Edição 1838 . 28 de janeiro de 2004

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Faça boa impressão

Escolha do papel influi na qualidade das fotos digitais

A variedade de preços dos papéis para impressão de fotos em casa deve-se a fatores como durabilidade e uso a que se destinam. Porta-retratos exigem papel melhor que o de álbuns, pois, expostas ao ar livre, as fotos desbotam lentamente. Há marcas que prometem sessenta anos de resistência à luz do dia. A maioria oferece versões foscas e brilhantes, a preços semelhantes. Quase todas são compatíveis com quaisquer impressoras a jato de tinta, mas papéis da mesma marca da impressora costumam dar melhores resultados. É importante não se esquecer de fazer novas cópias dos CD-ROMs em intervalos de cinco ou dez anos. Assim, se a foto no papel sumir, tem-se o original para imprimir outra.

 

Álbuns de fotografias

Muitos papéis já vêm no formato 10 x 15 cm. Cem folhas do Everyday Semi-Gloss, da HP, custam 40 reais. Também se podem comprar folhas de formato A4 (21 x 29,7 cm) e imprimir mais de uma foto em cada uma. O HR 101, da Canon, custa 35 reais (50 folhas). O Matte Paper Heavyweight (formato carta, 50 folhas) e o Glossy Photo Paper (A4, 20 folhas), ambos da Epson, custam 73 e 59 reais, respectivamente.

 

Porta-retratos

Exigem papel de melhor qualidade, pois ficam expostos à luz. O Premium Glossy, da Kodak (25 folhas duplo A4, brilhante, 117 reais), é mais espesso do que a média. O Premium, da Epson (20 folhas, formato carta, 81 reais), dura até setenta anos sob luz, segundo o fabricante. O GP 301, da Canon (39 reais, 20 folhas A4, brilhante), também é apropriado para cartões de Natal e aniversário.

 

Serviços profissionais

Para pôsteres e trabalhos publicitários, a Pimaco lança em fevereiro o formato duplo A4 (50 reais por 20 folhas brilhantes). O High Gloss 201, da Canon, custa 84 reais (10 folhas formato A4, foscas).

 

À prova de mosquito


Contra as picadas de verão, à noite nada é mais eficiente do que telas (25 reais) e mosquiteiros (40 reais). Ao ar livre, as opções são muitas.

REPELENTES CORPORAIS – Em loção, creme ou aerossol. Contra-indicados para bebês, mas há um que pode ser usado em crianças de 6 meses ou mais. A citronela pode causar reação alérgica, adverte Fábio Morato Castro, da Sociedade Brasileira de Alergia e Imunopatologia. 8 a 10 reais (100 a 165 ml)

REPELENTES ELETRÔNICOS – Afastam os mosquitos com ultra-som. Segundo a bióloga Celuta Paganelli, especialista em controle de pragas, os mosquitos podem se acostumar ou se abrigar em áreas livres dos ultra-sons. 20 a 150 reais

VELAS – De citronela ou andiroba, atingem a proteção máxima horas depois de acesas. 8 reais (vela de até 72 horas)

VAPORIZADOR ELÉTRICO – Libera lentamente o princípio ativo. Deve-se dormir a pelo menos 2,5 metros do aparelho. Pessoas com asma ou doenças alérgicas devem evitá-lo. Aparelho: 10 a 25 reais. Refil: 2,50 reais (refil para 12 horas) a 14 reais (45 noites)

ESPIRAL – Semelhante ao vaporizador. Pode irritar mucosas. Alérgicos devem evitar. 1,70 real (caixa com dez unidades)

INSETICIDA SPRAY – Os dissolvidos em água são menos tóxicos. Aplique longe de pessoas, animais, alimentos e utensílios domésticos. Versões sem cheiro podem levar o usuário a exagerar na dose. 4 a 8 reais (300 a 400 ml)

 

Colaboraram Iva Oliveira, Luís Perez, Maurício Oliveira,
Rodrigo Bertolotto e Tatiana Penido

 
 
 
 
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