Edição 1 655 -28/6/2000

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Bronzeado direto da praia de Leo


Os bons amigos DiCaprio e Gisele: na casa da mãe

Sabe onde esteve Gisele Bündchen na semana passada? Aí mesmo, na praia da foto, com o mesmo par, Leonardo DiCaprio. Depois do flagra da revista People, Gisele voltou a Malibu, onde a mãe de Leo tem casa, para pegar um bronze antes de desfilar de biquíni nesta semana em São Paulo. Passeios na praia, casa de mãe, toques corporais, tudo isso quer dizer alguma coisa, certo? A turma de Gisele desmente. O loirinho mais cobiçado do planeta está, claro, caidinho pela beldade gaúcha. Ela, no entanto, continua esnobando. "Está concentrada em ganhar dinheiro", diz uma assessora. Explicado, portanto.

 

A calçada vai ao rei

Zeca Araujo

Pelé marca o cimento: "Pé feio à beça"


Uma semana depois de marcar seus pés no cimento mole da recém-inaugurada calçada da fama do Maracanã, Pelé precisou repetir a dose. Motivo: um avoado estragou a marca das solas do rei. "Nunca tinham pisado no meu pé descalço. Mas com chuteira muita gente já pisou", divertiu-se o craque ao refazer as marcas, na quarta-feira passada. Desta vez não precisou ir ao Maracanã. Os moldes de cimento foram levados até seu escritório no Rio de Janeiro. Pelé tirou os sapatos, arregaçou as calças e ainda fez charminho com os fotógrafos. "Não façam close do meu pé. Ele é feio à beça", pediu.

 

A maldição de Hannover

A bruxa anda solta na Expo 2000, a feira mundial de Hannover. Os Estados Unidos não compareceram, a exposição está às moscas e promotores investigam os gastos públicos no pavilhão brasileiro. Da maldição não escapou sequer o príncipe Ernst de (onde mais?) Hannover, marido de Caroline de Mônaco. Trôpego depois de inúmeras libações comemorativas, ele foi fotografado em plebeíssima atitude: fazendo pipi junto a um muro. E ainda por cima do pavilhão da Turquia! O príncipe ligou para o jornal que deu a foto e espinafrou a editora. A bronca foi publicada e Ernst, internado numa clínica de desintoxicação.

 

Artista e repórter

Ana Maraes

Patrícia: entrevistas sobre filmes na TV


Enquanto a campanha à Presidência do namorado Ciro Gomes não começa para valer, a atriz Patrícia Pillar, 36 anos, diversifica atividades. A partir de agosto, vai apresentar um programa em um canal de filmes, em que entrevistará convidados e público sobre temas relacionados aos destaques da programação. Está animada, apesar da pouca experiência no metiê. "Uma vez, entrevistei o Zico para o Video Show. E só", diz a primeira-dama em potencial. Além desse compromisso, Patrícia estuda possíveis papéis em novela e, no começo do ano que vem, deve fazer um filme. Depois disso, agenda livre. Será que tem vaga em algum comício por aí?

 

Quem vai guardar os cães?

 
Ana Araujo

Bahia, com Paquito e Laika: disputa na Justiça

Brasília está tremendo com a disputa entre o aposentado Antonio Bahia, 58 anos, e sua ex-mulher, Ocila de Castro. Motivo: a guarda do casal de poodles Laika e Paquito. Ocila diz que há quatro anos deixou os cães com Bahia para cuidar da filha grávida e, quando quis reavê-los, ele negou. Depois de muito insistir, apelou para um juiz. Bahia alega que ela abandonou os lulus e só agora cismou de pedi-los de volta. Ela ganhou em primeira instância, ele entrou com recurso. "Custos de veterinário, alimentação e remédios estão no meu nome", diz. A sentença sai em quinze dias.

 

Meu filho, meu tesouro

Reuters


Lépida e fagueira, a modelo Luciana Gimenez desembarcou no Rio de Janeiro na quinta-feira, para ultimar os preparativos da festinha de aniversário de 1 ano do pimpolho Lucas, no sábado. Preço da festa para 150 convidados: 6 000 reais, a ser bancados pelo papai Mick Jagger. "Lucas tem de ter as mesmas condições de vida dos irmãos", argumenta Luciana, que dois dias antes, em um tribunal de Nova York, pleiteara a elevação da pensão que recebe de Jagger, de 10 000 para 35 000 dólares por mês. Tudinho para Luquinhas – "Minhas contas, eu pago", declara a altiva mamãe. De fato, Lucas é um menino caro. Alguns de seus gastos mensais (em dólares) listados no tribunal:

Aluguel: 6 000 ("um apartamento tão pequeno que, quando a faxineira vem, tenho de sair")
Babá: 3 000

Faxineira: 1 300
Telefone: 150 (a babá tem dois celulares)
Alimentação: 300 (mais 600 para a babá)
Avião: 1 600 (mais 1 600 de passagem da babá)
Hotéis: 3 000

Roupas: 330 (fraldas: 120)
Brinquedos: 450

 

Gigolô americano

Alexandre Sant'Anna/Strana

O mais novo personagem do diretor de teatro Gerald Thomas – ele mesmo, aos 15 anos, em Nova York – conseguiu o impensável: foi garoto de programa lotado no Hilton Hotel e só, digamos, atendeu mulheres.

Veja – Por que você fazia programas?
Thomas – Ganhava de 80 a 120 dólares por programa. Era mais vantajoso que lavar prato.

Veja – Eram programas com homens ou mulheres?
Thomas – Mulheres e casais. Os homens gostavam de olhar.

Veja – Dava prazer?
Thomas – Não, mas não era nenhum sacrifício.

Veja – Quais eram os pedidos mais comuns?
Thomas –
Fazia-se de tudo, em todos os lugares.

Veja – Você já transou com homens?
Thomas – Já, com o Hélio Oiticica. Moramos juntos um ano.

Veja – Eram namorados?
Thomas – Eu tinha fascínio por ele. Claro que era uma relação homossexual.

Veja – Você é gay?
ThomasSou um gay ilegítimo.

 

Editado por Lizia Bydlowski. Colaboraram Aida Veiga, Bel Moherdaui,
Consuelo Dieguez, Marcelo Camacho e Ronaldo França