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27 de junho de 2007
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Monica Weinberg

 

Fotos Julia Moraes

Turistas experientes são unânimes ao afirmar que uma boa mala de mão é item de primeira necessidade numa viagem, sobretudo em tempos de caos nos aeroportos brasileiros. Leia-se: 22% de vôos atrasados e outros 20% cancelados neste mês.

Diante de bagagens que custam a aparecer nas esteiras (e às vezes chegam ao destino dias depois), eles dão duas sugestões aos menos viajados. A primeira: carregar um kit básico de sobrevivência na mala de mão. A outra: tentar empacotar nela todos os pertences – uma medida que vale para as viagens mais curtas e exige algum desprendimento do viajante para economizar nas peças de roupa.

 

A pedido de VEJA, a aeromoça Leandra Cecília Pedroni testou os cinco modelos do gênero mais vendidos no Brasil. Para avaliar o desempenho de cada mala, ela simulou situações rotineiras na vida de um turista no aeroporto – dentro e fora do avião. Aos 33 anos, 9 500 horas de vôo e milhares de malas manuseadas no currículo, a aeromoça fez comentários sobre as malas e lhes conferiu notas de 1 a 5. Eis os resultados.

SITUAÇÃO 1: PERCORRENDO O AEROPORTO COM A MALA NA MÃO

KIPLING: é a que desliza melhor – não perde a velocidade nem mesmo ao esbarrar com as irregularidades do carpete
Nota: 5

BENETTON: como a da Kipling, vai bem sobre tipos diversos de superfície – mas é um pouco mais pesada
Nota: 4

SAMSONITE: embora tenha demonstrado certa instabilidade ao longo do passeio, é a única que consegue fazer giros de 360 graus
Nota: 4

SESTINI: teve dificuldade em vencer pisos menos lisos – e fez barulho ao deslizar pelos corredores
Nota: 2

PRIMÍCIA: no vaivém do aeroporto, parece ser a mais pesada das cinco malas
Nota: 3

 

SITUAÇÃO 2: HORA DE COLOCAR A MALA NO COMPARTIMENTO SUPERIOR DO AVIÃO

KIPLING: entre os modelos testados, esse é o mais leve e o menos espaçoso – nenhum outro cabe debaixo da poltrona
Nota: 5

BENETTON: com alças retráteis bem embutidas e pés pequenos, dificilmente se engancha nas malas vizinhas
Nota: 5

SAMSONITE: mais larga e mais pesada, exige certo esforço para ser encaixada no compartimento
Nota: 4

SESTINI: a maior entre as cinco malas, demanda algum suor para ser acomodada
Nota: 2

PRIMÍCIA: os pés em forma de cone e a alça fixa podem atrapalhar quando o bagageiro está mais cheio
Nota: 3

 

SITUAÇÃO 3: A MALA DE MÃO VOLTOU LOTADA  

KIPLING: mala média, com um ponto que merece destaque: de material flexível, acomoda bem o excesso de bagagem
Nota: 3

BENETTON: de médio porte, tem uma desvantagem para quem costuma voltar carregado para casa: à base de resina, é a menos flexível na hora de acomodar uma peça a mais de roupa
Nota: 3

SAMSONITE: com dois bolsos externos e a capacidade de ficar 15% maior por meio de um sistema de expansão, é a campeã em espaço, junto com a mala da Sestini
Nota: 5

SESTINI: espaçosa, é a única das malas em questão que vem com uma alça desenhada para alojar outra bolsa na parte superior
Nota: 5

PRIMÍCIA: é o menor dos cinco modelos avaliados
Nota: 2

 

SITUAÇÃO 4: O DONO DA MALA VIAJA PELO
MENOS UMA VEZ POR SEMANA

KIPLING: o tipo de náilon e as rodinhas de silicone tornam essa mala mais resistente à maratona de viagens
Nota: 5

BENETTON: a resina dura e as rodinhas de silicone (como as da concorrente) lhe conferem longevidade
Nota: 5

SAMSONITE: peca apenas nas rodinhas – de plástico, elas se desgastam numa velocidade maior do que as de silicone
Nota: 4

SESTINI: a placa de espuma que cobre a mala lhe garante boa resistência para enfrentar as colisões de uma viagem. Os pés em formato de cone, no entanto, logo ficam velhos
Nota: 3

PRIMÍCIA: nas mãos de um viajante contumaz, a coleção de roscas e parafusos dessa mala costuma desfalcar-se pelo caminho
Nota: 2

 

1º KIPLING
Modelo: Tucson
Preço*: 640 reais
Peso: 3,2 quilos

* Os preços publicados nesta página são os sugeridos pelos fabricantes

 
2º BENETTON
Modelo: Subway
Preço: 550 reais
Peso: 4,2 quilos

2º SAMSONITE
Modelo: Sahora Brights
Preço: 650 reais
Peso: 4,4 quilos

3º SESTINI
Modelo: Senata Plus
Preço: 170 reais
Peso: 4 quilos

 

4º PRIMÍCIA
Modelo: Rubi
Preço: 180 reais
Peso: 3,5 quilos

 

A CONCLUSÃO DA AEROMOÇA: "O modelo da Kipling é o que reúne mais qualidades essenciais a uma mala de mão: tem o tamanho perfeito para acomodar-se no avião, resiste bem às chacoalhadas de uma viagem e é o mais leve. Para quem quer gastar menos, sugiro ainda o da Sestini, de boa qualidade – e 70% mais barato"

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