BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
Publicidade
REVISTAS
VEJA
Edição 2053

26 de março de 2008
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
COLUNAS
André Petry
Stephen Kanitz
Diogo Mainardi
Gustavo Ioschpe
Millôr
Roberto Pompeu de Toledo
SEÇÕES
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA.com
Holofote
Contexto
Radar
Veja essa
Gente
Auto-retrato
Datas
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 

Datas

Divulgação
Valentim Diniz: o fundador do Pão de Açúcar


Morreram:
o empresário Valentim dos Santos Diniz, fundador do Grupo Pão de Açúcar. Nascido em uma pequena aldeia no norte de Portugal, emigrou para o Brasil em 1929, sozinho, aos 16 anos. Por quase uma década, trabalhou em um empório no centro de São Paulo. Em 1936, sua mulher, Floripes, ganhou na loteria. O casal usou o dinheiro do prêmio para abrir sua própria mercearia. Em 1959, Valentim apostou no conceito americano de auto-atendimento, que ainda era novidade no Brasil, e abriu seu primeiro supermercado. Foi um sucesso. Nos anos 70, o Pão de Açúcar tornou-se a maior rede de varejo do país. Vinte anos depois, uma disputa encarniçada entre seus filhos quase levou o grupo à bancarrota. A briga acabou com a vitória do primogênito, Abilio, que comprou as ações dos irmãos mais novos e expandiu ainda mais o império iniciado pelo pai. Até o fim da vida, Valentim manteve o cargo de presidente de honra do conselho da empresa. Dia 16, aos 94 anos, de falência de múltiplos órgãos, em São Paulo.

• o diretor inglês Anthony Minghella. Dono de uma obra enxuta, mas muito elogiada, marcou sua carreira com O Paciente Inglês, o grande vencedor do Oscar de 1997. A produção levou nove estatuetas, incluindo a de melhor filme e a de melhor direção. Com a vitória, ficou clara a sua habilidade em produções de arte para grande consumo. Voltaria a ganhar as atenções do público e da crítica com O Talentoso Ripley (1999), Cold Mountain (2003) e Invasão de Domicílio (2006). Minghella não resistiu a complicações decorrentes de uma cirurgia para a retirada de um tumor na garganta. Dia 18, aos 54 anos, em Londres.

Começou: a trabalhar, Silvio Pereira, ex-secretário-geral do PT. Silvinho, como é conhecido, prestará 750 horas de trabalho comunitário para a prefeitura de São Paulo. Ele aceitou cumprir essa pena para escapar de um julgamento no processo criminal do mensalão. Há duas semanas, deveria estar atuando como bedel de garis, fiscalizando podas e desentupimento de bueiros. O ex-petista, que sonhava em mostrar seus dotes de cozinheiro, não gostou da tarefa que lhe deram e ameaçou romper o trato. Retornou ao batente quando foi informado de que poderia voltar a ser processado criminalmente. Dia 19, em São Paulo.

Keith Bedford/Reuters
Paterson e Michelle: infiéis

Revelou: ter traído sua mulher por três anos o novo governador de Nova York, David Paterson. Ele tomou posse na última segunda-feira. No dia seguinte, confessou a infidelidade para evitar um escândalo sexual como o que obrigou seu antecessor, Eliot Spitzer, a renunciar. A mulher de Paterson, Michelle, disse que não guarda ressentimento e que também já havia pulado a cerca. Segundo eles, são águas passadas. O casamento, agora, teria engrenado. Dia 18, em Nova York.

Quebrada: a lápide do túmulo do presidente Tancredo Neves, no cemitério da Igreja de São Francisco de Assis, em São João del-Rei. A polícia investiga se a destruição foi obra de vândalos ou de algum turista desastrado – e gordinho – que teria subido no túmulo para tirar fotos. Dia 18, em Minas Gerais.

Desapareceu: o sargento da Marinha Laércio Olegário, de 42 anos. Ele estava a serviço na Antártica, no navio oceanográfico Ary Rongel. Sumiu depois que a embarcação atravessou, em péssimas condições climáticas, a região da Ilha Rei George. As buscas se estenderam por toda a semana, sem sucesso. Dia 15, na Antártica.



Publicidade
 
Publicidade

 
  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |