Histórias de medo
AFP
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| O seqüestrador do ônibus
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A trágica ação policial que resultou
na morte do seqüestrador de um ônibus e sua refém
foi o tema de um fórum aberto pelo site da Veja Rio
(www.veja-rio.com.br).
O debate atraiu mais de 320 leitores de todo o país,
boa parte deles interessados em contar casos ocorridos onde
moram. Eis alguns depoimentos:
"Na Bahia, a PM protagonizou uma ação
muito mais desastrada. Um rapaz armado com uma faca atacava
pessoas em Vitória da Conquista quando a PM foi acionada
para contê-lo. Sem tentar nenhum diálogo, os
soldados dispararam contra o esfaqueador. Atingiram a dona-de-casa
Edite Vieira. Ela morreu a caminho do hospital."
Juscelino Novais Souza
juscelinosouza@zaz.com.br
Vitória da Conquista (BA)
"Aqui no Paraná tivemos um
caso semelhante, mas a situação era bem pior,
pois os seqüestradores estavam no interior de uma residência.
A tropa de elite da nossa polícia, numa ação
extremamente profissional, acabou invadindo a residência
e matando só os seqüestradores. No caso do Rio,
faltou à polícia profissionalismo e sobrou-lhe
vontade de ser endeusada pela mídia."
Alvaro Menegat
alvaromenegat@ig.com.br
Foz do Iguaçu (PR)
"Eu nunca cometi nenhum crime, mas
já por duas vezes tive o revólver de um policial
apontado contra mim e posso dizer que escapei por pouco.
As leis existem para ser cumpridas e até os piores
bandidos devem ser entregues vivos na delegacia e no tribunal.
Tiroteios em plena via pública são extremamente
perigosos para os inocentes e não deveriam ser admitidos
de nenhum modo."
José da Silva
dasilva@star.com.br
Brasília (DF)
"Tristemente constatamos que nada
disso é novidade. O despreparo do aparato policial
já ficou patente em inúmeros episódios,
como o da jovem Adriana Caringi, em 1990. Dez anos se passaram
e nada mudou. Tragédias semelhantes e anônimas
acontecem no ritmo de várias por hora neste país."
Ana Cristina
acpcastro@uol.com.br
São Paulo (SP)
"Um ex-policial aposentado do Pará
uma vez me disse que fez treinamento nos morros do Rio e
que a ordem do comando era atirar para matar. Na realidade
gente inocente é que morre. Os traficantes e ladrões
estão aí."
José Aparecido de Souza
sumapa@uol.com.br
Ananindeua (PA)
A vez de Maluf
Egberto Nogueira
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O ex-prefeito Paulo Maluf, do PPB, participará na
terça-feira 27, às 20 horas, de um bate-papo
pela internet promovido por Veja São Paulo.
Será o segundo convidado da série de encontros
organizada pelo site de Vejinha com os principais
candidatos à prefeitura. A estréia foi com
Luiza Erundina, do PSB. Depois de Maluf virão Geraldo
Alckmin, do PSDB, no dia 4, e Marta Suplicy, do PT, no dia
11. O endereço para participar é: www.uol.com.br/batepapo.
Romance de primeira
A versão multimídia
da seção VEJA recomenda traz o primeiro capítulo
do romance policial Dália Negra, de James
Ellroy. O livro explora uma história real ocorrida
nos anos 40: uma mulher sensual com roupas escuras é
encontrada morta num terreno baldio de Los Angeles, com
o corpo cortado ao meio. O caso, jamais desvendado, serviu
de tema para filmes, livros e sites na internet.
Lembrete
É possível saber na sexta-feira
à noite os destaques da edição de VEJA
que estará disponível na internet e nas bancas
a partir de sábado. Basta se inscrever no site da
revista para receber a relação por e-mail
gratuitamente. Inscrições no endereço:
veja.abril.com.br/proxima/index.html
Marcha lenta
Ana Araújo
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| Leliana: caso em avaliação |
Inspirado pelo Fique de Olho, painel sobre escândalos
de corrupção produzido por VEJA on-line,
o advogado Miguel Ximenes (rutenriconi@uol.com.br),
de Florianópolis, quis saber os desdobramentos
de um caso levantado pela revista. Em julho do ano passado,
VEJA publicou reportagem sobre Leliana Vieira, delegada
da Receita Federal em Brasília. Acusada de prestar
assistência, depois do expediente, a empresas
sonegadoras de impostos, ela foi afastada do cargo de
delegada e voltou a atuar como auditora fiscal, sua
ocupação anterior. Hoje, quase um ano
depois, o caso ainda está sendo avaliado pela
procuradoria-geral da Fazenda Nacional. E Leliana continua
na Receita. |
Editado por Luiz
Fernando Rila
(rila@vjlistas.veja.com.br)