Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 757 - 26 de junho de 2002
Artes e Espetáculos Cinema
 

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Índice
Seções
Brasil
Internacional
Geral
Guia
Artes e Espetáculos
  A vida dentro dos muros do Carandiru
Star Wars – Ataque dos Clones
Meia Vida, de V.S. Naipaul
A exposição
de gravuras de Rembrandt

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Stephen Kanitz
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Arc
Gente
Datas

Para usar
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Arquivo 1997-2002
Reportagens de capa
2000|2001|2002
Entrevistas
2000|2001|2002
Busca somente texto
96|97|98|99|00|01|02


Crie seu grupo




 

Ele quer
mudar tudo

George Lucas, um sujeito à moda
antiga, lidera
outra revolução
tecnológica com
Ataque dos Clones

Isabela Boscov, de São Francisco

 
Fotos © Lucas Film LTD. & TM. All Rights Reserved
Hayden Christensen e Natalie Portman, como os futuros sr. e sra. Darth Vader: tudo digital, como quer Lucas


Veja também
Especial Star Wars: trailers, fotos e curiosidades

Dentro de uns poucos anos, os moradores do Condado de Marin, cerca de 60 quilômetros ao norte de São Francisco, na Califórnia, poderão comprar laticínios, hambúrgueres e até azeite de oliva produzidos numa fazenda célebre da região – o Skywalker Ranch, de propriedade de George Lucas. O produtor da série Star Wars, a maior franquia da história do cinema, agora anda enamorado da idéia de virar pequeno produtor rural. Dos vinhedos do Skywalker – que sedia três de suas cinco empresas –, ele manda a colheita para a vinícola do colega Francis Ford Coppola, que cuida de prensar as uvas. As garrafas que saem daí costumam ser distribuídas para amigos seletos. Os ovos e verduras servidos nos quatro restaurantes da fazenda, onde trabalham cerca de 250 pessoas, são em boa parte de produção própria. O gado da raça longhorn também não está lá de enfeite, e sim para corte. As oliveiras ainda não dão frutos, mas seu dono pode inspecioná-las da janela de seu amplo escritório, no 2º andar de uma mansão. Mas por enquanto Lucas não pensa em abandonar o ganha-pão que o tornou famoso. Há quase oito anos o diretor trabalha ininterruptamente na segunda fase de sua série, e deve permanecer mergulhado na empreitada até 2005, quando o episódio final chegar aos cinemas. Na segunda-feira 1º de julho, chega ao Brasil o mais recente capítulo da saga, Star Wars – Episódio II: Ataque dos Clones (veja crítica). O filme até agora acumulou uma renda mundial de 468 milhões de dólares.


"Vida pessoal? Que vida pessoal? Aqueles dez minutos por dia?", disse Lucas a VEJA, recebida no Skywalker Ranch enquanto ele dava os retoques finais no seu filme. Por retoques entenda-se um trabalho monumental de pós-produção, que implicou interferir em 100% das tomadas. A um custo de 120 milhões de dólares, Ataque dos Clones é a primeira grande produção a não usar nem um metro de película: foi toda feita em vídeo digital. Para que o visual se tornasse "amigável" às platéias desacostumadas a esse suporte – quase que só usado em filmes experimentais ou de arte –, vários ajustes tiveram de ser feitos. Todos os tons de pele, por exemplo, foram tratados para parecer mais naturais. Somem-se a isso os efeitos especiais e os cenários criados em computador – quase nada do que se vê no filme existe de verdade – e tem-se um trabalho equivalente ao de cinco filmes "normais". O argentino Pablo Helman, um dos supervisores da Industrial Light & Magic (ou IL&M), a empresa de efeitos especiais de Lucas, calcula que cerca de 1,5 milhão de horas de trabalho tenham sido despendidas no processo – ou cerca de 500 pessoas grudadas no computador cinco dias por semana, durante dezoito meses. Uma das façanhas dessa equipe foi o aperfeiçoamento dos dublês digitais. Não é um segredo que a produção goste de alardear, mas em diversas cenas do filme os atores apenas parecem estar lá: por questões de conveniência (como no caso de Christopher Lee, que aos 80 anos tem de manejar um sabre de luz), foram substituídos por sósias virtuais.

Na opinião de Lucas, o vídeo digital é o futuro do cinema, e ele tem apostado alto na idéia. O diretor conseguiu que a Sony e a Panavision se unissem especialmente para bolar uma câmera adequada às suas necessidades. "A película é uma tecnologia do século XIX, e não tem para onde progredir. Já o vídeo digital está em seus primeiros passos, mais ou menos como o filme estava nos idos de 1901. Pior do que isso nunca vai ser, e ainda vai melhorar muito", argumenta. A questão é polêmica. Nove entre dez diretores de fotografia acham que o filme é naturalmente belo, e o vídeo digital, naturalmente feio. Eles também reclamam que as limitações desse meio – cores e texturas esquisitas, para ficar no começo da lista – obrigam a uma trabalheira extra, com resultados duvidosos. Pesos-pesados como Martin Scorsese e Steven Spielberg não pretendem abandonar a película, mas Lucas fez dessa questão uma cruzada pessoal. Hoje há pouco mais que uma dezena de salas nos Estados Unidos (e algumas no Brasil) equipadas para exibir Ataque dos Clones digitalmente, como o diretor quer. Mas o produtor de Lucas, Rick McCallum, jura que vai pressionar sem descanso para que, em 2005, Episódio III seja visto dessa forma em pelo menos 5.000 salas. O diretor, ao que parece, não vai sossegar enquanto não mudar tudo no cinema.

 
A mansão-sede do Skywalker Ranch: feita em 1986, mas ao estilo vitoriano

Lucas é um perfeccionista contumaz. Esse traço não passa despercebido a quem visita o Skywalker Ranch, impecável até para os padrões do riquíssimo norte da Califórnia. Nos cerca de 2.700 acres da fazenda – coincidentemente situada no Lucas Valley, sobrenome também do fazendeiro que primeiro se estabeleceu por lá – há flores por toda parte, os ambientes são espaçosos e perfeitamente arrumados e o ar é puro. Fumar por lá, nem pensar. Nem Rick McCallum, segundo na hierarquia do império de Lucas, pode acender um cigarro em seu escritório. A sala de projeção do Skywalker Ranch – na verdade, um cinema gigantesco – é de um apuro técnico sem rival. Lucas é, entre outras coisas, o inventor do sistema de som THX, um aperfeiçoamento do dolby stereo, e tratou de usar seu próprio teatro como amostra. Embora a sede da fazenda só tenha sido erguida em 1986, ela é minuciosamente copiada do estilo vitoriano. Sua biblioteca é objeto de estudo de arquitetos, os vidros são trabalhados, há telas originais de Norman Rockwell espalhadas pelas salas e o trabalho em madeira é esmerado. Nada no Skywalker Ranch sugere um homem que está à frente de uma revolução tecnológica – sempre em andamento – no cinema. "Sou uma pessoa meio antiga", diz Lucas, que foi criado por um pai severo, dono de uma papelaria, na cidade californiana de Modesto.

No que toca à personalidade, Lucas é mesmo "antigo" – um homem reservado, que guarda as demonstrações de humor apenas para os íntimos. Sua placidez também é célebre nos limites do Skywalker. Uma de suas assessoras diz que só é possível perceber que o chefe está bravo quando ele próprio anuncia: "Estou bravo". Lucas não gosta do ambiente de Hollywood – tanto que se estabeleceu longe dele –, só freqüenta festas públicas quando se trata de benemerência e decididamente não é do tipo que circula acompanhado de top models. Seu tempo, diz ele, é dos filhos Amanda, de 21 anos, Katie, de 13, e Jett, de 9. Ele cria os três sozinho. Amanda foi adotada quando Lucas ainda estava casado com a montadora Marcia Griffin. A união durou catorze anos, até 1983, e não acabou de forma feliz. Aparentemente descontente com a entrega do marido ao trabalho, Marcia teve um caso extraconjugal. Consta que, no divórcio, ela levou cerca de 50 milhões de dólares da fortuna pessoal de Lucas – hoje estimada em mais de 2 bilhões de dólares. "Eu gostava de ser casado. Por mim, provavelmente não teria me separado. Mas aprendi a gostar de ser solteiro. A vida não é perfeita, mas pode ser boa quando se decide que ela seja", pondera o diretor, que foi criado como metodista, mas brinca que, como todo mundo no norte da Califórnia, é "meio budista".

 
Palpatine, o futuro imperador, com uma das criaturas do filme: quase nada é de verdade

Depois da separação, Lucas só teve um namoro conhecido, com a cantora Linda Ronstadt. Comenta-se que ele teme que as mulheres se aproximem pelos motivos errados – o dinheiro. A falta de uma companheira, diz Lucas, foi mais arrasadora quando, depois do divórcio, ele adotou mais duas crianças e se viu às voltas com três filhos em idades muito distintas – de uma adolescente a um bebê – e com rotinas completamente diferentes. "Eu às vezes me sentia anestesiado de tanto cansaço", relembra. "E olhe que sou meu próprio patrão e posso fazer meus horários."

Lucas é mais do que o seu próprio patrão. É o mais bem-sucedido cineasta independente de todos os tempos e o único acionista de suas empresas, que incluem a Lucasfilm, a Skywalker Sound, a IL&M e uma divisão de games. Não deve satisfações nem a estúdios – a Fox tem apenas um acordo de distribuição da série Star Wars – nem a banqueiros. Apesar de já ter amargado fracassos, como o universalmente detestado Howard, o Super-Herói, seus acertos são tão esmagadores que lhe permitem financiar os filmes com dinheiro do próprio bolso – e está-se falando aí em dezenas de milhões de dólares. Seu sucesso é tal que ele pode se permitir atitudes cavalheirescas que, a outros, seriam doídas. Quando Titanic, de James Cameron, ultrapassou Star Wars na bilheteria, Lucas mandou publicar um anúncio nas revistas especializadas em que os personagens de sua série apareciam naufragando no transatlântico, acompanhados de parabéns. Lucas é também um homem de negócios astuto e obstinado. Quando a Fox lhe ofereceu um pequeno cachê para dirigir o primeiro Star Wars, ele não se fez de rogado. Exigiu em troca apenas o direito de explorar a venda de produtos associados ao filme. Certo de que isso não daria em nada, o estúdio topou – e assistiu de longe à inauguração da era do merchandising e do licenciamento em proporções antes inimagináveis. Calcula-se que o faturamento dos produtos ligados a Star Wars ronde os 4 bilhões de dólares.


Os personagens de Star Wars naufragam no Titanic: anúncio publicado por Lucas para parabenizar James Cameron quando este o superou na bilheteria

A jóia desse império é a IL&M. Criada como uma oficina que reunia gente disposta a inventar meios de dar forma ao universo que Lucas imaginava para Star Wars, a empresa hoje é uma potência. Sediada em 22 discretíssimos galpões em San Rafael, próximo a São Francisco – onde o diretor mora –, tem um nome falso pintado na porta da modesta recepção. Ele não pode ser revelado por questões de segurança. VEJA teve de se comprometer formalmente a não publicá-lo. Do jeito que se apresenta, poderia passar por uma ótica de cidade pequena. Mas a IL&M emprega 1.300 funcionários de 22 nacionalidades, realiza 70% de todos os efeitos especiais de cinema no mundo e só perde em capacidade de processamento para a Nasa. Atende qualquer cineasta, de qualquer estúdio. A encomenda é ao gosto do cliente: se ele quiser algo tão sofisticado que nem sequer existe ainda (como os dinossauros de Jurassic Park), o departamento de pesquisa e desenvolvimento da IL&M inventa os programas necessários. Basta bancar a conta. "Hoje em dia temos apenas duas limitações: tempo e dinheiro. Com o suficiente dos dois, fazemos qualquer coisa", resume o supervisor Pablo Helman. Lucas – que para todos os efeitos é apenas um cliente da IL&M – diz que a empresa fatura alto, mas não dá lucro. Segundo ele, esse é o tipo do negócio em que tudo o que se ganha tem de ser reinvestido, sob pena de perder-se a dianteira.

Entre as invenções de Lucas contabilizam-se ainda o "filme-evento" – essa em conjunto com o amigo Steven Spielberg, que pouco antes de Star Wars lançara Tubarão – e a edição não-linear, que permite aos montadores acessar o filme em qualquer ponto, mais ou menos como num CD-ROM, sem ter de fazer correr quilômetros de película em uma moviola até enlouquecer. A verdadeira revolução conduzida pelo diretor, contudo, foi a dos efeitos especiais. Quando lançou o primeiro Star Wars, em 1977, Lucas foi tomado como um excêntrico. Na época, efeitos eram considerados uma coisa meio embaraçosa, reminiscente dos velhos épicos de Hollywood. Num episódio famoso, Lucas fez uma exibição prévia do filme para seus amigos mais chegados, entre eles Brian De Palma e Spielberg. Todos acharam que o fiasco era certo, à exceção do último. "Vai ser um arraso", ele anunciou. Foi mais do que isso. É seguro dizer que Star Wars é um fenômeno cultural e, para alguns fãs mais deslumbrados, uma religião. No último censo americano, aliás, milhares de pessoas atestaram ser da doutrina "Jedi" – aquela dos cavaleiros que dominam a Força ou, como no caso do vilão Darth Vader, se deixam arrastar para o lado escuro desse poder misterioso.

 
Os pais de Luke e Leia: romance que não convence

Costuma-se atribuir o impacto de Star Wars ao seu visual revolucionário. Em igual medida, porém, seu sucesso depende da simplicidade franciscana do argumento: um cozido de várias mitologias em que sobressaem valores como heroísmo e temas como pai contra filho, o bem contra o mal. É uma espécie de catecismo contado em imagens vertiginosas, que de alguma forma tocou num nervo exposto da platéia. É curioso notar que Ataque dos Clones é apenas o quinto filme que Lucas dirige. Os outros foram THX 1138 e American Graffitti, no início de carreira, o primeiro Star Wars e A Ameaça Fantasma, estes separados por um intervalo de 22 anos. O Império Contra-Ataca e O Retorno de Jedi foram, sensatamente, entregues a profissionais mais experientes. Lucas é um produtor arrojado e um argumentista arguto, como prova o seu sucesso. Mas, como diretor e roteirista, não passa do sofrível. Seus diálogos duros e repletos de clichês enfureciam Harrison Ford, o Han Solo da primeira trilogia, que certa vez reclamou: "George, você pode datilografar essa porcaria, mas é impossível dizê-la".

Lucas também admite que, para ele, filmar é como "fazer compras no supermercado". Só quando entra na sala de montagem é que ele sente que está, por assim dizer, preparando o jantar. Num processo que horroriza muitos cineastas, ele chega a mexer digitalmente na atuação do elenco. Combina, por exemplo, o rosto de um ator numa tomada com o seu corpo numa outra, até chegar ao que considera o melhor. Essa facilidade, como a Força dos jedis, tem seu lado negativo: cada vez mais é possível perceber em seus filmes a falta de preocupação em criar um "momento" numa cena, aquela aura inefável que fisga a platéia não pela razão, mas pela emoção. Como diz o veterano diretor William Friedkin, o cinema pós-Lucas é como a comida pós-fast food: o paladar por uma boa refeição está virando coisa do passado.

 
MUITA INDÚSTRIA, POUCA MÁGICA
McGregor (à esq.) e Christensen: difícil acreditar que eles são os formidáveis Obi-Wan e Darth Vader

Muito tempo atrás, numa galáxia que parece cada vez mais distante, Star Wars era uma série que tinha graça, aventura e drama e era capaz de causar empolgação. Hoje ela não passa de uma franquia. Esperava-se que, depois da decepção de A Ameaça Fantasma, o novo Episódio II: Ataque dos Clones (Star Wars – Episode II: Attack of the Clones, Estados Unidos, 2002), que estréia no dia 1º de julho no país, fosse capaz de redimir a saga estelar. Este, afinal, é o capítulo em que o jovem cavaleiro jedi Anakin Skywalker (o canadense Hayden Christensen) começa a sucumbir ao lado negro da Força, ao mesmo tempo que contraria os votos de sua ordem e corteja a senadora Padmé Amidala (Natalie Portman). Desse imbróglio, como se sabe, resultarão os irmãos Luke Skywalker e Leia e o império maligno de Darth Vader. Pois o mistério é como essa ponta, que se passa trinta anos antes da primeira trilogia, vai se juntar à outra: Ataque dos Clones gasta duas horas e vinte minutos com efeitos especiais cheios de som e de fúria, que nada significam, mas de história mesmo tem muito pouco. Pior: o pouco que há é frouxo, confuso e aborrecido. É um feito – no pior sentido – que até atores de gabarito, como Ewan McGregor e Samuel L. Jackson, pareçam verdadeiras moscas-mortas em cena.

São vários os problemas que atingem esta segunda fase da série. Alguns antigos – George Lucas é um diretor e roteirista vacilante, mas que agora teima em capitanear seus filmes, em vez de passá-los a colegas mais inspirados. Outros problemas são mais recentes, e têm a ver com a obsessão digital do cineasta. Uma revisão dos três primeiros filmes esclarece a questão: os efeitos antigos, que à época pareciam colossais, hoje de fato são toscos perto do que se pode fazer com o auxílio de um computador. Por outro lado, a necessidade de usar maquetes e bonecos conferia às imagens uma concretude e uma sensação tátil que, na sua nova versão, elas nem de longe possuem. Star Wars nunca foi tão realista, e ao mesmo tempo tão irreal e imaterial, tão desconectado das emoções simples que era capaz de provocar. A ausência desse corpo-a-corpo se reflete no trabalho dos atores. Obrigados a atuar na frente de telas azuis (que depois são substituídas por cenários na maior parte digitais) e contracenar com o nada, eles demonstram, obviamente sem querer, o quanto ficam alienados por todo esse processo.

Não menos grave é o tom sério e engessado que a saga assumiu. Sem o amor-ódio de Han Solo e Leia, toda a tarefa de criar algum humor recai sobre os robôs C-3PO e R2-D2, que são apenas marginalmente qualificados para tanto. E, sem Darth Vader com o seu vozeirão sinistro e seu traje de samurai espacial, não há nenhum terror e nenhum drama. Como bem observou o crítico do New York Times, Ataque dos Clones está rendendo fortunas porque os espectadores americanos se comportam como "moscovitas da era Brejnev, fazendo filas à porta dos cinemas por hábito e compulsão". Vão ver muita indústria e muita luz, e quase nada de mágica.

 

 



   
canaldecompras
O que é canal de compras
CDs DVDs Vídeos
Saraiva.com.br
 
Livros
Saraiva.com.br
Livraria Nobel
 
Ingressos
Ingresso.com.br
 
   
  voltar
   
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS