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Home  »  Revistas  »  Edição 2140 / 25 de novembro de 2009



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Leitor

Assuntos mais comentados
Caso Geisy Arruda – 27
Apagão do governo Lula – 22
Enade com propaganda do governo – 15
Teoria da conspiração do mensalão – 14
Corpo humano (capa) – 13

 

Manual do corpo

Mario Rodrigues
Antes tarde do que nunca
Wilson Jacob Filho, diretor do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas de São Paulo: "Seja qual for a idade, quem pratica atividade física há seis meses está muito mais próximo de quem se exercita há seis anos do que de quem ainda está abandonando o sedentarismo"



"Com fatos e dados, VEJA demonstra que, quando cuidamos bem do corpo, ele corresponde sempre dentro das expectativas. Viver bem é ganhar mais tempo para a vida saudável."
Jorge Jossi Wagner
Ribeirão Preto, SP

Parabéns a VEJA pela reportagem de capa sobre o corpo. Como a natureza é perfeita, mesmo que provoquemos por longos anos agressões ao nosso corpo, ele ainda responde quando mudamos o estilo de vida. Acredito muito na disciplina e na rotina de uma vida saudável através da prática regular de atividade física aliada a uma proposta de educação alimentar. Como a reportagem informa, em três semanas você já percebe os benefícios. O problema é que as pessoas estão tão ansiosas que não deixam o corpo e a mente mostrarem esses resultados ("Você está no comando", 18 de novembro).
Fátima Nunes
Nutricionista
Natal, RN

Excelente e oportuna reportagem. Sou cardiologista e praticante de medicina integrativa há anos. Um de nossos princípios básicos é a gestão do envelhecimento. Hoje sabemos que é possível, com bons hábitos, nutrição e suplementação adequados, atuar em vulnerabilidades genéticas como se apagássemos pavios dentro do nosso organismo. Agindo de forma contrária, também podemos acendê-los com uma velocidade e intensidade maiores.
Fábio César dos Santos
Médico
Santo André, SP

Uma reportagem inteligente, para pessoas inteligentes. Feita para os que sabem valorizar o que realmente importa: a saúde. Tomara que VEJA traga mais reportagens como essa, que prioriza a qualidade de vida e o bem-estar das pessoas.
Suely Otani
Mogi das Cruzes, SP

Sou médico e diretor editorial do Portal Banco de Saúde. Na reportagem existe a indicação do consumo de peixes, o que é excelente, mas a tilápia não é uma das melhores fontes para aproveitar os benefícios desse alimento. Sardinha, atum e arenque ganham de longe como fontes de ômega-3.
Jose Hamilton Vargas
Brasília, DF

Muitos males são gestados numa mente frágil, atrofiada, enfraquecida, doente e amedrontada pelas mudanças imperceptíveis do dia a dia. Mente sã é condição ideal para um corpo idem.
Mauro Xavier Biazi
Guarapuava, PR

 

Apagão

A confiabilidade de um governo é testada quando uma crise se instala. É triste ver um ministro de estado, cujo conhecimento em energia não vai além do ato de ligar ou desligar um interruptor, tentar sem sucesso responder sobre o blecaute que por aproximadamente seis horas desligou o país. O governo atual vive entre blecautes e apagões. Os que deveriam saber não sabem de nada, os que deveriam assumir não assumem nada, os que deveriam governar viajam, deslumbrados, enquanto o Brasil clama por saúde, segurança, educação, estradas, moradias, energia e mais inteligência na indicação para cargos nos quais a experiência é essencial ("Na idade das trevas", 18 de novembro).
Carlos Alberto Lima
Florianópolis, SC

Mais que apagão na energia elétrica, o que sofremos é apagão de informações. O governo gastou cerca de vinte horas para descobrir a causa (ou achar uma explicação) para o que ocorreu. Sempre que há um assunto desgastante ou inconveniente, diz-se qualquer coisa e, como que por decreto, estabelece-se que não se toca mais no assunto. Pelo visto, muita coisa ainda precisa ser esclarecida; afinal, que "raio" de explicação foi aquela?
Marcus Matsushita
Marília, SP

Hoje o problema fundamental do setor elétrico é a gestão técnica a reboque da gestão política. Não adiantam investimentos se não há gestão técnica eficiente para avaliar todos os problemas decorrentes da complexidade do nosso sistema elétrico. Mas há uma incompatibilidade significativa. Uma gestão técnica eficiente normalmente contraria as escolhas políticas.
Paulo Cesar Alves Fernandes
Florianópolis, SC

 

Bolsa Celular

Sugiro ao governo federal, por intermédio do Ministério das Comunicações, como pessoa física contribuinte da campanha Bolsa Celular, que conste nos contratos com as operadoras de telefonia móvel a padronização dos aparelhos a ser distribuídos: 1) que sejam na cor vermelho-PT-MST; 2) que tenham no fundo de tela a imagem do nosso dadivoso presidente, ou de sua candidata; 3) que seja estampado no lado externo o multicolorido logotipo "Governo Federal – Um país de todos" ("O caixa três das eleições de 2010", 18 de novembro).
José Augusto de Castro Neto
Belo Horizonte, MG

Parece que o presidente Lula está se formando "com louvor" na escolinha de Hugo Chávez. Não bastasse o Bolsa Família, agora vem com o Bolsa Celular e o Bolsa Cinema. Está clara a tentativa de perpetua-ção no poder a qualquer custo, mesmo que de forma mais aprimorada que a aprendida com o professor. Mas o que nos deixa estarrecidos são as impensáveis tentativas de censura à imprensa e a criação de uma comissão supra TCU com pleno poder de decisão. Querer perpetuar-se no poder é até próprio do ser humano, mas o totalitarismo é amedrontador. Não existe democracia sem liberdade de imprensa.
Celso Pavani
Barra Bonita, SP

Sugiro ao ministro Hélio Costa que transfira a doação dos 2 bilhões de reais do Bolsa Celular para o Ministério da Saúde e tente minimizar o sofrimento e a morte de dezenas de brasileiros todos os dias nos corredores dos hospitais públicos.
Mauro Asperti
São Paulo, SP

 

Mensalão

Depois de ler a reportagem "Teoria da conspiração" (18 de novembro) e ver a cara de choro do presidente, eu me senti um palhaço. É estarrecedora a capacidade deste governo de confundir a opinião pública fazendo-se de vítima dos próprios escândalos. Como isso é democrático, resta-nos o conforto de torcer para que esse grande circo um dia perca os espectadores.
Nadir Luiz Somensi
Jaraguá do Sul, SC

Ao ler a reportagem a respeito da teoria da conspiração do mensalão, a mais nova falácia engendrada por Lula para justificar o maior escândalo de corrupção de todos os tempos praticado no Brasil, não fiquei sequer surpresa com a notícia, uma vez que todos os vícios da espécie humana, tais como a boçalidade, a estupidez, a ignorância, o orgulho, a arrogância, a inveja, a tendência para a mentira e outros tantos mais, em Lula aparecem sempre na forma superlativa.
Zulma Jacinto Garcia
Curitiba, PR

Conforme lia a reportagem em que o nosso presidente tentava nos convencer da ideia de golpe no caso mensalão, concomitantemente passavam pela minha mente as imagens, os discursos, as "posições éticas e firmes" da elite petista quando ela estava na oposição. A nós, eleitores, amparados na vassoura democrática do voto, resta a oportunidade de varrer dos cargos eletivos essa corja política que nos trata como se fôssemos verdadeiros idiotas.
Emmanuel Sampaio
Salvador, BA

Perigoso o presidente Lula, em sua entrevista à RedeTV!, afirmar que o mensalão foi "a maior armação já feita contra o seu governo". A denúncia preparada pelo PGR, acatada pelo STF, hoje na fase de julgamento, desmente tratar-se de armação, muito menos de golpe.
Fernando Amadeo
Rio de Janeiro, RJ

Enade

Tão grave quanto a doutrinação ideológica e a propaganda político-partidária que vêm sendo praticadas há anos nas escolas brasileiras em prejuízo de milhões de jovens inexperientes e imaturos – e a prova do Enade de 2009 constitui apenas mais um triste e repugnante exemplo desse fenômeno – é a omissão do Ministério Público diante de todos esses fatos. A quem recorreremos, se o órgão legalmente incumbido de defender as crianças e os adolescentes contra qualquer forma de exploração (ECA, artigo 5º) finge que não vê a exploração política de que têm sido vítimas os estudantes brasileiros ("A prova virou panfleto", 18 de novembro)?
Miguel Nagib
Coordenador do site www.escolasempartido.org
Brasília, DF

Estou pasma. Que absurdo! Uma propaganda descarada do governo, incentivando o ódio à liberdade de informação e opinião. Um exemplo de despotismo escancarado, uma verdadeira campanha política. Que espécie de democracia existe no Brasil? O governo deseja colocar mordaça na imprensa e até naqueles que não são do time do "adula Lula", como aconteceu com o cantor Caetano Veloso, recentemente. Mais uma vergonha deste governo à qual temos de assistir.
Lucia Farias
Brasília, DF

O Enade mostrou-se a face ideológica do governo Lula. Uma vergonha para um país que quer se tornar uma potência. Lamentável a atitude do governo.
José A. Rodrigues S. Junior
Formoso do Araguaia, TO

 

Carta ao Leitor

Democracia é sinônimo de liberdade humana, em todas as suas formas. A imprensa livre e o direito à informação corporificam o próprio sistema. Nesse contexto, os governos que institucionalizam os artifícios, ardis ou qualquer meio fraudulento para cercear tais preliminares devem ser considerados estelionatários da democracia, porque a ação, necessariamente, visa ao duplo resultado previsto no artigo 171 do Código Penal Brasileiro: o prejuízo alheio e a vantagem ilícita.
Lúcia Cartralli
Salvador, BA

 

Caso Geisy Arruda

Não há justificativa moral alguma para ofensas ou violências contra a mulher. Todavia, se é verdade que a adequação entre roupas e ambientes constitui regra subjetiva de julgamento estético, é também oportuno enfatizar que, esteja onde estiver em público, ninguém tem o direito de impor seus costumes, seus entendimentos, seu espírito de liberdade ou libertinagem. Liberdade, sim, mas existem locais a ser respeitados pela tradição, princípios éticos, morais e religiosos. Com base na democracia e nos direitos humanos, nem sempre é possível fazer o que se pensa ou o que se quer. Sempre e em qualquer lugar há limites. Houve erro cumulativo da estudante, dos seus colegas e da direção da Uniban ("A loira e a massa", 18 de novembro).
Ney Santos Arruda
Lajeado, RS

Os alunos da Uniban não foram corretos ao humilhá-la, mas cada ação desencadeia uma reação. Não foi apenas um vestido vermelho o motivo de tanto alvoroço, mas as atitudes da garota, agora transformada em santa. Não me surpreenderia se nas próximas eleições ela saísse candidata, fazendo-se de defensora das mulheres que verdadeiramente trabalham, estudam e contribuem para o desenvolvimento do país. Pobre Brasil.
Wilma Alves da Silva Canossa
São Bernardo do Campo, SP

Alem da violência, da corrupção, agora temos de conviver com o sucesso de uma estudante por ir com uma saia justa à faculdade. Triste realidade.
Mauricio Seixas Barbosa
Por e-mail

 

Yoani Sánchez

VEJA noticiou o sequestro e o espancamento, por agentes do governo cubano, da blogueira cubana Yoani Sánchez, que tentava participar, em Havana, de uma comemoração pelos vinte anos da queda do Muro de Berlim ("Eu achei que não sairia viva", 18 de novembro). Impedida de deixar seu país, a ativista política tenta mostrar ao mundo as atrocidades da ditadura comunista cubana. Nos meios político, literário e artístico brasileiros, temos diversos defensores de Fidel e de sua ditadura. O que essas pessoas dirão agora? Ir a Cuba e tomar drinques em um bar de hotel é bem diferente de morar lá.
Aloísio Rodrigues Tanure
Belo Horizonte, MG

Fiquei chocado ao ler a reportagem sobre o ocorrido com a cubana Yoani Sánchez. Meu Deus, que atitude terrível, de extrema violência! É esse o regime que impera em Cuba? Cadê o respeito aos direitos humanos?
Ney Maciel Brabo
Santos, SP

 

Lya Luft

Os artigos de Lya Luft têm o poder de nos encantar. O texto "Respeito é bom" (18 de novembro) foi brilhante, fez a gente parar e pensar no que pode ser feito de diferente. Somente uma mulher como ela poderia tratar de um assunto tão relevante como esse com tamanha sensibilidade.
Aroldo Rondineli
João Pessoa, PB

Correções: o livro Brasília – O Mito na Trajetória da Nação, de Márcio de Oliveira, é resultado de uma tese de doutorado na Universidade Paris V, e não de uma dissertação de mestrado, como aparece na reportagem "A Redescoberta do Brasil" (VEJA Especial Brasília 50 Anos, novembro de 2009). • A dívida externa brasileira cresceu de 2,7 bilhões de dólares em 1956 para 3,7 bilhões de dólares em 1960, e não milhões de dólares, como consta da reportagem "Barafunda contábil" (VEJA Especial Brasília 50 Anos). • O Slayer não é uma banda de trash metal, mas de thrash metal (Veja Recomenda, Raditude, 11 de novembro).

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