| Fale conosco |
| Ajuda |
| Mapa do site |
![]() |
|
Crie seu grupo |
CLIQUE
NOS TÍTULOS PARA LER AS
REPORTAGENS RELACIONADAS ÀS CARTAS
A história contada na reportagem "Bahia de todos os grampos" (19
de fevereiro) me enojou. Pela coragem da mídia brasileira, acredito
que novos tempos poderão ser construídos no Brasil. É
preciso que seja dado um basta à cultura do grampo e que a democracia
encontre verdadeiramente seu espaço entre nós, com respeito
à individualidade e à cidadania. Parabéns pela reportagem! Os
grampos ilegais na Bahia provavelmente têm a impressão digital
de ACM. Ele tem negado. Em episódio recente (painel do Senado),
o senhor ACM também negou a autoria, dizendo tratar-se de intriga
política. Vamos ver se a investigação quer mesmo
a solução do crime. O
grampo, com suporte legal, é uma peça importante nas investigações
policiais. Principalmente quando envolve grandes traficantes, políticos
corruptos e crimes financeiros. Querer desmoralizar o uso legal do grampo
pelo fato ocorrido na Bahia não parece ser um caminho que a sociedade
espera de um país que tem fama de prender somente ladrões
de galinhas. Mais
uma vez, o coronel ACM mostra sua cara. Não bastasse ter sido desmentido
publicamente na CPI da fraude do painel do Senado, ele volta à
cena com outro tipo de fraude, marcada por suas características
de arrogância, prepotência e cinismo. Espero que desta vez
os dignos baianos acordem. Então
na linda Salvador de cores e sons o velho coronel persegue, intimida e
destrói a vida das pessoas. E a pobre mocinha que encontra amor
melhor é, horror maior, repudiada pelos pais. Que o Congresso aja
rápido para banir esse Antonio a fim de que se evitem as suas malvadezas. O
senador ACM não se emenda, mesmo. O septuagenário que se
diz "paladino" da moralidade e por isso deveria dar bons exemplos à
família, notadamente aos filhos e netos, é mais uma vez
o protagonista não somente de atos ilícitos, mas também
de um escandaloso "triângulo amoroso"! Enquanto
os cidadãos comuns se assustam com a violência e com o descumprimento
das leis em todos os setores da sociedade, quem deveria zelar pela aplicação
dessas leis continua ferindo a Constituição sem nenhum constrangimento.
A denúncia agora em voga contra o senador Antonio Carlos Magalhães
é apenas mais uma na sua tão extensa lista. Porém,
tenho certeza de que são muito poucos os brasileiros que acreditam
que o senador seja punido, mesmo que comprovada sua culpa nesse episódio.
O delegado, a juíza e até as vítimas correm riscos.
O senador, jamais. Cabe a nós, pobres palhaços donos do
voto, nos resignarmos mais uma vez. Hora
da verdade para o PT: imporá a moralidade na política ou
se curvará aos muitos anos de politicalha da qual ACM faz parte?
Não implantar uma CPI contra esse que já deixou o Congresso
por um crime confesso, em nome de votações importantes,
é mais do que um absurdo. É inadmissível em um país
sério. Collor já caiu. Quando cairão os outros? Há
muito nós, baianos, conhecemos as artimanhas desse senhor. Faltava
o Brasil conhecer um pouco melhor os métodos pelos quais ACM se
elege: perseguição, ameaças e mentiras. No
caso da grampolândia, o que mais me causa estranheza é essa
jovem advogada viver "ou perder" o auge de sua juventude ao lado do vovô
"Malvadeza". Tenha a santa paciência! Baianos,
tremei! Bush poderá bombardeá-los. Salvador assemelha-se
a Bagdá. Baianos sofrem tanto quanto os iraquianos, e ACM cada
vez mais está a cara do Saddam. Em
quase todo abscesso político brasileiro, notadamente naqueles mais
purulentos, evidencia-se a influência direta ou indireta do baianossauro
ACM. Felizmente, a natureza tem preservado sua vida para dar-lhe tempo
de mostrar quão é sórdido e inconseqüente contra
o cidadão brasileiro. Não
fico surpresa com mais nada neste país. Em muitos rincões
da nossa colônia, existem ACMs para todos os gostos. E tem gentalha
que ainda aplaude e acha que aquele coronel de chicote está certo.
Fico envergonhada de saber que ele ainda tem muitos seguidores, e o pior:
eleitores. Se Collor achava que era Deus, o Velho tem a certeza. Realmente,
a tão esperada "mudança" parece estar ocorrendo em nosso
país. A começar pelo desmoronamento de políticos
que gostam de brincar de Deus.
A entrevista com o senhor Gerd Leipold (Amarelas, 19 de fevereiro) mostra
muito bem que o importante é combater (chatear) os outros países,
nos seus problemas ambientais, sem apresentar soluções nem
alternativas. Enquanto nos Estados Unidos... Estou
imobilizada há um mês e ainda tenho um longo período
de recuperação. O que me faz repensar a profundidade de
certos movimentos ecológicos, como o que impede a duplicação
de trecho da Rodovia Régis Bittencourt, onde sofri um acidente.
A grande presença de caminhões e a falta de segurança
já tiraram muitas vidas e mutilaram outras tantas. Quantas mais
serão necessárias para que a consciência ecológica
considere uma vida humana mais valiosa que a dos macacos? Espero que Gerd
Leipold tenha força e consiga que seu movimento promova o bom senso
acima de tudo.
Parabéns ao autor do artigo "O neoliberalismo já foi de
esquerda" (19 de fevereiro) pela clareza com que expressou quanto existe
de confusão sobre a concreta definição de neoliberal.
Particularmente, sempre me sinto incomodado quando da utilização
inadequada do termo. O pior é que aos olhos da população
em geral ser liberal passou a ser tão repugnante quanto, à
época do regime militar, ser comunista.
Às
vezes me parece que você é mais terráqueo que muitos
humanos. Será que pode haver alguma sanidade em fazer a guerra
e matar-se em nome da paz? Bush não confunde a guerra de verdade
com a de videogame. Infelizmente, ele é o dono do videogame de
guerra e sabe quando ligar e desligar. Mas, como no game, só o
dono tem mais de uma vida, e os que morrem são apenas pontos para
subir a outro nível.
VEJA À
família VEJA: o Brasil, além de seus cartões-postais
turísticos, tem o cartão-postal do conhecimento: a revista
VEJA.
Pela primeira
vez concordo em gênero, número e grau com Diogo Mainardi.
Que tal deixar de lado o antiamericanismo barato e apoiar uma intervenção
que possa dar um basta nas agruras cometidas pelas ditaduras no Oriente
Médio? É certo que inocentes poderão ser sacrificados,
mas será que eles já não o estão sendo muito
antes de a guerra começar ("O Olaria somos nós", 19 de fevereiro)? Em seu artigo
"Comi num restaurante
popular" (12 de fevereiro), Diogo Mainardi tenta depreciar
o Restaurante Popular Betinho, afirmando que enfrentou uma hora e meia
de fila, sob o sol e o cheiro de urina forte, para comer um feijão
sem sal e que apenas o frango estava gostoso. Vale esclarecer que o feijão
é com pouco sal para evitar problemas de hipertensão. No
entanto, é importante frisar que a persistência das 3.000
pessoas que por ali passam todos os dias e aguardam pacientemente durante
algum tempo a oportunidade de fazer uma boa refeição diária
comprova que são necessárias ações imediatas
e práticas de combate à fome. Enquanto enfrentamos o desemprego,
a crise cambial, a alta taxa de juros e, até mesmo, a falta de
recursos para maiores investimentos, a existência de restaurantes
populares é uma resposta objetiva de ação de cidadania.
É
uma inocência cínica Putin, Schroeder e Chirac acreditarem
que Saddam Hussein eliminou a totalidade de seu arsenal químico,
bacteriológico e eventualmente nuclear. Tiranos sanguinários
de seu quilate procuram confundir a opinião pública mundial,
ganham tempo e só têm ouvidos para a voz das armas ("A primeira
batalha EUA x Europa", 19 de fevereiro). Gostaria
de complementar as informações da reportagem "Bush diz que
o jogo acabou" (12 de fevereiro). As Forças Armadas dos EUA têm,
além da 101ª divisão aerotransportada, outras grandes
unidades de assalto aéreo: a 82ª divisão de pára-quedistas
e o 75º regimento de Rangers. A diferença básica em
relação à divisão 101 é que esta tem
seus integrantes conduzidos integralmente por helicópteros, enquanto
as outras unidades usam primordialmente aviões. As divisões
aerotransportadas 82 e 101 atuaram praticamente em conjunto desde que
saltaram sobre a Normandia em 5 de junho de 1944, algumas horas antes
do desembarque aliado nas praias, sendo que a primeira já havia
entrado em combate um ano antes na Itália.
É
com muita satisfação que lemos a reportagem "Jóias
que valem troféus" (19 de fevereiro). Há alguns anos os
designers de jóias brasileiros vêm conquistando destaque
em concursos internacionais e espaço em publicações
estrangeiras. A reportagem acima citada contribuirá muitíssimo
para que os brasileiros tomem conhecimento de que nem só de futebol
se faz a fama brasileira no exterior. Fui o primeiro
lugar no American Facet e o sétimo do mundo no concurso citado
na reportagem, American Facet Award, promovidos pela Signity, em 2001
e 2002. Fui o único homem brasileiro premiado nesse concurso. Além
disso, neste ano, vendi os direitos de fabricação da jóia
premiada "gargantilha Copacabana" para a empresa alemã Burkhard,
conseqüentemente, fui um dos premiados selecionados no mundo para
fazer parte da grande coleção dos campeões Facet
Awards Collection, que será lançada na grande feira de jóias
Inhorgenta, em Munique, na Alemanha, de 21 a 24 de fevereiro deste ano.
O filme
Cidade de Deus fez um tremendo sucesso aqui no Reino Unido. Fui
comprar o ingresso e não havia mais. Tive de esperar até
a outra sessão para assistir. No entanto, não estou surpresa
de que ele não concorra ao Oscar pelo mesmo motivo de Catherine
Zeta-Jones não ter sido indicada como a melhor atriz pelo filme
Chicago ("Não deu certo", 19 de fevereiro).
Na condição
de sócio-diretor do Spa Médico Bisca Vida, sirvo-me da presente
para esclarecer os fatos acerca da solicitação de internamento
feita por dois pacientes, os advogados Plácido Farias e Adriana
Barreto. No dia 19 de janeiro do ano em curso recebemos uma insistente
solicitação de internamento, para o que informamos não
poder atendê-los em virtude de estarmos com todos os leitos ocupados
("Bahia de todos os grampos", 19 de fevereiro).
Interessantíssimo
o artigo sobre a reforma das aposentadorias escrito por Stephen Kanitz.
Simples e objetivo, explica como funciona o sistema previdenciário
implantado em nosso país. Admirou-me saber que o salário
que meu pai, professor universitário aposentado, recebe hoje vem
da solidariedade de jovens que atualmente contribuem com algo que lhes
é incerto no futuro. E preocupa-me o fato de que estou incluída
entre esses jovens. É preciso uma reforma já, para que esse
rombo na Previdência não cresça como uma bola de neve,
que no futuro irá esmagar a nós: jovens contribuintes de
hoje, aposentados endividados de amanhã.
CORREÇÃO: Ehrenfriend von Holleben, embaixador da Alemanha no Brasil, foi seqüestrado em 1970, e não em 1969, como publicado na nota sobre o falecimento de Manoel Francisco do Nascimento Brito (Datas, 19 de fevereiro).
|
|
|