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O número que Dilma queria O governo corre para somar as cifras de criação de empregos formais durante a gestão Lula. A intenção é chegar a uma conta mais, digamos, redonda da abertura de vagas de trabalho durante esse período. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados assinala a contratação de 12,7 milhões de pessoas de 2003 a 2009. Sondagens feitas pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi, indicam que a esse número deve ser acrescida a nomeação de 400.000 servidores públicos não contabilizada no registro oficial. Lupi avisou à candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, que as contratações deste ano podem elevar o montante final para 15 milhões. Se a previsão for confirmada, ela será exibida na campanha petista.
Tudo o.k. para 2014? Há dez anos, o dono do grupo OK, Luiz Estevão, então senador pelo PMDB de Brasília, foi cassado por quebra de decoro parlamentar. Depois, chegou a ser preso duas vezes sob a acusação de desvio de verbas de uma obra pública. Agora, já atua nos bastidores da política brasiliense para voltar à vida pública. É um dos coordenadores extraoficiais das despesas da campanha de Joaquim Roriz (PSC) ao governo do Distrito Federal. Os amigos de Luiz Estevão dizem que ele cogita candidatar-se a um cargo eletivo em 2014.
Efeito Copa O ministro do Esporte, Orlando Silva, encomendou uma série de pesquisas de opinião para embasar a publicidade oficial da Copa de 2014. A primeira rodada terminou na semana passada. Seu resultado: 60% da população acredita que o torneio estimulará o desenvolvimento econômico e 47%, que ele criará empregos. Mais: 65% creem na melhora da segurança, 59% na do sistema de ônibus e 35% na ampliação do metrô.
As sondas da Petrobras
A licitação que a Petrobras encerra nesta semana para a encomenda de quarenta sondas é uma das mais aguardadas do ano. Reunidos em nove consórcios, os maiores grupos do país disputam o projeto, avaliado em 20 bilhões de reais, que prevê a construção de um novo estaleiro. Apesar da proximidade de sua conclusão, a concorrência ainda é motivo de discussão na estatal. Indicado pelo PP, o diretor de abastecimento, Paulo Roberto Costa, defende a compra. Seus colegas querem que ela seja feita no próximo governo. O presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, está em cima do muro.
O basquete na ANTT O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), é mesmo um driblador incansável. Ele tenta nomear para a diretoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres um assessor do Senado, Jorge Bastos. Lotado no gabinete de Hélio Costa, Bastos é menos conhecido pela sua experiência em logística e mais pela sua carreira no esporte. Ele é diretor do time de basquete Universo, de Juiz de Fora. Vai, Renan, faz mais essa cesta de chuá...
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