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Cartas
 | "VEJA
deu o pontapé inicial para a recuperação da cidade que, um
dia, foi maravilhosa. Parabéns!" Sergio
Dias Nunes São Caetano do Sul,
SP | Rio de
Janeiro O trabalho sobre o Rio publicado por VEJA é
talvez uma das peças mais importantes que permitirão mudar o destino
da cidade. A competência jornalística e a acuidade merecem aplauso
de todos aqueles que amam e honram o passado de nossa cidade e que são
capazes de refletir em admirável síntese jornalística as
esperanças que temos para o futuro. Abraços cariocas. Israel
Klabin Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável
www.fbds.org.br
Muitas vezes tive vontade de me mudar para uma cidade
sem tanta violência. Mas ao mesmo tempo pensava: não posso desistir.
VEJA mostrou que é possível ficar, e que nós, cariocas, podemos
colaborar para reconstruir a nossa cidade maravilhosa ("A longa noite do Rio e
seu passado ensolarado" e "O Rio tem solução", 20 de abril).
Marize de Lima e Silva Rio de Janeiro, RJ
O Rio tem solução mesmo, bastam a vontade política e o compromisso
moral dos tomadores de decisão nessa retomada do resgate aos velhos tempos
e proporcionar ao povo brasileiro, especialmente ao carioca, e dando ênfase
ao turismo, melhores condições de segurança, educação,
transporte e habitação. Maurício Alves Rodrigues Pugas
Diretor executivo da Câmara de Dirigentes Lojistas de Rondonópolis,
MT Que o passado glorioso não seja esquecido
e sirva de exemplo para esta e para as futuras gerações. Com a ajuda
de toda a população de bem e de políticos compromissados
com a cidade, o Rio de Janeiro voltará a ser lindo. Silvério
Carlos Dias de Oliveira Campinas, SP
No artigo "O Rio tem solução", é citado o exemplo de Nova
Orleans como sendo uma cidade que reduziu sensivelmente seus índices de
criminalidade. Não foi dito, entretanto, que a Louisiana é um dos
35 estados dos EUA que adotaram o "porte de arma não discricionário",
isto é, as autoridades não podem negar a licença de porte
de arma ao cidadão que atender a todas as exigências impostas pelo
governo. O exemplo de Nova Orleans (entre outros) mostra que o porte de arma por
cidadãos é um fator inibidor da criminalidade e uma eficaz política
de segurança pública. Leonardo Arruda Diretor da
Associação Nacional dos Proprietários e Comerciantes de Armas
(ANPCA) São João do Meriti, RJ
Moro no Rio há dez meses, vim de Curitiba, onde vivi por oito anos, e,
antes disso, morei em São Paulo, também por oito anos. Sou capixaba
e não teria motivo nenhum para reclamar do Rio de Janeiro. A violência
já não me assusta tanto, ando de carro por todo lado e às
vezes até de vidro aberto. Mas o que mais me impressiona, ou na verdade
mais me incomoda, é a cultura do carioca em querer levar vantagem sempre.
Eles só tratam bem você quando sabem que vão levar algo em
troca. São arrogantes e mal-educados e se acham donos da verdade. Acham
que ser carioca é um "superpoder". Talvez a solução para
o Rio fosse os cariocas baixarem um pouco a bola e deixarem, sei lá, paulistanos,
curitibanos organizar um pouco essa bagunça. Minha relação
com os cariocas é tolerância zero! Adriana Schneider Rio
de Janeiro, RJ Vivo no Rio há 27
anos, mais da metade da minha vida. Considero-me um carioca da gema, apesar de
traído pelos esses, que não chio. Aqui fui recebido de braços
abertos por um povo gentil, hospitaleiro, alegre, amigo de verdade. Aqui construí
minha vida e aprendi a amar profundamente esta cidade. Nós seremos capazes
de extirpar os políticos ladrões e, conseqüentemente, o poder
paralelo do crime organizado e os policiais bandidos. Nino Gariglio
Rio de Janeiro, RJ Por que será
que somos tão covardes? Por qual motivo ficamos nos lamentando ao ver o
Rio se despedaçar, degradar e enfear sem fazer uma gritaria dos diabos?
Como votamos, sem cobrar depois, naqueles que ficam prometendo cuidar do Rio mas
não amam a cidade políticos profissionais que querem apenas
se eleger e esquecem o Rio que os cariocas tanto amam? Temos de reclamar, exigir,
não só olhar a cadeia de montanhas e ficar lamentando como tanta
beleza pode ser negligenciada. Ana Maria Xavier Por e-mail
A reportagem oportuna e inédita deixou-me
nostálgico com o passado esplêndido apesar de não tê-lo
vivido e na expectativa de um futuro melhor. O brilhantismo da cidade abraçada
pelo Cristo não deve ser abatido pela ignorância dos governantes,
pela devassidão das instituições e pela audácia dos
criminosos. Anderson Mascarenhas Santos Santo Antônio de
Jesus, BA Os cariocas foram incompetentes
em não se valer de todas as benesses, acreditando talvez, por vaidade exacerbada,
que, por a cidade ser privilegiada por natureza, as condições de
capital cultural, política e financeira do país seriam eternas.
Um engano que já passou da hora de poder ser corrigido. Pedro Allan
Purcell Londrina, PR Nós,
apaixonados pelo Rio e por seu lugar de síntese brasileira, ansiamos pelo
retorno de nosso direito de ser governados não por provincianos populistas,
mas por quem seja representante dessa paixão. Francisco Daudt da
Veiga Rio de Janeiro, RJ Realmente,
há muita diferença dos anos 50 com os de hoje. Anos 50, época
de classe e elegância. Hoje, vulgaridade e péssimo gosto. Curiosamente,
VEJA nos mostra na mesma revista essa distinção. Se não,
vejamos: compare a foto da atriz Tônia Carrero (capa) com a de Carolina
Ferraz e a de Uma Thurman (Veja essa). Assis Noronha São
Luís, MA Edição 1 901
VEJA foi inteiramente feliz e competente na escolha dos assuntos enfocados, a
começar pela entrevista com Jane Fonda (Amarelas), mostrando conhecimento
da prática da vida em profundidade e erudição na medida certa.
A reportagem "O triunfo do desrespeito" trata as duas questões, a da invasão
e a do agronegócio, com propriedade e conhecimento de causa. A reportagem
"Obrigado, papai" está simplesmente sensacional, no alerta e estímulo
descomprometido no combate ao nepotismo de forma clara, didática e desprovida
de ilusões a curto prazo, uma vez que faz parte do fisiologismo brasileiro,
que é gigante e centenário. André Petry está magistral
em "Todos contra Vera...". Isso demonstra a grandeza da revista ao enxergar, no
pequeno exemplo, uma injustiça que faz corar qualquer homem de bem. Isso
realmente ajuda a mudar o país. Do lado vemos a reportagem "Crise de identidade",
mostrando em profundidade a indefinição dos caminhos do PT em face
do conhecimento real da nossa complicada realidade política. O caso Dantas
("Dantas visita o inferno"), impecável! Expõe nossas mazelas e a
convivência de todos os nossos figurões com todo tipo de pessoa,
em que ao longe não se consegue distinguir quem é quem quando se
trata de caráter. A reportagem sobre o Rio de Janeiro (capa), perfeita!
"Auto-retrato", muito crítico e oportuno. VEJA nos ajuda a sair da superficialidade,
faz críticas consonantes com a ansiedade da sociedade, contribui para sairmos
desse fisiologismo doentio que açoita nosso povo. Esse é o grande
papel de nossa imprensa. Leandro Borges Por e-mail
Ambiente
Sobre a excelente reportagem "As ações entre novos amigos" (13 de
abril), gostaríamos de esclarecer que o Grupo Andre Maggi nunca teve problemas
com empréstimos nacionais ou internacionais por ações de
ambientalistas; ao contrário, as relações com bancos internacionais
têm melhorado bastante em virtude do reconhecimento do trabalho que temos
realizado nessa área. Ana Bustamante Coordenadoria Social
e Comunicações Rondonópolis, MT
Governo
Concordo com VEJA que é uma boa idéia abrir primeiro os envelopes
de preço nas licitações públicas, para em seguida
verificar os dados cadastrais somente da vencedora ("Cabeças pensando",
13 de abril). A Bahia já adotou legalmente essa prática: a Lei Estadual
nº 9433/05, sancionada pelo governador Paulo Souto em 1º de março
e que passa a vigorar em 31 de maio, tem entre as suas principais inovações
justamente a inversão das fases do procedimento licitatório.
Marcelo Barros Secretário da Administração do
Estado da Bahia Salvador, BA
Rio de Janeiro 2 Iniciativas que
engrandecem a nossa cidade são sempre motivo de alegria e satisfação
para todos que amam o Rio de Janeiro. Abrir a edição 1 901 da revista
VEJA foi uma grata surpresa. Matérias de conteúdo relevante como
essa são de extrema importância para consolidar o trabalho de tornar
o Rio ainda mais especial. Rubem Medina Secretário Especial
de Turismo da Cidade do Rio de Janeiro (RJ)
Guia Como dermatologista de um país
tropical, fiquei preocupado com as sugestões oferecidas em relação
ao uso do limão ("Novos usos para velhos conhecidos", Guia, 20 de abril).
Seria extremamente conveniente advertir os leitores de que o contato sobretudo
do sumo do limão com a pele seguido de exposição solar pode
causar queimadura. Aliás, muito comum entre aqueles que manuseiam limão
ao preparar caipirinha, limonada ou ao utilizá-lo como tempero no camarão
etc. e ficam expostos ao sol. Portanto, fica aqui a dica de que sempre se deve
lavar as mãos após o contato com o limão ou com outras frutas
cítricas durante o dia. David R. Azulay Chefe do Instituto
de Dermatologia da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro Rio
de Janeiro, RJ
Armas A Associação
Nacional dos Proprietários e Comerciantes de Armas (ANPCA) agradece a postura
de esclarecimento e mostra da verdade que está norteando as matérias
envolvendo o estatuto do desarmamento na revista VEJA ("O alvo errado do plebiscito",
Contexto, 20 de abril). Um dia, toda a grande imprensa perceberá o mal
que o desarmamento daqueles que cumprem a lei irá provocar à sociedade
em geral. Só espero que, para o bem das futuras gerações,
esse dia não demore muito e então seja tarde demais. Antonio
Alves Presidente da ANPCA Por e-mail
Millôr Muito infeliz foi Millôr
("O Grito", 20 de abril). A obra máxima do expressionista Eduard Münch,
reproduzindo em todas as suas nuanças o sentimento humano, já foi
usada e abusada por muitos cartunistas. Isso não é originalidade.
Não vi no trabalho de Millôr nenhuma inspiração ou
transpiração. Giovanni Paulo de Vasconcelos Silva
Fortaleza, CE O que é a genialidade
humana? Eu não sei definir, mas vi um vislumbre dela na página de
Millôr, na edição 1.901 de VEJA. Alan Wilter Sousa
da Silva Petrópolis, RJ
Lya Luft A vida nos dá muitos
presentes. No domingo 17, eu fazia aniversário. Ao abrir minha VEJA, fui
direto para a coluna do Diogo Mainardi, sempre a primeira coisa que leio na revista.
Em seguida, li o Ponto de vista (Lya Luft), minha segunda leitura obrigatória.
Sem dúvida, foi um grande presente de aniversário. Um texto reflexivo
(como sempre!) que se encaixou perfeitamente na data. Obrigado, Lya. Fernando
Pedroso Por e-mail
Diogo Mainardi Sugiro uma segunda
entrevista entre Diogo Mainardi e Millôr Fernandes. Para que eles coloquem
seus neurônios privilegiados na busca de uma solução para
o nosso querido país. Que ambos são cultos, mestres na ironia e
na arte do bem viver, ninguém dúvida. Mas e daí? Só
isso resolve? ("Oposicionistas de poltrona", 20 de abril) Hermínio
Silva Júnior São Paulo, SP
Diogo Mainardi é muito presunçoso e arrogante. Parece um tucaninho
emplumado a serviço dos FHcistas de plantão que não se conformam
com a perda do poder. Eu dispenso essa coluna. Não me acrescenta nada.
Passo muito bem sem ela. Fernando Vieira Pereira Por e-mail
Especial II Guerra (VEJA
on-line) Parabéns pela ousadia
e pela criatividade em presentear os leitores com onze edições especiais
sobre um assunto tão interessante que a humanidade nunca poderá
esquecer. Vai ser um show de notícias (especial on-line "II Guerra Mundial",
abril de 2005). Genelva de A. Barbosa Nascimento Mogi Mirim, SP
Como grande entusiasta do assunto,
gostaria de parabenizar VEJA pela forma brilhante com que aborda o tema II Guerra
Mundial no site www.veja.com.br. Original e simplesmente primoroso o recurso de
"voltar no tempo"! É preciso lembrar sempre o que aconteceu, na tentativa
de evitar mais barbáries no nosso tempo. Parabéns pelo belo trabalho!
João Barone Por e-mail
Jane Fonda Escrevo entre deslumbrada
e sensibilizada com a entrevista com Jane Fonda (Amarelas, 20 de abril). Que maravilha
é reiterar a constatação de que a maturidade pode e deve
trazer-nos o bônus da sabedoria, como fez a ela! Que pessoa incrível
se tornou. Maria Thereza Mascarenhas Por e-mail
Nós, mulheres, não mais jovens, não mais bonitas, encontramos
nas palavras de Jane Fonda o indício de que estamos no caminho certo! Ser
verdadeira e inteira, não importa o que os outros esperem de nós!
Vencer frustrações de longa data, mesmo que remontem à infância!
Enfrentar o espelho e não se sentir mais bela, mas sem dor. Estar sozinha
sem ser só, porque pronta para recomeçar, sempre e sempre! Maria
das Graças Targino Teresina, PI
Gandhi, o Mahatma, já havia feito uma interpretação fantástica
sobre esta busca: "Não existe um caminho para a felicidade, a felicidade
é o caminho". Parabéns Jane Fonda, por haver dado o melhor de si
para sua própria conquista, e parabéns a VEJA, pela atenção
de nos informar. Marcia Andrade Silva São Paulo, SP
Tancredo Neves
Alguns fatos na história de um país,
depois de esclarecidos, podem transformar grandes políticos em grandes
homens e grandes homens em grandes políticos. Tancredo foi as duas coisas.
Somos mesmo um país interessante. Tivemos três gritos de independência:
o primeiro com dom Pedro, o segundo com Tiradentes e o terceiro com o doutor Tancredo.
Oxalá não haja necessidade de um quarto. Afinal, nenhum desses três
homens foi clonado ("Tancredo barrou o golpe", 20 de abril). Victor Sanches
Por e-mail Quem conheceu o ex-presidente
Figueiredo sabe que ele jamais deixaria de cumprir um compromisso democrático,
que teve como base a sua origem de lutas herdada de seu pai, que lhe ensinou o
respeito à Constituição de nosso país. Eraldo
Alves da Cruz Brasília, DF
Poeta laureado Camilla rima com tequila
que lembra embriaguez. A embriaguez do amor e da felicidade estampada no
sorriso dos noivos. Diana teve o casamento do século. O conto de fadas,
porém, quem vive é Camilla Parker-Bowles. Jovem, bela e elegante,
a infeliz princesa não conseguiu despertar o interesse do príncipe
Charles, que a trocou pela velhusca, feiosa e desajeitada plebéia. Um amor
que resistiu a três décadas e muita oposição. Execrada
pela realeza e pelo povo, Camilla riu por último. Como diria minha avó:
"Só ela que tem, só ele que sabe!". Que romântico ("Camilla
rima com quê?", 20 de abril)! Celia Flores Gangl Brasília,
DF Nepotismo
Muito bem-feita a analogia entre
o emprego público e o privado, para explicar o abominável uso do
nepotismo no Brasil. A prática é tão escandalosa que, como
diz a reportagem, "Obrigado, papai" (20 de abril). Élia de Castro
Panelli Meira Salvador, BA
Daniel Dantas Coitado do barão
de Mauá ao ser comparado a Daniel Dantas. Deve ter revirado três
vezes no túmulo ("Dantas visita o inferno", 20 de abril). Gabriel
Marques São Paulo, SP
Religião A matéria
"O culto a João Paulo (o I, não o II)", de 20 de abril, soube relembrar
os verdadeiros princípios da Igreja, além de homenagear a memória
de João Paulo I. Um texto escrito de forma simples e com um desfecho comovente.
Parabéns a VEJA. Alexandre Nakamura Bauru, SP
Roberto Pompeu de Toledo
Somente o talento de Roberto Pompeu de Toledo para descrever o show de horrores
no qual se transformou o governo ("A hora da esbórnia", Ensaio, 20 de abril).
Helcio Bueno Londres, Inglaterra
CORREÇÃO: Dom Angelo Scola faz parte
do movimento Comunhão e Libertação, e não Comunhão
e Liberdade (edição histórica João Paulo II, abril
de 2005).
| Gregory Colbert e os animais
A
reportagem "Retratos de família" (6 de abril) mostrou o trabalho do fotógrafo
e cinegrafista canadense Gregory Colbert, responsável pela exposição
Ashes and Snow, em Nova York, sobre os laços entre habitantes de
várias partes do mundo e animais selvagens. Os leitores, além de
elogiar a matéria, ficaram fascinados pelas belas imagens captadas pelo
artista canadense. Muitas delas podem ser vistas e adquiridas no site www.ashesandsnow.org.
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| Solução do teorema
de Fermat
No artigo "10 nohtas promissórias"
(6 de abril), o colunista Millôr escreveu que "o teorema de Fermat, proposto
há 300 anos, aparentemente sem solução, até hoje continua
com maluquetes gastando a vida atrás dela, solução". Ananias
Pereira de Souza, de Montes Claros, Minas Gerais, e outros dez leitores advertem
que esse famoso problema matemático está concluído. "Em 1993,
Andrew Wiles, professor da Universidade de Princeton, solucionou o problema e
assombrou a comunidade dos matemáticos", informou Souza. No entanto, só
em 1995 Wiles demonstrou definitivamente a resolução do teorema.
A matéria "Equações épicas" (7 de outubro de 1998)
destacou o trabalho do inglês Simon Singh: o livro O Último Teorema
de Fermat (tradução de Jorge Luiz Calife; Record; 300 páginas),
que registra os caminhos que levaram à conclusão do mais difícil
problema da matemática, formulado no século XVII pelo francês
Pierre de Fermat. | |
| A miss Universo de 1958
Ao
contrário do que VEJA informou na reportagem especial "A longa noite do
Rio e seu passado ensolarado" (20 de abril), a brasileira Adalgisa Colombo não
foi eleita miss Universo em 1958. A miss Brasil chegou à final do concurso
naquele ano, mas a vencedora foi a colombiana Luz Marina Zuluaga (foto acima).
Os sites http://www.missuniverse.com/history/index.html
e http://www.globalbeauties.com/missugallery.htm
contêm mais informações sobre a competição.
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