O
impasse na rotisseria
Carlos Namba
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Se você ainda não aprendeu que tipo de queijo
vai melhor com vinho branco ou tinto, aqui está um
caminho diferente para solucionar a dúvida. O Centro
para a Ciência no Interesse Público (CSPI),
uma ONG americana, acaba de lançar uma campanha recomendando
evitar tipos como gorgonzola, parmesão, roquefort
e camembert. "Eles contêm mais gordura saturada, de
origem animal, que pode favorecer o colesterol ruim e prejudicar
o coração", explica a nutricionista Rosana
Perim, do Hospital do Coração em São
Paulo. A preferência deve ser para queijos mais magros,
como o cottage, o minas fresco, o tofu e a ricota, infelizmente
os menos saborosos.
A
alma alia-se ao corpo
Egberto Nogueira
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A fé faz bem à saúde. Que o diga o
pesquisador americano William Strawbridge, do Human Population
Laboratory, de Berkeley, na Califórnia, que analisou
dados de mais de 2.600 pessoas,
referentes a um período de cerca de trinta anos.
Quem tinha o costume de freqüentar algum tipo de culto
religioso apresentou maior probabilidade de melhorar seus
hábitos e preocupações com o próprio
organismo, como a adoção de check-ups rotineiros.
Também os fumantes eram 80% mais propensos a abandonar
o vício quando comparados aos que não freqüentavam
a igreja.
Mais
tempo com a
família
A preocupação com a garantia do emprego pode
estar cedendo lugar entre os executivos. De acordo com levantamento
coordenado pela consultora Betânia Tanure, da Fundação
Dom Cabral, de Belo Horizonte, em um universo de 1.000
profissionais entrevistados, 25,5% afirmaram que o que mais
lhes tira o sono atualmente é equilibrar o trabalho
e a vida familiar. A possibilidade de demissão vem
em segundo lugar, com 22,1%.
Quando
seu sorriso vira
uma jóia
Fernando Costa
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Depois da moda dos piercings no nariz, no umbigo, na língua
e em outras partes inusitadas do corpo, chegou a vez de
os dentes ganharem enfeites. Só que muito mais requintados.
A joalheria H. Stern colocou no mercado o Twinkle, uma pequena
jóia de 22 quilates, para ser usada nos dentes. As
peças têm formatos diferentes, como estrelinha
e quadradinho, com ou sem brilhantes. Para colocar e tirar
a jóia é preciso a ajuda de um dentista, que
irá colar a peça com a mesma resina utilizada
nos aparelhos ortodônticos.
Para
contar no bar: sai Drucker, entra Bussunda
Divulgação
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João Santos
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O
universo do capitalismo já assistiu ao desfile dos
mais rocambolescos gurus de estratégias empresariais,
mas a novidade emergente nos Estados Unidos é capaz
de tirar o sábio consultor Peter Drucker do
sério, literalmente. Depois do sucesso das academias
de ginástica e sessões de massagem para acabar
com o stress, é a vez da terapia do riso. Já
existem no país dezenas de firmas especializadas
em organizar, em pleno escritório, brincadeiras como
a corrida de sacos e a caça ao tesouro. A técnica
usada por um dos consultores mais requisitados, Bobbe White,
é pedir a colegas de trabalho que soltem sonoras
gargalhadas enquanto apertam compulsivamente as mãos
uns dos outros. Logo em seguida começa um concurso
de caretas. Algumas empresas chegaram ao ponto de criar
a "hora da piada", em que toda a equipe se reúne
exclusivamente para contar as últimas. Se cuida,
Peter Drucker, pois nessa marcha batida sua vaga de guru
dos gurus em breve terá sucessor de muito peso: o
Bussunda, do Casseta & Planeta.
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Jovens:
o perigo da bebida doméstica
Mario Rodrigues
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A arena em que os pais devem travar o primeiro combate
contra o alcoolismo entre os adolescentes é
o próprio lar. Essa é a conclusão
a que se chega com a leitura de uma pesquisa da psicóloga
Denise de Micheli, da Universidade Federal de São
Paulo, com 213 jovens entre 11 e 19 anos. Daqueles
que tinham dependência grave, cerca de 80% haviam
consumido álcool pela primeira vez na companhia
dos familiares. E o pior: metade dos pais de todos
os dependentes graves tinha problemas com bebida.
Outros dados do estudo:
o relacionamento familiar ruim aumenta o risco de
dependência 121 vezes;
os dependentes graves experimentaram o álcool
pela primeira vez aos 9 anos, e os não-dependentes,
aos 13.
"O
uso de bebida para diminuir o sofrimento é
aprendido pelos adolescentes em casa", diz Denise.
A psicóloga conclui que o prejudicial não
é o ato de beber, mas sim fazê-lo para
enfrentar uma situação ruim o álcool
não pode assumir um papel de facilitador, no
sentido de ajudar os adolescentes a lidar com suas
dificuldades. Se os pais fazem isso, os filhos tenderão
a enxergar a bebida da mesma forma.
BOA
NOTÍCIA
Sem
os quilinhos extras
Uma equipe da Universidade Maastricht, na Holanda,
comprovou que fazer exercícios físicos
de baixa intensidade durante a dieta afasta a ameaça
de ganhar de novo os quilinhos perdidos. A pesquisa
teve a participação de quarenta homens
obesos, divididos em dois grupos: um seguiu somente
a dieta, e o outro, além do regime, se exercitou
com bicicleta, caminhadas e andando dentro da água.
O grupo que não se mexeu durante o período
mostrou-se propenso a voltar a ganhar peso no futuro.
MÁ
NOTÍCIA
Ânsia
de calmantes
A Junta Internacional de Controle de Entorpecentes
da Organização das Nações
Unidas divulgou, na semana passada, um alerta preocupante
sobre psicotrópicos. Está se tornando
cada vez mais disseminado o consumo em excesso de
drogas como os benzodiazepínicos e as anfetaminas
por pessoas que nem sequer têm problemas para
os quais elas são indicadas (insônia
ou ansiedade, por exemplo). A ONU ressalta que o uso
prolongado pode provocar dependência e outros
sofrimentos físicos e mentais.
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Etiqueta
até neles
Na esteira da proliferação de seminários
e livros sobre etiqueta e boas maneiras, crianças
e adolescentes são o novo alvo. A consultora
paulista Ligia Marques dá um curso original
sobre o tema, em março, no hotel Maksoud Plaza,
em São Paulo. Uma boa pedida para os pais exigentes
que não agüentam mais passar vergonha
devido às gafes eventuais cometidas pelos filhos.
Os alunos de 9 a 17 anos vão aprender a portar-se
à mesa, conversar por telefone e até
a se comportar em velórios. Aqui, uma amostra
dos conselhos de Ligia.
Nunca perguntar quanto custou o sapato ou a roupa
que outra pessoa está usando.
As meninas devem deixar de lado o velho hábito
de convidar as amigas para ir junto ao banheiro da
lanchonete.
Para se servir em almoços e jantares de bufê,
é melhor esperar até que a fila diminua.
A visita a um amigo ou parente no hospital precisa
ser breve, e não se deve cumprimentar o paciente
com aperto de mão ou beijo no rosto.
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