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"Que bom poder ver
o belo e poderoso Tom Cruise na capa de VEJA, em vez
de bandidos e assassinos."
Maria Inês Ghilardi Lucena
Campinas, SP |
Tom Cruise
Excelente a reportagem sobre o astro Tom
Cruise. Ele domina Hollywood e o mundo com seu talento,
beleza e magnetismo. Para ele não há missões
impossíveis ("Tom Cruise, o dono de Hollywood", 21
de junho).
Vânia Ferreira
São Paulo, SP
A reportagem a respeito de Tom Cruise me fez
lembrar algo muito peculiar em minha vida. Sou um cinéfilo
inveterado. Gosto, amo, sou simplesmente apaixonado por
cinema. Principalmente, o cinemão. Bergman, Allen,
Glauber e afins que me perdoem, mas entretenimento é
fundamental. Lendo a reportagem com Cruise, tenho de admitir
que assisti a muitos filmes dele. De alguns até gostei
apesar dele , como Questão de Honra, A Firma,
Entrevista com o Vampiro, The Outsiders e o recente
Magnólia. Quanto aos demais, eu viveria muito
bem sem eles. Para mim, sem a pretensão de ser crítico
de cinema, Cruise e John Travolta estão lado a lado
no tocante a talento.
Sérgio Ricardo Habermann
srhabermann@uol.com.br
Segurança
Há exatos sete meses, minha mãe
foi vítima da violência que assola o país
("A gota d'água", 21 de junho). Quando do seu assassinato
por um marginal de 17 anos, senti na pele a insegurança
pública do Estado de São Paulo. Agora, diante
da tragédia ocorrida no Rio de Janeiro, tive a triste
certeza de que, enquanto cresce o número de vítimas
da violência urbana, as autoridades mostram quão
incompetentes e despreparadas estão em matéria
de segurança pública.
Adriano de Castro Peduto
Santo André, SP
Foi realmente chocante o desfecho do assalto
ao ônibus 174 no Rio. Mas revoltante mesmo foi o enfoque
dado na semana passada pelas emissoras de TV, provando por
A mais B que o bandido Sandro poderia ter sido executado
ainda dentro do ônibus. E ele de fato foi executado,
mas numa vingança irresponsável. Ora, isso
é pena de morte e sem julgamento nenhum.
Marcello Jardim Ribeiro
Belém, PA
Uma sucessão ininterrupta de erros,
desmandos, brutalidade, imperícia e imprudência.
Como é que se pode confiar em uma polícia
que não sabe sequer negociar com um marginalzinho
pé-de-chinelo? Que tem agentes que não consultam
seus superiores antes de tomar uma decisão? Que,
tendo a certeza da impunidade e com o apoio do corporativismo,
se sentem como autoridade máxima, que, acima da lei
e da ordem, prendem, condenam e executam, não se
importando com a vida tanto da vítima quanto do bandido?
Desculpe-me, ACM. Chamem o FBI.
Robson Américo Perdigão
raperdigão@zipmail.com.br
Meu nome é Fernanda, tenho 19 anos
e fui vítima de quatro assaltos. Assisti de perto
ao terror do 174, ouvi os tiros dados da minha casa, pois
sou residente da Rua Jardim Botânico, senti o pânico
das reféns e não acreditei nas cenas próprias
dos filmes mais sangrentos de Hollywood. Como se não
bastasse, no dia seguinte a esse absurdo fui pegar um ônibus
para a faculdade e um pivete de menos de 17 anos com um
arma de gente grande assaltou a mim e a mais quatro pessoas
que estavam dentro do 572-LeblonGlória, deixando
os passageiros em pânico. Quando essa situação
de medo constante vai terminar? Quando vou poder entrar
num ônibus sem ter de esconder dinheiro na roupa e
rezar para que nenhum assaltante pule a roleta e sente do
meu lado? Não dá mais para agüentar a
violência desta cidade, que tinha tudo para ser umas
das mais bonitas e atraentes do mundo e agora é considerada
uma das mais violentas e perigosas.
Fernanda Salgado Henriques
Rio de Janeiro, RJ
ONGs
Com relação à reportagem
"O que elas querem?" (14 de junho), a Oxfam GB (Grã-Bretanha)
levantou, no último ano, fundos da ordem de 200 milhões
de dólares, metade dos quais advinda de doações
do público e das rendas de nossa rede de lojas. O
financiamento de instituições como as do governo
britânico nos é dado em resposta a propostas
do nosso pessoal que vive e trabalha em mais de setenta
países em todo o mundo. É esse pessoal, em
colaboração com os nossos parceiros, quem
decide como a Oxfam investe seu dinheiro na luta contra
a pobreza.
Claude St-Pierre
Representante da Oxfam GB no Brasil
claude@oxfam.org.br
Claudio de Moura Castro
Concordo com a assertiva de que "Os computadores
chegaram às escolas, mas ainda não trouxeram
quase nada à educação". Apesar das
boas intenções do MEC com a implantação
do Proinfo, os benefícios educacionais decorrentes
dessa tecnologia só se tornarão positivos
à medida que o governo investir seriamente na preparação
do professor, fazendo-o encarar a máquina como um
instrumento auxiliar a sua ação pedagógica
("Ponto de vista", 21 de junho).
Onelice de Medeiros Borges
onelice@zaz.com.br
Alceni Guerra
Ficamos indignados com o tratamento depreciativo
dado a Pato Branco, em que se atacou a Câmara, mencionando
os dois vereadores mais votados (um ao estilo Ratinho e
outro um puxador de carroças semi-analfabeto). Só
para exemplificar, um dos vereadores citados preside os
trabalhos que permitirão a inauguração,
nos próximos meses, do Hospital do Câncer.
Para nós, as idéias do prefeito não
são megalomaníacas. Na verdade, Alceni Guerra
é um dos melhores prefeitos do Brasil ("De volta
à ativa", 21 de junho).
Gilson Marcondes
Vereador
Pato Branco, PR
Roberto Pompeu de Toledo
Enquanto muitos pensam sob o aspecto do "olho por olho",
elogiando a atitude dos policiais ao matar o bandido depois
de dominado, o senhor Roberto Pompeu de Toledo (Ensaio,
21 de junho), num rasgo de lucidez, como é próprio
dele, mostra-nos um lado positivo dos acontecimentos, que
sem dúvida merece atenção se quisermos
mudar nossa sociedade.
Douglas Ferreira
Itajubá, MG
Diogo Mainardi
Quase sempre a primeira coisa que leio em VEJA é
a crônica de Diogo Mainardi ("O filhinho do papai",
21 de junho). Geralmente, são sensacionais, por seu
jeito irônico, meio poético, meio blasé
de dizer as coisas. Dessa vez, no entanto, ele se superou.
Tenho dois filhos, de 3 e 13 anos, e ocorre exatamente isso:
ficamos bobos com eles, derrubamos todas as nossas teorias,
saímos do computador em que estamos com o trabalho
atrasado para levar-lhes Coca-Cola no sofá.
Maria de Lourdes Genovez
Tubarão, SC
Livros
Essa mulher me alfabetizou! Ainda me lembro dos dias em
que eu me divertia com as historinhas do Mico Maneco. Até
hoje tenho os vinte livrinhos que me ensinaram a ler. Muito
obrigado, Ana Maria, e parabéns! ("A fada das letras",
21 de junho)
Victor Biagioni
Campinas, SP
Tributos
Em relação à reportagem "A idéia
ainda não morreu" (21 de junho), sobre a reforma
tributária, gostaria de esclarecer que o total de
impostos embutidos que o consumidor paga por um medicamento
é de 32%. Para se ter uma idéia do peso desses
tributos, basta dizer que sua fatia no preço de um
medicamento é maior que a que o sistema de distribuição
(atacado e varejo) recebe, 26%, e chega perto da do próprio
fabricante, 42%. Aproveito o ensejo para afirmar que a reforma
tributária é inadiável e absolutamente
necessária para estimular o desenvolvimento da economia
brasileira.
José Eduardo Bandeira de Mello
Associação Brasileira da Indústria
Farmacêutica
São Paulo, SP
Georges Saint-Laurent III
Para iniciar suas atividades no Espírito Santo,
a Vitech recebeu do Fundo de Recuperação Econômica
do Espírito Santo (Funres) um aporte de recursos
de incentivos fiscais, por meio da subscrição
de ações preferenciais, além de financiamento
deste Banco de Desenvolvimento. Tempos depois da instalação,
houve a desativação de seus negócios
neste Estado, com a transferência dos equipamentos
para Ilhéus, na Bahia, onde iniciou suas atividades
com o nome de Bahiatec. Não se discute a liberdade
que a empresa tem de optar por se instalar na Bahia ou em
qualquer outro Estado, mas, ao adotar tal procedimento,
a companhia ocasionou sérios prejuízos ao
Funres, na qualidade de acionista, pois o abandono da atividade,
segundo a legislação vigente, cria para a
empresa e demais sócios a obrigação
de devolver os recursos decorrentes dos incentivos, com
juros, correção monetária e multa.
Ocasionou, também, prejuízos ao Bandes, que
concedeu financiamento de repasses do BNDES para sua instalação,
estando o assunto sendo discutido judicialmente ("Na trilha
do pai", 31 de maio).
João Luiz de Menezes Tovar
Diretor-presidente do Bandes
Vitória, ES
CORREÇÃO: Na
nota da seção Datas (21 de junho) sobre a
morte dos atletas de natação do Flamengo vítimas
de acidente de carro no Rio, a primeira foto, identificada
como sendo de Daniel Aragão de Matos, é na
verdade de Alexandre Watanabe, que nada sofreu, pois não
estava no carro e não esteve envolvido no acidente.