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Cartas
 | "O
povo do Rio de Janeiro tem este privilégio de poder votar em quem vale
a pena: Fernando Gabeira. Que inveja." Helder
Celso Vieira Goiânia, GO |
Fernando Gabeira
Sou paulista de nascimento e paulistana, por opção, há 26
anos. Tenho paixão pela minha cidade, com todos os seus defeitos e com
todas as suas virtudes. Mas é preciso reconhecer: felizes são os
cariocas, que têm o Cristo Redentor, belezas naturais ímpares e Fernando
Gabeira para votar ("A utopia real de Gabeira", 20 de setembro). Cláudia
Ramos São Paulo, SP
Tenho 16 anos e vou votar pela primeira vez. Esperei tanto por isso, e agora me
acompanha a triste sensação de que vou jogar meu voto no lixo. Como
eu queria pelo menos viver no Rio de Janeiro para ter a honra de votar em Fernando
Gabeira! Lorena Vasconcelos Caxito Costa Belo Horizonte, MG
Gabeira é a prova viva de que ainda
há esperança nos políticos e nas instituições
brasileiras. Isaac Freitas Ricarte de Araújo Recife, PE
A grande reportagem com Fernando
Gabeira, meu colega de representação, soma na luta comum pelo voto
consciente e na busca por um Parlamento mais ético. Chico Alencar
Deputado federal (PSOL-RJ) Rio de Janeiro, RJ
O deputado federal Fernando Gabeira é o único político do
Rio de Janeiro que ainda nos faz ter orgulho de ser cariocas. Rogério
Bacelar Scofano Rio de Janeiro, RJ
Gabeira confirmou minha teoria de que um Congresso ético é mais
forte que um presidente da República. Obrigado por ser meu conterrâneo.
Edson de Almeida Juiz de Fora, MG
Magnífica (e merecida) a reportagem sobre Fernando Gabeira. Quisera Deus
que todos os políticos tivessem um terço da lucidez ética
e política do ex-guerrilheiro. O Brasil seria melhor e voltaria a orgulhar
seus filhos tão sofridos e envergonhados. Simoneto Paiva
Apodi, RN Num país em que
há muito tempo a seriedade, a honestidade e a transparência na política
nos foram tiradas, o deputado Fernando Gabeira é um exemplo real de que
poderemos resgatar tudo isso novamente. Divino Gomes da Silva
Cuiabá, MT Vinte anos atrás,
durante um evento promovido pela Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia
de Alimentos (SBCTA), no Hotel Glória, no Rio, convidei o eclético
Gabeira para proferir palestra. Suas colocações e mensagens chamavam
atenção. Carismático, verdadeiro, jovial e vivido, já
naquela época era a imagem do "antipolítico" brasileiro. Foram duas
décadas para que sua integridade, sua autenticidade e sua dignidade pudessem
emergir no mar de lama que ora o cerca. Só mesmo VEJA, que também
faz história, para distinguir uma flor de lótus no meio do pântano.
Longa vida para Fernando Gabeira! Antonio de Albuquerque Figueiredo
Professor-doutor do departamento de produtos naturais e alimentos Faculdade
de Farmácia, CCS, UFRJ Rio de Janeiro, RJ
Gabeira personifica a figura cada vez mais rara do político íntegro,
corajoso e inteligente. Se elegêssemos somente homens e mulheres da sua
estirpe, certamente teríamos motivos para nos orgulhar do país em
que vivemos. Helaine Póvoa Aires Rodrigues Brasília,
DF A reportagem mostra que VEJA é
uma revista apartidária, sem vínculos políticos e comprometida
com todo parlamentar probo, ético e que faz do Parlamento uma instituição
que honre e represente dignamente o povo brasileiro. Edvaldo Araújo
Salvador, BA Já era tempo
de VEJA dedicar sua capa* a um homem de bem da política brasileira, como
Fernando Gabeira. Gostaríamos que a maioria dos políticos tomasse
vergonha na cara e agisse de acordo pelo menos com as propagandas apresentadas
pelo TSE e pelo Ministério Público. Severina Costa e Silva
Timbaúba, PE * VEJA
circulou em São Paulo com uma capa dedicada ao assassinato do coronel Ubiratan
Guimarães. A reportagem sobre Gabeira foi destacada em uma chamada na capa.
O grande serviço que a revista
acaba de prestar ao país supera tudo o que foi dito, escrito, falado e
investigado sobre os escândalos que ocorreram no Brasil nos últimos
anos. Com a matéria de capa da edição 1 974, a publicação
resolve todas as questões de uma só vez, mostrando ao eleitor o
caminho que deve percorrer. Tanto se falou sobre a necessidade do "rouba mas faz"
e agora se vê, em Fernando Gabeira, o exemplo da ética mais retocada
possível e cheia de alento. José Almeida Sana Itabira,
MG Coronel Ubiratan
Os homens são capazes de administrar
maravilhosamente bem a carreira, mas, em matéria de paixão, são
eternos aprendizes. Enquanto isso, com o seu "complexo de Cinderela", as mulheres
tentam impedir o quase impossível: a traição masculina. O
resultado desse descontrole emocional de ambas as partes é a autodestruição
("Paixão, ciúme e assassinato", 20 de setembro). Mirna Machado
Atibaia, SP O coronel Ubiratan, assassinado
no dia 9, é lembrado como um comandante covarde e cruel, que eliminou de
uma só vez 111 marginais no presídio do Carandiru. Muita gente gostaria
de ter novamente um policial enérgico e corajoso, como ele, à frente
da polícia paulista para enfrentar com bravura e denodo a facção
PCC, que inferniza a vida dos paulistanos e desafia o poder das autoridades.
Mario Lucio Caldeira de Faria Por e-mail
Não deixa de ser irônico que o coronel Ubiratan Guimarães,
que tinha pavor de ser vítima do PCC, tenha sido assassinado dentro de
seu ninho de amor, aparentemente por um motivo torpe: ciúme. Algo muito
parecido com o mundo animal, em que a abelha rainha mata o macho após a
cópula. Luiz Thadeu Nunes e Silva São Luís,
MA Quem tem paixão pelo outro
não mata. Atribuir tal conduta ao fruto do amor significa deturpar a nobreza
desse sentimento. O que tira a vida são vingança, ódio, ciúme,
inveja, ganância, sentimentos mais abundantes no mundo. Izabel Avallone
São Paulo, SP
PDT Na reportagem "A hora da degola"
(13 de setembro) é dito que na eleição de 2002 o PDT teria
recebido apenas 4,1% da votação para a Câmara Federal. Na
verdade, 4,05 foi o porcentual de cadeiras. Os 4.480.379 votos conquistados pelos
candidatos a deputado federal representaram 5,11% da votação, porcentual
suficiente para vencer a atual cláusula de barreira, caso ela já
vigorasse na época. Lima de Amorim Assessoria de imprensa
do PDT Rio de Janeiro, RJ
Pnad A indagação aos
leitores "Crescer? Claro. Mas como?" (Carta ao leitor, 20 de setembro) deveria
ser obrigatoriamente respondida por todos os candidatos a cargos eletivos, a começar
pela Presidência, mas o que se verifica é a incapacidade dos postulantes
para abordar essa grave questão. Edmundo Radwanski Rio de
Janeiro, RJ
Empreguismo Num Brasil de tantas
falcatruas, qualquer atitude na direção do respeito ao dinheiro
público é digna de aplauso. Mas, com relação à
reportagem "Empreguismo e trambicagens" (20 de setembro), vale uma observação:
estão na porta do desemprego funcionários que não são
parentes de parlamentares, que não são fantasmas, moram em Brasília
e cumprem jornada normal de trabalho e, na maioria dos casos, recebem salários
repartidos. São trabalhadores que, apesar da indicação política,
não estão à beira-mar tomando água-de-coco. Ao contrário,
dignificam a oportunidade de trabalho que receberam e vestem a camisa, em jornadas
de até dez horas por dia. É preciso separar o joio do trigo, para
que não se cometam injustiças. Cláudia Vieira
Brasília, DF Ao ler a
reportagem "Empreguismo e trambicagens", não fiquei nem um pouco surpreso.
Como servidor da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, admitido em concurso
público há 21 anos, convivo diariamente com um universo de mais
de 1.600 servidores (em Minas são 22 funcionários por parlamentar!)
admitidos sem concurso público, nos chamados quadros de Recrutamento Amplo,
além de dezenas de "estagiários" espalhados pela Casa, em quase
sua totalidade parentes ou protegidos de deputados e servidores ocupantes de cargos
comissionados. É uma situação muito pior que a observada
na Câmara Federal (32 servidores por parlamentar, segundo a revista), uma
vez que se trata de apenas um estado da Federação. Imagine-se então
a soma da mesma situação de todos os outros estados da União.
Cláudio Ferreira Rocha Belo Horizonte, MG
Quando leio uma reportagem como essa, eu me recordo de uma frase proferida pelo
saudoso professor doutor Eugênio Gudin, numa palestra organizada pelo diretório
acadêmico que leva seu nome, na Faculdade de Administração
e Economia da Universidade Mackenzie, da qual fui aluno no início dos anos
80. O professor foi o último a falar e, em meio a uma platéia de
estudantes, líderes empresariais, políticos, jornalistas e professores,
da qual tive o privilégio de fazer parte, encerrou: "Brasília, senhores,
foi o maior crime que já se cometeu contra este país. Construam
fábricas, e não palácios". Paulo Nogueira e Silva
São Paulo, SP
Sanguessugas Depois dos escândalos
do mensalão, dos dólares na cueca e da "propinocracia" instituída
pelo PT, mais um vergonhoso episódio expõe de maneira nua e crua
o tamanho da crise de quem não sabe o que fazer com o poder, mas quer se
manter nele a qualquer custo. O PT definitivamente afunda até o pescoço
naquilo que o ator Paulo Betti já admitiu pôr as mãos para
fazer política. Essa nem Freud explica ("O alvo era Serra", 20 de setembro).
Maurício Rudner Huertas São Paulo, SP
É impressionante a capacidade que o PT tem de se meter
em meleca. Não lhe basta ganhar a eleição de Lulla da forma
mais obscura. Quer também São Paulo. O PT tem todo o comportamento
de um partido único e ditatorial, embora tenha usado a democracia para
chegar lá. Lauro Altmann Rio de Janeiro, RJ
Getúlio também não sabia que seu "Anjo Negro" Gregório
Fortunato botava para ferrar e pagou o preço pelo puxa-saco trapalhão:
República do Galeão e tiro no peito. Collor também não
sabia que o rotundo e faminto PC arrecadava para ele perpetuar-se no poder e tomou
pé no derrière. Lula não sabe de nada e felpudos estelionatários
metem a mão na maçaneta de seu gabinete sem ser impedidos por ajudantes-de-ordens
fardados. Fica dizendo que é preconceito por ser operário, filho
de mãe analfabeta, faminto pretérito, coitado desletrado etc. Para
enquadrá-lo só falta tê-lo filmado na porta do metrô
assassinando uma velhinha paraplégica. Jorge Schweitzer
Rio de Janeiro, RJ Senhor presidente,
chega de dizer que não sabia e não sabe de nada; passe a dizer:
fui, sou e continuarei omisso. Matilde Rangel Por e-mail
TCU
A revista VEJA representa a vanguarda nas informações de interesse
público. Essa verdade está materializada em sua edição
de 20 de setembro, em que se encontra a reportagem "A cartilha de irregularidades
do PT". Ela mostra que o barbicha Gushiken que foi assessor imediato de
Lula , além de ser doutor em maracutaias, com seu cabuloso poder
mágico conseguiu produzir 2 milhões de cartilhas-fantasma, que não
foram vistas por ninguém, mas serviram para desviar 11 milhões dos
cofres públicos. Manoel C. Lacerda Advogado e mestre em
direito Campo Grande, MS A imunidade
do presidente está sendo testada a cada escândalo que envolve o PT,
mas pelo visto o povo não está a fim de perder a esmola dada pelo
governo por meio do Bolsa Família. Isso é péssimo para o
país. Jailson Silva Feira de Santana, BA
Veja essa
Como assinante de VEJA há muito tempo, várias vezes tive vontade
de comentar alguns assuntos relevantes. Porém, hoje não pude me
conter ao ler a frase de nosso messias Lula se comparando ao corpo e ao sangue
de Cristo (Veja essa, 20 de setembro). Fala-se tanto que a população
carente o encara como o salvador que ele acabou acreditando. Luciana Girotto
Birigüi, SP Com todo o respeito
ao nobre economista Fabio Giambiagi e a sua estonteante frase na seção
Veja essa (13 de setembro), quero registrar: realmente, num país pobre
como a Noruega, a aposentadoria somente chega aos 65 anos. Porém, por lá
ninguém ingressa no labor profissional aos 15 anos de idade (trabalho desde
os 15 com carteira assinada). Moacir Renostro Por e-mail
Heloísa Helena demonstrou extrema
deselegância ao se referir a Luiz Estevão (Veja essa, 13 de setembro).
Se a candidata à Presidência teve com ele um affair, "vômito
e ordinário" não combinam com ex-afetos. São expressões
machistas de pessoas rudes. Se não teve o affair, certamente demonstrou
mágoa e despeito por nunca ter povoado as fantasias sexuais de Luiz Estevão.
Perdeu uma bela ocasião de ser mais feminina e não tão raivosa.
Márcia Kern Florianópolis, SC
Lya Luft
O último artigo da escritora Lya Luft ("No denso nevoeiro", Ponto de vista,
20 de setembro) tem o mesmo ponto de vista meu e de minha família. Estamos
é numa "democracifra", em que o que importa é o dinheiro, e não
uma política sadia voltada para o interesse público. A crise de
valores morais está nos deixando num nevoeiro, como disse ela. O pior é
que vemos pessoas do nosso nível (sou advogada) considerando que tudo não
passa de armação da mídia. Acredita nisso? Ivanise
S. Fortes Fortaleza, CE Lya,
quero agradecer pelo ótimo artigo "No denso nevoeiro". Nele, senti expresso
todo o meu sentimento de perplexidade e indignação diante da impunidade
e do estado de hipnose coletiva em que nosso país se encontra, fazendo
com que assistamos passivamente a tudo. Maria Olympia Villela Barros
São Paulo, SP Lya consegue
saber com precisão incrível o que seus leitores estão pensando.
Entre todas as pessoas com quem converso não encontro um voto sequer no
Lula, mesmo assim todas as pesquisas o apontam com mais de 50% das intenções
de voto. Eu gostaria de saber qual o motivo de os eleitores do Lula não
falarem que votam nele. Rosemere Beatriz Lázari Boszczovski
Naviraí, MS
Dick Pound Oportuna e alarmante a
entrevista com Dick Pound (Amarelas, 20 de setembro). Num momento em que o Brasil
se prepara para sediar os Jogos Pan-Americanos, é fundamental que se tomem
todas as medidas possíveis para combater o doping. Quando o presidente
da Agência Mundial Antidoping afirma que "a Interpol dispõe de uma
estatística segundo a qual o mercado das substâncias dopantes, como
os anabolizantes, é maior que o tráfico de maconha, o de cocaína
e o de heroína combinados", percebe-se nitidamente a dimensão do
problema. Osny Martins Joinville, SC 38
anos de VEJA Quero declarar a todo
mundo que tenho duas paixões: VEJA e minha mulher, Patrícia. Com
VEJA vivo há mais tempo. São 38 anos, sem falhar uma semana, desde
o dia 11 de setembro de 1968. Com esta edição são 1 974 exemplares
de VEJA, que todos os domingos aguardo ansiosamente. Não vendo e não
empresto! Mas estão à disposição para quem quiser
consultá-las. Meus parabéns à direção e a toda
a equipe pelo aniversário da quase quarentona e indispensável VEJA.
Saulo Chaves Almeida Assinante e colecionador Viamão, RS
Polícia
Federal A reportagem "As elites e
os pobres" (13 de setembro) é reflexo do que a sociedade tem como conceito
da Polícia Federal: efetividade e celeridade na investigação,
por isso a cobrança consciente por uma agilidade diária no trabalho
policial. Não posso concordar que cinco meses seja um prazo longo nem que
haja uso político da Polícia Federal. No ato de indiciamento, o
inquérito tinha 260 páginas; foi enviado à Justiça
em 19 de abril de 2006, com 669 páginas. Foram pedidas diligências
pelo MPF. Na PF permaneceu três períodos de trinta dias. Em seis
meses, ficou três meses na PF e três na Justiça. É devolvido
agora pela PF com 2 341 páginas, 77 depoimentos, produzidos em 88 dias
em que o inquérito esteve na Polícia. A Polícia Federal ainda
não faz milagre, embora todos nós brasileiros sempre estejamos à
espera de um que salve o Brasil. Rodrigo Carneiro Gomes Delegado
de Polícia Federal, responsável pelo inquérito Brasília,
DF Parlamento
A reportagem "Voto para a platéia"
(13 de setembro) afirma que o Parlamento inglês é o mais antigo do
mundo. O Parlamento mais antigo do mundo é o islandês (Althingi:
http://www.althingi.is/vefur/upplens.html), fundado no ano de 930. Maria
Telles Rudge São Paulo, SP
YouTube Sobre o YouTube ("A nova
era da televisão", 13 de setembro): 1) É possível achar vídeos
de mais de doze minutos. Eu tenho um show inteiro do Incubus de mais de uma hora;
2) É possível também baixar os vídeos para o computador,
com o auxílio de outros sites. Bruno Carvalho Belo Horizonte,
MG Futebol
A nota "Agora vai..." (Radar, 6 de setembro)
faz menção à seleção de "maltrapilhos" ou uma
espécie de "Copa dos excluídos". O time que vai participar da IV
Copa do Mundo de Futebol de Rua é formado por oito brasileiros em extremo
risco social e/ou sem domicílio fixo, que utilizam os espaços públicos
e/ou albergues para morar. Todos trabalham e/ou estão vinculados à
revista Ocas, publicada pela Organização Civil de Ação
Social (Ocas) e vendida exclusivamente por pessoas em situação de
rua, que têm nesse trabalho a chance de mudança efetiva em sua vida.
A Copa do Mundo de Futebol de Rua, que conta com o apoio de instituições
como a ONU e a Uefa e nasceu sob a iniciativa da INSP (Rede Internacional de Publicações
de Rua), da qual a Ocas e outras mais de oitenta publicações fazem
parte, busca no poder dos esportes, e particularmente do futebol, a oportunidade
de colocar em discussão questões como a pobreza e a falta de moradia
ao redor do mundo, além de colaborar no processo de resgate social proposto
pelas organizações participantes. Mais informações
podem facilmente ser encontradas em www.streetsoccer.org (sobre o torneio), www.street-papers.org
(sobre a INSP) e www.ocas.org.br (sobre a Ocas). Guilherme Araújo
Diretor-presidente da Organização Civil de Ação
Social (Ocas) Leandro Mendes Diretor comercial da Falcão
Sports São Paulo, SP
Carta de FHC A Carta de FHC acerta
em cheio no conteúdo, mas seria bem melhor que ela viesse de alguém
sobre quem não pairasse suspeita alguma. Se a única alternativa
a esse governo desastroso é o retorno de FHC e sua "turma", estamos com
grandes problemas. O povo brasileiro merece mais ("Clareza tardia", 13 de setembro).
Marcelo Melero Piceli São Paulo, SP
Fui presidente do diretório do PSDB de minha cidade na primeira campanha
FHC. Muito o presidente eleito fez pelo Brasil. Contudo, há bastante tempo
FHC perdeu o rumo, passando a pensar só em si e em seu grupo político.
Todos sabem de suas manobras para afastar Serra (que nunca teve sua simpatia)
da disputa presidencial, indicando Alckmin, sabendo-o perdedor. Edélcio
Rodrigues Pereira Monte Carmelo, MG
Eleições 2006 Aproxima-se
1º de outubro. Tome muito cuidado ao confirmar seu voto: você pode
estar incorrendo em crime de formação de quadrilha. Muito cuidado
("O que eles vão encontrar", 20 de setembro). Luiz Carlos Figueiredo
Belo Horizonte, MG Diogo
Mainardi "O Brasil é dominado por uma
massa de pobres ignorantes." Lula será reeleito. Mas vamos olhar pelo lado
bom: por décadas os governantes mantiveram ignorante essa massa de pobres,
e assim garantiram sua permanência no poder. Agora, se eles quiserem tirar
Lula do poder, terão de tornar inteligentes esses pobres. E viva a educação
("Sem Lula, o mundo é melhor", 20 de setembro)! Paulo Cesar Creuz
Maricá, RJ Mainardi, como eu,
acredita que o impossível acontece. Pouco provável, mas acontece.
Milagres acontecem, e eu acredito em milagres. Com todo o respeito aos ignorantes,
os brasileiros não merecem que um presidente seja reeleito com o voto dos
ignorantes. Bastam quatro anos de ignorância, porque com mais quatro posso
ficar ignorante e achar que é bom ser ignorante. Dinis Sobral Mortagua
Rio de Janeiro, RJ Leio VEJA desde
adolescente. Ela me ensinou o português. Nos últimos anos ando encantado
com a lucidez de seus artigos, particularmente os de Mainardi. Desta vez chorei
por dentro. Tenho feito exatamente o mesmo: manipulo as pesquisas recusando-me
a acreditar que esse senhor enganoso e inculto será reeleito presidente
de nosso país. Lula está me fazendo desacreditar da democracia.
Magno Stefani Cezar Cuiabá, MT Também
já estou imaginando o meu mundo, e tenho certeza de que é um mundo
bem mais feliz. Ele também não reconhece Lula como presidente.
Alexandra Regina Marquardt Timbó, SC
Brasil Vários anos se passaram desde que VEJA publicou
uma entrevista com o físico Alberto Santoro (Amarelas, 19 de julho de 1995),
na qual ele dizia: "O Brasil não está acostumado a remunerar quem
trabalha. Desgraçadamente, só os espertos são compensados.
Esperteza quer dizer também safadeza. É muito difícil criar
filhos numa cultura assim. Tenho uma dificuldade enorme para explicar isso a eles".
A atualidade dessas palavras é muito grande e só prova que nesta
terra nada muda. Um povo alienado, governantes omissos e ladrões perpetuam
essa situação. Flavio Marcus Juliano São Paulo,
SP Eleições
A respeito da nota "Alguém me quer?" (Holofote, 20 de setembro),
o governador Lúcio Alcântara tem a esclarecer que participa da eleição
como candidato do PSDB, indicado que foi, por unanimidade, em uma das maiores
convenções partidárias já realizadas no estado
numa exemplar demonstração da confiança dos filiados e das
lideranças do partido. Em nenhum momento chegou a cogitar a mudança
de legenda nem chegou a conversar com membros de outros partidos sobre o assunto.
Edvaldo Filho Assessoria da Coligação Pra Frente
Fortaleza, Ceará Livros
Cumprimento VEJA pelo texto singular "O partido verde das letras" (20 de setembro),
escrito por Jerônimo Teixeira. Discutir a intervenção humana
na ecologia por meio da literatura faz-se cada vez mais necessário. O ser
humano precisa valorizar a fonte da vida. Rodrigo Capella São
Paulo, SP Tecnologia
Mesmo com esse novo lançamento da Microsoft, o
Zune ("Duelo de bolso", 20 de setembro), vai ficar muito difícil tirar
a grande fama que o iPod conseguiu adquirir. Talvez o diferencial da transferência
de arquivos via wi-fi seja um ponto à parte no Zune, o que atrairá
alguns consumidores. Mas fica complicado concorrer com um produto que chegou a
uma fantástica marca histórica de venda e também com a sexta
geração desse produto, um iPod com a espessura de um lápis
e o tamanho de uma borracha, porém com a tecnologia de um computador. Luciano
Scartezini S. de Meirelles Guarapuava, PR
Dormir bem Sou médico, especialista em neurologia
e na medicina do sono, membro titular das sociedades citadas. Portanto, gostaria
de cumprimentá-los pela matéria "A nova ciência do sono" (13
de setembro), da jornalista Paula Neiva, pois conseguiu informar e ventilar de
maneira aquilatada e concisa esse conhecimento, que é muito útil
para nossos pacientes, facilitando nosso trabalho, assim como o de médicos
não especialistas e o das demais áreas da saúde. Doutor
Marcio Bezerra Rio de Janeiro, RJ
CORREÇÕES: Em 1980, o então
major Ubiratan Guimarães trabalhou na Rota como subcomandante. O comandante
era Niomar Cyrne Bezerra ("Paixão, ciúme e assassinato", 20 de setembro).
• O empresário Nelson Tanure não é dono da Rede CNT,
conforme afirmou a nota "Tanure avança" (Radar, 20 de setembro). Na verdade,
ele arrendou a emissora. • Diversamente do que foi publicado na reportagem
"As escolas campeãs", de VEJA Recife, o preço da mensalidade
do colégio GGE varia de 446,10 a 495,80 reais. • Na coluna desta
edição, Diogo Mainardi cita o jornalista Mino Pedrosa como editor
da sucursal de Brasília da revista IstoÉ. Mino é ex-editor
da publicação.
| GIGANTES DO AR
O leitor Carlos Eduardo de Carvalho Ayres, de Brasília, escreveu: "O maior
avião do mundo é o Antonov An-225, e não o A380, como diz
a reportagem 'Grandes e luxuosos' (13 de setembro). O A380 pode ser considerado
a maior aeronave para transporte de passageiros". Realmente, o cargueiro Antonov
An-225 supera o Airbus A380. Compare:
AIRBUS A380 Tipo de aeronave: transporte
de passageiros Comprimento: 73 metros Envergadura: 79,8
metros Turbinas: quatro
ANTONOV AN-225 Tipo de aeronave:
cargueiro Comprimento: 84 metros Envergadura: 88,4 metros
Turbinas: seis | |
| OS "YOUTUBES" NACIONAIS
A
leitora Fernanda Arduini leu a reportagem "A nova era da televisão" (13
de setembro) e escreveu à redação para dizer que há
na internet brasileira um serviço similar ao YouTube: "Por favor, verifiquem
o Videolog (www.videolog.tv)
e vejam do que estou falando", diz Fernanda, indicando o site brasileiro que oferece
uma coleção de vídeos nos moldes do YouTube. Wilfred Luiz
faz outra indicação: "Sou usuário de um serviço no
Brasil que não perde em nada para o YouTube, inclusive é mais rápido
ao carregar os vídeos". Ele se refere ao Videopop, que pode ser visitado
no endereço www.videopop.com.br.
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| ERRO DE
MODELO No quadro "Uma revolução (es)cultural"
(20 de setembro), a foto citada como sendo da modelo chinesa Du Juan é
na verdade da brasileira Juliana Imai. Veja a foto da verdadeira Du Juan.  | | Du
Juan: confundida com Juliana Imai |
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