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Home  »  Revistas  »  Edição 2149 / 27 de janeiro de 2010


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Leitor

Assuntos mais comentados
Catástrofe no Haiti (capa)
Programa Nacional de Direitos Humanos
Abandono de cães no verão
Lya Luft
Maílson da Nóbrega

Catástrofe no Haiti

"A tragédia e o sofrimento que observamos nestes dias nos dão uma sensação de impotência diante da magnitude do poder da natureza."
Luiz Adriano Prezia Carneiro
São Bernardo do Campo, SP

Parabéns pela reportagem "O dia em que o mundo acabou" (20 de janeiro). Belíssima. O tom da narrativa e a profundidade da reportagem servem de prova - para os que duvidam - de que o jornalismo impresso ainda tem um longo futuro pela frente. O que se perdeu em tempo para as notícias da internet ganhou-se em realismo e dados. Comovente o relato do jornalista Diego Escosteguy ("Diário do desastre", 20 de janeiro), dramáticas as fotos. VEJA mostrou o que é bom jornalismo.
Maria Júlia Lima Manzi
Por e-mail

Ao ler a reportagem especial sobre a catástrofe no Haiti, fiquei horrorizada com a tragédia que tombou ainda mais o necessitado país. Fico feliz em saber que o Brasil mantém 1 266 militares naquele país devastado e já gastou 703 milhões de reais nessa empreitada. Cumprimento VEJA por mais uma excelente reportagem, que emocionou a todos.
Isabela Watanabe Siloti
Assis Chateaubriand, PR

Agora resta a nós, brasileiros, despedir-nos dos heróis nacionais, que deram sua vida por aquele povo tão sofrido, e chorar pelas mais de 100 000 vidas perdidas na maior tragédia dos últimos tempos. Obrigado, VEJA, por mais uma edição brilhante ("A tragédia dos heróis brasileiros", 20 de janeiro).
Paulo Eduardo Santana
Campinas, SP

Ao vê-los fardados numa parada militar, no supermercado ou numa fila de banco, não prestamos atenção em seus rostos. Embora nos sejam desconhecidos, são filhos, irmãos, pais, maridos, e alguém os conhece e espera. Escolheram a profissão das armas pelo amor à paz. Aos que tombaram no cumprimento do dever, a certeza de que nunca serão esquecidos.
Carlos Alberto Lima
Florianópolis, SC

Que essa tragédia sirva para concretizar a união de todas as nações do mundo. A abertura do espaço aéreo de Cuba para que os americanos possam agilizar o socorro às vítimas já é um bom começo.
Renato de Cássia e Silva Filho
Teresina, PI

Nobre guerreira que sempre foi, Zilda Arns morreu no campo de batalha. Como se a tragédia no Haiti não fosse suficientemente penosa, ainda levou aquela que, se viva estivesse, não se furtaria a arregaçar as mangas para ajudar uma nação que, antes mesmo do terremoto, já precisava tanto dela ("Viveu como santa, morreu como mártir", 20 de janeiro).
Catarina Guedes
Lauro de Freitas, BA

O segredo do sucesso de Zilda Arns na Pastoral da Criança foi saber partir da escala certa: a dedicação à pequena obra, pobre de recursos, mas que mesmo assim se impôs no Brasil e em mais vinte países. A morte da doutora Zilda em meio ao caos de fim de mundo do Haiti foi seu último gesto de solidariedade para com os que estão no limite do sofrimento.
Gilberto de Mello Kujawski
São Paulo, SP

Eduardo Munoz/Reuters
VEJA, 20 de janeiro de 2010:
"Com a força infernal de trinta bombas atômicas, o terremoto aconteceu no pior lugar possível".

 

Direitos humanos

O Programa Nacional de Direitos Humanos do governo Lula não sai dos holofotes, levando bordoadas de todos os lados. Não sem motivos, já que ele propõe violações à liberdade de imprensa, ao direito à propriedade, à Lei da Anistia, ao direito à vida etc. ("Eles têm outros planos", 20 de janeiro). Deviam mudar seu nome para Plano Nacional de Violação de Direitos Humanos.
Aldo Felicio Naletto Junior
São Paulo, SP

Na reportagem de Otávio Cabral, foi oportuna a citação da frase do chanceler alemão Otto von Bismarck (l8l5-l898): "As leis são como as salsichas. O melhor é não ver como são feitas". O Programa Nacional de Direitos Humanos pode ser classificado como um autêntico salsichão, se considerarmos o verdadeiro objetivo gerado em suas entranhas. O revanchismo e o ódio tornam esse calhamaço uma obra de mentes doentias, que ainda acalentam o sonho de um Brasil cubanizado.
Jair Gomes Coelho
Vassouras, RJ

 

Carta ao Leitor

Somente um partido norteado por ideias anacrônicas seria capaz de elaborar esse famigerado Programa Nacional de Direitos Humanos. O PT só queria democracia plena quando estava ávido pelo poder. Esse golpe que querem dar na liberdade de imprensa é uma coisa abominável sob todos os aspectos ("Que se enterre o que é autoritário", Carta ao Leitor, 20 de janeiro)!
José Everardo A. de Sousa
Fortaleza, CE

 

Maílson da Nóbrega

Cumprimento o senhor Maílson da Nóbrega pela clareza ao demonstrar que o PT é apenas um plágio de partido político. Seu maior e talvez único mérito foi não mexer na política monetária de governos anteriores. Querer ser o marco zero é um sonho muito elevado para esses déspotas ("O PT mudou o Brasil? Ou foi o contrário?", 20 de janeiro).
Luciano Tavares Montenegro
Recife, PE

 

Abandono de cães

Parabéns pela excelente reportagem a respeito do abandono de animais. Cuido de dezenas de bichos resgatados de situações de abandono e crueldade e fico angustiada com a impossibilidade de dar uma chance aos milhares que precisam. Pena que ainda exista a mentalidade de que "bicho é coisa" e pode ser adquirido e descartado conforme a conveniência ("Os amigos abandonados", 20 de janeiro).
Sílvia Lakatos
São Paulo, SP

Finalmente uma reportagem sobre como a nossa população, cada vez mais incentivada por um consumismo desenfreado, se desfaz de um ser vivo da pior forma possível. É o tipo de atitude do ser humano que está predisposto a abandonar seus pais na velhice.
Tatiana Socreppa da Cunha
Curitiba, PR

 

Morgan Freeman

Morgan Freeman é uma figura fantástica, não apenas como ator, mas como ser humano. E, ao contrário do que ele mesmo pensa, é um ícone. Não apenas para negros, mas para brancos também (Entrevista, 20 de janeiro).
Marfisa Aguiar
Fortaleza, CE

 

Lya Luft

Extraordinário, magnífico, excelente, de profundidade ímpar o artigo de Lya Luft ("Trabalhar e sofrer", 20 de janeiro). A crônica deve ser adotada como leitura obrigatória por chefes, chefetes, prepostos, por todos aqueles que se consideram, enfim, donos da verdade.
Arnaldo Abrão Risemberg
Niterói, RJ

 

Veja Essa

Ufa, pensei que estava com problemas de vista. Em dezembro de 2008 fui a Salvador e fiquei estarrecido com o volume de lixo nas ruas, praças e praias. A quantidade de mendigos chamava atenção e eu temia andar nas ruas. Finalmente um baiano (Nizan Guanaes) de capacidade e notoriedade indiscutíveis dá uma declaração dessas (Veja Essa, 20 de janeiro). A Secretaria de Turismo precisa abrir os olhos. A verdade vai ficar cada vez mais evidente e o turista ausente.
Telmo Monteiro
Maceió, AL

 
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