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Edição 1 804 - 28 de maio de 2003
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Arquivo 1997-2003
Reportagens de capa
2000|01|02|03
Entrevistas
2000|01|02|03


 
"Marisa Letícia se destaca por ser uma primeira-dama simpática, elegante e, sobretudo, gente como a gente."
Renilda Teles
Goiânia, GO


A primeira-dama

Minha simpatia por Marisa Letícia Lula da Silva aumentou. E não sou petista. Marisa faz sua parte, dignamente, com elegância e naturalidade, ao ser ela mesma a todo momento. Parabéns, Marisa. Seja o esteio de nosso presidente. Admiro você, e suas mãos de quem sempre trabalhou pelos seus. "A sombra de Lula" (21 de maio).
Sonia Marli Abdalla Jordão
Sorocaba, SP

Os sinais das mãos de Marisa Letícia revelam que a arte do trabalho tem o mérito de recompensas. Que ela continue sua jornada sem dar importância para as unhas pintadas e untadas de preguiça das socialites que só acordam para as futilidades.
Juri Gabriel
Moulin de Saudrupt, França

Uma pessoa como a socialite da capital federal, que acha que o trabalho pode deixar as mãos "estragadinhas", é digna de pena. Desviar dinheiro público é ato que não deixa as mãos "estragadinhas". Que bom seria se todos os brasileiros e brasileiras tivessem mãos como as de Marisa Letícia.
Cláudia Ramos
São Paulo, SP

Cumprimento a equipe de VEJA pela qualidade jornalística da reportagem de capa. Solicito apenas a correção de duas informações nela contidas, que não correspondem à verdade: 1) Em nenhum momento, antes ou depois das eleições de 1989, dona Marisa procurou qualquer advogado para discutir seu relacionamento conjugal em conseqüência de telefonemas que teria recebido; 2) O casal mantém relações de amizade com Jair Meneghelli e Luiz Favre, tanto é que ambos foram convidados recentemente para jantar no Palácio da Alvorada.
Denise Gorczeski
Assessora de imprensa da Secretaria de Imprensa da Presidência da República
Brasília, DF

 

VEJA Especial Criança

Como mãe da Gabriela, nascida em fevereiro, cumprimento VEJA pela edição especial Criança (maio de 2003). Seriedade, objetividade e competência em um suplemento de grande utilidade para nós, leitores. Que mais edições como essa venham!
Maria Angélica A. Dias Ladaga
Campinas, SP

VEJA gerou um filho com o especial Criança. Parabéns à equipe que trabalhou nesse "parto".
Celso Xavier
Maceió, AL

Somente uma publicação séria como VEJA poderia nos brindar com essa edição especial. Semanalmente envio a revista ao Quirguistão (Ásia), onde vive meu marido, há cinco anos. Mas nesta semana o "envelope" seguirá com a edição especial Criança. Eis que estamos na expectativa de decidir: filhos ou carreira? Vocês acertaram na "mosca"!
Cláudia Adriana W. Lessing
Por e-mail

Excelente a edição especial Criança, do nascimento aos 5 anos. Calhou em um momento também muito especial em nossa vida. Temos um filho de 50 dias, João Vitor, e nesta fase estamos cheios de dúvidas e inseguranças em relação a como agir com o bebê. A edição nos trouxe muitas respostas para nossos questionamentos.
Sandra e Marcelo Fontana
Londrina, PR

 

Oswaldo Payá

Pela primeira vez na imprensa brasileira leio com prazer absoluto a entrevista de um cubano residente em Cuba e líder oposicionista, desmistificando a ditadura que há décadas Fidel Castro impõe ao povo de seu país. Oswaldo Payá, que ainda não está na cadeia nem foi assassinado, como tantos, é uma luz no fim do túnel sangrento e covarde que o regime castrista construiu naquele país (Amarelas, 21 de maio).
Renato Vasconcellos
Niterói, RJ

Oportuníssima a entrevista das páginas amarelas com o dissidente cubano Oswaldo Payá. Ele vem sofrendo a mesma perseguição que no passado, na Alemanha de Hitler, Portugal de Salazar, Rússia de Stalin, Albânia de Enver Hoxha e Romênia de Ceausescu, sofreram todos aqueles que lutaram contra o arbítrio, pelo direito de opinar.
Ruy Pereira Valle
Brasília, DF

O ditador cubano inspirou muita gente por aqui, inclusive integrantes do atual governo. Pessoas que lutaram por liberdade e combateram o autoritarismo e o arbítrio na ditadura que assolou o Brasil e que, lamentavelmente, mantêm-se insensíveis às atrocidades do ditador cubano. Santa incoerência!
Antônio Néres
Dourados, MS

 

Luiz Felipe de Alencastro

Fiquei estarrecido ao assistir a um programa de humor de uma TV canadense sobre os americanos. Eles desconhecem fatos geográficos, como o de o Canadá ter saída para o mar. Mas o ponto alto do programa é mostrar que, ao utilizar a expressão "bombardear tal país", o brilho vem aos olhos, e eles dizem: sim! Considero, sim, que algo precisa ser revisto na cultura americana. Para ser mais exato, que existam outros meios de resolver problemas antes da violência ("O imperialismo americano", Ponto de vista, 21 de maio).
Luis A.M. da Conceição
Trondheim, Noruega

 

Sérgio Abranches

A Embrapa é uma empresa séria que está a serviço do desenvolvimento da agricultura no Brasil há trinta anos. Fiquei muito feliz quando li o artigo do cientista político Sérgio Abranches (Em foco, 21 de maio) em que exaltou a importância dessa companhia no cenário econômico nacional. Diante desse quadro, é inadmissível que problemas como a falta de recursos venham a dificultar o bom andamento das pesquisas. Espero que opiniões sensatas como essa continuem a ilustrar as páginas de VEJA.
Carlos Augusto Teixeira Braga
Fortaleza, CE

 

Radar

Que a senhora Maria da Conceição fale, esperneie e continue com seus arroubos mal-educados é um direito dela. Seria no entanto apropriado que ela tivesse mais respeito às pessoas de bom senso, deixando de se considerar a única dona da verdade, como se economia fosse uma ciência exata ("No governo dele, ela pode falar à vontade", Radar, 21 de maio).
Carlos Fidalgo Jr.
Needham, Massachusetts, EUA

 

Previdência

O ministro Ricardo Berzoini deve ser aplaudido pela coragem que teve ao divulgar a lista dos devedores da Previdência Social. Eventual excesso cometido na ação é perfeitamente absolvido pelo resultado. É chegada a hora de os grandes conglomerados e as vistosas empresas pagarem suas dívidas com o INSS. Efetivamente, o Brasil está mudando. E isso é alvissareiro ("Até quem não deve entrou na lista", 21 de maio).
Waldercy Ribeiro da Cunha
Minaçu, GO

 

Diplomacia

Vergonhosa a atitude do representante da Bélgica ao se exibir empunhando arma para representar o malandro. A Editora Abril deveria presenteá-lo com algumas edições do Zé Carioca, que sempre representou o espírito brasileiro. O Itamaraty tinha de obrigá-lo a desculpar-se publicamente ou até exigir sua substituição ("As rainhas das festas nas embaixadas", 21 de maio).
Jayme Garcia dos Santos
Por e-mail

Bons tempos aqueles em que para representar brasileiro, especialmente o carioca, se usava uma camisa listrada, chapéu palheta, calça branca, sapatos brancos e um pandeiro na mão. Atualmente o pandeiro foi substituído por uma arma de fogo de grosso calibre.
Homero Martins
São Carlos, SP

Fico imaginando a cena: em uma festa a fantasia na embaixada do Brasil na Alemanha, o embaixador brasileiro chega trajado de Adolf Hitler para homenagear o país. Ou na embaixada da Arábia Saudita aparece de Bin Laden. Seria constrangedor.
Sandro Oliveira das Chagas
Bragança Paulista, SP

 

Argentina

Concisa e indo direto ao ponto, VEJA aborda a crise do país vizinho que se recusa a modernizar suas instituições. Uma coisa, todavia, intriga-me: nossa imprensa não analisa os motivos que levam o mercado internacional a perceber o risco Argentina bem menor que o risco Brasil. Será que ser rebelde, difícil e retrógrado é bom sinalizador para o mercado ("Menem foge e aposta no caos", 21 de maio)?
Eduardo Guy de Manuel
Curitiba, PR

 

Sexo

A reportagem "Se minha cama falasse..." (21 de maio), sobre a sexualidade do povo brasileiro, baseada em pesquisa patrocinada pelo laboratório Eli-Lilly, deu um banho de importantes e saudáveis informações a respeito de assunto tão relevante na vida de todo e qualquer ser humano. Com relação à afirmação de que "o diálogo franco é fundamental para identificar o problema", ouso acrescentar que o diálogo franco e constante é fundamental, também e principalmente, para a manutenção de uma vida sexual ativa, criativa, sem preconceitos e bastante satisfatória.
Doutor Edson F. Nascimento
Médico psiquiatra e psicoterapeuta
Ribeirão Preto, SP

Se não existir amor, diálogo, intimidade, cumplicidade, respeito, humor, saber aceitar e curtir a rotina, não tem vida sexual que perdure.
Iaponira Barros Trajano Ribeiro da Costa
Recife, PE

 

Motos

Não precisa ser um especialista em trânsito para saber que a moto é a saída para alguns dos mais graves problemas que temos nessa área em nosso país. Pena que ainda a associamos a motoboys, quando o correto seria associá-la a motociclistas. Enquanto estes usam com inteligência um dos veículos mais versáteis já criados pelo homem, aqueles insistem em transformá-lo em objeto de intimidação. Chegará o dia em que o Brasil também descobrirá todas as vantagens de uma motocicleta ("A invasão da Europa", 21 de maio).
Sátiro Lafayete D.N. Marcelino
Campinas, SP

 

Datas

É lamentável constatar a banalização da violência no Brasil, em especial em meu Estado, Pernambuco. A notícia do desaparecimento, e posterior assassinato, de duas jovens cheias de vida e de sonhos não impressiona mais os que ainda são espectadores da violência.
Mariana Menezes Vieira de Mello
Recife, PE

 

Cidades

Fiquei arrasada com a matéria "Só falta pichar" (21 de maio), sobre a "destruição" de Ouro Preto. Nossa cultura, infelizmente, acha que tudo deve estar a cargo do governo, o que já cansou de se mostrar uma verdadeira falácia. Penso que o empresariado nacional poderia fazer seu papel de empresa em dia com sua função social e colaborar. Ganhariam o empresariado, a cidade e a cultura do país.
Cláudia Urano Machado
Ribeirão Preto, SP

Como toda mineira, sinto-me orgulhosa pelos patrimônios históricos de nossa região. Infelizmente, por incompetência, descaso e descuido da população e das autoridades, estamos perdendo uma de nossas maravilhas. Mas faço um convite a todos os brasileiros para que conheçam outras cidades, como Tiradentes, Diamantina, São João del Rei e Mariana, pois vale muito a pena.
Ana Paula Gomes dos Santos
Belo Horizonte, MG

É uma pena ver em que estado de conservação se encontra o patrimônio histórico brasileiro. E mais triste ainda é ver que Ouro Preto não está só, que Olinda segue o mesmo caminho da degradação.
Roberta Queiroga
Auckland, Nova Zelândia

 

Guia

Cidades como Londres, Nova York e Lisboa, entre outras, como foi mostrado na nota "Carteirada internacional" (Guia, 14 de maio), desenvolveram projetos que beneficiam seus turistas diretamente: um cartão oferecendo descontos (em restaurantes, transportes etc.) e entradas gratuitas em alguns pontos atrativos, o que propicia maior permanência do visitante na cidade. O Brasil também caminha para esse estágio de desenvolvimento do turismo. No Recife, em Pernambuco, o Recife Convention & Visitors Bureau tem um projeto, em operação, com o mesmo objetivo dos que foram mostrados na matéria: o Recife Card, que se caracteriza como um cartão de benefícios para os turistas que participam de eventos.
Renatha Meira,
coordenadora de projetos, e Samira Pavesi, diretora executiva
Recife, PE

 

Diogo Mainardi

Diogo Mainardi é um excelente articulista, pois, além de muito culto, é também arguto e sabe causar polêmica. Resolveu deliberadamente errar nos comentários que fez numa seara que não é a sua, chamando Fosbovi, marca registrada de suplementos minerais da Tortuga, de "ração", e achincalhou a "vaquinha" de um leilão transmitido pelo Canal Rural, dando-lhe o preço de 400 reais, quando, na realidade, esse é o valor de uma parcela, que deve ser multiplicada por catorze e algumas vezes por quinze, para chegar ao valor do animal ("Aonde a vaca vai", 21 de maio).
Ticiano Leony
Salvador, BA

Foi com alegria que li na coluna de Diogo Mainardi a referência ao Canal Rural, da RBS. O texto certamente contribui para o debate sobre os rumos da economia brasileira no momento em que os políticos e a sociedade discutem a retomada do crescimento econômico. O Canal Rural está no ar desde novembro de 1996 e, nestes seis anos, pôde acompanhar o crescimento da agropecuária brasileira: o aperfeiçoamento da tecnologia e o conseqüente aumento da produtividade agrícola. Em dezoito horas de programação diária, o Canal Rural é testemunha da consolidação do papel da produção agropecuária brasileira no mercado mundial.
Kleber Moura
Diretor do Canal Rural
Por e-mail

Diogo Mainardi descobriu o que milhares de pessoas do interior do Brasil, sobretudo do Centro-Oeste, já sabem: o agronegócio é a mola propulsora da economia deste país. Assistindo ao Canal Rural, Mainardi também já deve ter descoberto, além da vaca, a soja, o algodão, o milho e uma infinidade de produtos com o selo made in caipira. Mato Grosso, por exemplo, realizou em abril a segunda maior feira de agronegócios do país, a Agrishow Cerrado, movimentando mais de 650 milhões de reais em uma semana.
Kleber Lima
Secretário-adjunto de Comunicação do governo do Estado de Mato Grosso
Cuiabá, MT

O grande artigo, no qual Diogo Mainardi compara a Bienal do Livro com a Expoingá, deixou claro que o povo brasileiro é um povo de culturas diferentes. Muitos são mais intelectuais, preferindo um bom livro de Scott Turow. Já outros preferem "balançar o esqueleto" com Teodoro e Sampaio. Apesar de o artigo ter sido ótimo, não concordo com que se compare a Expoingá com a Bienal do Livro, já que são dois eventos que atraem públicos diferentes.
Leandro Augusto Buch
Maringá, PR

Eu queria ajudar Mainardi a elucidar essa "certa confusão" que ele diz fazer entre gado limousin, caracu e simental. Das três raças citadas, a única tipicamente tropical é o caracu. Tem mais de três séculos de seleção sob o sol dos trópicos.
João Luiz Carneiro Costa e
Ana Marisa de Oliveira Costa
Criadores de gado caracu
Sidrolândia, MS

 

Roberto Pompeu de Toledo

O ensaio "E eles ainda comemoram..." (21 de maio), de Roberto Pompeu de Toledo, grita das páginas de VEJA para o mundo. Ele atentou para as questões gerais do conflito que estão sendo esquecidas em nome de uma política imperialista. Enquanto os americanos comemoram (ainda não sei bem o quê), os iraquianos estão sem rumo porque foram destruídas as bases de seu Estado. Será que é o caos que eles comemoram?
Francilene Oliveira
Teresina, PI

Parabéns ao jornalista Roberto Pompeu de Toledo pelo ensaio "Negros, coronéis – e Sócrates" (14 de maio). É claro que não devemos esquecer os fatos históricos causadores da nossa pobreza, mas devemos ter olhos mais fortes para dentro de nosso país e usar isso para a avaliação de decisões futuras. O presidente Lula foi felicíssimo em sua observação. Ou olhamos para a frente e batalhamos para construir uma nação, como fizeram japoneses, alemães, coreanos e outros, ou viveremos a lamentar os próximos cinco séculos. Vamos à luta, Brasil!
Luis Alberto Morais da Conceição
Trondheim, Noruega

 

A primeira-dama 2

A propósito da reportagem de capa de VEJA na edição 1.803 ("A sombra de Lula", 21 de maio), que ressalta a presença da mulher do presidente Lula, Marisa Letícia, faltou mencionar a atuação decisiva – embora equivocada politicamente – de outra primeira-dama na história republicana. Carmela Leite Dutra, mais conhecida como dona Santinha, mulher do marechal Eurico Gaspar Dutra. Sob a inspiração de dona Santinha, católica fervorosa e ligada aos setores mais conservadores da Igreja, o governo Dutra fechou os cassinos e proibiu o jogo no Brasil três meses depois da posse. Mais ainda: foi dona Santinha quem influiu de modo decisivo para que se extinguisse, em 1947, o Partido Comunista Brasileiro.
Luiz Bittencourt
Deputado federal
Brasília, DF

 

Design

Sobre a garrafa térmica Futura Aladdin, faço algumas considerações. A foto utilizada na matéria "Estilo em 6 vezes sem juros" (7 de maio) está desatualizada, visto que o design desse produto foi modificado para atender às sugestões de nossos clientes. A M. Agostini sempre foi uma empresa com excelente saúde financeira, e seus lançamentos de produtos têm contribuído ainda mais para sua rentabilidade, além de aumentar a participação da empresa no mercado.
Kerla de Paula Xavier
Departamento de marketing
Rio de Janeiro, RJ

 

CORREÇÃO: Na foto que ilustrou as págs. 52 e 53 da edição 1 803 ("Petistas sentam no divã", 21 de maio), quem aparece entre o deputado João Batista Babá e a deputada Luciana Genro é o deputado federal João Fontes, do PT de Sergipe, e não o deputado Lindberg Farias.


 

BOCCACCIO?

O leitor Federico Mengozzi, de São Paulo, estranhou a atribuição da autoria do desenho publicado na reportagem "Sangue no passado" (14 de maio) a Boccaccio. A obra publicada é Assassinato, Enforcamento e Fogueira, uma iluminura do século XV, de autoria de artista anônimo francês, para uma cópia manuscrita de 1465 da obra De Casibus Virorum Illustrium, de Giovanni Boccaccio (1313-1375). O trabalho integra o acervo do Museu Condé, em Chantilly, na França. Foi extraído do livro Ano 1000 Ano 2000 – Na Pista de Nossos Medos, de Georges Duby (Unesp), em que aparece numa reprodução fotográfica de Dagli Orti.

 

O PERSEVERANTE ZANARDI


Depois de ler a entrevista de VEJA com o italiano Alessandro Zanardi (Amarelas, 30 de janeiro de 2002), que perdeu as pernas em uma prova de automobilismo disputada em 2001, o leitor Camilo Jonas da Silva Costa, de Pato Branco, no Paraná, virou fã do piloto. "Publiquem ao menos uma nota informando o retorno às pistas do italiano Alessandro Zanardi", escreveu Costa, no domingo 11, data em que o italiano voltava às pistas em caráter não competitivo, no circuito oval de Lausitz, na Alemanha. Exatamente o local onde sofreu o gravíssimo acidente de dois anos atrás. Zanardi entrou na pista com um carro Reynard-Cosworth especialmente desenvolvido para ele. Esperava-se que fizesse apenas uma volta de apresentação, na abertura da prova. Mas o italiano surpreendeu ao concluir a tarefa deixada incompleta no GP da Alemanha da Fórmula Indy/Cart de 2001. Deu treze voltas no circuito e, finalmente, recebeu a bandeirada. O tempo surpreendente de 37,487 segundos, obtido em sua melhor volta, lhe teria garantido o quinto lugar no grid de largada, caso estivesse na competição.

 

PATRIMÔNIO MINEIRO


Leo Feltran
Igrejas de São Francisco de Assis e Nossa Senhora do Carmo: em Mariana

Setenta e oito leitores escreveram para a redação de VEJA alertando para o erro de identificação da foto que ilustrou a reportagem "Só falta pichar" (21 de maio), sobre o descaso com o patrimônio histórico de Ouro Preto. Na verdade, as igrejas de São Francisco de Assis e Nossa Senhora do Carmo, que aparecem na fotografia, estão localizadas no município de Mariana, a 12 quilômetros de Ouro Preto. Saiba mais sobre as cidades históricas de Ouro Preto e Mariana.

 
Veja também
www.mariana.mg.gov.br
www.mariana.com.br
www.ouropreto.com.br
www.cultura.mg.gov.br

 



 
 
   
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