Cuidado,
Adriane...
A ex-coelhinha Nani Venâncio torna-se
o
novo xodó dos bispos da Rede Record
Ricardo
Valladares
Antonio Milena
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| Nani
Venâncio: ela já não exibe as formas de antigamente, mas
seu programa é um sucesso |
Menos conhecida entre as apresentadoras de televisão,
a mineira Nani Venâncio tem qualidades dignas de nota.
Ela tem jogo de cintura para comandar debates e entrevistas
e sabe como manter seu auditório em ebulição.
À frente do Nani Mulher, da Rede Mulher, e do
Questão de Opinião, da Record, Nani também
não faz feio se comparada com as concorrentes. Ela
fala português muito melhor do que Luciana Gimenez,
por exemplo. E realizou uma proeza que nem Adriane Galisteu
nem Ana Maria Braga jamais conseguiram. Em apenas cinco meses,
triplicou a audiência de seu programa na Record, que
vai ao ar diariamente a partir das 13 horas. Sem lançar
mão de baixarias e de closes ginecológicos das
popozudas do funk, Nani saltou de 2 para 6 pontos no Ibope.
Por causa disso, a atração, antes exibida apenas
em São Paulo, ganhou transmissão nacional aos
sábados.
Hoje com 32 anos, Nani deu duro para chegar aonde chegou.
Nascida numa fazenda perto da cidade de Governador Valadares,
mudou-se para o Rio de Janeiro em meados dos anos 80, para
trabalhar como modelo. Seu passaporte para o mundo do espetáculo
foi uma desinibida sessão de fotos na revista Playboy,
em 1989. Em seguida, fez uma bem-sucedida participação
na abertura da novela Pantanal, da TV Manchete. Algumas
pontas em novelas e peças teatrais depois, Nani voltou
ao centro das atenções quando as colunas de
fofocas insinuaram que estava tendo um caso com o apresentador
Gugu Liberato. "Era pura maldade, a gente só saía
para tricotar", jura ela. "Gugu nunca me beijou." Casada com
o empresário Mauro Morizono, dono da empresa de cosméticos
Davene, mãe de uma menina de 5 anos, Nani já
não exibe a mesma forma de antigamente. Mas os bispos
da Record adoram a ex-peladona.
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