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Home  »  Revistas  »  Edição 2136 / 28 de outubro de 2009


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Leitor

Assuntos mais comentados
Albert Einstein (capa) –17
Pressão do governo contra a Vale –16
Lya Luft –15
As drogas das "baladas" –12
A Casa Branca ataca a Fox News –7

 

Albert Einstein

"A abordagem de VEJA sobre a genialidade de Einstein nos desperta a sensação de que podemos realizar muito mais do que realizamos e ser muito mais do que somos."
Iolanda Souza Santos Manso Dias
Salvador, BA

 

Divulgação
O cérebro do gênio
Dean Falk, antropóloga: "À medida que a neurociência avança, o mistério da genialidade de Einstein se torna mais e mais atraente para quem pesquisa a inteligência"


Inteligente a reportagem "A saga de uma mente genial" (21 de outubro), sobre a genialidade de Einstein, estimulando o leitor a fincar os pés na realidade e a compreender que o desenvolvimento – mesmo o incomum – não ocorre sem uma causa anterior, sem o dedicado exercício da inteligência por meio da pesquisa e da reflexão profunda e constante.
Armando Correa de Siqueira Neto
Mogi Mirim, SP

Oportuna a reportagem sobre Einstein. Pudemos concluir que sua imaginação e persistência eram ilimitadas. Ao contrário da ciência, que sempre impõe limites, como Einstein afirmava.
Geraldo Nardi
São Gabriel, ES

As conclusões a que diversos estudiosos chegaram sobre o cérebro de Einstein nos confirmam a grande colaboração desse gênio à humanidade.
Gisele Maria Giovinazzo
São José do Rio Preto, SP

Enquanto a ciência não se abrir para a realidade de que a inteligência provém do espírito, buscaremos, sem sucesso, no corpo físico, as causas da genialidade de Einstein e de muitos outros que vieram revolucionar o mundo.
Emmanuel Sampaio
Por e-mail

Saliência no córtex motor, concentração maior de células gliais, lobo parietal maior e hipocampo mais longo. São essas as explicações dos principais cientistas das mais renomadas universidades mundiais para a genialidade de Einstein. Então, como leigo no assunto, posso dizer que, ao ser criado, fui um azarado e o Albert um sortudo?
Jorge Jossi Wagner
Ribeirão Preto, SP

A recente tentativa de descobrir o segredo da genialidade de Einstein nas particularidades de seu cérebro, reduzido a fatias, é a melhor prova disso. Anuncia-se que o peso, a configuração e os detalhes da massa cerebral do ilustre cientista não conferem com os dados conhecidos no comum dos mortais. O raro fulgor da inteligência einsteiniana estaria ao alcance do microscópio. A genialidade não é questão de dom miraculoso, de anatomia cerebral nem de QI elevado. Pelo contrário, não são raros os casos de gênios nem tão bem dotados intelectualmente, de cabeça estreita, raciocínio moroso. O gênio é aquele que logra êxito na luta contra todo tipo de limitação, inclusive suas limitações intelectuais, sendo forçado a inventar nova gramática para superá-las.
Gilberto de Mello Kujawski
São Paulo, SP

O cérebro é como o universo: mesmo que um dia enxerguemos sua infinitude, não seremos capazes de desvendá-la. Armazenar num pen drive a mais perfeita máquina já inventada seria o fim da inteligência humana e o surgimento de algo superior.
Daniel Polcaro Pereira
Passos, MG

VEJA, sempre maravilhosa, a começar pela capa. Embaixo, em destaque, um gênio com a língua para fora. Em cima, no canto direito, dois "idiotas" com a língua para fora, ilustrando a chamada para a reportagem sobre os coquetéis químicos das baladas.
Nádia Faria
Pedagoga
Juiz de Fora, MG

 

Biz Stone

Parabenizo VEJA pela entrevista com Biz Stone (Amarelas, 21 de outubro), criador do Twitter. É incrível como fica difícil dimensionar a extensão dos recursos oferecidos pelas ferramentas sociais que são disponibilizadas na internet. Por meio de uma entrevista inteligente e muito bem elaborada, VEJA conseguiu transmitir essa noção a seus leitores.
Luiz Eduardo Vidal
São Paulo, SP

Veja Essa

Não corresponde à realidade a frase atribuí-da à ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) publicada na seção Veja Essa da última edição de VEJA. O que a ministra disse, durante encontro com a bancada federal do PR na semana passada, foi o seguinte: "O presidente Lula gosta de lembrar que ele sempre dizia, muitos anos atrás, que metalúrgico não votava em metalúrgico, corintiano não votava em corintiano e mulher não votava em mulher. Mas, como demonstram as duas eleições que ele venceu (Lula é metalúrgico e corintiano), isso já começou a mudar".
Oswaldo Buarim Jr.
Assessor de imprensa da Casa Civil
Brasília, DF

Roberto Pompeu de Toledo

Gostaria de felicitar o autor pelo artigo "A volúpia do fracasso" (21 de outubro), no qual ele define magistralmente o povo argentino, descrevendo esses tópicos que todos sabemos, porém que o comum das pessoas não consegue colocar no papel. Gostaria também, pois minha profissão me obriga, de esclarecer que o tango citado se chama Cambalache (troca), de 1934, do grande Enrique Santos Discepolo, e que em outros versos diz: "¡Hoy resulta que es lo mismo ser derecho que traidor, ignorante, sabio o chorro (ladrão), generoso o estafador!", que infelizmente identifica tantos políticos do Brasil. Outra coisa: não se usa acento agudo no verbo ser no pretérito perfecto simple da 3ª P.S. (fue), e, atualmente, eu ensino aos meus alunos que "latinoamericanos" é pejorativo, nós somos "hispanoamericanos". ¡Grande, Roberto!
Pepe Ríos
Professor de espanhol
Rio de Janeiro, RJ

 

Jean Sarkozy

Cumprimento VEJA pela reportagem "Lá, como cá" (21 de outubro), pois ela demonstra que governantes de todo o mundo tendem a beneficiar familiares e aliados políticos. Discordo, contudo, da conclusão de que, "depois da globalização, talvez esteja chegando a brasileirização". A conclusão destoa de todo o argumento apresentado ao longo do texto. O Brasil é produto do Ocidente e reflete o que há de melhor e de pior na civilização europeia. Não inventamos a corrupção, nem o nepotismo, nem a sinecura. É hora de extirpar o "espírito de vira-lata"!
Fernando Valsecchi
Brasília, DF

 

O governo contra a Vale

Excelente a reportagem sobre a pressão do governo para ditar os rumos da companhia Vale ("O PT quer engolir a Vale", 21 de outubro). Parabéns ao jornalismo de VEJA, que aprofundou e trouxe à população brasileira informações precisas e esclarecedoras sobre as estratégias sujas dos que agem nos bastidores do governo contra uma das maiores empresas privadas do país. O objetivo do governo e do PT não é outro senão "administrar" as grandes empresas brasileiras que dão lucro. O papel do governo é administrar bem os interesses do estado, como a educação, a saúde, a segurança e o bem-estar social, e não se meter nas atividades tipicamente privadas e produtivas.
Ronaldo Urbano
Florianópolis, SC

A reportagem dá uma ideia da loucura deste governo. Faltou dizer que o governo petista, além dos 49% dos fundos de pensão das estatais, também tem uma participação extra através do BNDES, mais precisamente através do BNDESPar. Se o governo dos petistas pretende controlar a Vale, não precisava promover essa pantomima. Eles já têm o controle.
Jeferson Merçon Vieira
Vitória, ES

Esse tipo de denúncia seria motivo para investigações céleres e, caso viessem a ser confirmadas, com consequências gravíssimas em países sérios. No Brasil, desgraçadamente, isso já não surpreende mais. Surpreendente tem sido a passividade resignada do chamado "mercado", tanto dos operadores quanto dos acionistas, claramente prejudicados caso esse tipo de atitude tenha sucesso. Já foi assim com a "invasão" e a "nacionalização" das refinarias da Petrobras pelo Exército e pelo governo bolivianos, que, além de dar prejuízos à companhia, causaram um imenso transtorno à sociedade brasileira em geral. Principalmente às empresas que acreditaram nos acordos internacionais assinados pelo governo brasileiro para fornecimento de gás.
Etienne Douat
Joinville, SC

Em vez de tentar, sordidamente, "bolivarizar" a Vale, o presidente deveria ter pedido ajuda a Agnelli para escolher melhor seu ministro de Minas e Energia, um leigo confesso no assunto.
Carlos Eduardo Nobre da Silva
Itatiaia, RJ

Pode ser que Eike Batista seja "um extraordinário empresário privado", como afirmou VEJA na reportagem. Contudo, desse episódio ficou a impressão de que Eike agiu com oportunismo, ao pensar como Lula, e foi antiético, ao sugerir a entrega do comando da Vale a Sérgio Rosa, presidente da Previ, que teria importante participação na venda de parte das ações do fundo de pensão. Auguramos que Sérgio Rosa, correto e profissional, não se deixe aliciar com promessa de cargo.
Mario Hamilton Casella
Aposentado pela Previ
São Paulo, SP

 

Casa Branca X Fox News

Fiquei muito feliz em ver meu ídolo Glenn Beck em VEJA ("O Talibã de Obama é... uma TV", 21 de outubro). Além disso, a Fox tem Hannity e O’Reilly. Todos fantásticos. Mas, em especial, Beck para mim é a maior mente televisiva. Simplesmente genial. Alguns acham que ele consegue causar inveja até a O’Reilly. O Brasil poderia ter uma Fox News? Tenho minhas dúvidas: somos muito do centro, gostamos do meio. Do meio de campo que nunca chega perto do gol (desenvolvimento). Nossos partidos, por exemplo, são um desastre. Todos com a mesma plataforma: o meio. A Fox News é a direita, que questiona as mentiras esquerdistas que usam Mao Tsé-tung, Castro e Chávez como exemplos.
Pedro Erik Arruda Carneiro
Por e-mail

Drogas das "baladas"

Meus sinceros parabéns pela reportagem "Música, sexo e loucura" (21 de outubro), muito oportuna e até inacreditável. Como as pessoas podem se drogar dessa forma mesmo sabendo que a conta será tão cara? Muito instrutiva essa reportagem, que com certeza ajudará muitas famílias, pois a arma que temos para combater esse mal é a informação.
Gilberto Figueiredo
Belo Horizonte, MG

É difícil acreditar que, em pleno século XXI, na era da difusão livre de informações, ainda existam jovens que enveredam por esse caminho sem volta. Eu, como adolescente, abomino esse comportamento. Onde estão os pais nessa hora? O que esses jovens precisam é de limites!
Sofia Andrade Gael
Londrina, PR

O que a reportagem "Música, sexo e loucura" nos mostrou é que os jovens estão tentando encontrar um limite para as possibilidades de obter sensações "diferentes", que são provocadas por substâncias químicas. A grande indagação, aliada a uma sensação de impotência, fica sem resposta: por que nós, adultos mais maduros, não conseguimos evitar que tudo o que foi relatado na matéria aconteça? Isso inclui desde uma política pública para o tema até a responsabilidade dos pais a respeito do comportamento dos filhos.
José Elias Aiex Neto
Foz do Iguaçu, PR

Nunca uma geração levantou tanto a bandeira da não violência, mas os jovens fumam um "baseadinho" nos fins de semana, como se isso não provocasse a violência e as mortes que emergem do tráfico de drogas. Afirmam-se como "geração saúde", buscando neuroticamente uma alimentação saudável, mas tomam ecstasy na balada.
Marcos Vinícius Mercer
Balneário Camboriú, SC

Ao mesmo tempo que via as notícias da guerra urbana no Rio de Janeiro em razão do tráfico de drogas, estupefato lia em VEJA um ridículo depoimento de uma empresária que se gabava de sair para a balada completamente "louca", fazendo uso de drogas. Enquanto tivermos em nossa sociedade, especialmente na classe média, os párias do consumo que financiam o tráfico, perderemos para o crime organizado.
Gabriel de Britto Campos
Por e-mail

 

Lya Luft

Sempre com muita clareza e propriedade, a escritora Lya Luft levanta questões essenciais ("A gente decide", 21 de outubro). Parece que todos os problemas estão resolvidos aqui no Brasil, pois sediaremos a Copa em 2014 e a Olimpíada em 2016. Também não acho simpático o artigo, mas ele vai fundo nas coisas que estão por resolver. Serão apenas alguns dias de eventos e já estamos festejando não se sabe o quê. A saúde vai mal, a educação vai mal, a administração vai pior ainda, com nossos senadores, deputados e outros que continuam impunes, apesar das comprovadas denúncias. Infelizmente, não estamos decidindo nada, pois escolhemos mal nossos representantes, e o resultado aí está: impunidade, descaso e desvio dos recursos públicos.
Sergio Eduardo Stempniewski
São Paulo, SP

No Brasil, muitas vezes não sabemos mesmo por onde começar. Não agora. Agora tenho certeza de que quero começar elogiando o excelente artigo e dizer que senti um grande alívio. Achava que eu era uma exceção, pois não consigo sentir a mesma alegria que todos estão sentindo com a Olimpíada e a Copa no Brasil. Parece que esqueceram os nossos gravíssimos e tristes problemas. Enquanto se samba e se comemora, nossos jovens saem da faculdade e não encontram colocação, há filas intermináveis de doentes que penam nos hospitais públicos, nossos velhos são constantemente desrespeitados, estamos no 75º lugar no índice de desenvolvimento humano da ONU. Quando vamos acordar e tentar mudar esse jogo através do nosso voto consciente?
Vera Lúcia Leal Lopes
Salvador, BA

José Dirceu embaixador

Na minha modesta opinião, embaixada boa para José Dirceu seria a de Havana, em Cuba, onde já morou e cujo idioma deve pelo menos conhecer. Ou em outro país com viés socialista, como por exemplo a Coreia do Norte. Colocá-lo em um país capitalista seria desperdício ideológico ("O embaixador Zé", Radar, 21 de outubro).
Roberto Antônio de Andrade
Uberaba, MG

 

José Dirceu cabo eleitoral

Salta à vista o absurdo de um suposto incentivo de Lula à candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República. O presidente tem defendido publicamente a candidatura de Ciro ao governo do estado de São Paulo e trabalhado com o diretório paulista do PT por ela. E foi o próprio Lula quem propôs a transferência do domicílio eleitoral do deputado para São Paulo ("O chefe do mensalão já opera 2010", 14 de outubro).
José Dirceu
Por e-mail

 

J.R. Guzzo

A propósito do artigo "A capital perdida" (14 de outubro), gostaria de destacar que a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 abrem para o Brasil oportunidade ímpar de desenvolvimento: podemos melhorar a vida nas grandes cidades, captar vultosos investimentos externos, projetar no mundo uma imagem positiva do país, atrair turistas, movimentar a economia, criar empregos, formar uma nova geração de jovens ligados ao esporte, construir uma infraestrutura hoteleira digna das nossas belezas naturais, enfim, colocar o Brasil no cenário das grandes nações. Por isso, é hora de união e visão de futuro, e não de saudosismo. Nós todos amamos o Rio de Janeiro, a cidade mais bonita do mundo, com suas praias, lagoas e montanhas desafiando a degradação urbana. Mas esse amor não é excludente, nem deve ser alimentado à custa da depreciação de Brasília. Também não pode nos impedir de perceber que JK, com seu plano ousado de interiorização do desenvolvimento, mudou o Brasil. E que Brasília é a síntese dessa fase que transformou o mapa econômico e social brasileiro. O grande desafio de todos nós é aproveitar essa oportunidade para dar um novo salto, olhando o futuro com trabalho, otimismo e união, como se espera de uma grande nação.
José Roberto Arruda
Governador do DF

 

O biquíni da Marta

A nota "Os bons companheiros" (Gente, 21 de outubro) informa que a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy apareceu (em Trancoso) com um "biquininho tomara que caia". VEJA errou. O biquíni da companheira era do modelo "tomara que não caia".
Cláudio de Oliveira Rocha
Belo Horizonte, MG

 

Correção: ao contrário do que foi informado na reportagem "Agora, cachorro grande" (14 de outubro), os três filhos de Frank Aguiar não moram com ele. Todos vivem com suas mães e o visitam de vez em quando.

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