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Gente Você
não está despedida
Florent
Carmin/Zuma Press
 | | Tara,
a miss perdoada: agora, no caminho da reabilitação |
Repare
no olhar, na pose, no biquíni. Só podia mesmo dar encrenca. Apenas
a bondosa compreensão do dono do concurso, Donald Trump, salvou a miss
Estados Unidos, Tara Conner, de perder o título por mau comportamento.
Apesar do pendor por martínis, cocaína e rapazes (sem falar no beijo
na boca de outra miss), Tara terá uma segunda chance. "Ela concordou em
ir para uma clínica de desintoxicação. Ao menor deslize,
será imediatamente substituída", anunciou Trump. O pretexto da sursis
foi que o caso sirva de lição aos jovens. Tara, que é miss
profissional desde os 4 anos, agradeceu, chorosa: "Juro que não vou desapontá-lo".
Longe do mentor, foi mais clara: "Quando se ganha uma coisa, mesmo terapia e internação,
você aceita".
Não
durou três meses
J
C Volotão
 | | Marcelo
e Susana: ela viaja; ele vai ao motel com outra |
Ser
traída menos de três meses depois do casamento? Por um marido que
usa o carro da mulher para ir ao motel com outra, dá vexame, baixa a polícia?
E o Brasil inteiro ficar sabendo? Todos esses dissabores se precipitaram sobre
a atriz Susana Vieira, 63, já a caminho de um rápido descasamento
com o policial Marcelo Silva, 34. Ele e uma morena de 25 anos entraram
num motel da Zona Norte do Rio de Janeiro às 15 horas de quarta-feira.
Duas horas depois, a jovem chamou os seguranças, dizendo que estava sendo
agredida. Marcelo trancou-se junto com a moça dentro do quarto, destruiu
tudo lá dentro e só saiu sob escolta de colegas da PM. Susana recebeu
a notícia ao voltar do Recife, onde estava gravando a próxima novela
das 8, Paraíso Tropical. "Ela ainda está atônita com
a situação", disse seu advogado, Sylvio Guerra, que vai sugerir
a anulação do casamento.
A
redenção do gabiru Koji
Sasahara/AP  | | Adriano
comemora: perdão após o gol do título |
O maior e aparentemente o mais impossível presente
que Adriano Gabiru "Na minha cidade, Maceió, gabiru é
um ratão de esgoto", explica, insatisfeito com o apelido dado por um colega
poderia ganhar de Natal era fazer o gol que deu o título de campeão
ao Internacional, de Porto Alegre, no Mundial de Clubes no Japão. Até
então criticado e vaiado pela torcida, o meia ouviu na volta triunfal um
pedido de perdão coletivo da multidão. "Por mim, estão perdoados.
Foi uma felicidade muito grande ver todo mundo gritando meu nome", diz. Há
quase dez anos morando no Sul, casado com uma curitibana, ele se considera adaptado
ao frio. Mas não à paixão regional, o chimarrão: "Rapaz,
não vai muito com a minha cara". Adivinhe
se ela aceitou
Jacques
Dekequer
 | | Fernanda:
em breve em cartaz, com sotaque |
Convidada,
a modelo Fernanda Tavares capitulou, claro: virou, por assim dizer, atriz.
"Fiquei mais preocupada de ter de falar francês do que com a própria
atuação", conta ela, que gravou sua parte no policial Gomez contre
Tavarès (nada a ver com Tavares) toda na França. "Os produtores
me tranqüilizaram dizendo que meu papel seria o de uma brasileira chamada
Francesca. Eu avisei que não era nome daqui, mas eles falaram que soava
bonito", lembra. Mesmo assim, preparou-se para as poucas falas em francês
com aulas de entonação baseadas nos diálogos. "Exigi saber
o que estava falando. Não quero ser um robô", avisa. O resultado
poderá ser conferido em 2007.
Loiro,
sim. E muito Bond
Divulgação
 | | Craig:
em Cassino Royale, ele emerge das águas do mar |
Houve
tempo em que a cena mais marcante de um filme de James Bond era a beldade de biquíni
(Ursula Andress, Halle Berry) emergindo do mar. Isso, antes de Daniel Craig,
o novo 007, sair das águas tão azuis quanto seus olhos mostrando
o próprio e magnífico torso. Com a ajuda de um bom roteiro, uma
boa atuação, uma boa sunga (ele escolheu entre quinze modelos) e
uma malhação daquelas para burilar um físico já excepcional,
Craig, 38 anos, vai anulando uma a uma as profecias de que iria enterrar Cassino
Royale por ser feio (!), loiro e não saber dirigir carro mecânico.
O Bond loiro continuará: tem contrato para mais três filmes, o próximo
prometido para novembro de 2008.
Editado
por Lizia Bydlowski. Colaborou Bel Moherdaui |