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Edição 1 783 - 25 de dezembro de 2002
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"Lula não precisa fazer no Brasil a metade do que Felipe González fez na Espanha. Se ele cumprir 40% do que prometeu, já fico contente."
Marcos Adriano Rodrigues da Silva
Olinda, PE

 

Sucessão

Brilhante a reportagem "O médico e a fera do mercado" (18 de dezembro). Mais uma vez, VEJA consegue transmitir a seus leitores tudo o que está acontecendo no Brasil e em todo o mundo. Esperamos que nosso futuro presidente saiba fazer escolhas sábias, como no caso do engenheiro conhecido mundialmente Henrique Meirelles, para a presidência do Banco Central, e do agrônomo Roberto Rodrigues, para o Ministério da Agricultura, para que o Brasil possa retomar o crescimento.
Matheus Barcelos Teles
Montes Claros, MG

O homem é um bicho, tal qual o camaleão. Furta a cor, muda de idéias, muda de roupa e se transfigura de acordo com as oportunidades para alcançar o suposto ideal, o suposto poder.
Isaac Soares de Lima
Maceió, AL

Só falta o presidente eleito vestir-se de Papai Noel, com um saco de esperança nas costas.
Achel B. Miranda
Salvador, BA

Quando vejo a equipe do presidente Lula, sinto-me diante de um cardápio de sanduíches de lanchonete: x-salada, x-tudo, x-bagunça. Todos engordam e fazem mal.
Jorge Torres Rollemberg
Corumbá, MS

Independentemente de observar ou quebrar protocolos, nosso novo presidente deveria ser orientado por seus pares a não mais ostentar a estrelinha vermelha. Poderia agora substituí-la por uma bandeirinha verde e amarela, por exemplo.
Eduardo Grígolo
Jundiaí, SP

Como Lula diz, "o Brasil mudou e eu também". Num dia você é a caça; no outro, o caçador; num dia, oposição; e, no outro, governo. E quando isso acontece você vê que as coisas não são bem da maneira que você pensava. Foi isso o que aconteceu com Lula, mas eu espero que ele consiga reverter essa situação.
Vinicius Meireles Aleixo
Juiz de Fora, MG

Perdemos mais oito anos porque os contras eram contra tudo. Agora, são a favor de tudo que eram contra.
José Roberto Alves de Souza
Santo André, SP

Fiquei orgulhoso por saber mais do megassucesso de Henrique Meirelles, "goiano do pé rachado", como se diz por aqui ("Festas, dinheiro e poder", 18 de dezembro)!
Gênio Euripedes Cabral de Assis
Jataí, GO

 

Frei Betto

Achei simplesmente incríveis as declarações de Frei Betto a VEJA (Amarelas, 18 de dezembro). Suas considerações a respeito de acordos internacionais, do neoliberalismo e até mesmo sua sinceridade ao falar em situações verdadeiramente humanas nos fazem enxergar a realidade que muitos hipócritas ainda teimam em esconder.
Inaiara Silva Torres
Brasília, DF

Frei Betto declara acreditar em Deus, Lula, Fidel Castro e discos voadores. Faz sentido.
Sérgio de Souza Tôrres
Rio de Janeiro, RJ

Com todo o respeito e carinho ao Frei Betto: pastel voador, saindo de uma feira? Ou ele ficou com vontade ou comeu pastel demais nesse dia.
Janete Gusmão Nicolau
Ribeirão Preto, SP

Temos um monumento à vaidade. Chama-se Frei Betto. Esqueceram de dizer a ele que a máxima cristã "ama o próximo como a ti mesmo" não é para ser praticada diante do espelho.
Sebastião Teixeira
Santa Isabel, SP

Frei Betto, que afirma não ter veleidade alguma, pretende apenas ser uma espécie de Richelieu ou Mazarino de Lula. Com a diferença de que acredita (e já viu) em disco voador e, provavelmente, em épocas diferentes, em Papai Noel, coelhinho da Páscoa e duendes.
Túlio Alcântara Valente
Resende, RJ

Muito boa a entrevista com Frei Betto. A repórter soube abordar, sem rodeios, o papel que o religioso terá no mandato do presidente Lula. Além disso, considero a posição do escritor quanto ao neoliberalismo, essa "entidade do mal que só tem um objetivo: ampliar o consumismo", fascinante. Concordo plenamente com ele, porém acredito que as pessoas são dotadas de livre-arbítrio e podem escolher como tratam seus semelhantes. Por isso, a "culpa" não é somente do neoliberalismo, tampouco da mídia.
Simone Queirós
Guarujá, SP

 

Narcotráfico

É desanimador deparar com notícias como essas ("Justiça na mira", 18 de dezembro). Impressiona-me que uma das instituições mais respeitadas do Brasil se encontre envolta em indícios de corrupção. Dessa forma, quem a sociedade brasileira poderá procurar para resolver seus conflitos?
Enéias dos Santos Coelho
Umuarama, PR

 

Governo FHC

O número de notícias boas é grande em relação ao de notícias ruins. Muitas coisas melhoraram nesses oito anos de governo FHC, porém a sabedoria popular notou que a desigualdade entre os mais ricos e os mais pobres em nada havia mudado. Isso fez com que José Serra não perdesse apenas alguns pontos, mas sim as eleições. É desse pequeno detalhe que o Brasil já se cansou. Milhares de pessoas pobres, de classe média e algumas ricas vêem em Lula uma "esperança" de reverter essa horrível realidade. Um país só consegue chegar ao Primeiro Mundo quando sua riqueza é distribuída de modo mais justo ("Herança FHC: dúvidas na economia... e conquistas no social", 18 de dezembro).
Eduardo Alves Machado
Barretos, SP

 

Ambiente

Um planeta onde pessoas que fazem propaganda de casacos de pele são idolatradas só pode ser muito inferior mesmo. Tenho pena dos bichos, que nessas horas se mostram bem mais evoluídos que alguns seres humanos ("Entre a gaiola e a extinção", 18 de dezembro).
Beatriz Dias
Rio de Janeiro, RJ

Saber que certas espécies não se extinguirão por ser criadas em cativeiro para ter uma vida e um fim tão tristes não serve como consolo nem deveria ser opção entre a extinção e o seu bem-estar. Ambos os direitos deveriam ser assegurados.
Marisa Nogueira Themotheo
Fortaleza, CE

Salvar uma espécie da extinção não significa limitar sua curta existência a uma gaiola de onde o bicho só sairá para ser morto. Quem gostaria de sobreviver dessa forma? Transformou-se o bicho num produto. Além do mais, o fato de o animal viver em cativeiro não diminui sua dor, angústia e sofrimento, pelo contrário, intensifica ainda mais essas sensações.
Fátima Chuecco
São Paulo, SP

 

Gustavo Franco

O artigo "O pior emprego do mundo" (Em foco, 18 de dezembro) me fez definir Gustavo Franco como um brilhante brasileiro, com uma visão hiperclara dos problemas do homem público sério, honesto e competente, que sempre é analisado e julgado, infelizmente, como os senhores políticos.
José Luiz Monnazzi
Matão, SP

Incontestável o artigo do economista Gustavo Franco. Tomo a liberdade, apenas, de complementar que o alto escalão não é, definitivamente, o único prejudicado nem o que mais coleciona desafetos em razão dos descontentes e desatendidos pela administração pública. O médio escalão (cargos de direção, chefia e assessoramento) é também alvo preferido da "indústria da fofoca" e da imprensa mal-intencionada. Quem retruca, argumenta e se defende, como diz o economista, acaba por fazer a alegria dos algozes. Elogiável o artigo. Sirva de lição para muitos a frase final: "Como país, não deveríamos tratar tão mal as pessoas nas funções públicas".
Mara Regina Weiss
São Bento do Sul, SC

 

VEJA Mais Salvador

Agradeço pela atenção e disposição com a qual esta revista atendeu ao nosso pedido da edição especial sobre a cidade de Salvador (VEJA Mais Salvador, dezembro de 2002). São esses gestos que tornam a relação de VEJA com seu leitor e assinante cada vez mais próxima. A minha satisfação de ser leitor e assinante da revista VEJA foi multiplicada por saber que, além de ter uma grade de informação de qualidade, disponho de respeito e consideração.
Danilo Rocha de Magalhães
Feira de Santana, BA

 

VEJA Investimento

Em "Primeiras lições" ("Quem poupa tem. Simples? Como ensinar isso aos filhos" – VEJA Investimento, dezembro de 2002), Daniela D'Ambrosio afirma que o livro Money Doesn't Grow on Trees não tem tradução para o português. Engano: eu tenho uma edição do Círculo do Livro chamada Dinheiro Não Dá em Árvore, de Neale S. Godfrey e tradução de Ymaly Salem Chammas, da editora Best Seller.
Maria de Fátima Ricci dos Santos
Poços de Caldas, MG

 

José Pastore

Num momento de mudanças radicais em minha vida em razão do encerramento das atividades de nossa firma de transporte de cargas (em atividade no mercado por mais de trinta anos) e muito preocupado com o futuro, tornam-se reconfortantes suas palavras, e motivo de orgulho saber que pessoas como ele estão na ponta de nosso cenário político, financeiro e cultural. Parabéns e obrigado à equipe de VEJA por trazer personagem de tamanha capacidade para perto do leitor (Amarelas, 11 de dezembro).
Luciano Fraga Pinheiro da Silva
Carangola, MG

Nossos cumprimentos pela lúcida e brilhante entrevista realizada com o professor José Pastore. Certamente, a maior autoridade brasileira em relações do trabalho.
Albano Franco
Governador de Sergipe
Aracaju, SE

 

CORREÇÕES: O molho rosé tem 123 calorias em 20 gramas, e não 124 calorias em 10 gramas, como foi publicado em "Pegue leve no tempero" (Guia, 11 de dezembro). O nome de Marilia Pacheco Fiorillo foi grafado de forma errada na reportagem de sua autoria "O retorno do Quixote" (18 de dezembro). Sandy Weill é o CEO do Citibank, e não a CEO do banco americano ("Festas, dinheiro e poder", 18 de dezembro).

 

 

ARC EM ILHÉUS


Arc é o bicho: mascote dos estudantes de comunicação social

A turma de calouros de comunicação social da Universidade Estadual de Santa Cruz, em Ilhéus, na Bahia, escolheu o Arc como símbolo do curso. Uma homenagem à indignação do marcianinho diante da insensatez dos terráqueos brasileiros. "Arc, estampamos com orgulho sua imagem na camisa do curso. Vamos levar nossas indagações durante a vida acadêmica e profissional da mesma forma que você", escreveu o estudante Jackson Júnior. Veja a coluna do Arc.

 

 
 
   
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