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Gente
Leonardo
Marinho/Contigo
 | | Santoro:
antes do filme, curso de piano |
Mergulho
na bossa nova
Desde que aceitou viver um pianista
no novo filme de Walter Lima Jr., Os Desafinados, Rodrigo Santoro,
adepto da linha "mergulhar no personagem", cismou que ia tocar de verdade. Antes
de começar a filmar, fez três meses de aulas intensivas em casa,
no piano que comprou só para isso. "Ele não queria ter dublê
de jeito nenhum", conta o produtor Flávio Tambellini. De cavanhaque e figurino
anos 60, Santoro também está ouvindo compulsivamente os pianistas
Bill Evans e Marcus Roberts tudo para interpretar Joaquim, integrante de
um quarteto que sonha tocar no histórico concerto de bossa nova em 1962,
no Carnegie Hall, em Nova York. A voz que vem do
Vaticano Deborah
Berlinchi/Ag. Globo
 | | Padre
Marcos: solos nas missas mais importantes |
Entra
papa, sai papa, e uma voz brasileira vinda do Vaticano se fez ouvir no mundo inteiro:
o padre-cantor Marcos Pavan, 42 anos. "Canto nas missas papais há
mais de dez anos. Só fiquei famoso agora porque o papa morreu", comenta
o padre, ex-aluno da escola do Mosteiro São Bento, em São Paulo,
que ingressou no seminário em Roma em 1991 e fez carreira como músico
no Vaticano. Atualmente, padre Marcos é regente do grupo de 36 crianças
que integram o coro da Capela Sistina. Solos em missas são uma espécie
de trabalho freelance solta a voz cristalina em cerca de vinte por ano.
Sempre as mais solenes, como Natal e Páscoa. Sorte? Não. "Sou eu
quem escala os solistas", esclarece. Paris
ama Paris
The
Grosby Group
 | | A
herdeira Hilton e o herdeiro Latsis: namoro |
Visto
que adora ser notícia, a herdeira da pá virada Paris Hilton avançou
mais uma casa: arranjou um namorado que também se chama Paris. No caso,
pronunciado à grega, como o personagem homérico: Paris Latsis,
que também é herdeiro (de uma empresa de navegação)
e mora em Los Angeles. Sem precisar bater ponto, seu trabalho atual é acompanhá-la
a toda parte, inclusive ao set onde, de peruca castanha, a Paris (que acaba de
romper oficialmente com sua parceira de reality show, Nicole Ritchie) faz um filme,
Bottoms Up. Será sua estréia nas telas de cinema,
bem entendido. Em vídeo, ela já é conhecidíssima.
Aprendendo no horário nobre Gustavo
Stephan
 | | Cleo:
estréia no palco da mamãe Glória |
Não quero, não sei, talvez, pode ser... O.k., aceito. Depois de
muito hesitar, Cleo Pires, a filha de Glória, enfim faz seu primeiro papel
na TV, direto no horário nobre. Em América, é Lurdinha,
adolescente que seduz o pai da melhor amiga, vivido por Edson Celulari. "Ela é
uma maluca-beleza. Estou me divertindo muito", diz Cleo, 22 anos, muitos elogios,
pouquíssimas aulas de interpretação e um filme
Benjamin no currículo. Ela conta que os colegas de novela são
ótimos professores; já mamãe, que praticamente cresceu diante
das câmeras, não dá palpite algum: "Ela sempre prefere que
eu aprenda a me virar sozinha". Cobrar menos faz parte
Leoanrdo
Lemos
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Alguém
se lembra do vencedor do primeiro Big Brother Brasil? Kléber Bambam
(safra 2002, prêmio de 500 000 reais) diz que batalha para não sair
da memória popular: o programa "abre muitas portas, mas a gente precisa
continuar produzindo". Ele, por exemplo, formou um grupo de dança, Kléber
Bambam e as Pedritas, e tira "de 10 000 a 20 000 por mês".
O
QUE VOCÊ FEZ COM SEU PRÊMIO? A primeira coisa que eu comprei
foi um tênis Nike Shox. Sou viciado em tênis (tenho oito Shox, catorze
no total), celular (tenho três) e carro (tive um BMW, troquei por um Cherokee).
Comprei dois apartamentos no Rio, que estão alugados, um jet ski e uma
moto. Comprei terras e fiz uma viagem a Los Angeles. PASSADOS
TRÊS ANOS, O NÚMERO DE CONVITES PARA APRESENTAÇÕES
DIMINUIU? Acho que hoje faço até mais eventos que antes,
porque o valor ficou mais acessível. Antes eu cobrava até 12 000
reais. Hoje cobro 5 000, 6 000 com o grupo. AINDA
DANÇA VALSA COM DEBUTANTES? Danço, sim. Quando eu saí
do Big Brother, lapidei tudo: fiz aula de dança, aula com fonoaudióloga,
procurei fazer curso de interpretação e amadureci também.
AINDA GANHA MUITA COISA? Nunca mais paguei
academia, nem para cortar cabelo, nem minhas tatuagens. E tenho descontos em restaurantes.
VALEU A PENA? Valeu, sim. Sofri
críticas e preconceito, mas, se Deus não agradou a gregos e coreanos,
por que a gente vai agradar? Eu até participaria de outro. Gostaria de
ter ganho aquele 1 milhão.
Editado por Lizia Bydlowski. Colaboraram Bel Moherdaui e Roberta Salomone |