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Edição 1 779 - 27 de novembro de 2002
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Lágrimas de cortar cebola

Cientistas japoneses descobriram a culpada pelas lágrimas quando se corta uma cebola: uma enzima chamada síntese do fator lacrimatório. Ela não influencia o sabor nem a composição nutricional, o que abre caminho para suprimi-la, criando-se uma cebola transgênica inofensiva aos olhos. Enquanto essa solução não chega, a saída é picá-la em uma bacia com água, evitando a evaporação de compostos de enxofre, que formam ácidos sulfúrico e sulfuroso quando em contato com os olhos. O cheiro de cebola nas mãos pode ser eliminado com limão.

 

Fotos divulgação/Régis Filho

 

BOA NOTÍCIA

Bebês fabricados

Os papais de proveta podem ficar tranqüilos. Métodos que contornam a infertilidade masculina produzem crianças tão saudáveis quanto aquelas concebidas naturalmente, segundo pesquisadores belgas da Vrije Universiteit Brussel. Eles estudaram 300 casos, por cinco anos.

 

MÁ NOTÍCIA

Vinho também é vilão

Acreditava-se que o vinho tivesse propriedades antioxidantes que neutralizariam os efeitos do etanol sobre o fígado. Era um erro. O vinho, apesar de comprovadamente ter efeitos positivos para o coração, é tão tóxico quanto outras bebidas alcoólicas, segundo pesquisadores franceses.

 

Viajar é preciso, mas nem sempre

Muitos anúncios de emprego pedem "disponibilidade para viajar". Isso nem sempre quer dizer que a empresa espera que o contratado esteja disposto a passar a maior parte do tempo longe de casa. Na maior parte das vezes, a companhia deseja apenas ter certeza de que o funcionário poderá viajar quando necessário, mesmo que uma ou duas vezes por mês. O candidato pode (e deve) pedir detalhes na primeira entrevista. Quem se diz indisponível para viajar, no entanto, terá problemas na carreira – mesmo que o motivo seja nobre, como, por exemplo, um filho pequeno. "Não se pode imaginar que alguém queira crescer em uma grande empresa agindo dessa forma", avisa o headhunter Luiz Alberto Panelli, da consultoria PMC Amrop International.

 



 
 

 

IMÓVEIS

Consórcio de imóveis

A Caixa Econômica Federal, a principal fonte de financiamento de moradias do país, anunciou neste mês uma nova opção para quem quer concretizar o sonho da casa própria: o consórcio imobiliário. Essa alternativa dá direito à compra de lote urbanizado e imóveis residenciais e comerciais novos e usados, em área urbana ou rural, ou à quitação de saldo devedor habitacional. O fundo de garantia do tempo de serviço (FGTS) pode ser dado como lance. O valor da carta de crédito varia de 15 000 a 150 000 reais e o prazo máximo é de 120 meses. Os custos de administração variam entre 13% e 17%, conforme o plano. Compare no fichário as condições do consórcio da Caixa Econômica com as de outras empresas que também administram consórcios de imóveis.

 

 
Leo Caldas/Tina Coelho/Joel Rocha/Eduardo Queiroga - Lumiar/Fernando Vivas/Liane Neves/Nélio Rodrigues - 1º Plano

 

E-mail: guiaveja@abril.com.br

 

   
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