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Gente
Esse furinho no queixo
não me é estranho...
Marco Antonio Rezende/Ag. Globo
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Oscar Cabral
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| Astrid: o filho é a cara
do pai, e o pai é Accioly (à dir.) |
É preciso um pouco de calma para tentar
acompanhar os círculos concêntricos e convulsionados
na vida da bela Astrid Monteiro de Carvalho, 32 anos.
Dona de butique, nascida na legendária família carioca,
ela namorava o apresentador Luciano Huck quando Angélica
apareceu e arrebatou-lhe o coração. Rapidamente, Astrid
engatou namoro com o empresário da noite Marcos Campos, 40,
então dono de uma boate que havia comprado de quem? De Huck.
Pouco depois de Angélica, Astrid engravidou, mudou-se para
a casa de Campos em São Paulo e teve um menino. Ele cresceu
e, com 1 ano de idade, já era a cara... de Alexandre Accioly,
44, outro empresário do ramo do entretenimento, sócio
de Huck e protagonista de um breve relacionamento num intervalo
do namoro de Astrid com Campos. Partiu-se para o teste de DNA, que
confirmou: o garoto é filho de Accioly. O casamento acabou
de vez e Astrid voltou para o Rio de Janeiro. Pai por acaso, Accioly
vai reconhecer o herdeiro, que terá acompanhamento de dois
psicólogos.
Salve-se quem souber patinar
Renata Rocha Miranda/TV Globo
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| Deborah faz pose: longe das câmeras,
costelas quebradas |
Quem vê pensa que o quadro Dança no Gelo, do Domingão
do Faustão, em que famosos bailam sobre patins, flui
sem tropeços. Puro truque de edição
nos bastidores, as vítimas se empilham. As mais recentes:
Cláudia Ohana se machucou no alongamento, a produtora Lucimara
Parisi luxou o braço numa queda feia e Wanessa Camargo rompeu
um ligamento treinando em casa. Antes delas, Deborah Secco quebrou
duas costelas e Juliana Paes caiu de cabeça e foi parar no
hospital. A Globo nem pensa em mudar o quadro, que tem ótima
audiência. "Até agora não houve nenhum acidente
sério", anima-se Jayme Praça, diretor do Domingão.
Introdução à
anágua
Divulgação/TV Globo
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| Paola, como Sônia: na nova novela das 6, figurino
e diálogos da década de 50 |
A encantadora Paola Oliveira,
24 anos, ingressou nas novelas globais em papel sob medida: a personagem
sonhava virar modelo, o que ela era na vida real. Pois agora, de
vestido rodado com várias saias de tule, luvas e sapato alto,
está estranhando tudo na pele da boazinha Sônia, protagonista
da próxima novela das 6, O Profeta, que se passa na
década de 50. "Não era fácil se vestir naquela
época. Ainda estou me acostumando com as várias roupas.
Anágua, por exemplo, nunca tinha usado. Luva, não
tenho nem de frio", diz Paola, que trocou as férias por aulas
de dança, etiqueta e interpretação. "O mais
difícil é imprimir naturalidade ao dizer o texto de
época, que é mais formal. Tenho vontade de usar 'né'
o tempo todo", conta.
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TUDO ASSUMIDO
Willian Bird/Getty Images
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Em agosto de 2004, James McGreevey, governador
do estado de Nova Jersey, dois casamentos, duas filhas,
à beira de ser exposto pela imprensa,
convocou uma entrevista coletiva e detonou:
"Mantive um relacionamento adulto e consensual com outro
homem" (o israelense Golan Cipel, que por um tempo esteve
na folha de pagamento do governo). Ato contínuo,
renunciou. Afastado da política, morando
com um abonado empresário australiano, McGreevey
lança agora sua autobiografia, The Confession
(A Confissão), que está sendo devorada
nos EUA. Alguns trechos:
A PRIMEIRA VEZ: "Estávamos voltando da
escola. Passamos por sua casa e ele disse: 'Meu irmão
tem uma coleção da Playboy. Quer
ver?'. Eu estava na 8ª série, ele na 7ª.
Aconteceu".
NA FACULDADE: "Havia (em Washington)
uma sinagoga abandonada, com um jardim nos fundos. Toda
noite, sem falta, esse canto escondido se enchia de
homens como eu. Éramos os donos do poder, os
futuros líderes dos Estados Unidos. Por acaso,
também éramos gays".
OS DISFARCES: "Em público, eu me tornei
tão mulherengo quanto os outros políticos
de Nova Jersey. Mas a atração era artificial
e meu desempenho sexual, um triunfo da mente sobre a
matéria".
COM CIPEL, NO PALÁCIO: "Deitei no sofá
e estiquei as pernas sobre seus joelhos. Depois, eu
me ergui, abracei-o e beijei seu pescoço. A resposta
foi imediata e carinhosa. Era errado. Eu não
era mais um cidadão comum. Minha mulher estava
no hospital. Mas dei a mão a Golan e o levei
para o quarto".
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Editado por Lizia Bydlowski. Colaboraram
Bel Moherdaui e Marcelo Bortoloti
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