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Gente
Só para mecânicos chiques
Fotos Bob Wolfenson
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| Gisele, Shirley e Raica: a cada quinze dias,
muita pose e pouca roupa |
Elegantemente desvestidas em criações
de estilistas nacionais "Usaram a foto do peito de fora?
Eu sabia!", ri a gaúcha Shirley Mallmann , todas
as principais modelos brasileiras posaram para um calendário
2007, com renda revertida para entidades beneficentes. Gisele
Bündchen abre a folhinha, soberana e comparativamente recatada,
expondo as pernas mitológicas. A concorrência, no entanto,
não é fácil. Depois de Gisele, são mais
24 modelos uma a cada quinzena, para dar conta do excesso
de oferta. Todas tão deslumbrantes que é difícil
reparar nas roupas o quase nada vestido por Raica,
por exemplo, é um colete de Gloria Coelho. Ah, estavam olhando
para a, digamos, tatuagem? Tudo bem. Essa é a idéia.
"Não senti vergonha nenhuma. Tenho 29 anos, já tive
meu filho, aceito meu corpo como está", diz Shirley, como
se existisse algum problema com o "como está". As sessões
de foto foram acompanhadas por depoimentos transformados em documentário,
com episódios curiosos contados por elas e sobre elas. Raica
fala do dia em que posou para a Dior de John Galliano dentro de
uma caixa pequena demais para seu 1,79 metro e saiu com torcicolo.
Ao sol, um momento Diana
Integrar-se à vida da realeza
britânica significa assistir a competições esportivas
em quaisquer circunstâncias climáticas. Nessa função,
Chelsy Davy, 20 anos, a loira exuberante que o príncipe
Harry encontrou no Zimbábue e não largou mais, participou
de escaldante tarde de pólo ao lado de Zara, prima
dele. Zara, de short e chinelinho; Chelsy, com um vestidinho leve
que a contraluz deixou transparente, tal qual a célebre foto
de Diana, só que com muito mais curvas. Outro sinal de integração
é que Chelsy já aprendeu a engolir traições.
Na mesma manhã do jogo, em entrevista ao Mail on Sunday,
Catherine Davies, 34 anos, separada, duas filhas, revelou detalhe
por detalhe de uma noitada sua com Harry.
Vai ou não vai morrer?
Renato Rocha Miranda/TV Globo
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| Fernanda: carreira de etapas queimadas |
Em Páginas da Vida, Fernanda só faz lamentar
a gravidez inesperada e a rejeição do namorado. Na
vida real, a Fernanda de verdade, sobrenome Vasconcellos,
21 anos, é pura alegria. Há menos de um ano, munida
de alguma experiência em comerciais, candidatou-se a um papel
em Malhação e virou logo Betina, a mocinha
da história. Outro teste, e pulou para a novela das 8. "Pena
que deva durar pouco, porque a Fernanda morre no parto", lamenta.
Ou não: a cena, inicialmente prevista para ir ao ar na semana
que vem, ainda não está escrita, Manoel Carlos está
gostando de seu desempenho convincente e, como já aconteceu
em outras ocasiões, cogita esticar sua temporada no ar.
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MENTE GEMINIANA
Mônica Imbuzeiro/Ag.
O Globo
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Por dois motivos a fama trazida pela novela
Esplendor, exibida em Cuba no ano passado, e uma
aberta admiração pelo regime cubano e
seu chefe barbudão , a atriz Letícia
Spiller, 33 anos, é uma das convidadas oficiais
para as comemorações dos 80 anos do camarada
Fidel Castro, no dia 13 de agosto. Cheia de compromissos,
ela ainda não confirmou presença, mas
torce para poder ir ao "melhor lugar do mundo"
para os pobres.
VOCÊ SE ACHA
REVOLUCIONÁRIA?
Enquanto houver corrupção e fome,
vou ter uma mente revolucionária. Nós,
artistas, temos o dever de ajudar as pessoas a encontrar
um caminho. Eu gostaria de ser mais famosa para poder
dizer a Bush: "Querido, me mate para você ver
o que acontece".
JÁ ESTEVE
EM CUBA?
Estive há quatro anos, num congresso de
cultura e desenvolvimento. É um lugar que desperta
paixão e, ao mesmo tempo, revolta. As pessoas
têm direito à educação e
são extremamente inteligentes, mas são
também muito pobres, e a maioria não pode
sair do país.
VALE A PENA TER
AVANÇOS SOCIAIS SEM LIBERDADE?
A liberdade não tem preço. Agora,
também, de que adianta a liberdade se a gente
não tem cultura, não tem saúde,
não tem o que comer? Se eu fosse uma brasileira
analfabeta, pobre, que não tivesse plano de saúde,
escola, nada, com certeza o melhor lugar do mundo para
mim seria Cuba.
MESMO SENDO UMA
DITADURA?
Por um lado, acho que vale o preço. Por
outro, acho que não. Taí a minha resposta.
Sou muito geminiana, não dá para ter uma
resposta só em relação a isso.
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Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Bel Moherdaui e Ronaldo Soares
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