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"Uns têm coragem de buscar
a felicidade e recomeçar, enquanto outros permanecem
submersos num casamento fracassado."
Renata Neves
Cuiabá, MT
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Separação
Para as mulheres, casamento é uma relação
de amor. Para os homens, é constituir família.
Porém, todos se esquecem de que para constituir uma
família de valores e respeito mútuo tem de
haver amor ("Até que o casamento os separe", 22 de
março).
Marcos Ferrer Lima
Mauá, SP
Sobre o relacionamento de nove anos com meu ex-marido,
declarei que não tive chance de exercer minha profissão
pois as obrigações de mãe e dona-de-casa
não me permitiam, e que havia pouco diálogo,
mas não faltava sexo. Disse ainda que tivemos uma
separação harmoniosa, com entendimento de
ambos, tanto que até hoje ainda o considero meu melhor
amigo.
Ana Célia Gouveia
Recife, PE
Fico envergonhado ao ver que as pessoas atualmente preferem
colocar a culpa de seus erros na natureza. Os homens dizem
que são infiéis porque isso faz parte da essência
do macho. As mulheres falam que são interesseiras
porque essa é a essência feminina. Gente, cadê
o raciocínio? Por que os casamentos fracassam? Fracassam
porque faltam união e a consciência de que
temos direitos iguais, sim, mas deveres iguais também.
Marcelo Pereira
marfp71@yahoo.com
David Landes
Mr. Landes está coberto de razão. Sou nordestina
e estou ansiosa para me livrar de paulistanos que votam
em Pitta, de Nicéa Pitta, dos skinheads e de todos
os neonazistas do sul do Brasil. Também do narcotráfico
e da falta de ética dos cariocas. Assim serei feliz!
Prosperidade caminha com ética e estética.
Faltam ambos no sul do Brasil. Sobram no Nordeste (Amarelas,
22 de março).
Maria da Graça Rodrigues
Salvador, BA
São Paulo
Gostaria de poder contar com um empréstimo do empresário
Jorge Yunes. Contam a meu favor o fato de nunca ter dado
calote em alguém, não ser político
e muito menos casado ("Retrato de uma família estilhaçada",
22 de março).
Renato Pinto
São Paulo, SP
Se Pitta traiu Nicéa ou não, se foi bom pai
ou não, problema dele. Agora, se roubou, ou consentiu
que roubassem, vai ter de se explicar. E devolver centavo
a centavo. O que não é possível, à
luz da Constituição, é aproveitar o
momento para expor a intimidade de uma família em
ruínas. Vamos com calma.
Gustavo Henrique de Brito Alves Freire
Advogado
Recife, PE
Televisão
O Louro José não é palmeirense, e
sim corintiano ("Dá o pé, louro...", 22 de
março).
Fernando Luna de Campos
Cotia, SP
Gente
É um absurdo o desrespeito de VEJA referindo-se
à soprano Charlotte Church como "aquela que berra
com Agnaldo Rayol" (Gente, 22 de março).
Vilma Meneghetti
Campinas, SP
História
O que foi revelado de tão novo na reportagem "Preconceito
oficial"? O fato de que diplomatas brasileiros de menor
importância eram anti-semitas? Não há
dúvida de que havia vários anti-semitas notórios
no Império, na República Velha e no governo
Vargas. Repetir frases revoltantes dessas figuras ou "pesquisar"
aqui e acolá novos textos chocantes é muito
fácil e de efeito sempre garantido. Difícil
é partir da simples coleta da amostragem e escrever
história. A história que a senhora Tucci Carneiro
oculta é que nenhum país do mundo recebia
imigrantes livremente, e o Brasil, apesar das restrições,
foi a segunda nação que mais acolheu judeus
de 1938 a 1942, enquanto Oswaldo Aranha era chanceler. Para
alcançar os quinze minutos de fama que sua abalada
reputação acadêmica não lhe traz,
a senhora Tucci Carneiro requenta periodicamente o intragável
café frio do suposto "engodo" Oswaldo Aranha. Prefiro
ficar com a conclusão de VEJA em 15 de abril de 1998:
"Aranha foi acusado erradamente de cúmplice do holocausto
ao recusar vistos de imigração para judeus"
("Preconceito oficial", 22 de março).
Pedro Corrêa do Lago
São Paulo, SP
Previ
Com referência à reportagem "A Previ dá
as cartas" (15 de março), esclarecemos que, por ocasião
da privatização da Companhia Vale do Rio Doce
(CVRD), dois investidores adquiriram ações
em quantidade suficiente para lhes garantir o direito de
veto sobre decisões da empresa: CSN e Previ. Essa
situação permanece inalterada. O direito exclusivo
de veto nas decisões da CVRD e o valor das ações
que a Previ detém na Vale encontram-se absolutamente
preservados. A venda das ações da Itaúsa
foi decisão unânime da diretoria, não
tendo decorrido de atos ou recomendação isolada
de qualquer dos diretores da instituição.
Luiz Tarquínio Sardinha Ferro,
Gilberto Audelino Correa,
José Marques de Lima,
Arlindo Magno de Oliveira,
Henrique Pizzolato,
Vitor Paulo Camargo Gonçalves
Diretores da Previ
Rio de Janeiro, RJ
Não temos conhecimento de nenhum documento celebrado
entre Previ, Bradesco e Opportunity, pelo qual a Previ "abriria
mão do direito exclusivo de veto" na Companhia Vale
do Rio Doce. Assim sendo, não poderíamos ter
emitido parecer contrário à transação
mencionada na referida reportagem.
Paulo Albert W. Vieira
Rio de Janeiro, RJ
Universidade
Há um ano corre no Instituto Nacional da Propriedade
Industrial (Inpi) o processo sob o nº 819213470, requerendo
nulidade administrativa sobre a utilização
da marca Univer Cidade (de propriedade de W. Fenianos Editora
Ltda.), por parte da instituição citada na
reportagem. O único relacionamento que temos é
uma ação na Justiça em que pedimos
que nossa marca, respeitada entre escolas, professores e
alunos, não seja maculada por uma instituição
que parece não levar a sério a educação
e a ética neste país ("Diploma na berlinda",
23 de fevereiro).
Eduardo Emílio Fenianos
Diretor
Curitiba, PR
Claudio de Moura Castro
É gratificante ler artigos como o de Claudio de
Moura Castro (Ponto de vista, 22 de março). Faltou
apenas que tivesse usado a tristemente famosa frase atribuída
a De Gaulle "O Brasil não é um país
sério" para explicar a razão de as favelas
– em sua grande maioria –
continuarem como guetos de cidadãos humildes,
brasileiros segregados a uma existência indigna por
falta de sensibilidade política de nossos dirigentes,
infelizmente, voltados em sua grande maioria para a causa
própria.
Expedito Justiniano de Noronha
ejustiniano@uol.com.br
Leão Lobo
VEJA mostrou mais uma vez sua competência jornalística
na reportagem "Sai, Lobo Mau!" (22 de março). Limitou-se
a relatar os fatos, sem criar polêmica, ao contrário
desses fofoqueiros de plantão. Esses programas ultrapassam
o limite da ética e do respeito, tanto com os artistas
quanto conosco, telespectadores pensantes.
Renata Ferreira
Mauá, SP
CORREÇÃO: O crédito
correto da foto publicada no índice referente à
reportagem "Preconceito oficial" (22 de março) é
Arquivo Lasar Segall.
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Direto
de 
Numa entrevista a VEJA,
o historiador americano David Landes disse que, se
o Brasil se dividisse em dois, o Sul teria mais chances
de ser desenvolvido.
O Fórum de Debates de VEJA perguntou aos leitores
o que eles achavam dessa afirmação.
Veja algumas opiniões:
Sou paraense e com certeza
não trocaria meu açaí nem minha
chuva das 2 da tarde por nenhuma região, mas
seria bem melhor ter tudo isso aliado ao avanço
tecnológico e às melhores condições
de educação da Região Sul.
Cristina Ferraz
didaferraz@bol.com.br
Belém, PA
Concordo com o pessoal do Sul
que quer separar-se. Gostaria muito que minha cidade,
Ibitiara, localizada na Chapada Diamantina, na Bahia,
se tornasse outro país, sem nenhum vínculo
com o Brasil. É um lugar lindo, sem ladrão
nem violência, tem um povo maravilhoso, clima
delicioso, é tudo perfeito.
José Ewerton Santos Filho
Ibitiara, BA
Estou plenamente
de acordo com o desdobramento do Brasil Sul. Sem revanchismo
nem mágoa. Precisamos encarar a realidade.
Só isso.
Olacir Pavarini
Marília, SP
Tenho
a mais absoluta convicção de que nenhum
brasileiro quer dividir seu país, mesmo sabendo
que isso implicaria uma melhor condição
de vida para este ou aquele. Tampouco sugeriríamos,
por uma questão de educação,
que os Estados Unidos fossem divididos.
Theobório Grando Júnior
grando@rondonet.com.br
Marechal Cândido Rondon, PR
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