Edição 1830 . 26 de novembro de 2003

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Guia

Brasil temático

Ricardo Breda


S
eguindo o exemplo de outros países, órgãos de turismo brasileiros despertaram para o potencial das rotas temáticas. Conheça alguns circuitos que exploram as peculiaridades de algumas regiões do país e saiba onde se informar sobre a estrutura disponível em cada um deles.

Estrada Real
Formada por caminhos traçados no início do século XVIII, que serviam como escoamento para o ouro e o diamante extraídos de Minas Gerais, seus 1 400 quilômetros vão de Diamantina (MG) a Parati (RJ). Pode-se fazer o roteiro a pé, a cavalo ou (em alguns trechos) em off-road. Informações: (31) 3241-7166

Caminho das Missões
O roteiro a pé de sete dias, entre as cidades gaúchas de São Nicolau e Santo Ângelo (180 quilômetros), se baseia na história das chamadas "reduções" dos jesuítas no século XVII. Entre as atrações, há quatro sítios arqueológicos. Informações: (55) 3312-9632

Passos de Anchieta
Refaz o percurso do padre Anchieta entre Vitória e Reritiba (atual Anchieta), no Espírito Santo. Uma caminhada de quatro dias, de 105 quilômetros, pelo litoral. Informações: (27) 3227-2661

Caminho do Sol
São 230 quilômetros de caminhada entre Santana de Parnaíba e Águas de São Pedro, em São Paulo, passando por fazendas do período colonial. Informações: (11) 6215-1661

Chapada Diamantina
O governo baiano está sinalizando várias trilhas na Chapada Diamantina para criar uma rota temática na região, repleta de matas e cachoeiras. Informações: (71) 370-8401

 

Duas maneiras (e dois preços)
de andar sobre rodas



Luis Gomes

O patinete "inteligente", lançado há dois anos nos Estados Unidos, começará a ser vendido no Brasil no início de 2004. Movido a bateria de lítio, com autonomia para 30 quilômetros, o Segway atinge 20 quilômetros por hora e agüenta até 110 quilos, segundo o fabricante. Graças a um programa de computador, ele reconhece ligeiras inclinações do corpo para avançar, recuar, mudar de direção ou parar. "Qualquer pessoa aprende a andar em menos de cinco minutos", garante Antônio Fogaça, diretor da empresa que está trazendo o produto ao Brasil. Nos Estados Unidos as vendas ficaram abaixo do esperado. Até recall o produto já teve, quando se percebeu que o fim súbito da bateria poderia provocar quedas. Um problema é o preço – em torno de 23 000 reais, mais de vinte vezes o preço do "similar" nacional, o patinete convencional turbinado com um motorzinho a gasolina. O Walk Machine (foto), como é chamado, carrega 10 quilos a menos, mas é um pouco mais rápido: anda a 30 quilômetros por hora.

 

Colaboraram Adriana Küchler e Helena Fruet

 
 
 
 
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