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Home  »  Revistas  »  Edição 2127 / 26 de agosto de 2009


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Leitor

Assuntos mais comentados
Igreja Universal (capa) — 148
Dilma e a sucessão presidencial — 27
Sistema de saúde dos Estados Unidos — 10
Ferrovia Norte-Sul — 8
Terapia Constelação Familiar — 7

 

Igreja Universal

"Depois dessa excelente reportagem, concluí que os requisitos para ser pastor da Universal são basicamente ter boa lábia, muita ganância e nenhum escrúpulo."
Adalberto Alves de Matos
Barra do Garças, MT

Já passa da hora de os homens de bem do Brasil se indignarem e reagirem contra a exploração da ignorância e da boa-fé dos pobres de espírito. Tal prática, cometida por falsos mensageiros do Evangelho, que extorquem dinheiro em nome de Jesus, deve ser reprimida em defesa da dignidade do povo brasileiro. Abaixo os vendilhões dos templos ("Cheque ao bispo", 19 de agosto).
Marco Aurélio Baggio
Belo Horizonte, MG

De modo geral, a história das religiões sempre envolveu interesses patrimoniais e financeiros e disputas pelo poder político. É triste perceber que evoluímos muito pouco em termos de espiritualidade e transcendência. No Brasil, a mistura entre fé e dinheiro ganha proporções maiores devido à impunidade e à corrupção da esfera pública, que deveria coibir esse tipo de abuso à boa-fé do cidadão.
Gustavo Gomes de Matos
Rio de Janeiro, RJ

Estava mais do que na hora de as autoridades tomarem providências contra a quadrilha que se esconde sob esse nome pomposo e de a grande imprensa denunciar as barbaridades ocorridas há muitos anos, não só na Universal mas também em outras igrejas chamadas "neopentecostais", comandadas por gente que não hesita em deixar pessoas desesperadas pelas agruras da vida na miséria.
Gilberto Baracat Júnior
Água Clara, MS

O papa tem seu avião, anda de Mercedes blindado e passa férias no Castel Gandolfo. Não entendo tanto alarde sobre o enriquecimento dos bispos da Universal. Se uma multidão de incautos resolve doar o que tem e o que não tem para uma igreja fazer templos bregas, isso não é um problema do país.
Lauro Parente
Empresário
São Paulo, SP

Deplorável a nefasta ação da Universal, explorando a ignorância da parcela mais miserável da população brasileira. Enquanto o nível de educação permanecer no patamar atual, o povo ignorante continuará sendo explorado por esses bispos, pastores, videntes e, pasmem, até apóstolos.
Emir Nunes Moreira
Curitiba, PR

Sou fiel da Igreja Universal do Reino de Deus. Posso garantir que jamais vi bispos, pastores ou obreiros obrigando alguém a fazer alguma coisa ou a dar algo à igreja contra a sua vontade. Ninguém é obrigado a doar nada. As doações são voluntárias.
Eduardo Esteves Raposo
Belo Horizonte, MG

Quanto mais eu estudo a teologia bíblica, mais vejo o abismo entre os ensinamentos de Jesus e os "ensinamentos" praticados por alguns que se dizem pastores. Jesus jamais extorquiu, coagiu ou pressionou seus seguidores. Tudo o que ele pedia era o coração das pessoas, e não o seu bolso.
Rogério Sathler Santos
Pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia
Belo Horizonte, MG

Jesus Cristo é o caminho. Edir Macedo é o pedágio.
Antônio Rogério Cardoso da Costa
Vitória, ES

Manoel Marques
Templo é dinheiro
Jenilton Melo dos Santos, ex-pastor: "Eu fazia uma verdadeira lavagem cerebral nos fiéis para convencê-los a doar mais dinheiro. Precisava levantar 150 000 reais mensais em doações e, depois, aumentar 20% a cada mês. Por não bater a meta, fui xingado de burro e endemoninhado por um bispo"

 

Dilma e a sucessão

Bem oportuna e esclarecedora a reportagem "Quem está dizendo a verdade?" (19 de agosto), a respeito das trapalhadas que envolvem a ministra Dilma Rousseff. Uma pretensa candidata à Presidência da República que revela perigosas tendências para fazer valer a mentira e descaminhar a verdade, em prejuízo dos interesses da nação. Como bem disse a ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira: "...Não custava nada ela ter dito a verdade". Nesse caso, alguém duvida de quem está falando a verdade?
Shandra do Valle Vianna
Vitória, ES

Desculpe, senhor presidente, mas, pelo histórico petista de mentiras, quem deve provar que não esteve nesse encontro é sua ministra, que é bastante conhecida em Brasília pelo seu gênio forte e autoritário. Além do mais, que motivo Lina Vieira teria para inventar essa história? Ela é funcionária de carreira e não preci-sa de votos para se manter trabalhando. Agora, vocês...
Roberto Andrade
João Pessoa, PB

Ferrovia Norte-Sul

Sou engenheiro civil e fiquei chocado com a foto publicada na página 72 da edição 2 126 de VEJA, que mostra as erosões se aproximando da superestrutura ferroviária, em uma obra recém-construída da Ferrovia Norte-Sul. Ao contrário do que alega o diretor da estatal, senhor Ulisses Assad, isso não é "coisa normal". Esse tipo de "normalidade" só acontece se o serviço for mal planejado, mal projetado e mal executado. Digo isso porque há mais de vinte anos trabalho em obras similares, ou seja, conheço esse tipo de serviço. É triste ver o dinheiro público ser mal empregado e desperdiçado. Mas não me surpreende: jamais vi uma grande obra do governo em que não houvesse problemas, sejam de ordem técnica, sejam de ordem ética ("A ferrovia que nunca termina", 19 de agosto).
Marco Antônio Araújo
Brasília, DF

J.R. Guzzo

O jornalista J.R. Guzzo dissecou com maestria o momento atual da política nacional no artigo "Do mesmo lado" (19 de agosto). Algumas frases de seu texto são lapidares, principalmente a que diz: "Para o que chamavam de ‘direita’ e hoje chamam de ‘base aliada’, o interesse básico é precisamente o mesmo – dinheiro". No encerramento, Guzzo nos deixa uma esperança, ao mostrar que no horizonte começam a aparecer candidaturas de gente que não comunga do mesmo interesse acima, mas, sim, dos interesses republicanos.
José Elias Aiex Neto
Foz do Iguaçu, PR

 

Sistema de saúde dos EUA

Os dilemas e desafios que o sistema de saúde americano hoje enfrenta são muito complexos e comuns a vários outros países ("A morte do ‘painel da morte’", 19 de agosto). Os três principais desafios são: 1) fazer escolhas num ambiente em que a velocidade da geração de conhecimentos (que no caso da saúde constituem verdades temporárias, transitórias) é relativamente maior que o enriquecimento das nações (avaliado pelo crescimento do PIB), o que em parte justifica o maior porcentual do PIB investido em saúde nas últimas décadas; 2) propor estratégias capazes de adequar e alinhar os interesses individuais (ou de partes interessadas) aos interesses coletivos; 3) educar e atribuir ao indivíduo a responsabilidade pela sua saúde, apesar da assimetria de informação. No caso dos EUA, país que muito valoriza as escolhas individuais e o liberalismo econômico, há um enorme desafio adicional: como conciliar a questão que envolve crescimento econômico, hoje dependente também do atual sistema de saúde e modelo econômico, com a viabilidade de suas empresas e famílias, hoje ameaçadas pelo alto custo da assistência?
Marcos Bosi Ferraz
Professor e diretor do Centro Paulista de Economia da Saúde da Unifesp e diretor de economia médica da Associação Médica Brasileira
São Paulo, SP

Constelação Familiar

A reportagem "Relatividade da teoria" (19 de agosto) trouxe à tona dúvidas quanto à competência profissional dos facilitadores de Constelações Familiares e meu nome e currículo foram citados. Como o currículo acadêmico é uma das credenciais de qualificação, esclareço que não sou graduada em economia, como citado na reportagem; sou graduada em engenharia, mestre em economia e pós-graduada em psicologia. Sou também psicodramatista e terapeuta psicocorporal.
Maristela Afonso de André
Por e-mail

Correção: a adolescente Carly Shay, da série iCarly ("Conectada e comportada", 19 de agosto), não é órfã. Seu pai é um militar em missão num submarino e, segundo a Nickelodeon, sua mãe vive viajando.

 

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