Holofote

Esta semana
Sumário
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

Colunas
Diogo Mainardi
Stephen Kanitz
Gustavo Franco
Roberto Pompeu de Toledo

Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA on-line
Radar
Contexto
Holofote
Veja essa
Arc
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações
Para usar
VEJA Recomenda
Os mais vendidos

Arquivos VEJA
Para pesquisar nos arquivos da revista, digite uma ou mais palavras

Busca detalhada
Arquivo 1997-2000
Busca somente texto 96|97|98|99
Os mais vendidos
 

Ana Araujo


DE OLHO EM 2002

A governadora do Maranhão, Roseana Sarney, vive um momento de expectativa. Ela passou mais de três semanas empenhada em gravar mensagens de apoio a candidatos do PFL à prefeitura em todo o país. No total, foram mais de 100 recomendações de voto levadas ao ar durante o horário eleitoral em diversos Estados. Na cúpula do pefelê, a movimentação de Roseana é interpretada como a de quem finalmente decidiu tornar-se uma figura nacional. Parece estar na sucessão de Fernando Henrique.

 

Renata Ursaia


FORAM-SE OS ANÉIS

A ex-primeira-dama de São Paulo Nicéa Pitta informa que sua vida financeira está uma lástima e joga a culpa nele, o prefeito Celso Pitta, que teria cortado a ajuda regular que lhe dava. Há alguns dias, Nicéa encaminhou à Caixa Econômica Federal um lote de jóias para que fossem empenhadas. Insatisfeita com a avaliação, desistiu da venda e recorreu a duas senhoras que auxiliam ricaços em dificuldade. Elas já venderam 60% da mercadoria.

 

 
Lindauro Gomes/AE

ESSE MANDA MESMO

Brasília é formada por poderosos de dois tipos bem definidos e distintos. Há os poderosos de grande visibilidade, caso de Antonio Carlos Magalhães ou Jader Barbalho, e há os chamados "poderosos da máquina". Nessa segunda categoria está Amaury Bier, secretário executivo do Ministério da Fazenda. Com a ida de Pedro Parente para o Gabinete Civil, Bier se transformou no homem mais temido do Ministério da Fazenda. É com ele que todo mundo quer conversar, além, é claro, de Pedro Malan.

 

 
Egberto Nogueira

ESTILO TARTARUGA

O presidente do Conselho de Administração do Bradesco, Lázaro Brandão, tomou recentemente uma aula sobre a morosidade do Estado. Sem saber que destino dar a seis fazendas tomadas de devedores inadimplentes, num total de 36.000 hectares de terra, o banco decidiu doá-las ao Incra, para que pudessem ser usadas no programa de reforma agrária. Lázaro Brandão ficou aguardando uma resposta que demorou meses. No final de tanta espera, o Incra não queria aceitar duas fazendas. O Bradesco acabou retirando a oferta.

 

 

Colaboraram Betina Moura, Daniela Pinheiro,
João Luiz Guimarães, Juliana Lopes e Ricardo Mendonça

 

Copyright 2000
Editora Abril S.A.
  VEJA on-line | Veja São Paulo | Veja Rio | Veja Recife | Guias Regionais
Edições Especiais | Site Olímpico | Especiais on-line
Arquivos | Downloads | Próxima VEJA | Fale conosco