BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
ACESSO LIVRE
Conheça as seções e áreas de VEJA.com
com acesso liberado
REVISTAS
VEJA
Edição 2027

26 de setembro de 2007
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
COLUNAS
Lya Luft
Millôr
André Petry
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
SEÇÕES
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA.com
Holofote
Contexto
Radar
Veja essa
Gente
Datas
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
Publicidade
 

Guia
Eles não são mais os mesmos

A pedido de VEJA, a especialista em organização doméstica Cristina Papazian testou três dos novos modelos de eletrodomésticos à venda no Brasil. Eles prometem um avanço em relação àqueles que os precedem – seja por oferecer mais funções, seja por facilitar velhos usos. Mas nem sempre funcionam conforme o manual, como mostrou a avaliação da especialista:

Fotos Divulgação, Thomas Kremer


ASPIRADOR COM FILTRO DE ÁGUA

Modelo avaliado: Kärcher DS 5 500
Diferença em relação às versões tradicionais: a sujeira aspirada fica retida num compartimento do aspirador cheio de água – e não em sacos
Vantagem:
ao contrário dos modelos comuns, nesse caso mesmo a sujeira mais leve e invisível, como a poeira e os ácaros, não é expelida pelo aspirador. Isso faz diferença para pessoas alérgicas
Ressalvas: chega a pesar 10 quilos – 4 a mais que os aspiradores convencionais – e custa caro
Preço*:
1 800 reais

 

VASSOURA ELÉTRICA SEM FIO

Modelo avaliado: Electric Sweeper, da Philips
Diferença em relação às versões tradicionais: com uma escova giratória movida a bateria que aspira a sujeira para um reservatório interno, ela dispensa pá
Vantagens: exige menos esforço do que uma vassoura comum e não espalha o lixo
Ressalva: é difícil varrer os cantos com ela. Nesse caso é melhor usar uma vassoura comum
Preço: 350 reais

 

FERRO A VAPOR PORTÁTIL
(do tipo steamer)

Modelo avaliado: Steam Brush, da Max
Diferença em relação às versões tradicionais: com jatos de vapor mais potentes, esse tipo de ferro não precisa encostar no tecido para desamassá-lo – e por isso as roupas podem ser passadas no cabide
Vantagens: dispensa tábua, tira vincos de peças difíceis de passar à moda antiga (como lençóis com elástico) e é facilmente levado a tiracolo
Ressalva: o vapor do modelo testado não foi suficiente para desamassar as roupas – ao contrário de outros ferros do gênero
Preço: 60 reais

*Preços sugeridos pelos fabricantes

 

Parente distante

O aspirador de pó elétrico surgiu nos Estados Unidos, em 1901. Tinha o tamanho de uma geladeira moderna. Tal era a dificuldade de lidar com a máquina que o fabricante desistiu de vendê-la – e passou a oferecer aos clientes apenas o serviço de limpeza em domicílio.

 

Silicone na cozinha

O silicone passou a ser matéria-prima de utensílios culinários na Europa dos anos 90 e atualmente já aparece em dezenas de itens à venda no Brasil – de espátulas a fôrmas de bolo. Proveniente do silício, oferece três vantagens na cozinha:

1 Resiste a extremos climáticos sem deformar: de 55 graus negativos a 310 graus positivos. Vai, portanto, ao freezer e ao forno

2 As fôrmas dispensam ser untadas, uma vez que os alimentos não grudam nelas

3 Não solta partículas na comida, como ocorre com outros materiais

 


À moda antiga

De todas as tarefas domésticas, uma das referidas com mais enfado é arrancar etiquetas de loja de novos utensílios e louças. Para executá-la, nenhuma inovação até hoje superou uma prática que vem passando de uma geração para outra: a de aplicar óleo de cozinha sobre a etiqueta. É o método mais eficiente para soltar os resíduos da cola. Ensina quem há anos já usa a técnica: basta esfregar o óleo com vigor ­ e depois lavar a peça nova com água e sabão.

 

 

 

Fontes consultadas por VEJA: Adriano De Luca (do Senac), Alexandre Barbosa (consultor de tecnologia) e Fábio Castro (da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia)



Com reportagem de Flávia Pinho e Marcos Todeschini

  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |