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Home  »  Revistas  »  Edição 2136 / 28 de outubro de 2009


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Panorama

Holofote


Felipe Patury

A petro-sal pode ser Petro-Sal

Andre Dusek/AE


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva adoraria que a estatal que explorará o pré-sal se chamasse Petro-Sal. Desistiu porque uma companhia potiguar é dona do nome. Na última quinta-feira, surgiu uma esperança. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, foi procurado pelo advogado da empresa. Seu cliente está disposto a vender a marca. Lobão se propôs a pagar não com dinheiro, mas com uma homenagem ao patriota, que seria citado em discurso. O advogado pediu para pensar. Por isso, foi adiado o batismo da estatal, que ocorreria nesta semana. Em lugar de Petro-Sal, seu nome seria Petro-Brasil.

 

O GP Brasil é só da Globo

Cristian Scheider/Futura Press


No Brasil, a Fórmula 1 sempre esteve ligada ao húngaro naturalizado brasileiro Tamas Rohonyi. Amigo de Bernie Ecclestone, o inglês que administra a categoria, Rohonyi foi o principal responsável pela inclusão e manutenção do Brasil no campeonato. Agora, está deixando a operação. Em meados da década, ele vendeu 70% de sua International Promotions para a Globo. No início do ano, a Globo comprou o restante da empresa, que passou a ser dirigida pela executiva Cláudia Ito. A emissora confirma as mudanças societárias, mas Rohonyi, que passará a atuar como consultor da F-1, não.

 

Aliança enganosa

Sergio Lima/Folha Imagem


O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, denunciará o governador da Bahia, Jaques Wagner, por propaganda enganosa no Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar). Geddel diz que Wagner anuncia como dele obras que são financiadas essencialmente com recursos federais. Geddel, do PMDB, pretende enfrentar Wagner, do PT, na eleição para governador no próximo ano. Como se vê, a aliança entre os dois partidos não é assim tão sólida.

 

Aécio é sinal de vitória

Charles Silva Duarte/AE


Uma pesquisa do Ibope afere o peso que o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, daria a uma chapa presidencial encabeçada pelo seu colega paulista, José Serra. Segundo ela, 49% dos brasileiros apostam na vitória dessa composição, 17% na da chapa de Dilma Rousseff (PT) com Michel Temer (PMDB) e 12% na de Ciro Gomes (PSB) com Carlos Lupi (PDT). Encabeçada por Aécio, a chapa dos tucanos passa a ser vista como vitoriosa por 28% dos eleitores. Nesse caso, tanto Dilma e Temer quanto Ciro e Lupi alcançariam 22%. Quando são apresentados sem vice, Serra marca 41% e Dilma 17%. Já Aécio empata com Dilma em 19%.

 

A Marta Suplicy de Marina Silva

Antonio Milena/AE


A socialite Ana Paula Junqueira será o cicerone da candidata verde a presidente, Marina Silva, no mundo das ricaças paulistanas. A amigos, ela diz que quer fazer por Marina o mesmo que a ex-prefeita Marta Suplicy está fazendo pela petista Dilma Rousseff: ser sua anfitriã em almoços e jantares com celebridades e empresárias. Ana Paula é casada com o sueco Johan Eliasch, dono da grife esportiva Head e de 140 000 hectares na Amazônia. Ela mesma candidata a uma vaga de deputada pelo PV paulista, a bela pretende abrir uma picada para sua eleição estrelando um quadro sobre desenvolvimento sustentável no programa Superpop, da apresentadora Luciana Gimenez.

 

 

 

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