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Edição 2049

27 de fevereiro de 2008
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Cartas

"VEJA nos brindou com uma obra-prima do jornalismo médico ao abordar as metas de tratamento da tríade diabetes-hipertensão-colesterol."
Augusto Pimazoni Netto, médico
São Paulo, SP

 

Saúde sem neurose

VEJA está de parabéns pela reportagem "Abaixo a ditadura dos índices" (20 de fevereiro). É impressionante como as pessoas se preocupam em manter índices de pressão, colesterol e glicemia para evitar doenças cardiovasculares, mas muitas vezes se esquecem de praticar atividade física.
Beatriz Cabral Gontijo Coelho
Enfermeira
Bom Despacho, MG

Milhões de pessoas se entopem de medicamentos para controlar a pressão, o colesterol ou a glicemia. Mas o grande segredo para uma vida com saúde é sabedoria, autoconhecimento e, principalmente, paz interior.
Arcangelo Sforcin Filho
São Paulo, SP

Parabéns a VEJA por abordar o tema "saúde sem neurose". Só espero que o quadro "Quando o diet engorda" não estimule novas neuroses nos leitores. Afinal, ainda está longe de ser um consenso científico que os refrigerantes diet, light e zero sejam mais perniciosos do que a gordura saturada. Vale lembrar que a sacarina é utilizada há quase 120 anos. No início do século XX, o presidente americano Theodore Roosevelt (em dieta) entrou na briga, dizendo que "qualquer um que fale que a sacarina faz mal à saúde é um idiota". Embora seja fã de VEJA, gostaria de dizer às leitoras "gordinhas" que dificilmente teria emagrecido 60 quilos sem a ajuda do refrigerante dietético.
Lucilia Diniz
Empresária e escritora
Por e-mail

Gostaria de parabenizar VEJA pela abordagem séria e competente sobre as metas do tratamento do diabetes, da hipertensão e da dislipidemia. O jornalismo médico de VEJA sempre cumpre sua missão de informar com seriedade a população.
Marilia de Brito Gomes
Médica, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes
Por e-mail

VEJA foi muito feliz na reportagem "Abaixo a ditadura dos índices". As doenças cardíacas e vasculares são um terrível legado da espécie humana e tenderão a ser cada vez mais letais. Os medicamentos são úteis. Mas é preciso evitar a instalação dessas doenças com medidas preventivas individuais, em vez de nos fiarmos demasiadamente em pílulas.
Aloir Queiroz de Araújo
Cardiologista
Vitória, ES

Sou médico há 37 anos. Já vi muitos conselhos serem seguidos rigorosamente pelos pacientes e, depois, serem abandonados por descobertas da ciência. Vejo com constrangimento as publicações alar-mantes que estimulam ditaduras de comportamento do homem moderno. A medicina se constrói com o tempo e, talvez, nunca venha a ter orientações para todos os problemas que nos afligem. Parabéns pela reportagem.
Caio Moreira
Ex-presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia
Belo Horizonte, MG

A reportagem "Saúde sem neurose" leva o leigo a pensar em não tratar sua doença. Como se sabe, os tratamentos de doenças crônicas têm baixa adesão, o que torna seus riscos ainda maiores.
Wellington Oliveira
Médico
São Paulo, SP

VEJA nos brindou com uma verdadeira obra-prima do jornalismo médico ao abordar as metas de tratamento da potencialmente danosa tríade diabetes-hipertensão-colesterol.
Augusto Pimazoni Netto
Médico, coordenador do Grupo de Educação e Controle do Diabetes, da Universidade Federal de São Paulo
São Paulo, SP

 

José Eduardo Cardozo

Não sou petista. Tenho uma verdadeira ojeriza por esse partido, principalmente depois dos escândalos promovidos pelos seus filiados que se intitulam probos, éticos e transparentes. É gratificante saber que, nos seus quadros, o PT pode contar com pessoas da estirpe de José Eduardo Cardozo. Nem tudo está perdido. ("O mensalão existiu", Amarelas, 20 de fevereiro).
João Peres Galvão
Natal, RN

Quanto à entrevista por mim concedida a VEJA e publicada nas páginas amarelas, julgo oportuno esclarecer que, conforme consta fielmente transcrito no texto da entrevista, questionado sobre a existência do denominado "mensalão", afirmei que "a palavra mensalão pode ter vários sentidos". Por isso, não a utilizei em nenhum momento, optando por afirmar aquilo que, durante a CPI dos Correios, por diversas vezes já havia declarado publicamente, ou seja, que, no caso, "houve situações de ilegalidade com a destinação de recursos financeiros de forma indevida a aliados políticos". Complementei essa idéia afirmando que "nós não podemos esconder esse fato da sociedade e temos de punir quem praticou esses atos e aprender com os erros". Assim, a afirmação "O mensalão existiu", com todas as conseqüências que dela podem eventualmente ser extraídas em vários sentidos e conotações, não foi feita, em nenhum momento, por mim. Quando indagado pelo repórter sobre uma possível contradição por ter assumido a secretaria-geral do partido, que, segundo ele, seria presidido por um "aloprado", fiz uma observação que acabou não constando do texto. Afirmei que tinha por injusta essa acusação, uma vez que, no episódio em questão, absolutamente nada foi apurado contra Ricardo Berzoini.
José Eduardo Cardozo
Deputado (PT-SP) e secretário-geral do PT
Brasília, DF

Se a intenção de José Eduardo Cardozo foi a de passar por bom moço, não colou. Se foi "descobrir a pólvora", ao confessar a existência do mensalão, também não convenceu. Quem convive com malandros, trambiqueiros, tungadores do dinheiro público, salteadores da República jamais poderá personificar o papel de "mocinho".
Fernando Alves de Oliveira
São Paulo, SP

Achei José Eduardo Cardozo sincero, qualidade rara nos políticos brasileiros em geral e nos do PT em particular. Mas a conquista da estabilidade econômica é do governo FHC, que nunca poderá ser alterada nos livros de história de nenhum partido de esquerda.
Eduardo Queiroz
Luanda, Angola

José Eduardo Cardozo reconhece que "as pessoas entram na política por idealismo, por vaidade, por carreirismo e alguns até pela perspectiva do enriquecimento", mas nada faz para acabar com isso e se alinha a mensaleiros e aloprados ao assumir a secretaria-geral do PT. Quem com porcos se mistura, farelo come!
Belmiro Deusdete
Alagoinhas, BA

A cara de bom moço do secretário-geral do PT me lembra de continuar não acreditando em Papai Noel, mas morrer de medo do Lobo Mau vestido de Chapeuzinho Vermelho. Sou militante do PT e não acho que esse senhor tenha autoridade para fazer juízo de valor sobre qualquer companheiro. Zé Eduar-do é o lobo que comeu a Vovozinha e está dando uma de Chapeuzinho.
William Ali Chaim
São Paulo, SP

 

Cartões corporativos

Sugiro ao senador Neuto de Conto e ao deputado Luiz Sérgio que, ao lado do nome dos integrantes da CPI, adicionem uma coluna em que cada membro da CPI possa colocar seu sabor preferido de pizza. Ou alguém duvida que essa CPI terminará em pizza? E o pagamento da pizza, claro, será feito com cartão corporativo ("A fábula da CPI dos cartões", 20 de fevereiro).
Luiz Eduardo Silva Daniele
São Paulo, SP

Depois do uso abusivo dos cartões corporativos, acho que passou da hora de o povo bancar o Capitão Nascimento e gritar para o presidente, seus ministros e a totalidade da atual legislatura do Congresso: "Pede pra sair!".
Nei Martins André
Florianópolis, SC

Quando governo e oposição chegam a um consenso sobre a melhor forma de apurar o caso, fica evidente o interesse de jogar a sujeira para baixo do tapete.
Paulo Carvalho
Brasília, DF

 

Cartões corporativos

Esclarecedora a reportagem "A fábula da CPI dos cartões" (20 de fevereiro). Sua chamada, entretanto, não deveria proclamar "Acordo com a oposição...". Mais precisos seriam termos como negociata, maquinação, conluio, conspiração e conchavo, esses, sim, coerentes com a atitude nefasta e desonesta dos políticos que nos sonegam a verdade.
Paulo Gilberto Morais dos Santos
João Pessoa, PB

Os nossos parlamentares devem ser os únicos no mundo a formar uma comissão para investigar se reforma de mesa de sinuca e compra de tapioca, bebida e outras quinquilharias com dinheiro público são atos ilegais. As faturas dos cartões não bastam para revelar as irregularidades. Como ficou claro na reportagem, estão tentando combater uma farra com outra.
Adalberto Alves de Matos
Barra do Garças, MT

 

Lya Luft

O Ponto de vista "Falta de educação e velocidade" (20 de fevereiro), de Lya Luft, relata exatamente o cotidiano enfrentado por milhares de brasileiros. Um trânsito de "valentes", de pessoas indiferentes às conseqüências de seus atos. Um fato vivido por mim no último fim de semana, em passeio recente, mostrou um jovem, aparentemente bêbado, sem condições de dirigir, ultrapassando perigosamente um caminhão. Eu, em sentido contrário, tive de jogar o carro no acostamento para permitir a passagem do "motorista". História de ficção? Não. O nosso Brasil.
Wisland Schneider
Chopinzinho, PR

Sim, nós somos uns irresponsáveis, inconseqüentes, ignorantes, mas principalmente indisciplinados no trânsito. Por quê? Porque a maioria dos brasileiros nunca recebeu uma educação em sua casa. A ordem e a disciplina são as molas mestras de uma civilização que se possa chamar como tal.
Károly J. Gombert
Vinhedo, SP

Eu estava em uma pequena cidade suíça caminhando pela calçada em diagonal, como se fosse atravessar a rua. Não havia faixa de pedestres nem semáforo, e eu estava na calçada. Um ônibus vindo pela rua começou a diminuir a velocidade e seu condutor sinalizou-me para atravessar, já que minha caminhada indicava que eu pretendia atravessar a rua. E parou o ônibus. Só em razão de uma suposta intenção deste pedestre de fazer a travessia. Ou seja, grande Lya: não é só autoridade ou temor à lei, é índole, é cidadania, é educação de berço.
Rubem Prado Hoffmann Jr.
São Paulo, SP

Alguém já me deve ter tido por mal-educado pelo simples fato de que solicitando ultrapassagem pela esquerda, dentro da velocidade a mim permitida numa via de mais de uma faixa, não ter sido atendido e ter-me contentado em cortar pela direita. Enquanto policiais rodoviários municipais, estaduais ou federais se preo-cupam com itens como equipamentos obrigatórios, velocidade exagerada, entre outros, dezenas de condutores se acidentam ou perdem a vida porque tentam ultrapassar pela direita, após sucessivas solicitações não atendidas.
Daladier Lima dos Santos
Igarassu, PE

 

Joanna Maranhão

Admirável a atitude da nadadora Joanna Maranhão ("Uma dor sem tamanho", 20 de fevereiro). É necessário ter muita coragem para fazer uma denúncia dessa natureza, já que a violência não se resume apenas ao ato físico do agressor. Na realidade, a criança ou adolescente vítima de violência sexual sofre duas vezes. Primeiro com o ato de um adulto em quem supostamente deveria confiar. Num segundo momento, o sofrimento é gerado por pessoas ligadas ao agressor (família, amigos, conhecidos ou mesmo o próprio violador) que buscam desmerecer a denúncia, dizendo que se trata de fantasia ou de simples mentira. É uma tentativa de fazer da vítima uma pessoa perturbada e, portanto, não merecedora de crédito.
Zelinda Rosa Scotti
Curitiba, PR

Pensei que já tivesse superado, mas, ao ler a reportagem sobre Joanna Maranhão, me veio tudo à tona novamente. Sofri abuso sexual aos 7 anos e não tive a coragem de Joanna para contar a minha família. Ao sofrer o abuso, a criança não entende o que aconteceu e se sente culpada de algo que nem sabe o que é. É humilhante! Paga-se um preço muito alto por toda a vida. Estou com 48 anos, sou pai de três filhos e chorei muito ao ler a matéria. Parabéns, Joanna, você é brilhante, como atleta e como ser humano.
Augusto Costa
Salvador, BA

Emocionei-me ao ler o relato da atleta (cheguei a ler três vezes a reportagem), sei o tamanho da sua dor e conheço suas marcas. A leveza que hoje nossa campeã sente, por ter falado do abuso sofrido na infância, é de apertar o coração. Sofri o mesmo tipo de violência, com uma diferença: o agressor foi o meu próprio pai. Assim como Joanna Maranhão, também falei dos abusos que sofri, no dia 31 de maio de 2006, fazendo uma denúncia ao Ministério Público Estadual de Alagoas. Hoje o processo tramita no Tribunal de Justiça e o procurador-geral de Justiça pediu sua prisão preventiva.
L.R.A.
Maceió, AL

O abuso sexual sofrido por essa jovem, ou qualquer outro tipo de molestamento a crianças, é absolutamente hediondo. Porém, uma pergunta não quer calar: por que só agora, decorridos onze anos, essa história veio à tona? Que tipo de pai/mãe tem essa jovem, que escuta a filha falar de molestamento e chega à conclusão: "Nunca mais pense nisso, minha filha, vamos tocar a nossa vida para frente!". Por que não foram à polícia na época?
Gustavus Adolfus
Birmingham, Inglaterra

 

Educação

O candidato à Presidência da República do Brasil Cristovam Buarque insistia na assertiva: ninguém conseguirá mudar este país sem uma educação de qualidade. VEJA, em sua reportagem "A melhor escola do mundo" (20 de fevereiro), acerca do sistema educacional implantado na Finlândia, ratifica o pensamento de Buarque. Com medidas simples e fundamentais em dois pontos básicos – currículo amplo e a formação de professores capazes –, o governo daquele país conseguiu ter os seus alunos muito bem preparados para o exercício da cidadania e o mercado de trabalho. E nós, diante de tanto desperdício de recursos públicos, quando seguiremos esse exemplo?
Nelson Santiago Filho
João Pessoa, PB

Simplicidade de processos internos, descentralização profissional, transparência na gestão de orçamento público e pouca demagogia contribuíram para o crescimento educacional na Finlândia. Lamentavelmente, esses estágios estão longe da realidade educacional brasileira, na qual o orçamento da educação está aliado à incompetência.
Fredy Nilson Garcia Panduro
São Paulo, SP

Quando vemos reportagens como essa, podemos observar o abismo que existe entre a educação do Brasil e a de outros países do Primeiro Mundo. Sabemos que o Brasil tem uma população 35 vezes maior do que a da Finlândia, e dessa forma fica difícil fazer uma comparação, mas o que precisamos aprender é que, quando os recursos são bem aplicados, os resultados aparecem e sem dúvida fazem a diferença no futuro, seja ele a curto, médio ou longo prazos. Infelizmente, investir na educação no Brasil não dá muito retorno nas urnas, pois os políticos precisam de votos a cada quatro anos, e os resultados de uma educação bem estruturada demoram mais do que isso para aparecer.
Alexandre Borsato
Petrópolis, RJ

 

PET versus lata

Em resposta à carta do presidente da Abipet (seção Cartas, 20 de fevereiro), cumpre-nos esclarecer que a lata de aço é a mais inviolável, resistente e segura dentre todas as embalagens, justamente porque é feita de aço e não de plástico. Aliás, dadas as qualidades da matéria-prima, o Super-Homem é chamado também de Homem de Aço (e não de plástico). Sem dúvida, o aço não é transparente como o plástico. Essa, entretanto, é uma falsa vantagem do PET, uma vez que a transparência, ao permitir a entrada da luz, provoca a oxidação do óleo e o torna rançoso em pouco tempo. Para evitar esse fenômeno, os óleos embalados em PET recebem, via de regra, a adição de conservantes, como o controvertido TBHQ. Com relação à reciclabilidade, é fato notório que os frascos PET não se prestam à reciclagem devido à sua contaminação pelo óleo embalado. São lixo e, uma vez descartados na natureza, levarão mais de 100 anos para se degradar.
Antonio Carlos Teixeira Álvares
Presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Estamparia de Metais (Siniem)
Por e-mail

 

Cursos na internet

A respeito da reportagem "A um clique de Yale" (20 de fevereiro), que informava sobre cursos gratuitos pela internet oferecidos por algumas das melhores universidades do mundo, o professor Benedito Barraviera, do Departamento de Doenças Tropicais e Diagnóstico por Imagem da Faculdade de Medicina de Botucatu – Unesp, escreveu para dizer que coordena um projeto semelhante que existe há mais de cinco anos. "A Universidade Estadual Paulista, por intermédio do Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos, ministra cursos pela internet sobre temas como acidentes provocados por animais peçonhentos, vacinas contra vírus, bactérias e toxinas, biologia de serpentes brasileiras, entre outros. Recentemente, a Unesp, em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), decidiu preparar um curso não presencial denominado metodologia de pesquisa científica aplicada e avaliação em ciências da saúde, que será oferecido gratuitamente a partir de março a professores, pesquisadores, alunos de pós-graduação, médicos residentes, aprimorandos e alunos de iniciação científica de todo o Brasil", diz Barraviera. Os cursos da Unesp não são de graduação, como os das universidades americanas citados na matéria de VEJA. Mas sem dúvida devem despertar o interesse dos profissionais e estudiosos das áreas a que se destinam. "Essa nova proposta tem por missão básica aproximar as diferentes universidades, estimular novas iniciativas e diminuir as diferenças regionais no que concerne à aplicabilidade da metodologia científica na área da saúde. Essa iniciativa pioneira mostra que as instituições de ensino superior e as agências de fomento estão irmanadas, preocupadas e apostando nessa nova oportunidade, ou seja, ministrar cursos não presenciais utilizando a internet", informa Barraviera. Os interessados no assunto podem obter maiores informações no endereço eletrônico http://www.cevap.com.br.



Assíria Nascimento

Fabio Zanzeri/Ag. News
Assíria Nascimento: "Não comento minha vida privada"


Assíria Seixas Lemos Nascimento, que acaba de se separar de Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, enviou carta a VEJA negando ter dado entrevista à revista em que relatou sua decepção provocada por uma suposta traição do ex-marido. Na carta, Assíria, que é evangélica e recentemente passou a dedicar-se ao judaísmo, também nega que ela e Pelé tivessem tido divergências sobre questões religiosas. Escreveu Assíria: "Surpresa, deparei-me, na reportagem ‘O rei está solteiro’ (20 de fevereiro), assinada pela jornalista Sandra Brasil, com a declaração, entre aspas, atribuída a mim: ‘Fui a público defendê-lo. Agora, acho que tudo aquilo era verdade e que eu fui tapeada’. Quero afirmar que não fiz essa declaração a Sandra Brasil. A declaração usa expressões que não fazem parte do meu vocabulário, como o verbo tapear, por exemplo. Não comento minha vida particular e tampouco trato em público o que é privado". Assíria de fato não disse a VEJA em entrevista a frase atribuída a ela. O desabafo da ex-mulher de Pelé é verdadeiro e foi feito a uma fonte muito ligada ao ex-casal, que o relatou à repórter. O texto da reportagem, no entanto, poderia ter sido mais explícito quanto à origem da frase, poupando Assíria desse constrangimento.

 


 

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