente trabalhadores, temos de laborar diária, séria e arduamente para sobreviver com certa dignidade (Ponto de vista, 22 de março).
Eriane Moraes Fogaça
Canela, RS  

No Dia Internacional da Mulher encontrava-me em Porto Alegre, porém só tomei conhecimento dos atos de vandalismo pela TV. Participei, constrangido, do jantar oferecido às delegações internacionais no qual o ministro Miguel Rossetto mencionou ter recebido uma comissão representativa da horda de mulheres ditas campesinas sem-terra. Concordo plenamente que o Brasil vai cambaleando para a desobediência generalizada.
Octavio Mello Alvarenga
Presidência da Sociedade Nacional de Agricultura
Rio de Janeiro, RJ  

Simplesmente de arrepiar o artigo de Lya Luft. Quanta sensatez e quanta sensibilidade em colocar a grande inversão de valores que estamos vivendo no país do senhor "presidente que não sabe de nada". Concordo quando Lya diz que cidadãos trabalhadores e cumpridores do dever estão à mercê de bandidos disfarçados de militantes.
Léslie Luiza Mello Mattiazzo
Bauru, SP  

Infelizmente, o que se viu no ataque bárbaro contra a Aracruz, em 8 de março, foi uma horda de mulheres ignorantes, covardes e alienadas que só nos envergonham.
Ilda T.G. Dian
Vacaria, RS  

Tenho amigos pesquisadores nas áreas de engenharia química e florestal e pude ver o sofrimento em seus olhos ao assistirem à "linda" cena de destruição no Rio Grande do Sul. Isso só prova que hoje no Brasil o certo, o justo (e lindo!) é destruir aquilo que não lhe pertence.
Flávia Ferrari
Vitória, ES

 

Galvão Bueno

Revoltante a publicação das opiniões dos leitores de VEJA sobre a renovação de contrato do senhor Galvão Bueno pela Rede Globo (Cartas, 22 de março). Será que a Globo, que não é boba nem nada, ao renovar com ele por mais oito anos, com um salário milionário, fora as mordomias e muito glamour, fez um mau negócio ao não buscar a opinião desses experts? Bem que eu gostaria de ter toda essa moral com o meu patrão! Já dizia o dito popular: inveja mata!
Laudete Vicentin de Oliveira
Londrina, PR

 

Bossa nova

Johnny Alf é um talento musical inegável. Legítimo representante da bossa nova, com uma produção musical de primeira qualidade. VEJA dá sua contribuição ao mostrar a realidade desse grande nome da música brasileira, que merece reverência, respeito e maior reconhecimento ("A bossa é a mesma, mas a conta bancária...", 22 de março).
Marcos Roberto Monteiro Leite
Belém, PA

 

CORREÇÃO: O site correto do Empório Brasileiro é www.emporiobrasileiro.com.br ("Comida de grife – numa prateleira perto de você", Guia, 22 de março).

 

 

UNIDADE PARTIDÁRIA

O leitor Ivan Vasconcelos, o "Vascoli", envia de Passos, Minas Gerais, sua visão gráfica da luta interna do PMDB, entre governistas e oposicionistas. "Partido coeso é outra coisa", diz Vascoli.

PMDB: partido unido é isso

 

O DESIGN QUE ATRAI

Alguns leitores pediram mais informação sobre os produtos que ilustraram a reportagem "O dia-a-dia mais bonito" (22 de março), sobre o papel do design no nosso consumo. A máquina de lavar Air Wash e o Happy Feet, ambos da Electrolux, são protótipos em desenvolvimento, sem previsão de lançamento. Seguem as informações sobre os demais aparelhos citados:

ASPIRADOR DE PÓ ERGORAPIDO, da Electrolux (www.electrolux.com.br): à venda no Brasil em lojas de eletrodomésticos.

GELADEIRA SUB ZERO PRO 48: à venda no exterior. Há lojas que importam produtos da marca. O site oficial do produto é http://www.subzeropro48.com/, e o do fabricante é www.subzero.com/.

VENTILADOR ZIPPI, da Vornado (http://www.vornado.com/zippi.htm): à venda apenas no exterior. No site há telefone e e-mail do fabricante.

FERRO DE PASSAR TOUCH & GLIDE, da Oliso (http://www.oliso.com/product.html): à venda apenas no exterior. No site há o telefone e o e-mail do fabricante.

ABRIDOR DE CHAMPANHE SCREWPULL CORK: ainda não chegou ao Brasil, mas o fabricante – a Le Creuset (http://www.screwpull.com.br/ princ.htm) – tem representante no país.

ÓCULOS O'ROKR, parceria entre a Motorola e a Oakley (www.motorola.com e www.oakley.com): à venda nos Estados Unidos. Lançamento previsto no mercado brasileiro para os próximos meses.

 
 
 
 
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