NÃO FECHOU O NEGÓCIO, MAS SE DEU BEM
Antonio Milena
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Num primeiro momento, o empresário Benjamin Steinbruch ficou
frustrado quando fracassou a fusão de sua CSN com a siderúrgica
anglo-holandesa Corus. Agora, passados alguns meses, Steinbruch está
aliviado. A Corus anunciou um prejuízo de 730 milhões de
dólares em 2002. O resultado negativo provocou uma queda no valor
das ações da empresa. Em julho de 2002, quando foi divulgado
o início das negociações com a CSN, as ações
da Corus valiam 94 centavos de dólar. Hoje estão cotadas
a 14 centavos de dólar.
FECHOU O NEGÓCIO, MAS NÃO SE DEU TÃO BEM
Eduardo Queiroga
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Em 1996, o empresário João Carlos Paes Mendonça
vendeu metade de sua participação na rede Bompreço
por 100 milhões de dólares. Uma parte importante do dinheiro
foi recebida em ações do grupo holandês Royal Ahold.
Na época, as ações estavam cotadas a 7 dólares.
Escândalos contábeis e denúncias de maquiagem de balanço
fizeram o valor dos papéis despencar nos últimos anos. Hoje,
eles custam 3 dólares, uma queda de 60% em relação
à cotação antiga.
DESCONHECIDO E PAPARICADO
Josemar Gonçalves/
Folha Imagem
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Apesar de ser prefeito de Mariana Pimentel, cidade gaúcha com 4.000
habitantes, Paulo Roberto Ziulkoski é recebido em Brasília
como se fosse chefe de Estado. Presidente da Confederação
Nacional dos Municípios, que representa 5.561 cidades, Ziulkoski
levou dezesseis ministros para a marcha dos prefeitos realizada na capital.
Também foi paparicado por parlamentares. Motivo: as eleições
municipais ocorrem em 2003, e o apoio dos prefeitos e da entidade pode
ser vital para definir a força dos partidos.
ONDE ESTÃO OS GENERAIS NEGROS?
Ana Araujo
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No momento em que se debate no Brasil a criação de cotas
para negros em universidades e o governo discute a possibilidade de nomear
um negro para o Supremo Tribunal Federal, chama a atenção
a lista dos dezenove coronéis selecionados para a promoção
que ocorrerá no próximo dia 10 de abril. De acordo com informação
prestada pelo Centro de Comunicação Social do Exército,
na relação dos futuros generais não há um
único negro. Eis um desafio para o ministro da Defesa, José
Viegas.
Editado
por Amauri Segalla.
Colaboraram Camila Antunes e Marcos Vita
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