Por motivos
óbvios, ela só faz papel de rica e bem
vestida. Pouco vestida, é a primeira vez que
a atriz GUILHERMINA GUINLE aparece na
revista Vip, em poses provocativas, que nada
têm a ver com Alice, a branquela azeda, como a
rival Bebel, interpretada por Camila Pitanga, chama
sua personagem em Paraíso Tropical. A
loirice invadiu o cabelo naturalmente castanho primeiro
para um filme e foi ficando. "Quando entrei na novela,
disseram para eu continuar tingindo porque havia poucas
loiras no elenco", diz. Mas está com os dias
contados. Assim que se souber quem matou Taís
(será que foi ela?) e acabar a novela, Guilhermina
se livra do tom platinado: "Dá um trabalho danado
ir ao salão toda semana".
Valério
Trabanco/VIP
A noite em que Kate
estourou os botões
Se acontece até
com KATE MOSS, a modelo inglesa naturalmente tão
magra que sempre é acusada de incentivar a anorexia,
então existe algum consolo para quem vive em guerra
com a costura das roupas. Para uma noite de gala em Londres,
Kate escolheu um vestido de cetim marfim, justo como um holograma.
Chegou esplendorosa; saiu aos farrapos. Pode ser culpa de
algum desavisado que pisou na cauda do vestido, pode ser a
fragilidade da roupa, uma preciosidade da década de
40. Mas as costuras começaram a ceder como diques,
primeiro na manga, depois nas costas, por fim bem na altura
do derrière confirmando que, para não
marcar, ela usava zero de lingerie.
Muito além
dos 10%
Por que é
que a garçonete nunca olha para você nos bares
e restaurantes da Europa ou dos Estados Unidos? Porque está
de olho em fregueses muito mais interessantes, oras. Eis alguns:
BEN KINGSLEY,
62 anos, o premiado ator inglês, casou-se na semana
passada com a exuberante baiana DANIELA BARBOSA DE CARNEIRO,
34, ex-garçonete em Londres, com quem morava havia
um ano e meio. "Daniela foi embora de Feira de Santana para
ser atriz", conta uma tia, Maria Lúcia Assis. E a convivência
com sir Ben (sim, ela agora é lady) influiu em algo?
"Ela está mais comedida, fala mais baixo", conta Maria
Lúcia.
GEORGE
CLOONEY, matrimonialmente invicto aos 46 anos, circula
por festivais e estréias com a bela morena SARAH
LARSON, 28, garçonete do bar do Palms Hotel, em
Las Vegas. Os dois se conheceram lá mesmo, em junho,
numa festa. Sarah já foi apresentada a amigões
de Clooney, como...
Getty
Images
MATT DAMON,
36 anos, casado desde 2005 com a argentina LUCIANA
BARROSO, 31, que conheceu quando ela era garçonete
em Miami. Os dois têm uma filha de 1 ano, Isabella,
e Damon, ex-namorador inveterado, virou marido-padrão:
em Ultimato Bourne, "o diretor teve de cortar umas
duas cenas, de tão gordo que eu estava".
Faça como
eu digo
Rodrigo Schmidt/Ag. News
A paulista Cibele Dorsa, 32 anos, era mulher de Álvaro
de Miranda Neto, o Doda, quando ele conheceu Athina Onassis
e deu no que deu. Passados seis anos, Cibele lança
o livro Homens no Bolso, que escreveu em paralelo à
incipiente carreira de atriz. Nele, identifica 32 tipos masculinos
e ensina teoricamente às mulheres como lidar com eles.
COMO VOCÊ
REUNIU MATERIAL PARA ESCREVER O LIVRO? Namorei pouco.
Fiquei quatro anos casada com cada um dos meus ex e agora
estou dando um tempo, para cuidar da vida profissional. Para
o livro, fiz muita pesquisa em sites de relacionamento e entrevistei
prostitutas para saber o que leva os homens a procurá-las.
Fui captando as coisas e, tipo uma esponjinha, ia sugando
onde tinha de sugar. Fui a fundo para saber quais as necessidades
dos homens. Quero que o livro seja uma arma para as mulheres
usarem a seu favor. Uma arma do bem, claro.
POR QUE, AFINAL,
ELES TRAEM? Por insatisfação. Na maioria
das vezes, a culpa é da mulher. Os homens testam os
limites que nós damos. Eles precisam viver num ambiente
com cercas invisíveis e não precisam saber que
estão sendo protegidos.
COMO DODA SAIU
DO SEU BOLSO? Nós nos separamos sem problemas.
Eu queria morar no Brasil para poder trabalhar e ele precisava
ficar na Bélgica para se dedicar ao hipismo. Quando
fomos para a Europa, eu estudava teatro e ele prometeu que
ia ser só um ano. Não cumpriu, tive depressão
e aí a coisa foi acabando. Eu não gostava de
me sentir renegando meu dom artístico.
Editado por Lizia
Bydlowski. Colaboraram Marcelo Bortoloti,
Sandra Brasil e Suzana Villaverde