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A
medicina na prática
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| Capas
de VEJA sobre temas médicos |
Com
muita freqüência a abordagem jornalística de temas médicos
relata tratamentos promissores, pesquisas que no futuro poderão
prolongar a vida das pessoas ou estudos de substâncias que, testadas
em cobaias animais, parecem ser capazes de, um dia, debelar doenças
em seres humanos. VEJA foi sempre atenta aos avanços da medicina,
que mereceram 76 reportagens de capa em três décadas de existência.
O empenho maior da equipe de jornalistas da revista especializados na
área, além de explicar de modo claro e simples as conquistas
médicas, tem sido primordialmente colocá-las na perspectiva
de sua aplicação prática. Na matéria de capa
sobre implantes de coração artificial, em 1984, por exemplo,
VEJA alertava para o fato de que tal técnica, a despeito da ousadia
dos cirurgiões, dificilmente se tornaria, por muitos anos, uma
alternativa viável para os pacientes cardíacos.
O tema da reportagem
especial
que VEJA preparou para esta edição é mais uma afirmação
desse tipo de abordagem. A matéria trata de um dos momentos mais
interessantes da história da medicina, o das promessas cumpridas
por super-remédios. Alguns deles já estão à
venda nas farmácias faz alguns anos. Outros estão para ser
lançados. Na última década, os laboratórios
farmacêuticos promoveram uma revolução no tratamento
de diversas doenças ao desenvolver drogas potentes que aumentaram
muito a qualidade de vida de milhões de pessoas em todo o mundo.
Durante um mês, a subeditora Anna Paula Buchalla mergulhou no universo
das grandes indústrias em busca do que há de mais novo na
linha de produção desses laboratórios. O resultado
do trabalho não se resume apenas a uma lista dos remédios
que estão por chegar. Desvenda os bastidores de todo o processo
de produção desses super-remédios a descoberta
de uma nova molécula, os longos e custosos testes clínicos,
as artimanhas das empresas na luta pela conquista do mercado e a briga
de titãs entre as poderosas do setor farmacêutico.
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