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Cartas
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"Lula
brilha e encanta com sua paixão pelo Brasil. Com ele é assim:
toca, recebe e fuzila pro gol. Simples e objetivo."
Antonio Carlos Salles
São Paulo, SP
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O
presidente Lula
VEJA
foi competente e reta na entrevista com o presidente Luiz Inácio
Lula da Silva ("O fim do começo", 20 de agosto), selecionando
questões de real interesse público sem em momento
algum constrangê-lo com assuntos absolutamente secundários,
tipo o boné do MST, tão do agrado de outras instâncias
midiáticas. Se VEJA esbanjou competência, o presidente
Lula não deixou por menos, discorrendo com segurança
e absoluta transparência sobre os vários e tão
importantes temas apresentados pelos entrevistadores. O Lula da
reportagem é o Lula em quem confio e que vem percorrendo
o caminho certo da recuperação social e econômica
do país.
Elisabeto Ribeiro Gonçalves
Belo Horizonte, MG
Mais
uma vez, VEJA saiu na frente. No que concerne à matéria,
fiquei particularmente animado com a afirmação do
presidente de que o "país precisa de um projeto de longo
prazo, de vinte ou trinta anos". Essa é uma observação
extremamente importante, talvez a mais relevante, e a maior novidade
da matéria.
Eugênio Staub
Diretor-presidente Gradiente Eletrônica S/A
Por e-mail
O atual
presidente do Brasil não teve o preparo acadêmico e
profissional que a maioria dos grandes líderes possui, mas
está nos surpreendendo com sua humildade e sabedoria, além
de sua firme determinação de mudar o cenário
extremamente complexo e problemático de nossa economia e
de nossas necessidades sociais. Com sua mente voltada sempre para
o lado positivo, ele conseguiu se superar e é um exemplo
a ser seguido.
Marcos Schoenberger
São Paulo, SP
Na
entrevista a VEJA, o presidente Lula afirma: "Há mais ou
menos um ano e meio tenho pensado muito em como quebrar o ciclo
da miséria". Eu também tenho pensado a mesma coisa
há mais de cinqüenta. Minha resposta é: a implantação
de um efetivo programa de planejamento familiar voluntário
gratuito, acessível também à população
carente. Ora, hoje as brasileiras de maior renda têm em média
1,11 filho; as de renda mais baixa, 5,30. A continuar essa situação,
não há como acabar com a miséria.
Francisco Alves dos Reis
Rio de Janeiro, RJ
Os
que criticam o otimismo de Lula, além de diminuir a auto-estima
e subestimar a inteligência do povo brasileiro, dificultam
a construção de um país mais justo.
Ricardo Denti Junior
Frederico Westphalen, RS
Do
jeito que a coisa vai, acredito que logo veremos uma matéria
com o seguinte título: "O começo do fim".
Cesar Augusto Fischetti
São Paulo, SP
Robert
Parker
Muito
boa a entrevista com Robert Parker (Amarelas, 20 de agosto) sobre
vinhos. Para mim, restou uma dúvida atroz: tenho uma garrafa
de Brunello di Montalcino, safra 1999, comprada a peso de ouro e
guardada a sete chaves, para beber em evento importante que mereça
comemoração. Agora, não sei se o vinho é
bom mesmo ou se o preço foi alto porque é produzido
em região famosa.
Carlos Pereira de Carvalho e Silva
João Pessoa, PB
É
de grande valia enfatizar que preço muitas vezes não
indica qualidade em um vinho. É necessário que haja
uma quebra no mito que existe em torno dessa bebida, principalmente
em um mercado consumidor como o brasileiro, que não tem tradição
de beber vinho.
Elis Lara Magalhães
Cachoeira Paulista, SP
Em
que pese o fato de Roberto Parker ser americano e, como tal, desdenhar
a tradição e alguns excelentes vinhos europeus, gostei
da entrevista. O que me assusta é o fato de ele, conforme
afirmou, nunca ter sido procurado pelo governo brasileiro nem por
órgãos de promoção de vinhos. Infelizmente,
isso não é exclusividade apenas do setor vinícola
nacional. Encontramos esse tipo de problema em outras áreas
também. É hora de o governo repensar seu papel como
fomentador das exportações brasileiras.
Bruno Pimentel A. Bezerra
São Paulo, SP
Coincidentemente,
tomava um Botticelli Cabernet 2002 que comprei por 9 reais quando
recebi a revista VEJA. Para minha surpresa, uma entrevista com o
senhor Parker. Espero que ele continue sem descobrir nossos excelentes
vinhos.
Alpiniano Filho
Feira de Santana, BA
AGF
Brasil
A
AGF Brasil Seguros foi surpreendida com a nota "Bye, bye Brazil",
publicada na coluna Radar, edição 1816, de 20 de agosto
de 2003. Trata-se de uma nota sem fundamento, que, desde sua publicação,
tem causado enormes transtornos à credibilidade da AGF Seguros
no Brasil e a seus negócios. A AGF permanecerá no
Brasil e em momento algum considerou a possibilidade de deixar um
país onde ocupa posição de destaque no mercado,
sendo hoje a sexta maior companhia do setor. Além disso,
os resultados referentes ao primeiro semestre de 2003 mostram a
excelente performance que a empresa tem obtido no país. A
AGF Seguros registrou lucro de 16,5 milhões neste primeiro
semestre de 2003, superando o resultado positivo de 4,7 milhões
no mesmo período do ano passado, o que representa um crescimento
de 251%. Esses dados confirmam a solidez da AGF Seguros e sua presença
no Brasil, país em que atua há 99 anos, onde é
a seguradora internacional com mais tempo no mercado.
Pedro Augusto Leite Costa
Companhia da Informação Assessoria de imprensa da
AGF Brasil Seguros
São Paulo, SP
Claudio
de Moura Castro
Sou
estudante de física da Unesp, campus de Guaratinguetá,
e notei que, depois que nosso curso começou a ser avaliado
no Provão, a preocupação com a qualidade do
aprendizado, que já era bem grande, aumentou muito. Logo,
o Provão só veio melhorar o ensino superior no Brasil
("Por que defendo o Provão", Ponto de vista, 20 de agosto).
Assum Feres Junior
Guaratinguetá, SP
Gustavo
Franco
Nada
mais claro, óbvio e esclarecedor do que o artigo "Contas
públicas e investimento" (Em foco, 20 de agosto). Realmente
o ponto de vista, sob a ótica econômica, foi uma verdadeira
aula no âmbito de conceitos básicos e serve também
como alerta para uma tomada de decisão a curto prazo. Havia
um bom tempo não lia algo tão interessante, realista,
imparcial e esclarecedor.
Silvio Luiz da Silva
São Paulo, SP
Assédio
Até
bem pouco tempo atrás, o que se sabia da alta cúpula
do Poder Judiciário era que os homens que a compunham tinham
notável saber jurídico e ilibada reputação.
Hoje, as pessoas se surpreendem com os últimos acontecimentos
relacionados a ministros do STJ, suspeitos de envolvimento com grileiros
de terras, narcotraficantes e, para completar, assédio sexual
("Sururu no tribunal", 20 de agosto). Atos dessa natureza atribuídos
a pessoas comuns não são novidade para ninguém,
mas, quando se trata de ilustres julgadores, que têm o poder
nas mãos para sentenciar em alta instância, a credibilidade
deixa a desejar.
Élia de Castro Panelli Meira
Salvador, BA
É
triste saber que, para se esquivar de uma grosseria, uma servidora
do Superior Tribunal de Justiça tenha apelado para outra
ainda maior. O ataque pessoal que a senhora Glória Pádua
Ribeiro Portella diz ter sofrido do ministro Paulo Medina foi rebatido
com uma ofensa a todo o povo mineiro quando ela se referiu às
"vagabundas das Minas Gerais". A senhora Glória foi totalmente
infeliz quando usou de expressão tão grosseira a quem
quer que esteja se referindo. Uma terra que deu nomes ilustres ao
país, inclusive o do criador da capital federal, Juscelino
Kubitschek, não merecia tal comentário, mesmo que
quase inexpressivo.
Renata Tranches
Goiânia, GO
Sou
mineiro, casado com mineira, com filha mineira. Não faço
parte da elite, tampouco sou um príncipe. Ao ver a reação
dos magistrados no que diz respeito à reforma previdenciária
e ao ler as falas da funcionária pública Glorinha,
percebo que os membros do Judiciário estão acima de
tudo e de todos. Podem achincalhar o povo brasileiro em geral, e
os mineiros em particular.
Cícero de Almeida Barbosa
Aracaju, SE
Moda
Interessante
a matéria "Seios ao alto" (20 de agosto). Apesar de esses
sutiãs serem ótimos para as mulheres com seios pequenos,
a qualidade deles ainda é duvidosa. Comprei por duas ocasiões
o Wonderbra e me decepcionei, já que duraram cerca de dois
meses. A tal cordinha para regulagem arrebenta com facilidade, o
que aconteceu comigo nas duas vezes. Deve ser por isso que eles
vendem tanto. Eu, pelo menos, não estou mais disposta a gastar
50 reais em uma peça com tão pouco uso.
Tatiana Gentil
Rio de Janeiro, RJ
Calor
na Europa
Excelente
a reportagem "O calor que mata" (20 de agosto), sobre a tragédia
das mortes causadas pelo calor na Europa. Ao analisar o assunto,
intrigante para o povo brasileiro, acostumado a conviver com um
clima tropical, VEJA vai muito além das apressadas notícias
sobre o assunto que foram publicadas na imprensa.
Marco Antonio Nunes de Souza
Rio de Janeiro, RJ
Transplante
VEJA
mais uma vez presta enorme serviço ao abordar o tema da doação
de órgãos ("Um gesto que pode salvar", 20 de agosto).
Como cirurgião que atua na área, acrescento que o
transplante de pele tem sido fundamental para evitar a morte de
pacientes com queimaduras graves. A pele é um dos maiores
órgãos do ser humano e chega a responder por 16% do
peso corporal de um adulto. Vale informar as famílias que
a doação não deixa o doador desfigurado, pois
a pele é retirada na forma de enxertos, de áreas do
corpo que não ficam expostas.
Gino Arrunátegui
Médico-assistente da Divisão de Cirurgia Plástica
e Queimaduras do Hospital das Clínicas de São Paulo
São Paulo, SP
VEJA
conseguiu retratar com muita fidelidade a situação
dos transplantes no Brasil. Em especial, porque identificou e expôs
com clareza as causas básicas da aparente falta de doadores,
"que começa pela subnotificação de mortes às
centrais de transplantes, segue na falta de comunicação
com os parentes dos possíveis doadores e culmina na recusa
das famílias em permitir a retirada de órgãos
dos mortos". A maioria dos meios de comunicação prefere,
de forma equivocada, atribuir o baixo número de doadores
à falta de solidariedade da população. VEJA
apenas se esqueceu de mencionar o trabalho da Adote, uma Oscip empenhada
em divulgar o máximo de informações sobre o
processo doação/transplantes para evitar que famílias
neguem a doação dos órgãos de um familiar
em situação de morte por pura ignorância. Foi
por iniciativa da Adote que Mulheres Apaixonadas doam órgãos
no horário nobre da TV.
Francisco Neto de Assis
Aliança Brasileira pela Doação de Órgãos
e Tecidos
www.adote.org.br
Pelotas, RS
Li
com muita satisfação a brilhante e esclarecedora matéria
"Um gesto que pode salvar". Há um ano descobri que tenho
leucemia. Desde então, venho desenvolvendo com voluntários
e profissionais da área da saúde uma campanha para
captar novos doadores de medula óssea. Sinto que os brasileiros
são extremamente solidários, mas carentes de informação.
VEJA, ao publicar essa reportagem, contribuiu significativamente
para a melhoria do problema e deu maiores esperanças às
famílias das pessoas que esperam por um doador. Quem quiser
mais informações sobre a doação e sobre
a campanha pode visitar o site www.doadores.org
ou enviar um e-mail para doadores@doadores.org.
Juliana Venâncio Serro
São Paulo, SP
Onça-pintada
A
reportagem "Hora de salvar a onça" (20 de agosto) apresentou
de forma muito clara e informativa a situação da onça-pintada
(Panthera onca) e ofereceu uma boa base zoológica
ao público leigo. Mas a matéria diz que há
duas subespécies, uma no Pantanal (de fato, a que atinge
maior tamanho) e outra na Amazônia. Só que a onça-pintada
também habita a Floresta Atlântica e o cerrado, e existem
registros na caatinga, em bolsões isolados do Nordeste. O
Brasil tem no total oito espécies de felino. Há duas
de gato-maracajá, o gato-maracajá-grande (Leopardus
tigrinus) e o gato-maracajá-pequeno (Leopardus weidii).
Tem ainda o gato-dos-pampas (Oncifelis colocolo) e o
gato-palheiro (Oncifelis geoffroyi). Com relação
aos grandes felinos, o quadro apresentado na reportagem diz que
o leão vive apenas na África. Há também
o leão asiático, cuja população restante
está restrita à Índia.
Eduardo Vasconcelos
Recife, PE
Especial
Mulher
VEJA
me presenteou, no mês em que completo 50 anos de uma vida
plena de realizações, com esse belo e instrutivo suplemento
(Especial VEJA Mulher, agosto de 2003)!
Marilene Carvalho
Gurupi, TO
A mulher,
de maneira geral, está conquistando seu espaço sem
ter de medir o guarda-roupa. Queremos conquistar respeito, pois
pensamos, trabalhamos duro, construímos família e
queremos mudar o mundo.
Pricila Bustamante Stephan
Pouso Alegre, MG
VEJA
deveria custar 65 reais, a fim de atingir o público "top".
Não me enquadro no tipo de mulher que a revista identificou
como "moderna". Desculpem-me o desabafo, vocês merecem minha
consideração e respeito pelo trabalho excepcional.
Mas, desta vez, pisaram na bola.
Patrícia M.P. Giardini
Ponta Grossa, PR
Ensaio
Surrealismo?
Sim, Roberto Pompeu de Toledo tem razão ("Sobre veados, flamingos
e outros bichos", 20 de agosto). Afinal, por não carregarem
nenhuma culpa, os bichos não deveriam ter sido envolvidos
em querelas humanas. Mas, de todo o ocorrido, a pior manifestação
foi a do pecado capital da prefeita Marta ex-Suplicy. O Largo de
São Francisco, de direito, há 73 anos é território
livre, conforme proclamado pelos estudantes em 11 de agosto de 1930.
Assim, sua natureza de local devotado à liberdade de expressão
independia de qualquer ato pretensioso de uma autoridade municipal.
Pedro Luís de Campos Vergueiro
São Paulo, SP
Guia
Como
usuário de implante coclear e moderador do Fórum de
Implante Coclear na internet, gostaria de esclarecer que a pesquisa
citada na nota "Meningite e implante auditivo" (13 de agosto) não
mostrou fatos importantes como o de que o responsável pelo
aumento do risco de meningite bacteriana em crianças que
fazem implante coclear foi obrigado, pelo FDA, a retirar seus produtos
do mercado americano. O fato foi exclusivamente creditado a um único
fabricante que apresentou problemas no posicionador dos eletrodos
que são inseridos na cóclea.
Fernando Cabral
São Paulo, SP
Cartas
Registro
que não sou "assessora de comunicação rural
no Nordeste", conforme publicado na nota "O avestruz é o
bicho!" (20 de agosto). Meu cliente o grupo Hadi S/A
é que investe na formação da cadeia produtiva
do avestruz no semi-árido pernambucano, onde será
realizada a 2ª Conferência Internacional de Estrutiocultura
(www.hadi.com.br/conferencia),
de 24 a 27 de setembro próximo, em Taquaritinga do Norte.
Bety Costa
Assessoria de imprensa e comunicação rural
betycosta@uol.com.br
Varig
e TAM
Sobre
os comentários publicados na coluna de Diogo Mainardi ("Varig
e TAM", 20 de agosto), a TAM declara que são fraudulentos
os dados do suposto incidente em Curitiba citado pelo colunista
como "misteriosa mensagem em código". A farsa foi distribuída
pela internet anonimamente a diversos jornalistas e a empresa já
tomou as providências judiciais cabíveis. O caso também
foi levado aos órgãos competentes Divisão
de Investigação e Prevenção de Acidentes
Aeronáuticos, Departamento de Aviação Civil
e Centro Nacional de Investigação e Prevenção
de Acidentes Aeronáuticos , que comprovaram a falsificação
das informações. A TAM lamenta ainda que o articulista
se mostre desinformado sobre a verdadeira situação
financeira da companhia. A empresa reitera que fechou o primeiro
semestre do ano com lucro de 100 milhões, aumentou seu patrimônio
líquido positivo para 300,6 milhões e encerrou julho
como líder do mercado doméstico, com 34,5% de market
share. Portanto, são infundadas as especulações
da coluna de que a TAM corre o risco de falir.
Anahi Guedes
Assessoria de imprensa TAM
São Paulo, SP
Compreendo,
e respeito, que Diogo Mainardi não queira ser visto em minha
companhia. Afinal, passei dez anos na África e dois anos
no sertão nordestino. Optei por reconstruir vidas, semear
esperança, difundir a fé, assentar famílias,
respeitar o outro, amar o próximo. O que peço a Deus
é que eu possa sempre ajudar as pessoas sofridas que estiverem
a meu lado.
Senador Marcelo Crivella
Brasília, DF
CORREÇÕES:
O prato que ilustrou a reportagem "Comer,
beber e ainda ser feliz" (Especial VEJA Mulher,
agosto de 2003) é espaguete, e não penne.
Joselaine Silva Stürmer é nutricionista, e não
médica, como foi publicado na seção Pergunte
ao guia (Guia, 20 de agosto).
| A
doença de Alzheimer |
A
reportagem "Quando
os neurônios morrem" (6 de agosto) comoveu
os leitores de VEJA. Cento e um deles escreveram para
dar depoimentos emocionados sobre sua experiência
com parentes portadores do mal e agradecer as informações
úteis para quem vive o problema. Lilian Alicke,
presidente da Associação Brasileira de Alzheimer,
que "luta no sentido de conscientizar a população
de nosso país dos sintomas e dos cuidados com os
portadores da doença de Alzheimer e outras demências,
procurando disseminar as informações mais
recentes sobre as pesquisas, tratamento e cuidados", oferece
os endereços da entidade para quem quiser maiores
esclarecimentos a respeito do assunto. O telefone da associação
é 0800-551906, o e-mail, abraz@abraz.com.br,
e seu site na internet, www.abraz.com.br.
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| Kuniazuma |
No
quadro da reportagem "Os
gaijins dominam o sumô", o lutador brasileiro
Vander Ramos aparece ranqueado como juryo, a segunda mais
alta graduação do esporte. O leitor paulistano
Cleber Sato, que acompanha de perto o que acontece no
Japão em diversas áreas, corrige: "O brasileiro,
cujo nome no sumô é Kuniazuma, já
chegou a ser juryo, mas faz mais de um ano que caiu para
makushita", escreveu. Ele ensina que no sumô a graduação,
da mais alta para a mais baixa, é a seguinte: makuuchi,
juryo, makushita, sandanme, jonidan e jonokuchi. Mais
informações sobre o assunto no site da Associação
Japonesa de Sumô (Nihon Sumo Kyokai): http://www.sumo.or.jp.
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| Bíblia
e surfe |
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A reportagem "Garotos
de fé", do especial VEJA Jovens
(agosto de 2003), despertou uma curiosidade na leitora
Jamile Araújo Rodrigues, de Salvador, Bahia.
Depois de ler um pouco da história do jovem William
Silva, citado na matéria como membro da igreja
Bola de Neve, Jamile escreveu para a redação:
"Fiquei muito curiosa para saber mais sobre a igreja".
Formada por um grupo de jovens evangélicos, a
igreja Bola de Neve iniciou seus cultos no auditório
de uma empresa de roupas e equipamentos de surfe. Foi
de lá que saiu a inspiração para
a construção do púlpito de madeira
em forma de prancha de surfe que a igreja ostenta. Skate,
jiu-jítsu, teatro, capoeira e festas convivem
com a Bíblia no culto dos jovens, que
acontece nas sedes do bairro de Perdizes, em São
Paulo, na Praia de Boiçucanga, Litoral Norte
paulista, e em Itacaré, na Bahia. Os interessados
em saber um pouco mais a respeito da igreja Bola de
Neve e de seu pitoresco nome podem visitar seu site
na internet (www.boladeneve.com/).
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| João
Donato |
O
leitor Érico San Juan, de Piracicaba, informa
que o CD A Bossa Muito Moderna de João Donato
e Seu Conjunto (VEJA
Recomenda, 13 de agosto) não é
o segundo álbum da carreira do compositor, mas
o terceiro. "O segundo é Muito à Vontade,
de 1962, lançado pela Polydor e relançado
em CD pelo selo Dubas, em 2002. O primeiro disco de
Donato é Chá Dançante, lançado
pela Odeon em 1956, com produção de Tom
Jobim, recentemente relançado em CD pela EMI,
na série Odeon 100 Anos de Música no
Brasil. Nesse disco, ele tocava acordeão
e o repertório era composto de baiões",
escreveu Érico. Além de alguns baiões,
Donato gravou no primeiro álbum samba (Se
Acaso Você Chegasse, de Lupicínio Rodrigues
e Felisberto Martins), choro (Carinhoso, de Pixinguinha
e João de Barro) e o clássico No Rancho
Fundo (Ary Barroso e Lamartine Babo). O disco saiu
em CD em 2002. A Bossa Muito Moderna... é,
portanto, o terceiro disco do compositor, lançado
um ano depois de Muito à Vontade.
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