Edição 1 655 -28/6/2000

VEJA esta semana

Brasil
Internacional
Geral
Economia e negócios
Guia
Artes e Espetáculos
Colunas
Luiz Felipe de Alencastro
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA on-line
Radar
Contexto
Holofote 
Veja essa
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações
Para usar
Veja recomenda
Os mais vendidos

Banco de Dados 

Para pesquisar digite uma ou mais palavras no campo abaixo. 


 
Chico Caruso/O Globo
O B.O.F.E. em ação!

— Atenção, pelotão, primeira missão: curtir o feriadão!


"Isso é coisa de lunático."
Paulo Petersen,
líder do PMDB em Minas, comentando
a suspeita do governador Itamar Franco de que tropas
federais estariam se preparando para invadir o Estado

"Não queríamos torcer, mas quando o negão (Pelé) pegava a bola a ideologia ia por água abaixo."
José Genoíno, deputado federal (PT-SP), falando da
situação dos militantes da guerrilha durante a Copa de 70

"Se um homem casa, fica viúvo e se torna padre, ele não poderia sustentar a batina por antes ter faltado ao voto de castidade?"
Luiz Estevão, senador (PMDB-DF), argumentando que pecou antes de assumir o mandato, mas agora permanece casto como um anjo

"A diferença entre a Câmara de Vereadores do Rio e a de São Paulo é que a de lá foi pega em flagrante."
Cesar Maia, candidato do PTB à prefeitura do Rio

"Teremos uma chuva de medalhas."
Roberto Shinyashiki, guru da auto-ajuda contratado para animar o ego da delegação olímpica brasileira

"Quero morrer como uma cigarra."
Mariuccia Iacovino, 87 anos, a mais velha violinista brasileira

"Antes de mais nada eu queria deixar bem claro que estou biruta."
Carlos Scliar, artista plástico, 80 anos, fazendo blague depois de uma internação de trinta dias

"Ô, ô, ô, Maradona é cheirador."
Coro da torcida do Palmeiras contra o craque Maradona, que comentou para uma emissora de TV o jogo final da Taça Libertadores da América, no Morumbi

"A receita do bolo de cenoura de nossa família é provavelmente mais segura que os segredos nucleares deste país."
Mark Foley, congressista americano, preocupado com o desaparecimento de segredos nucleares da base de Los Alamos

"Minhas qualificações para apresentar um show de TV? Esse é o único trabalho na América que não exige qualificação."
Laura Ingraham, ex-apresentadora do programa Watch It!, na MSNBC

"Ele sentiu que o cachorro tinha um jeito gay, e isso o deixou furioso."
Mike McQuaig, policial da Flórida, EUA, referindo-se ao sujeito condenado por matar o próprio cão por seu comportamento sexual pouco ortodoxo

"Ela acaba levando uma cadeirada, e nós ficamos sem candidata em São Paulo!"
Maria da Conceição Tavares, economista do PT, criticando a ida de Marta Suplicy ao Rio para convencer Jandira Feghali (PCdoB-RJ) a ser vice na chapa do partido à prefeitura carioca

"O Rio tem uma administração Helena Rubinstein, de maquiagem."
Miro Teixeira, deputado federal (PDT-RJ), criticando o prefeito Luiz Paulo Conde

"Cada macaco no seu galho."
Cesar Gavíria, secretário-geral da OEA, respondendo ao escritor Mario Vargas Llosa, que criticou a organização por não condenar a eleição de Fujimori no Peru

"Acho que ela exagerou muito na paridura.
Quando eu tenho filho, não berro daquele jeito, não."
Maria Marlene Silva Sabóia, que inspirou a personagem vivida por Regina Casé no filme Eu, Tu, Eles, comentando o desempenho da atriz

"Corremos o risco de sair das páginas de política para as policiais."
Roberto Freire, senador (PPS-PE), criticando a atuação de Mangabeira Unger, professor da Harvard, que quer sair candidato à prefeitura paulistana, no processo de filiação fraudulento

"Não há como conviver com as restrições impostas às mulheres."
Mehram (ou Maryam), iraniano que trocou de sexo e agora quer reverter a operação por não suportar a vida de mulher em seu país

 

 


Arc* e a bofetada

Estupefato, Arc, o marciano, assiste pela televisão ao técnico de um time de basquete dar uma bofetada no juiz do jogo, levar uma bolachada de volta, no meio da maior confusão, com policiais tentando segurar jogadores, todo mundo gritando...

­ O que aconteceu?
­ O juiz fez alguma coisa, o técnico não concordou, perdeu a cabeça, partiu para a agressão...
­ Tá. Eu já vi algo parecido num jogo de futebol. O que acontece com o agressor, com tanta polícia em volta. Vai preso?
­ Não, Arc. Normalmente, o agressor leva uma pena disciplinar, mas não por parte da polícia.
­ Se fosse na rua?
­ Aí virava caso de polícia.
­ Deixa-me ver se entendo: agressão na quadra não é caso de polícia; na rua, é.
­ Não. Sim. Quer dizer, mais ou menos...


* Arc é marciano e invisível e vem regularmente à Terra – inclusive ao Brasil – para ver se vale a pena Marte investir aqui. Por enquanto, ele está achando que não dá....
(arc@bol.com.br)

Teagá

 

Editado por Julio Cesar de Barros