Edição 1817 . 27 de agosto de 2003

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Cartas

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"Lula brilha e encanta com sua paixão pelo Brasil. Com ele é assim: toca, recebe e fuzila pro gol. Simples e objetivo."
Antonio Carlos Salles
São Paulo, SP

O presidente Lula

VEJA foi competente e reta na entrevista com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ("O fim do começo", 20 de agosto), selecionando questões de real interesse público sem em momento algum constrangê-lo com assuntos absolutamente secundários, tipo o boné do MST, tão do agrado de outras instâncias midiáticas. Se VEJA esbanjou competência, o presidente Lula não deixou por menos, discorrendo com segurança e absoluta transparência sobre os vários e tão importantes temas apresentados pelos entrevistadores. O Lula da reportagem é o Lula em quem confio e que vem percorrendo o caminho certo da recuperação social e econômica do país.
Elisabeto Ribeiro Gonçalves
Belo Horizonte, MG

Mais uma vez, VEJA saiu na frente. No que concerne à matéria, fiquei particularmente animado com a afirmação do presidente de que o "país precisa de um projeto de longo prazo, de vinte ou trinta anos". Essa é uma observação extremamente importante, talvez a mais relevante, e a maior novidade da matéria.
Eugênio Staub
Diretor-presidente Gradiente Eletrônica S/A
Por e-mail

O atual presidente do Brasil não teve o preparo acadêmico e profissional que a maioria dos grandes líderes possui, mas está nos surpreendendo com sua humildade e sabedoria, além de sua firme determinação de mudar o cenário extremamente complexo e problemático de nossa economia e de nossas necessidades sociais. Com sua mente voltada sempre para o lado positivo, ele conseguiu se superar e é um exemplo a ser seguido.
Marcos Schoenberger
São Paulo, SP

Na entrevista a VEJA, o presidente Lula afirma: "Há mais ou menos um ano e meio tenho pensado muito em como quebrar o ciclo da miséria". Eu também tenho pensado a mesma coisa há mais de cinqüenta. Minha resposta é: a implantação de um efetivo programa de planejamento familiar voluntário gratuito, acessível também à população carente. Ora, hoje as brasileiras de maior renda têm em média 1,11 filho; as de renda mais baixa, 5,30. A continuar essa situação, não há como acabar com a miséria.
Francisco Alves dos Reis
Rio de Janeiro, RJ

Os que criticam o otimismo de Lula, além de diminuir a auto-estima e subestimar a inteligência do povo brasileiro, dificultam a construção de um país mais justo.
Ricardo Denti Junior
Frederico Westphalen, RS

Do jeito que a coisa vai, acredito que logo veremos uma matéria com o seguinte título: "O começo do fim".
Cesar Augusto Fischetti
São Paulo, SP

 

Robert Parker

Muito boa a entrevista com Robert Parker (Amarelas, 20 de agosto) sobre vinhos. Para mim, restou uma dúvida atroz: tenho uma garrafa de Brunello di Montalcino, safra 1999, comprada a peso de ouro e guardada a sete chaves, para beber em evento importante que mereça comemoração. Agora, não sei se o vinho é bom mesmo ou se o preço foi alto porque é produzido em região famosa.
Carlos Pereira de Carvalho e Silva
João Pessoa, PB

É de grande valia enfatizar que preço muitas vezes não indica qualidade em um vinho. É necessário que haja uma quebra no mito que existe em torno dessa bebida, principalmente em um mercado consumidor como o brasileiro, que não tem tradição de beber vinho.
Elis Lara Magalhães
Cachoeira Paulista, SP

Em que pese o fato de Roberto Parker ser americano e, como tal, desdenhar a tradição e alguns excelentes vinhos europeus, gostei da entrevista. O que me assusta é o fato de ele, conforme afirmou, nunca ter sido procurado pelo governo brasileiro nem por órgãos de promoção de vinhos. Infelizmente, isso não é exclusividade apenas do setor vinícola nacional. Encontramos esse tipo de problema em outras áreas também. É hora de o governo repensar seu papel como fomentador das exportações brasileiras.
Bruno Pimentel A. Bezerra
São Paulo, SP

Coincidentemente, tomava um Botticelli Cabernet 2002 que comprei por 9 reais quando recebi a revista VEJA. Para minha surpresa, uma entrevista com o senhor Parker. Espero que ele continue sem descobrir nossos excelentes vinhos.
Alpiniano Filho
Feira de Santana, BA

 

AGF Brasil

A AGF Brasil Seguros foi surpreendida com a nota "Bye, bye Brazil", publicada na coluna Radar, edição 1816, de 20 de agosto de 2003. Trata-se de uma nota sem fundamento, que, desde sua publicação, tem causado enormes transtornos à credibilidade da AGF Seguros no Brasil e a seus negócios. A AGF permanecerá no Brasil e em momento algum considerou a possibilidade de deixar um país onde ocupa posição de destaque no mercado, sendo hoje a sexta maior companhia do setor. Além disso, os resultados referentes ao primeiro semestre de 2003 mostram a excelente performance que a empresa tem obtido no país. A AGF Seguros registrou lucro de 16,5 milhões neste primeiro semestre de 2003, superando o resultado positivo de 4,7 milhões no mesmo período do ano passado, o que representa um crescimento de 251%. Esses dados confirmam a solidez da AGF Seguros e sua presença no Brasil, país em que atua há 99 anos, onde é a seguradora internacional com mais tempo no mercado.
Pedro Augusto Leite Costa
Companhia da Informação Assessoria de imprensa da AGF Brasil Seguros
São Paulo, SP

 

Claudio de Moura Castro

Sou estudante de física da Unesp, campus de Guaratinguetá, e notei que, depois que nosso curso começou a ser avaliado no Provão, a preocupação com a qualidade do aprendizado, que já era bem grande, aumentou muito. Logo, o Provão só veio melhorar o ensino superior no Brasil ("Por que defendo o Provão", Ponto de vista, 20 de agosto).
Assum Feres Junior
Guaratinguetá, SP

 

Gustavo Franco

Nada mais claro, óbvio e esclarecedor do que o artigo "Contas públicas e investimento" (Em foco, 20 de agosto). Realmente o ponto de vista, sob a ótica econômica, foi uma verdadeira aula no âmbito de conceitos básicos e serve também como alerta para uma tomada de decisão a curto prazo. Havia um bom tempo não lia algo tão interessante, realista, imparcial e esclarecedor.
Silvio Luiz da Silva
São Paulo, SP

 

Assédio

Até bem pouco tempo atrás, o que se sabia da alta cúpula do Poder Judiciário era que os homens que a compunham tinham notável saber jurídico e ilibada reputação. Hoje, as pessoas se surpreendem com os últimos acontecimentos relacionados a ministros do STJ, suspeitos de envolvimento com grileiros de terras, narcotraficantes e, para completar, assédio sexual ("Sururu no tribunal", 20 de agosto). Atos dessa natureza atribuídos a pessoas comuns não são novidade para ninguém, mas, quando se trata de ilustres julgadores, que têm o poder nas mãos para sentenciar em alta instância, a credibilidade deixa a desejar.
Élia de Castro Panelli Meira
Salvador, BA

É triste saber que, para se esquivar de uma grosseria, uma servidora do Superior Tribunal de Justiça tenha apelado para outra ainda maior. O ataque pessoal que a senhora Glória Pádua Ribeiro Portella diz ter sofrido do ministro Paulo Medina foi rebatido com uma ofensa a todo o povo mineiro quando ela se referiu às "vagabundas das Minas Gerais". A senhora Glória foi totalmente infeliz quando usou de expressão tão grosseira a quem quer que esteja se referindo. Uma terra que deu nomes ilustres ao país, inclusive o do criador da capital federal, Juscelino Kubitschek, não merecia tal comentário, mesmo que quase inexpressivo.
Renata Tranches
Goiânia, GO

Sou mineiro, casado com mineira, com filha mineira. Não faço parte da elite, tampouco sou um príncipe. Ao ver a reação dos magistrados no que diz respeito à reforma previdenciária e ao ler as falas da funcionária pública Glorinha, percebo que os membros do Judiciário estão acima de tudo e de todos. Podem achincalhar o povo brasileiro em geral, e os mineiros em particular.
Cícero de Almeida Barbosa
Aracaju, SE

 

Moda

Interessante a matéria "Seios ao alto" (20 de agosto). Apesar de esses sutiãs serem ótimos para as mulheres com seios pequenos, a qualidade deles ainda é duvidosa. Comprei por duas ocasiões o Wonderbra e me decepcionei, já que duraram cerca de dois meses. A tal cordinha para regulagem arrebenta com facilidade, o que aconteceu comigo nas duas vezes. Deve ser por isso que eles vendem tanto. Eu, pelo menos, não estou mais disposta a gastar 50 reais em uma peça com tão pouco uso.
Tatiana Gentil
Rio de Janeiro, RJ

 

Calor na Europa

Excelente a reportagem "O calor que mata" (20 de agosto), sobre a tragédia das mortes causadas pelo calor na Europa. Ao analisar o assunto, intrigante para o povo brasileiro, acostumado a conviver com um clima tropical, VEJA vai muito além das apressadas notícias sobre o assunto que foram publicadas na imprensa.
Marco Antonio Nunes de Souza
Rio de Janeiro, RJ

 

Transplante

VEJA mais uma vez presta enorme serviço ao abordar o tema da doação de órgãos ("Um gesto que pode salvar", 20 de agosto). Como cirurgião que atua na área, acrescento que o transplante de pele tem sido fundamental para evitar a morte de pacientes com queimaduras graves. A pele é um dos maiores órgãos do ser humano e chega a responder por 16% do peso corporal de um adulto. Vale informar as famílias que a doação não deixa o doador desfigurado, pois a pele é retirada na forma de enxertos, de áreas do corpo que não ficam expostas.
Gino Arrunátegui
Médico-assistente da Divisão de Cirurgia Plástica e Queimaduras do Hospital das Clínicas de São Paulo
São Paulo, SP

VEJA conseguiu retratar com muita fidelidade a situação dos transplantes no Brasil. Em especial, porque identificou e expôs com clareza as causas básicas da aparente falta de doadores, "que começa pela subnotificação de mortes às centrais de transplantes, segue na falta de comunicação com os parentes dos possíveis doadores e culmina na recusa das famílias em permitir a retirada de órgãos dos mortos". A maioria dos meios de comunicação prefere, de forma equivocada, atribuir o baixo número de doadores à falta de solidariedade da população. VEJA apenas se esqueceu de mencionar o trabalho da Adote, uma Oscip empenhada em divulgar o máximo de informações sobre o processo doação/transplantes para evitar que famílias neguem a doação dos órgãos de um familiar em situação de morte por pura ignorância. Foi por iniciativa da Adote que Mulheres Apaixonadas doam órgãos no horário nobre da TV.
Francisco Neto de Assis
Aliança Brasileira pela Doação de Órgãos e Tecidos
www.adote.org.br
Pelotas, RS

Li com muita satisfação a brilhante e esclarecedora matéria "Um gesto que pode salvar". Há um ano descobri que tenho leucemia. Desde então, venho desenvolvendo com voluntários e profissionais da área da saúde uma campanha para captar novos doadores de medula óssea. Sinto que os brasileiros são extremamente solidários, mas carentes de informação. VEJA, ao publicar essa reportagem, contribuiu significativamente para a melhoria do problema e deu maiores esperanças às famílias das pessoas que esperam por um doador. Quem quiser mais informações sobre a doação e sobre a campanha pode visitar o site www.doadores.org ou enviar um e-mail para doadores@doadores.org.
Juliana Venâncio Serro
São Paulo, SP

 

Onça-pintada

A reportagem "Hora de salvar a onça" (20 de agosto) apresentou de forma muito clara e informativa a situação da onça-pintada (Panthera onca) e ofereceu uma boa base zoológica ao público leigo. Mas a matéria diz que há duas subespécies, uma no Pantanal (de fato, a que atinge maior tamanho) e outra na Amazônia. Só que a onça-pintada também habita a Floresta Atlântica e o cerrado, e existem registros na caatinga, em bolsões isolados do Nordeste. O Brasil tem no total oito espécies de felino. Há duas de gato-maracajá, o gato-maracajá-grande (Leopardus tigrinus) e o gato-maracajá-pequeno (Leopardus weidii). Tem ainda o gato-dos-pampas (Oncifelis colocolo) e o gato-palheiro (Oncifelis geoffroyi). Com relação aos grandes felinos, o quadro apresentado na reportagem diz que o leão vive apenas na África. Há também o leão asiático, cuja população restante está restrita à Índia.
Eduardo Vasconcelos
Recife, PE

 

Especial Mulher

VEJA me presenteou, no mês em que completo 50 anos de uma vida plena de realizações, com esse belo e instrutivo suplemento (Especial VEJA Mulher, agosto de 2003)!
Marilene Carvalho
Gurupi, TO

A mulher, de maneira geral, está conquistando seu espaço sem ter de medir o guarda-roupa. Queremos conquistar respeito, pois pensamos, trabalhamos duro, construímos família e queremos mudar o mundo.
Pricila Bustamante Stephan
Pouso Alegre, MG

VEJA deveria custar 65 reais, a fim de atingir o público "top". Não me enquadro no tipo de mulher que a revista identificou como "moderna". Desculpem-me o desabafo, vocês merecem minha consideração e respeito pelo trabalho excepcional. Mas, desta vez, pisaram na bola.
Patrícia M.P. Giardini
Ponta Grossa, PR

 

Ensaio

Surrealismo? Sim, Roberto Pompeu de Toledo tem razão ("Sobre veados, flamingos e outros bichos", 20 de agosto). Afinal, por não carregarem nenhuma culpa, os bichos não deveriam ter sido envolvidos em querelas humanas. Mas, de todo o ocorrido, a pior manifestação foi a do pecado capital da prefeita Marta ex-Suplicy. O Largo de São Francisco, de direito, há 73 anos é território livre, conforme proclamado pelos estudantes em 11 de agosto de 1930. Assim, sua natureza de local devotado à liberdade de expressão independia de qualquer ato pretensioso de uma autoridade municipal.
Pedro Luís de Campos Vergueiro
São Paulo, SP

 

Guia

Como usuário de implante coclear e moderador do Fórum de Implante Coclear na internet, gostaria de esclarecer que a pesquisa citada na nota "Meningite e implante auditivo" (13 de agosto) não mostrou fatos importantes como o de que o responsável pelo aumento do risco de meningite bacteriana em crianças que fazem implante coclear foi obrigado, pelo FDA, a retirar seus produtos do mercado americano. O fato foi exclusivamente creditado a um único fabricante que apresentou problemas no posicionador dos eletrodos que são inseridos na cóclea.
Fernando Cabral
São Paulo, SP

 

Cartas

Registro que não sou "assessora de comunicação rural no Nordeste", conforme publicado na nota "O avestruz é o bicho!" (20 de agosto). Meu cliente – o grupo Hadi S/A – é que investe na formação da cadeia produtiva do avestruz no semi-árido pernambucano, onde será realizada a 2ª Conferência Internacional de Estrutiocultura (www.hadi.com.br/conferencia), de 24 a 27 de setembro próximo, em Taquaritinga do Norte.
Bety Costa
Assessoria de imprensa e comunicação rural
betycosta@uol.com.br

 

Varig e TAM

Sobre os comentários publicados na coluna de Diogo Mainardi ("Varig e TAM", 20 de agosto), a TAM declara que são fraudulentos os dados do suposto incidente em Curitiba – citado pelo colunista como "misteriosa mensagem em código". A farsa foi distribuída pela internet anonimamente a diversos jornalistas e a empresa já tomou as providências judiciais cabíveis. O caso também foi levado aos órgãos competentes – Divisão de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, Departamento de Aviação Civil e Centro Nacional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos –, que comprovaram a falsificação das informações. A TAM lamenta ainda que o articulista se mostre desinformado sobre a verdadeira situação financeira da companhia. A empresa reitera que fechou o primeiro semestre do ano com lucro de 100 milhões, aumentou seu patrimônio líquido positivo para 300,6 milhões e encerrou julho como líder do mercado doméstico, com 34,5% de market share. Portanto, são infundadas as especulações da coluna de que a TAM corre o risco de falir.
Anahi Guedes
Assessoria de imprensa – TAM
São Paulo, SP

Compreendo, e respeito, que Diogo Mainardi não queira ser visto em minha companhia. Afinal, passei dez anos na África e dois anos no sertão nordestino. Optei por reconstruir vidas, semear esperança, difundir a fé, assentar famílias, respeitar o outro, amar o próximo. O que peço a Deus é que eu possa sempre ajudar as pessoas sofridas que estiverem a meu lado.
Senador Marcelo Crivella
Brasília, DF

CORREÇÕES: O prato que ilustrou a reportagem "Comer, beber e ainda ser feliz" (Especial VEJA Mulher, agosto de 2003) é espaguete, e não penne. Joselaine Silva Stürmer é nutricionista, e não médica, como foi publicado na seção Pergunte ao guia (Guia, 20 de agosto).

 
A doença de Alzheimer



A reportagem "Quando os neurônios morrem" (6 de agosto) comoveu os leitores de VEJA. Cento e um deles escreveram para dar depoimentos emocionados sobre sua experiência com parentes portadores do mal e agradecer as informações úteis para quem vive o problema. Lilian Alicke, presidente da Associação Brasileira de Alzheimer, que "luta no sentido de conscientizar a população de nosso país dos sintomas e dos cuidados com os portadores da doença de Alzheimer e outras demências, procurando disseminar as informações mais recentes sobre as pesquisas, tratamento e cuidados", oferece os endereços da entidade para quem quiser maiores esclarecimentos a respeito do assunto. O telefone da associação é 0800-551906, o e-mail, abraz@abraz.com.br, e seu site na internet, www.abraz.com.br.

 
Kuniazuma



No quadro da reportagem "Os gaijins dominam o sumô", o lutador brasileiro Vander Ramos aparece ranqueado como juryo, a segunda mais alta graduação do esporte. O leitor paulistano Cleber Sato, que acompanha de perto o que acontece no Japão em diversas áreas, corrige: "O brasileiro, cujo nome no sumô é Kuniazuma, já chegou a ser juryo, mas faz mais de um ano que caiu para makushita", escreveu. Ele ensina que no sumô a graduação, da mais alta para a mais baixa, é a seguinte: makuuchi, juryo, makushita, sandanme, jonidan e jonokuchi. Mais informações sobre o assunto no site da Associação Japonesa de Sumô (Nihon Sumo Kyokai): http://www.sumo.or.jp.

 
Bíblia e surfe



A reportagem "Garotos de fé", do especial VEJA Jovens (agosto de 2003), despertou uma curiosidade na leitora Jamile Araújo Rodrigues, de Salvador, Bahia. Depois de ler um pouco da história do jovem William Silva, citado na matéria como membro da igreja Bola de Neve, Jamile escreveu para a redação: "Fiquei muito curiosa para saber mais sobre a igreja". Formada por um grupo de jovens evangélicos, a igreja Bola de Neve iniciou seus cultos no auditório de uma empresa de roupas e equipamentos de surfe. Foi de lá que saiu a inspiração para a construção do púlpito de madeira em forma de prancha de surfe que a igreja ostenta. Skate, jiu-jítsu, teatro, capoeira e festas convivem com a Bíblia no culto dos jovens, que acontece nas sedes do bairro de Perdizes, em São Paulo, na Praia de Boiçucanga, Litoral Norte paulista, e em Itacaré, na Bahia. Os interessados em saber um pouco mais a respeito da igreja Bola de Neve e de seu pitoresco nome podem visitar seu site na internet (www.boladeneve.com/).

 
João Donato


O leitor Érico San Juan, de Piracicaba, informa que o CD A Bossa Muito Moderna de João Donato e Seu Conjunto (VEJA Recomenda, 13 de agosto) não é o segundo álbum da carreira do compositor, mas o terceiro. "O segundo é Muito à Vontade, de 1962, lançado pela Polydor e relançado em CD pelo selo Dubas, em 2002. O primeiro disco de Donato é Chá Dançante, lançado pela Odeon em 1956, com produção de Tom Jobim, recentemente relançado em CD pela EMI, na série Odeon 100 Anos de Música no Brasil. Nesse disco, ele tocava acordeão e o repertório era composto de baiões", escreveu Érico. Além de alguns baiões, Donato gravou no primeiro álbum samba (Se Acaso Você Chegasse, de Lupicínio Rodrigues e Felisberto Martins), choro (Carinhoso, de Pixinguinha e João de Barro) e o clássico No Rancho Fundo (Ary Barroso e Lamartine Babo). O disco saiu em CD em 2002. A Bossa Muito Moderna... é, portanto, o terceiro disco do compositor, lançado um ano depois de Muito à Vontade.

 

 
 
 
 
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