Edição 1902 . 27 de abril de 2005

Índice
Stephen Kanitz
Millôr
Diogo Mainardi
Tales Alvarenga
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Gente
Datas
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 

Cartas

 
"VEJA deu o pontapé inicial para a recuperação da cidade que, um dia, foi maravilhosa. Parabéns!"
Sergio Dias Nunes
São Caetano do Sul, SP

 

Rio de Janeiro

O trabalho sobre o Rio publicado por VEJA é talvez uma das peças mais importantes que permitirão mudar o destino da cidade. A competência jornalística e a acuidade merecem aplauso de todos aqueles que amam e honram o passado de nossa cidade e que são capazes de refletir em admirável síntese jornalística as esperanças que temos para o futuro. Abraços cariocas.
Israel Klabin
Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável
www.fbds.org.br  

Muitas vezes tive vontade de me mudar para uma cidade sem tanta violência. Mas ao mesmo tempo pensava: não posso desistir. VEJA mostrou que é possível ficar, e que nós, cariocas, podemos colaborar para reconstruir a nossa cidade maravilhosa ("A longa noite do Rio e seu passado ensolarado" e "O Rio tem solução", 20 de abril).
Marize de Lima e Silva
Rio de Janeiro, RJ  

O Rio tem solução mesmo, bastam a vontade política e o compromisso moral dos tomadores de decisão nessa retomada do resgate aos velhos tempos e proporcionar ao povo brasileiro, especialmente ao carioca, e dando ênfase ao turismo, melhores condições de segurança, educação, transporte e habitação.
Maurício Alves Rodrigues Pugas
Diretor executivo da Câmara de Dirigentes Lojistas de Rondonópolis, MT

Que o passado glorioso não seja esquecido e sirva de exemplo para esta e para as futuras gerações. Com a ajuda de toda a população de bem e de políticos compromissados com a cidade, o Rio de Janeiro voltará a ser lindo.
Silvério Carlos Dias de Oliveira
Campinas, SP  

No artigo "O Rio tem solução", é citado o exemplo de Nova Orleans como sendo uma cidade que reduziu sensivelmente seus índices de criminalidade. Não foi dito, entretanto, que a Louisiana é um dos 35 estados dos EUA que adotaram o "porte de arma não discricionário", isto é, as autoridades não podem negar a licença de porte de arma ao cidadão que atender a todas as exigências impostas pelo governo. O exemplo de Nova Orleans (entre outros) mostra que o porte de arma por cidadãos é um fator inibidor da criminalidade e uma eficaz política de segurança pública.
Leonardo Arruda
Diretor da Associação Nacional dos Proprietários e Comerciantes de Armas (ANPCA)
São João do Meriti, RJ  

Moro no Rio há dez meses, vim de Curitiba, onde vivi por oito anos, e, antes disso, morei em São Paulo, também por oito anos. Sou capixaba e não teria motivo nenhum para reclamar do Rio de Janeiro. A violência já não me assusta tanto, ando de carro por todo lado e às vezes até de vidro aberto. Mas o que mais me impressiona, ou na verdade mais me incomoda, é a cultura do carioca em querer levar vantagem sempre. Eles só tratam bem você quando sabem que vão levar algo em troca. São arrogantes e mal-educados e se acham donos da verdade. Acham que ser carioca é um "superpoder". Talvez a solução para o Rio fosse os cariocas baixarem um pouco a bola e deixarem, sei lá, paulistanos, curitibanos organizar um pouco essa bagunça. Minha relação com os cariocas é tolerância zero!
Adriana Schneider
Rio de Janeiro, RJ  

Vivo no Rio há 27 anos, mais da metade da minha vida. Considero-me um carioca da gema, apesar de traído pelos esses, que não chio. Aqui fui recebido de braços abertos por um povo gentil, hospitaleiro, alegre, amigo de verdade. Aqui construí minha vida e aprendi a amar profundamente esta cidade. Nós seremos capazes de extirpar os políticos ladrões e, conseqüentemente, o poder paralelo do crime organizado e os policiais bandidos.
Nino Gariglio
Rio de Janeiro, RJ  

Por que será que somos tão covardes? Por qual motivo ficamos nos lamentando ao ver o Rio se despedaçar, degradar e enfear sem fazer uma gritaria dos diabos? Como votamos, sem cobrar depois, naqueles que ficam prometendo cuidar do Rio mas não amam a cidade – políticos profissionais que querem apenas se eleger e esquecem o Rio que os cariocas tanto amam? Temos de reclamar, exigir, não só olhar a cadeia de montanhas e ficar lamentando como tanta beleza pode ser negligenciada.
Ana Maria Xavier
Por e-mail  

A reportagem oportuna e inédita deixou-me nostálgico com o passado esplêndido – apesar de não tê-lo vivido – e na expectativa de um futuro melhor. O brilhantismo da cidade abraçada pelo Cristo não deve ser abatido pela ignorância dos governantes, pela devassidão das instituições e pela audácia dos criminosos.
Anderson Mascarenhas Santos
Santo Antônio de Jesus, BA  

Os cariocas foram incompetentes em não se valer de todas as benesses, acreditando talvez, por vaidade exacerbada, que, por a cidade ser privilegiada por natureza, as condições de capital cultural, política e financeira do país seriam eternas. Um engano que já passou da hora de poder ser corrigido.
Pedro Allan Purcell
Londrina, PR  

Nós, apaixonados pelo Rio e por seu lugar de síntese brasileira, ansiamos pelo retorno de nosso direito de ser governados não por provincianos populistas, mas por quem seja representante dessa paixão.
Francisco Daudt da Veiga
Rio de Janeiro, RJ  

Realmente, há muita diferença dos anos 50 com os de hoje. Anos 50, época de classe e elegância. Hoje, vulgaridade e péssimo gosto. Curiosamente, VEJA nos mostra na mesma revista essa distinção. Se não, vejamos: compare a foto da atriz Tônia Carrero (capa) com a de Carolina Ferraz e a de Uma Thurman (Veja essa).
Assis Noronha
São Luís, MA

 

Edição 1 901

VEJA foi inteiramente feliz e competente na escolha dos assuntos enfocados, a começar pela entrevista com Jane Fonda (Amarelas), mostrando conhecimento da prática da vida em profundidade e erudição na medida certa. A reportagem "O triunfo do desrespeito" trata as duas questões, a da invasão e a do agronegócio, com propriedade e conhecimento de causa. A reportagem "Obrigado, papai" está simplesmente sensacional, no alerta e estímulo descomprometido no combate ao nepotismo de forma clara, didática e desprovida de ilusões a curto prazo, uma vez que faz parte do fisiologismo brasileiro, que é gigante e centenário. André Petry está magistral em "Todos contra Vera...". Isso demonstra a grandeza da revista ao enxergar, no pequeno exemplo, uma injustiça que faz corar qualquer homem de bem. Isso realmente ajuda a mudar o país. Do lado vemos a reportagem "Crise de identidade", mostrando em profundidade a indefinição dos caminhos do PT em face do conhecimento real da nossa complicada realidade política. O caso Dantas ("Dantas visita o inferno"), impecável! Expõe nossas mazelas e a convivência de todos os nossos figurões com todo tipo de pessoa, em que ao longe não se consegue distinguir quem é quem quando se trata de caráter. A reportagem sobre o Rio de Janeiro (capa), perfeita! "Auto-retrato", muito crítico e oportuno. VEJA nos ajuda a sair da superficialidade, faz críticas consonantes com a ansiedade da sociedade, contribui para sairmos desse fisiologismo doentio que açoita nosso povo. Esse é o grande papel de nossa imprensa.
Leandro Borges
Por e-mail

 

Ambiente

Sobre a excelente reportagem "As ações entre novos amigos" (13 de abril), gostaríamos de esclarecer que o Grupo Andre Maggi nunca teve problemas com empréstimos nacionais ou internacionais por ações de ambientalistas; ao contrário, as relações com bancos internacionais têm melhorado bastante em virtude do reconhecimento do trabalho que temos realizado nessa área.
Ana Bustamante
Coordenadoria Social e Comunicações
Rondonópolis, MT

 

Governo

Concordo com VEJA que é uma boa idéia abrir primeiro os envelopes de preço nas licitações públicas, para em seguida verificar os dados cadastrais somente da vencedora ("Cabeças pensando", 13 de abril). A Bahia já adotou legalmente essa prática: a Lei Estadual nº 9433/05, sancionada pelo governador Paulo Souto em 1º de março e que passa a vigorar em 31 de maio, tem entre as suas principais inovações justamente a inversão das fases do procedimento licitatório.
Marcelo Barros
Secretário da Administração do Estado da Bahia
Salvador, BA

 

Rio de Janeiro 2

Iniciativas que engrandecem a nossa cidade são sempre motivo de alegria e satisfação para todos que amam o Rio de Janeiro. Abrir a edição 1 901 da revista VEJA foi uma grata surpresa. Matérias de conteúdo relevante como essa são de extrema importância para consolidar o trabalho de tornar o Rio ainda mais especial.
Rubem Medina
Secretário Especial de Turismo da Cidade do Rio de Janeiro (RJ)

 

Guia

Como dermatologista de um país tropical, fiquei preocupado com as sugestões oferecidas em relação ao uso do limão ("Novos usos para velhos conhecidos", Guia, 20 de abril). Seria extremamente conveniente advertir os leitores de que o contato sobretudo do sumo do limão com a pele seguido de exposição solar pode causar queimadura. Aliás, muito comum entre aqueles que manuseiam limão ao preparar caipirinha, limonada ou ao utilizá-lo como tempero no camarão etc. e ficam expostos ao sol. Portanto, fica aqui a dica de que sempre se deve lavar as mãos após o contato com o limão ou com outras frutas cítricas durante o dia.
David R. Azulay
Chefe do Instituto de Dermatologia da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, RJ

 

Armas

A Associação Nacional dos Proprietários e Comerciantes de Armas (ANPCA) agradece a postura de esclarecimento e mostra da verdade que está norteando as matérias envolvendo o estatuto do desarmamento na revista VEJA ("O alvo errado do plebiscito", Contexto, 20 de abril). Um dia, toda a grande imprensa perceberá o mal que o desarmamento daqueles que cumprem a lei irá provocar à sociedade em geral. Só espero que, para o bem das futuras gerações, esse dia não demore muito e então seja tarde demais.
Antonio Alves
Presidente da ANPCA
Por e-mail

 

Millôr

Muito infeliz foi Millôr ("O Grito", 20 de abril). A obra máxima do expressionista Eduard Münch, reproduzindo em todas as suas nuanças o sentimento humano, já foi usada e abusada por muitos cartunistas. Isso não é originalidade. Não vi no trabalho de Millôr nenhuma inspiração ou transpiração.
Giovanni Paulo de Vasconcelos Silva
Fortaleza, CE

O que é a genialidade humana? Eu não sei definir, mas vi um vislumbre dela na página de Millôr, na edição 1.901 de VEJA.
Alan Wilter Sousa da Silva
Petrópolis, RJ

 

Lya Luft

A vida nos dá muitos presentes. No domingo 17, eu fazia aniversário. Ao abrir minha VEJA, fui direto para a coluna do Diogo Mainardi, sempre a primeira coisa que leio na revista. Em seguida, li o Ponto de vista (Lya Luft), minha segunda leitura obrigatória. Sem dúvida, foi um grande presente de aniversário. Um texto reflexivo (como sempre!) que se encaixou perfeitamente na data. Obrigado, Lya.
Fernando Pedroso
Por e-mail

 

Diogo Mainardi

Sugiro uma segunda entrevista entre Diogo Mainardi e Millôr Fernandes. Para que eles coloquem seus neurônios privilegiados na busca de uma solução para o nosso querido país. Que ambos são cultos, mestres na ironia e na arte do bem viver, ninguém dúvida. Mas e daí? Só isso resolve? ("Oposicionistas de poltrona", 20 de abril)
Hermínio Silva Júnior
São Paulo, SP

Diogo Mainardi é muito presunçoso e arrogante. Parece um tucaninho emplumado a serviço dos FHcistas de plantão que não se conformam com a perda do poder. Eu dispenso essa coluna. Não me acrescenta nada. Passo muito bem sem ela.
Fernando Vieira Pereira
Por e-mail

 

Especial II Guerra (VEJA on-line)

Parabéns pela ousadia e pela criatividade em presentear os leitores com onze edições especiais sobre um assunto tão interessante que a humanidade nunca poderá esquecer. Vai ser um show de notícias (especial on-line "II Guerra Mundial", abril de 2005).
Genelva de A. Barbosa Nascimento
Mogi Mirim, SP

Como grande entusiasta do assunto, gostaria de parabenizar VEJA pela forma brilhante com que aborda o tema II Guerra Mundial no site www.veja.com.br. Original e simplesmente primoroso o recurso de "voltar no tempo"! É preciso lembrar sempre o que aconteceu, na tentativa de evitar mais barbáries no nosso tempo. Parabéns pelo belo trabalho!
João Barone
Por e-mail

 

Jane Fonda

Escrevo entre deslumbrada e sensibilizada com a entrevista com Jane Fonda (Amarelas, 20 de abril). Que maravilha é reiterar a constatação de que a maturidade pode e deve trazer-nos o bônus da sabedoria, como fez a ela! Que pessoa incrível se tornou.
Maria Thereza Mascarenhas
Por e-mail

Nós, mulheres, não mais jovens, não mais bonitas, encontramos nas palavras de Jane Fonda o indício de que estamos no caminho certo! Ser verdadeira e inteira, não importa o que os outros esperem de nós! Vencer frustrações de longa data, mesmo que remontem à infância! Enfrentar o espelho e não se sentir mais bela, mas sem dor. Estar sozinha sem ser só, porque pronta para recomeçar, sempre e sempre!
Maria das Graças Targino
Teresina, PI

Gandhi, o Mahatma, já havia feito uma interpretação fantástica sobre esta busca: "Não existe um caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho". Parabéns Jane Fonda, por haver dado o melhor de si para sua própria conquista, e parabéns a VEJA, pela atenção de nos informar.
Marcia Andrade Silva
São Paulo, SP

 

Tancredo Neves

Alguns fatos na história de um país, depois de esclarecidos, podem transformar grandes políticos em grandes homens e grandes homens em grandes políticos. Tancredo foi as duas coisas. Somos mesmo um país interessante. Tivemos três gritos de independência: o primeiro com dom Pedro, o segundo com Tiradentes e o terceiro com o doutor Tancredo. Oxalá não haja necessidade de um quarto. Afinal, nenhum desses três homens foi clonado ("Tancredo barrou o golpe", 20 de abril).
Victor Sanches
Por e-mail

Quem conheceu o ex-presidente Figueiredo sabe que ele jamais deixaria de cumprir um compromisso democrático, que teve como base a sua origem de lutas herdada de seu pai, que lhe ensinou o respeito à Constituição de nosso país.
Eraldo Alves da Cruz
Brasília, DF

 

Poeta laureado

Camilla rima com tequila – que lembra embriaguez. A embriaguez do amor e da felicidade estampada no sorriso dos noivos. Diana teve o casamento do século. O conto de fadas, porém, quem vive é Camilla Parker-Bowles. Jovem, bela e elegante, a infeliz princesa não conseguiu despertar o interesse do príncipe Charles, que a trocou pela velhusca, feiosa e desajeitada plebéia. Um amor que resistiu a três décadas e muita oposição. Execrada pela realeza e pelo povo, Camilla riu por último. Como diria minha avó: "Só ela que tem, só ele que sabe!". Que romântico ("Camilla rima com quê?", 20 de abril)!
Celia Flores Gangl
Brasília, DF

 

Nepotismo

Muito bem-feita a analogia entre o emprego público e o privado, para explicar o abominável uso do nepotismo no Brasil. A prática é tão escandalosa que, como diz a reportagem, "Obrigado, papai" (20 de abril).
Élia de Castro Panelli Meira
Salvador, BA

 

Daniel Dantas

Coitado do barão de Mauá ao ser comparado a Daniel Dantas. Deve ter revirado três vezes no túmulo ("Dantas visita o inferno", 20 de abril).
Gabriel Marques
São Paulo, SP

 

Religião

A matéria "O culto a João Paulo (o I, não o II)", de 20 de abril, soube relembrar os verdadeiros princípios da Igreja, além de homenagear a memória de João Paulo I. Um texto escrito de forma simples e com um desfecho comovente. Parabéns a VEJA.
Alexandre Nakamura
Bauru, SP

 

Roberto Pompeu de Toledo

Somente o talento de Roberto Pompeu de Toledo para descrever o show de horrores no qual se transformou o governo ("A hora da esbórnia", Ensaio, 20 de abril).
Helcio Bueno
Londres, Inglaterra

 

CORREÇÃO: Dom Angelo Scola faz parte do movimento Comunhão e Libertação, e não Comunhão e Liberdade (edição histórica João Paulo II, abril de 2005).

 

 

Gregory Colbert e os animais

A reportagem "Retratos de família" (6 de abril) mostrou o trabalho do fotógrafo e cinegrafista canadense Gregory Colbert, responsável pela exposição Ashes and Snow, em Nova York, sobre os laços entre habitantes de várias partes do mundo e animais selvagens. Os leitores, além de elogiar a matéria, ficaram fascinados pelas belas imagens captadas pelo artista canadense. Muitas delas podem ser vistas e adquiridas no site www.ashesandsnow.org.

 

Solução do teorema de Fermat

No artigo "10 nohtas promissórias" (6 de abril), o colunista Millôr escreveu que "o teorema de Fermat, proposto há 300 anos, aparentemente sem solução, até hoje continua com maluquetes gastando a vida atrás dela, solução". Ananias Pereira de Souza, de Montes Claros, Minas Gerais, e outros dez leitores advertem que esse famoso problema matemático está concluído. "Em 1993, Andrew Wiles, professor da Universidade de Princeton, solucionou o problema e assombrou a comunidade dos matemáticos", informou Souza. No entanto, só em 1995 Wiles demonstrou definitivamente a resolução do teorema. A matéria "Equações épicas" (7 de outubro de 1998) destacou o trabalho do inglês Simon Singh: o livro O Último Teorema de Fermat (tradução de Jorge Luiz Calife; Record; 300 páginas), que registra os caminhos que levaram à conclusão do mais difícil problema da matemática, formulado no século XVII pelo francês Pierre de Fermat.

 

A miss Universo de 1958

Ao contrário do que VEJA informou na reportagem especial "A longa noite do Rio e seu passado ensolarado" (20 de abril), a brasileira Adalgisa Colombo não foi eleita miss Universo em 1958. A miss Brasil chegou à final do concurso naquele ano, mas a vencedora foi a colombiana Luz Marina Zuluaga (foto acima). Os sites http://www.missuniverse.com/history/index.html e http://www.globalbeauties.com/missugallery.htm contêm mais informações sobre a competição.

 
 
 
 
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