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"Também nos
sentimos traídos por um petulante ex-assessor
que publicamente demonstrou caráter nada exemplar."
Antonio Kämpffe
Rio de Janeiro, RJ |
Eduardo Jorge
Muito conveniente Eduardo Jorge ter saído
do governo no mesmo ano em que o TCU começava a apontar
as irregularidades no prédio do TRT. É óbvio
que FHC é culpado por escolher pessimamente seus
"assessores parasitas" ("Os rastros do ex-assessor", 19
de julho).
Gesiel de Souza Rodrigues
Araraquara, SP
Não fosse a imprensa brasileira, a
corrupção continuaria à solta. Vamos
denunciar todos os corruptos e reduzir esses canalhas que
mancham a dignidade de nosso povo e, muito confortavelmente,
colocam a culpa no presidente. Futuramente, o Brasil registrará
em sua História o melhor presidente que o país
já teve.
Roberto Rodrigues
intertok@bol.com.br
Acredito que FHC superará esse constrangedor
problema envolvendo seu ex-secretário-geral. Em circunstâncias
decepcionantes, como a citada na reportagem, é que
a imagem do presidente FHC fica mais forte. Ao contrário
do que se possa imaginar, nós, que o reelegemos,
também nos sentimos traídos por um petulante
ex-assessor que publicamente demonstrou caráter nada
exemplar.
Antonio Kämpffe
Rio de Janeiro, RJ
É incrível como um escândalo
vai encobrindo outro, sem que se achem os verdadeiros culpados.
As eleições estão vindo aí e
muitos daqueles que ainda não foram punidos se estão
candidatando.
Gilvan Moura Cardoso Gomes
Americana, SP
No Legislativo, vários membros já
foram cassados, o último, o ilustre senador Luiz
Estevão. O Executivo é composto de vários
assessores suspeitos, e o respeitável Judiciário
tem o meritíssimo juiz Lau-Lau. A reportagem mostra
que os poderes são "harmônicos entre si".
Ezequiel G. Pedrosa
Rio de Janeiro, RJ
Viciados em sexo
Sobre a reportagem "Viciados em sexo pedem
ajuda" (19 de julho), quero dizer que a internet em si não
traz nem trará nenhum problema para qualquer pessoa.
Tudo depende do uso, inclusive dos sites pornográficos:
sabendo usar, ninguém vai prejudicar-se.
Edson F. Nascimento
Ribeirão Preto, SP
O sexo virtual, na verdade, não passa
de uma extensão dos velhos bordéis. Já
o amor virtual parece um assunto bem mais complexo e perigoso.
A internet pode nos levar à conclusão de que
os sentimentos humanos são muito mais voláteis
que nossa literatura, cinema, base educacional e cultural
sempre nos fizeram acreditar.
Maria Almeida
katiajc@osite.com.br
Não pude deixar de escrever para agradecer
a reportagem sobre cybersexo. VEJA falou por mim. Há
meses tento alertar meu companheiro sobre as conseqüências
das madrugadas gastas por ele nos sites pornôs. Há
mais de um ano não freqüentamos a mesma cama
em horários coincidentes. Agora percebo que não
sou a única a sentir os efeitos desse novo vício
e tenho esperança de me fazer entender sem tanto
desgaste.
Melina Lima
limamelina@hotmail.com
A reportagem é útil para alertar
as pessoas para que saibam a diferença entre usar
a internet e "ser usadas" por ela. Entretanto, percebi que
enfatizou demais o lado negativo das relações
virtuais. A internet também trouxe vantagens significativas
para as relações sociais: a oportunidade de
encontrar pessoas que têm muito a ver com nossos gostos,
a criação de vínculos entre aquelas
que apresentam clara afinidade, mas moram longe umas das
outras. Meus melhores amigos nasceram da internet, assim
como meus melhores e mais duradouros namoros. Jamais apreciei
o sexo virtual. Já o pratiquei, mas não é
a minha. Eu era viciado em sexo, e utilizava a internet
para conseguir pessoas para sexo ao vivo, não virtualmente.
Minhas práticas, inclusive, eram muitíssimo
mais perigosas, já que o cybersexo por si mesmo é
"safe". Eu ia me encontrar com as pessoas, sempre muito
disponíveis, e podia fazer sexo quantas vezes quisesse
daí se originou o enjôo temporário
de sexo.
Alexey Dodsworth
sideral@e-net.com.br
Siqueira Campos
Excelente e surpreendente a reportagem "O
Caudilho do Tocantins" (19 de julho) por mostrar a realidade
que todos os tocantinenses enfrentam e porque nenhum outro
meio de comunicação jamais ousou divulgar
a ditadura disfarçada do governador Siqueira Campos.
Cícero Sales da Silva
Gurupi, TO
África
Gostei muito da reportagem "O continente
condenado" (19 de julho). A realidade da África é
assustadora. Como é que um presidente vendo seu povo
se dizimar assim não toma providência? Será
que é mais fácil para ele acreditar que a
Aids é causada pela miséria do que encarar
a realidade nua e crua?
Camila Inácio Macedo
dagelia@aol.com
Osteoporose
Aos 40 anos de idade, atividade física
constante, alimentação equilibrada, me vi
assombrada pela osteoporose. Nunca imaginei que já
poderia estar com a doença. Mas graças à
Campanha Preventiva da Saúde da Mulher Advogada promovida
pela OAB/SP submeti-me aos exames e pude detectar a tempo
o problema e conter o avanço da perda de massa óssea.
Inês Bianchi Granato
Lorena, SP
Justiça
A situação dos testes de DNA
é mais crítica do que o apontado pela oportuna
reportagem da VEJA. É premente uma legislação
sobre o uso do genoma humano e seu acesso no Brasil, pois
a sociedade está à mercê de laudos não
confiáveis, sem saber que uso poderá ser dado
a seu material biológico e às informações
sobre seu perfil genético, o qual sabemos que num
futuro próximo poderá ser utilizado por empresas
de biotecnologia, de seguro-saúde e de vida ("Quem
é o pai?", 19 de julho).
Silvio Valle
Pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz
valle@ensp.fiocruz.br
Arc
Escrevo para falar que gosto muito de você.
Leio seu artigo na revista VEJA toda semana. É ótimo.
Na minha escola debatemos os assuntos. Foi minha professora
Mariangela quem me falou sobre você. Lá todos
nós o adoramos. Temos até um painel na sala
com seus artigos expostos. Continue legal como você
é.
Ricardo Luiz
Belo Horizonte, MG
Automóveis
A reportagem "Primeiro o CD... depois o livro...e
agora o carro" (19 de julho) diz que o site da GM é
o primeiro a realizar vendas de veículos on-line.
Gostaríamos de esclarecer que é o Carsale
o primeiro site de venda on-line do Brasil, lançado
em 10 de junho deste ano, numa iniciativa conjunta do UOL
com o grupo Perigeu.
Celina Monteiro de Barros
São Paulo, SP
CORREÇÕES:
O tempo de férias do trabalhador na Suíça
é de vinte dias úteis (Guia, 19 de julho).
Filadélfia é uma cidade e não um
Estado americano (Notas internacionais, 19 de julho).
A legenda da foto da nota "Vitória alemã"
(Datas, 12 de julho) identificou, equivocadamente, Fedor
Radmann como Gerhard Schroeder.