Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 728 - 28 de novembro de 2001
Holofote

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Sumário
Brasil
Geral
Economia e Negócios
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Internacional
Especial
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Claudio de Moura Castro
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Arc
VEJA on-line
Gente
Datas

Para usar
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Digite uma ou mais palavras:

Busca detalhada
Arquivo 1997-2001
Reportagens de capa 2000 | 2001
Entrevistas
2000 | 2001
Busca somente texto 96|97|98|99|00|01


Crie seu grupo




 

PLANO CONTRA OS ACIDENTES

Raul Junior


O Brasil tem dois grandes desafios no campo trabalhista. Um deles é a modernização das leis que regem a relação entre patrões e empregados, setor em que não se registram avanços. O outro é a redução dos acidentes. O país sempre foi um campeão de acidentes, com 300.000 casos por ano. Graças a uma série de programas feitos em parceria com empresas e o Ministério do Trabalho, de Francisco Dornelles, o total de ocorrências caiu 20% nos últimos três anos.

 

DISTORÇÕES ON-LINE

Germano Luders


As estatísticas brasileiras devem ser lidas com cuidado. Tome-se um exemplo no campo do e-commerce, a venda de produtos pela internet. Segundo dados da GM, dirigida por José Carlos Pinheiro Neto, 80% dos carros Celta são vendidos on-line. Ocorre que a maior parte dessas transações com o Celta é fechada nas concessionárias. Motivo: os vendedores orientam o comprador a usar a internet na loja mesmo porque há desconto para a compra via computador.

 

PROBLEMAS NA EUROPA

André Valentim/Strana


A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), da executiva Maria Sílvia Bastos Marques, já leva uma vida dura tentando vender aço nos Estados Unidos por causa das barreiras comerciais impostas pelo governo americano. Na semana passada, a empresa recebeu outra má notícia na área de exportações, com o anúncio da criação de uma megassiderúrgica européia dez vezes maior que a CSN. No continente, estão concentrados 30% das vendas da empresa brasileira ao exterior.

 

ALGUÉM VAI APOSTAR NELE?

Eduardo Monteiro


Depois de penar para garantir presença na Copa de 2002 e de ser rebaixada no ranking da Fifa, a seleção sofreu outro prejuízo em sua imagem. Como consideram uma zebra a possibilidade de a equipe de Luiz Felipe Scolari conquistar o Mundial, as casas de apostas londrinas estão oferecendo um prêmio de 8 libras a cada libra apostada na vitória do time canarinho. No Copa de 98, o Brasil estava entre os favoritos e oferecia aos apostadores uma cotação menor, 3 por 1.

 
Fotos: Rogério Voltan, Mário Rodrigues, Fernando Negrão Duarte

 

 

Editado por Sérgio Ruiz Luz.
Colaboraram Amauri Segalla,
Juliana Sabóia e Ricardo Mendonça


 
 
   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS