Edição 1 655 -28/6/2000

VEJA esta semana

Brasil
Internacional
Geral
Economia e negócios
Guia
Artes e Espetáculos
Colunas
Luiz Felipe de Alencastro
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA on-line
Radar
Contexto
Holofote 
Veja essa
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações
Para usar
Veja recomenda
Os mais vendidos

Banco de Dados 

Para pesquisar digite uma ou mais palavras no campo abaixo. 


 

CADA UM PAGOU 1.725 REAIS

Ricardo Stuckert


Quanto custou a âncora cambial que estabilizou o real? Pode-se fazer o cálculo por meio da dívida pública, que saltou de 71 bilhões de reais no início do programa econômico, em 1994, para 487 bilhões. O ministro Pedro Malan gosta de lembrar que uma parte desse dinheiro, 140 bilhões, se refere à federalização da dívida de Estados e municípios. Não seria dívida nova, apenas trocou de mãos. Sobrariam 276 bilhões de reais. Esse é o custo. Dá 1 725 reais por brasileiro, pagos em seis anos. Até agora, claro.

 

 

PALPITE MÍSTICO

Raul Junior


Coube ao diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, David Zylbersztajn, decidir a data da última licitação para a exploração de campos petrolíferos. A escolha recaiu sobre o dia 7 de junho. Sabe por quê? Porque nesse dia, informa o diretor, os astros estavam em conjunção bastante positiva. É isso mesmo. Zylbersztajn é um homem místico. Na janela de seu escritório, ele mantém pendurado um discreto cristal para afastar os "maus fluidos". É só o que se comenta no prédio.

 

PROCURA-SE MARCOS COIMBRA

Henryu


Em ano de eleição, o diretor do instituto de pesquisa Vox Populi, Marcos Coimbra, passa a ser um dos sujeitos mais procurados do Brasil. Atualmente, Coimbra recebe mais de cinqüenta telefonemas por dia de candidatos e jornalistas em busca de informações sobre as tendências do eleitorado. "Os políticos, com seus horários malucos, são os piores", diz ele, sem dar detalhes sobre o impacto dessa agitação na conta bancária da sua empresa.

 

SOBREVIVENTES CENTENÁRIOS

Antonio Milena


O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Horácio Lafer Piva, estava orgulhoso na semana passada. A empresa ligada a sua família, a Klabin Celulose, é uma das trinta companhias familiares brasileiras a completar 100 anos de existência. O dado integra uma pesquisa recente. O trabalho mostra ainda que metade das companhias familiares quebra (ou é vendida) na segunda geração. Apenas 15% chegam à terceira geração.

 

Colaboraram André Palhano, João Luiz Guimarães e Juliana Lopes