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26 de setembro de 2007
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Loira (nada) azeda,
nunca mais

Por motivos óbvios, ela só faz papel de rica e bem vestida. Pouco vestida, é a primeira vez que a atriz GUILHERMINA GUINLE aparece – na revista Vip, em poses provocativas, que nada têm a ver com Alice, a branquela azeda, como a rival Bebel, interpretada por Camila Pitanga, chama sua personagem em Paraíso Tropical. A loirice invadiu o cabelo naturalmente castanho primeiro para um filme e foi ficando. "Quando entrei na novela, disseram para eu continuar tingindo porque havia poucas loiras no elenco", diz. Mas está com os dias contados. Assim que se souber quem matou Taís (será que foi ela?) e acabar a novela, Guilhermina se livra do tom platinado: "Dá um trabalho danado ir ao salão toda semana".

Valério Trabanco/VIP

 

A noite em que Kate estourou os botões

Se acontece até com KATE MOSS, a modelo inglesa naturalmente tão magra que sempre é acusada de incentivar a anorexia, então existe algum consolo para quem vive em guerra com a costura das roupas. Para uma noite de gala em Londres, Kate escolheu um vestido de cetim marfim, justo como um holograma. Chegou esplendorosa; saiu aos farrapos. Pode ser culpa de algum desavisado que pisou na cauda do vestido, pode ser a fragilidade da roupa, uma preciosidade da década de 40. Mas as costuras começaram a ceder como diques, primeiro na manga, depois nas costas, por fim bem na altura do derrière – confirmando que, para não marcar, ela usava zero de lingerie.

 

Muito além dos 10%

Por que é que a garçonete nunca olha para você nos bares e restaurantes da Europa ou dos Estados Unidos? Porque está de olho em fregueses muito mais interessantes, oras. Eis alguns:

BEN KINGSLEY, 62 anos, o premiado ator inglês, casou-se na semana passada com a exuberante baiana DANIELA BARBOSA DE CARNEIRO, 34, ex-garçonete em Londres, com quem morava havia um ano e meio. "Daniela foi embora de Feira de Santana para ser atriz", conta uma tia, Maria Lúcia Assis. E a convivência com sir Ben (sim, ela agora é lady) influiu em algo? "Ela está mais comedida, fala mais baixo", conta Maria Lúcia.

GEORGE CLOONEY, matrimonialmente invicto aos 46 anos, circula por festivais e estréias com a bela morena SARAH LARSON, 28, garçonete do bar do Palms Hotel, em Las Vegas. Os dois se conheceram lá mesmo, em junho, numa festa. Sarah já foi apresentada a amigões de Clooney, como...

 
Getty Images

• MATT DAMON, 36 anos, casado desde 2005 com a argentina LUCIANA BARROSO, 31, que conheceu quando ela era garçonete em Miami. Os dois têm uma filha de 1 ano, Isabella, e Damon, ex-namorador inveterado, virou marido-padrão: em Ultimato Bourne, "o diretor teve de cortar umas duas cenas, de tão gordo que eu estava".

 

Faça como eu digo

Rodrigo Schmidt/Ag. News


A paulista Cibele Dorsa, 32 anos, era mulher de Álvaro de Miranda Neto, o Doda, quando ele conheceu Athina Onassis e deu no que deu. Passados seis anos, Cibele lança o livro Homens no Bolso, que escreveu em paralelo à incipiente carreira de atriz. Nele, identifica 32 tipos masculinos e ensina teoricamente às mulheres como lidar com eles.

COMO VOCÊ REUNIU MATERIAL PARA ESCREVER O LIVRO? Namorei pouco. Fiquei quatro anos casada com cada um dos meus ex e agora estou dando um tempo, para cuidar da vida profissional. Para o livro, fiz muita pesquisa em sites de relacionamento e entrevistei prostitutas para saber o que leva os homens a procurá-las. Fui captando as coisas e, tipo uma esponjinha, ia sugando onde tinha de sugar. Fui a fundo para saber quais as necessidades dos homens. Quero que o livro seja uma arma para as mulheres usarem a seu favor. Uma arma do bem, claro.

POR QUE, AFINAL, ELES TRAEM? Por insatisfação. Na maioria das vezes, a culpa é da mulher. Os homens testam os limites que nós damos. Eles precisam viver num ambiente com cercas invisíveis e não precisam saber que estão sendo protegidos.

COMO DODA SAIU DO SEU BOLSO? Nós nos separamos sem problemas. Eu queria morar no Brasil para poder trabalhar e ele precisava ficar na Bélgica para se dedicar ao hipismo. Quando fomos para a Europa, eu estudava teatro e ele prometeu que ia ser só um ano. Não cumpriu, tive depressão e aí a coisa foi acabando. Eu não gostava de me sentir renegando meu dom artístico.

 

 

Editado por Lizia Bydlowski. Colaboraram Marcelo Bortoloti,
Sandra Brasil e Suzana Villaverde

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