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Guia
O
charuto em boas companhias
Cesar Cury
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Vinho
do Porto ou um bom café expresso são bebidas tradicionais
para acompanhar um charuto, mas há mais sutilezas. "É
preciso que a intensidade do charuto seja equivalente à da
bebida", explica o especialista Ruimar de Oliveira. Confira algumas
orientações sobre a forma correta de apreciar um charuto.
Charutos encorpados combinam com conhaque, rum, cachaça envelhecida
e cerveja escura. Charutos suaves vão bem com águas
aromatizadas, cerveja clara e drinques como mojito (drinque à
base de rum e hortelã) e caipirinha. Nenhum deles combina
com vermute, sucos, refrigerantes e chope. Champanhe, só
com os charutos muito suaves.
Ao escolher o charuto para uma ocasião, leve em conta o tempo
que terá para fumá-lo. Charutos menores exigem meia
hora. Os maiores chegam a duas horas.
Mesmo os veteranos podem ficar tontos se fumarem de estômago
vazio. Sirva porções de nozes, amêndoas, chocolate,
trufas de café ou de chocolate amargo, caso não haja
um jantar.
É possível alterar a intensidade do charuto ao cortá-lo,
antes de degustá-lo um corte maior o suaviza; um pequeno
furo na base o torna mais intenso.
Acenda-o com fósforos ou folhas de cedro, que vêm na
caixa do charuto, e não com isqueiro a fluido, pois o combustível
pode alterar o sabor.
Espere uns 50 segundos entre duas baforadas. Menos do que isso esquenta
demais o charuto e pode deixá-lo amargo.
Crédito
para a casa própria
Ogoverno
estuda abrir uma linha de crédito para servidores civis e
militares comprarem casa própria, como compensação
por reivindicações salariais não atendidas.
As regras ainda não foram definidas. Confira as condições
dos financiamentos que já existem em alguns bancos, para
o público em geral e não apenas servidores, todos
com prazo de até quinze anos. Alguns exigem que o comprador
seja correntista.
Passe
por cima
Um
fim de semana na praia, de helicóptero
Junião
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Fretar um helicóptero rumo ao litoral, para evitar os engarrafamentos,
é compensador para quem pode pagar mais, viaja em grupo e
quer ganhar tempo. Ir de São Paulo a Ilhabela pelo ar, com
outras seis pessoas, custa cerca de 700 reais por cabeça,
mas reduz o tempo de viagem de três para uma hora, aproximadamente.
Deve-se verificar se a empresa é homologada pelo Departamento
de Aviação Civil (www.dac.gov.br). Convém fazer
a reserva uma semana antes. Paga-se na hora do embarque. Se o tempo
impedir a decolagem, nada é cobrado. Veja preços de
ida e tempo de viagem.
Rio
de Janeiro (Jacarepaguá) Angra dos Reis
(170 quilômetros)
De
carro: 2 horas
De
helicóptero: 35 minutos
Preços: 1 600 a 2 000 reais (quatro passageiros) e 3 000
(cinco passageiros)
Salvador
Costa do Sauípe
(120 quilômetros)
De
carro: 1 hora e meia
De
helicóptero: 20 minutos
Preço: 2 000 reais (quatro passageiros)
São
Paulo Ilhabela
(210 quilômetros)
De
carro: 3 horas
De
helicóptero: 45 minutos a 1 hora
Preço: 2 000 a 2 300 (três passageiros) e 4 800 reais
(sete passageiros)
São
Paulo Riviera de São Lourenço
(200 quilômetros)
De
carro: 2 horas e meia
De
helicóptero: 25 a 40 minutos
Preço: 1 300 a 1 650 (três passageiros) e
3 200 reais (sete passageiros)
CARRO
NOVO
Outra
perua na
praça
Divulgação
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Ao
transformar o bem-sucedido Corolla em uma perua, batizada Fielder,
a Toyota procurou um visual levemente esportivo. Só o consumidor
dirá se retoques como a máscara que escurece os faróis
ou a grade dianteira preta vão conferir à Fielder
a imagem jovem da concorrente Marea Weekend. As qualidades sensíveis
do novo carro são suspensão macia, bom espaço
interior e ótima visibilidade. Muitos acessórios importantes
são de série, como airbag duplo, ar-condicionado,
freios ABS e travas e vidros elétricos, detalhes que levam
o preço aos 56 000 reais (na versão com câmbio
manual), contra os 47 000 de uma Weekend básica. Por mais
4 000 reais, leva-se o câmbio automático, que torna
um tanto lenta a reação do motor 1.8 de 136 cavalos.
Os opcionais são rack de teto, sensor de aproximação
no pára-choque e faróis de neblina. Uma curiosidade:
a Toyota fez mágica contra famílias grandes num veículo
originalmente concebido para casais com filhos. O porta-malas de
411 litros é menor que o do Corolla sedã, que tem
26 a mais.
Editado por André Fontenelle.
Colaboraram Helena Fruet e Tatiana Schibuola
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