Panorama
Holofote

Felipe Patury
A petro-sal pode ser Petro-Sal
Andre Dusek/AE
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva adoraria que a
estatal que explorará o pré-sal se chamasse Petro-Sal. Desistiu
porque uma companhia potiguar é dona do nome. Na última quinta-feira,
surgiu uma esperança. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, foi procurado pelo advogado da empresa. Seu cliente está disposto
a vender a marca. Lobão se propôs a pagar não com dinheiro,
mas com uma homenagem ao patriota, que seria citado em discurso. O advogado
pediu para pensar. Por isso, foi adiado o batismo da estatal, que ocorreria
nesta semana. Em lugar de Petro-Sal, seu nome seria Petro-Brasil.
O GP Brasil é só da Globo
Cristian Scheider/Futura Press
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No Brasil, a Fórmula 1 sempre esteve ligada ao húngaro
naturalizado brasileiro Tamas Rohonyi. Amigo de Bernie Ecclestone, o
inglês que administra a categoria, Rohonyi foi o principal responsável
pela inclusão e manutenção do Brasil no campeonato. Agora,
está deixando a operação. Em meados da década, ele
vendeu 70% de sua International Promotions para a Globo. No início do
ano, a Globo comprou o restante da empresa, que passou a ser dirigida pela executiva
Cláudia Ito. A emissora confirma as mudanças societárias,
mas Rohonyi, que passará a atuar como consultor da F-1, não.
Aliança enganosa
Sergio Lima/Folha Imagem
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O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira
Lima, denunciará o governador da Bahia, Jaques Wagner, por propaganda
enganosa no Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária
(Conar). Geddel diz que Wagner anuncia como dele obras que são financiadas
essencialmente com recursos federais. Geddel, do PMDB, pretende enfrentar Wagner,
do PT, na eleição para governador no próximo ano. Como
se vê, a aliança entre os dois partidos não é assim
tão sólida.
Aécio é sinal de vitória
Charles Silva Duarte/AE
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Uma pesquisa do Ibope afere o peso que o governador de Minas
Gerais, Aécio Neves, daria a uma chapa presidencial encabeçada
pelo seu colega paulista, José Serra. Segundo ela, 49% dos brasileiros
apostam na vitória dessa composição, 17% na da chapa de
Dilma Rousseff (PT) com Michel Temer (PMDB) e 12% na de Ciro Gomes (PSB) com
Carlos Lupi (PDT). Encabeçada por Aécio, a chapa dos tucanos passa
a ser vista como vitoriosa por 28% dos eleitores. Nesse caso, tanto Dilma e
Temer quanto Ciro e Lupi alcançariam 22%. Quando são apresentados
sem vice, Serra marca 41% e Dilma 17%. Já Aécio empata com Dilma
em 19%.
A Marta Suplicy de Marina Silva
Antonio Milena/AE
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A socialite Ana Paula Junqueira será o cicerone
da candidata verde a presidente, Marina Silva, no mundo das ricaças paulistanas.
A amigos, ela diz que quer fazer por Marina o mesmo que a ex-prefeita Marta
Suplicy está fazendo pela petista Dilma Rousseff: ser sua anfitriã
em almoços e jantares com celebridades e empresárias. Ana Paula
é casada com o sueco Johan Eliasch, dono da grife esportiva Head e de
140 000 hectares na Amazônia. Ela mesma candidata a uma vaga de deputada
pelo PV paulista, a bela pretende abrir uma picada para sua eleição
estrelando um quadro sobre desenvolvimento sustentável no programa Superpop, da apresentadora Luciana Gimenez.
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