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Gente
Zeca Guimarães/divulgação
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Angélica
em forma: dieta e ginástica, sim, saco de lixo, não mais
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Trinta anos, corpinho de 15
O tempo passa, os namorados também (atualmente, ela não
está, de jeito nenhum, imaginem, nem pensar, com Luciano
Huck), e Angélica, 30 anos, fica cada vez mais bonita.
Faz por merecer, claro. Se come sobremesa, abdica do carboidrato.
Malha uma hora, cinco dias por semana, intercalando luta, musculação
e bicicleta. Já a invejável barriguinha-tábua,
diz, é questão de sorte (e de 500 abdominais por dia):
"Meu abdômen sempre foi fácil de trabalhar". Mas já
caprichou nas loucurinhas. Quando era adolescente e mais cheinha,
amarrava um saco de lixo na barriga na hora de malhar: "Achava que
ia ajudar a queimar gordura".
Gigante real no mundo da fantasia
Medindo extraordinários 2,30 metros, o americano Matthew
McGrory, 30 anos, está, sim, no Guinness. Não
pela altura (tem 6 centímetros menos que o recordista), mas
pelo tamanho dos pés: 42 centímetros, o equivalente
a sapato 65, se tal transatlântico existisse. Ator esporádico,
McGrory está em Peixe Grande, do diretor Tim Burton
(uma espécie de Forrest Gump no mundo da fantasia),
que estréia no Brasil em fevereiro. Faz o papel, claro, de
um gigante bonzinho, ainda mais alto do que já é graças
a truques de câmera. Bem adaptado, McGrory não reclama
da vida, a não ser por um detalhe: "Tenho de mandar fazer
todas as minhas roupas".
Leonardo Lemo/Contigo
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Vilhena
foca Juliana: trabalho com gosto
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Oh, que delícia de roteiro
Não,
não vamos nem tentar esclarecer se o namorador serial Paulo
Vilhena está ou não de caso com a aerodinâmica
Juliana Paes é muita rotatividade romântica
para acompanharmos. Na novela Celebridade, ele a salva de
um afogamento (original o roteiro, não?). Para ela, só
mais uma cena. Para ele, admirador declaradíssimo do bel
sexo, um prazer de encher os olhos como fica claro pelo foco
de suas atenções flagrado na foto ao lado. Juliana,
a bela do momento, ameaça mostrar mais: está em adiantadas
negociações para posar para a revista Playboy.
É
um pássaro? Não, é
o Egito da Dior
Ele já delirou inspirado na China e na Espanha. O Egito portanto
era quase uma obviedade, e uma viagem ao país dos faraós
visto de cima, num balão, só para ser diferente
alimentou a criatividade do estilista John Galliano em mais
um estonteante desfile da maison Dior. Para a platéia, a
passarela forrada de deusas e rainhas na postura arqueada das pinturas
da época foi um deslumbre. Para as modelos, um sacrifício.
"Muitas passaram mal por causa dos corseletes apertadíssimos",
conta Michelle Alves. Estreante na alta moda, a gaúcha
Caroline Trentini, 16 anos, foi valente sob sua máscara
de deus-pássaro. "A saia era justa, difícil para andar.
O babado, enorme, não me deixava ver o chão. Na máscara
só havia dois furinhos, e tudo o que eu enxergava era a luz
da passarela." Valeu a pena? "Foi ótimo", suspira.
Importante
é sair na capa
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Clark
na Advocate: em defesa do direito de ser gay
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Tem
de ser muito macho para fazer o que o general fez ou estar
muito no clima vale-tudo de campanha eleitoral. A revista americana
Advocate, dirigida ao público gay, traz na capa o
general Wesley Clark, ex-comandante da Otan, pré-candidato
democrata à Presidência dos Estados Unidos. Desafiando
a opinião da maioria silenciosa, O General, como é
chamado por sua equipe, dispara contra a prática do Exército
americano de não admitir que militares gays abram o jogo
a respeito de sua sexualidade. "Eles têm o direito de ser
o que são. Não deviam precisar esconder sua identidade",
proclama, em indisfarçável tom de votem-em-mim.
Editado
por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Bel Moherdaui,
Roberta Salomone e Ronaldo França
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