Edição 1838 . 28 de janeiro de 2004

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Zeca Guimarães/divulgação

Angélica em forma: dieta e ginástica, sim, saco de lixo, não mais


Trinta anos, corpinho de 15

O tempo passa, os namorados também (atualmente, ela não está, de jeito nenhum, imaginem, nem pensar, com Luciano Huck), e Angélica, 30 anos, fica cada vez mais bonita. Faz por merecer, claro. Se come sobremesa, abdica do carboidrato. Malha uma hora, cinco dias por semana, intercalando luta, musculação e bicicleta. Já a invejável barriguinha-tábua, diz, é questão de sorte (e de 500 abdominais por dia): "Meu abdômen sempre foi fácil de trabalhar". Mas já caprichou nas loucurinhas. Quando era adolescente e mais cheinha, amarrava um saco de lixo na barriga na hora de malhar: "Achava que ia ajudar a queimar gordura".

 

Gigante real no mundo da fantasia

Medindo extraordinários 2,30 metros, o americano Matthew McGrory, 30 anos, está, sim, no Guinness. Não pela altura (tem 6 centímetros menos que o recordista), mas pelo tamanho dos pés: 42 centímetros, o equivalente a sapato 65, se tal transatlântico existisse. Ator esporádico, McGrory está em Peixe Grande, do diretor Tim Burton (uma espécie de Forrest Gump no mundo da fantasia), que estréia no Brasil em fevereiro. Faz o papel, claro, de um gigante bonzinho, ainda mais alto do que já é graças a truques de câmera. Bem adaptado, McGrory não reclama da vida, a não ser por um detalhe: "Tenho de mandar fazer todas as minhas roupas".

 

Leonardo Lemo/Contigo

Vilhena foca Juliana: trabalho com gosto


Oh, que delícia de roteiro

Não, não vamos nem tentar esclarecer se o namorador serial Paulo Vilhena está ou não de caso com a aerodinâmica Juliana Paes – é muita rotatividade romântica para acompanharmos. Na novela Celebridade, ele a salva de um afogamento (original o roteiro, não?). Para ela, só mais uma cena. Para ele, admirador declaradíssimo do bel sexo, um prazer de encher os olhos – como fica claro pelo foco de suas atenções flagrado na foto ao lado. Juliana, a bela do momento, ameaça mostrar mais: está em adiantadas negociações para posar para a revista Playboy.

 

É um pássaro? Não, é o Egito da Dior

Ele já delirou inspirado na China e na Espanha. O Egito portanto era quase uma obviedade, e uma viagem ao país dos faraós – visto de cima, num balão, só para ser diferente – alimentou a criatividade do estilista John Galliano em mais um estonteante desfile da maison Dior. Para a platéia, a passarela forrada de deusas e rainhas na postura arqueada das pinturas da época foi um deslumbre. Para as modelos, um sacrifício. "Muitas passaram mal por causa dos corseletes apertadíssimos", conta Michelle Alves. Estreante na alta moda, a gaúcha Caroline Trentini, 16 anos, foi valente sob sua máscara de deus-pássaro. "A saia era justa, difícil para andar. O babado, enorme, não me deixava ver o chão. Na máscara só havia dois furinhos, e tudo o que eu enxergava era a luz da passarela." Valeu a pena? "Foi ótimo", suspira.

 

Importante é sair na capa

Clark na Advocate: em defesa do direito de ser gay

Tem de ser muito macho para fazer o que o general fez – ou estar muito no clima vale-tudo de campanha eleitoral. A revista americana Advocate, dirigida ao público gay, traz na capa o general Wesley Clark, ex-comandante da Otan, pré-candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos. Desafiando a opinião da maioria silenciosa, O General, como é chamado por sua equipe, dispara contra a prática do Exército americano de não admitir que militares gays abram o jogo a respeito de sua sexualidade. "Eles têm o direito de ser o que são. Não deviam precisar esconder sua identidade", proclama, em indisfarçável tom de votem-em-mim.

 

Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Bel Moherdaui,
Roberta Salomone e Ronaldo França

 
 
 
 
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