Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 710 - 25 de julho de 2001
Para usar

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Sumário
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Luiz Felipe de Alencastro
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
VEJA on-line
Radar
Contexto
Holofote
Veja essa
Arc
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas

Para usar
VEJA Recomenda
Os mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Busca detalhada
Arquivo 1997-2001
Busca somente texto 96|97|98|99|00|01


Crie seu grupo




 

Perigo nas receitas

Quem tinha dúvidas sobre os perigos da automedicação vai abalar-se com os resultados de um levantamento feito em São Paulo com cerca de 108.000 receitas de psicotrópicos, nome pelo qual são conhecidos remédios como anfetaminas e benzodiazepínicos. Um dos pontos graves apontados pela investigação, realizada em farmácias, hospitais e postos de saúde de dois municípios paulistas, foi o uso em larga escala desses medicamentos, que podem causar dependência. Somente um médico emitiu 7.678 prescrições em um ano, sendo que 99% dos documentos autorizados por ele estavam retidos numa mesma farmácia.

 

Dor campeã

Seis em cada dez brasileiros adultos sofrem de dor crônica, aquela que persiste por mais de seis meses em um ou mais lugares do corpo. Um grupo de professores da Universidade de São Paulo e da Universidade Estadual de Londrina acompanhou uma amostra com 1.900 pessoas. A dor de cabeça foi a campeã em ocorrência. "O tratamento deve ser feito com serviços especializados em dor crônica, com atividades físicas, massagens e técnicas de relaxamento", aponta Cibele de Mattos Pimenta, da USP.

 

Para contar no bar: libertem
os anões de jardim


Seigner/Andia


Eles andavam meio sumidos, mas reapareceram no leste da França, no começo do mês. São os militantes da Frente de Libertação dos Anões de Jardim, que infernizam a vida dos moradores de pequenas cidades do interior ao seqüestrar os simpáticos gnomos do lugar onde ficam plantados e exibi-los coletivamente. Em Chavelot, cerca de 100 estátuas foram abandonadas à própria sorte num beco escuro durante a madrugada. "Parecia uma creche. Tudo foi cuidadosamente deixado ali", contou o delegado da cidade. O movimento ficou famoso em meados dos anos 90, com seguidos ataques a jardins a fim de devolver os anões às florestas. O objetivo: livrá-los do ridículo e da servidão, para que pudessem sonhar com a Branca de Neve. Uma boa causa, especialmente para quem não tem muito o que fazer.

 

Em cena, o Botox do B


Oscar Cabral
Roberto Valverde
João Santos
Vera Loyola
Monique Evans
Zezé Polessa

Não ize="1">Vera Loyola

Monique Evans
Zezé Polessa

Não está mais sozinho no mercado o Botox, produto usado para rejuvenescer o rosto em pontos localizados, como a testa, o pescoço, a ponta do nariz, entre as sobrancelhas ou o contorno dos olhos. As clínicas de estética já têm à disposição o Dysport, um concorrente europeu, distribuído aqui pelo laboratório Biosintética. É feito da mesma matriz, a toxina botulínica, uma substância proveniente da bactéria que provoca o botulismo quando é ingerida com alimentos. Segundo o laboratório Allergan, o Botox movimentou 240 milhões de dólares em 2000, no mundo inteiro. Já atraiu gente famosa como Madonna, Sylvester Stallone e Cher, bem como as brasileiras Vera Loyola, Monique Evans e Zezé Polessa (fotos). Resultados preliminares de pesquisas revelam que o Dysport apresenta um tempo de ação um pouco mais prolongado. "Os dois produtos são bastante semelhantes. O Dysport é uma alternativa", diz a dermatologista Shirlei Borelli, de São Paulo, que está fazendo um estudo comparativo.

 

Agulha no rastro do câncer

Um procedimento menos agressivo para o diagnóstico de câncer de mama pode ser encontrado em vários hospitais brasileiros. É a mamotomia, que não deixa cicatrizes, como a biópsia comum, não exige anestesia geral e pode ser feita sem internação hospitalar. "Emprega-se uma pistola com uma agulha na ponta, que é introduzida no local da mama a ser estudado", explica o radiologista Mário Sérgio Amaral Campos, do Hospital São Luiz, em São Paulo. O instrumento pode ser guiado por ultra-som ou por mamografia digital, o que garante precisão milimétrica. A mamotomia só não é indicada em casos em que se exige uma análise ampla dos tecidos.

 

BOA NOTÍCIA

Companhias saudáveis

Quem tem família e amigos envelhece com mais lucidez. A conclusão é de uma pesquisa da Universidade da Califórnia (EUA) feita durante sete anos e meio com 1.200 homens e mulheres entre 70 e 79 anos. Os resultados mostraram também que os idosos solteiros são os que gozam de melhor memória e habilidades comunicativas. E ainda: quanto mais agitada socialmente for a vida de um idoso, melhor será sua capacidade de perceber o mundo, independentemente de estar ou não casado.

 

MÁ NOTÍCIA

Genes do alcoolismo

Crianças que apresentam mau humor constante, agressividade e momentos de depressão podem estar revelando a presença de um problema de raízes hereditárias – os genes responsáveis pelo alcoolismo na família. É o que conclui uma pesquisa recente da Universidade de Michigan (EUA), relacionando-o à carência de serotonina, substância ligada à sensação de prazer. O médico Emanuel Vespucci, de São Paulo, recomenda a "intervenção orientada", uma terapia na qual toda a família participa.

 

Delícias do sabonete

Darcio Tutak


Uma pesquisa qualitativa do fabricante de produtos de higiene e beleza Nivea com mulheres de 25 a 35 anos de idade avaliou a impressão delas sobre o tradicional sabonete sólido e sobre o líquido, este com presença mais recente no Brasil. De acordo com a enquete, as consumidoras acreditam que o sólido leva vantagens nos quesitos preço e variedade. Os pontos negativos: resseca a pele, o perfume se fixa pouco e deixa a desejar em matéria de higiene quando é usado em família. Já o sabonete líquido é elogiado por favorecer a hidratação da pele e ter perfume com melhor fixação. Higiene e praticidade também são associadas ao líquido. No entanto, além de caro, requer o uso de uma esponja e tem pouca variedade nas prateleiras. Segundo a dermatologista Cristina Abdalla, do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, o sabonete sólido, quando compartilhado por diversas pessoas, pode ser mesmo anti-higiênico. "O ideal seria cada um ter o seu", diz ela. Para as esponjas, vale a mesma regra.

 

Teste: que tipo de
comunicador você é?

No ambiente profissional, as habilidades de comunicação são tão decisivas quanto as qualidades técnicas. O consultor Reinaldo Passadori, que tem um programa de comunicação executiva na TV e dirige um instituto sobre o tema em São Paulo, elaborou o seguinte teste para você avaliar sua capacidade

1. Você supera o medo de falar em público

Nunca
Raramente
Ocasionalmente

Freqüentemente
Sempre

2. Olha nos olhos da pessoa enquanto fala

Nunca
Raramente
Ocasionalmente

Freqüentemente
Sempre

3. Ouve atentamente quando o outro fala

Nunca
Raramente
Ocasionalmente

Freqüentemente
Sempre

4. Conversa com naturalidade com chefes

Nunca
Raramente
Ocasionalmente

Freqüentemente
Sempre

5. Expõe sem aflição suas idéias aos colegas

Nunca
Raramente
Ocasionalmente

Freqüentemente
Sempre

6. Fala com clareza e simplicidade de raciocínio

Nunca
Raramente
Ocasionalmente

Freqüentemente
Sempre

7. Tem voz clara e audível e boa dicção

Nunca
Raramente
Ocasionalmente

Freqüentemente
Sempre

8. Dispensa vícios de linguagem (tá, né, aí, certo...)

Nunca
Raramente
Ocasionalmente

Freqüentemente
Sempre

9. Faz gestos adequados ao conteúdo

Nunca
Raramente
Ocasionalmente

Freqüentemente
Sempre

10. Conhece e usa recursos audiovisuais

Nunca
Raramente
Ocasionalmente

Freqüentemente
Sempre

11. Mantém as pessoas sintonizadas em você

Nunca
Raramente
Ocasionalmente

Freqüentemente
Sempre

12. É calmo e tranqüilo em reuniões

Nunca
Raramente
Ocasionalmente

Freqüentemente
Sempre

13. Sorri com naturalidade quando fala

Nunca
Raramente
Ocasionalmente

Freqüentemente
Sempre

14. Consegue colocar-se no lugar do outro

Nunca
Raramente
Ocasionalmente

Freqüentemente
Sempre

15. Tem vocabulário adequado para cada situação

Nunca
Raramente
Ocasionalmente

Freqüentemente
Sempre

16. Faz roteiro para palestras e apresentações

Nunca
Raramente
Ocasionalmente

Freqüentemente
Sempre

17. Tem intimidade com o microfone

Nunca
Raramente
Ocasionalmente

Freqüentemente
Sempre

18. É capaz de falar de improviso em público

Nunca
Raramente
Ocasionalmente

Freqüentemente
Sempre

19. Zela pela aparência e pelo marketing pessoal

Nunca
Raramente
Ocasionalmente

Freqüentemente
Sempre

20. Controla as emoções e domina os impulsos

Nunca
Raramente
Ocasionalmente

Freqüentemente
Sempre

 

RESULTADO

Total:



 

Classe A - 61 a 80 pontos
Seu padrão de comunicação é excelente e revela alta capacidade de influência e liderança por onde passa

Classe B - 41 a 60 pontos
Seu poder de comunicação é patente, mas ainda precisa
ser burilado para ampliar a capacidade de persuasão

Classe C - 21 a 40 pontos
Você consegue manter contatos pessoais, mas a comunicação emperra seu crescimento profissional. Tente detectar pontos fracos específicos e procure corrigi-los

Classe D - Abaixo de 20 pontos
Muito fraco. Você pode ter talento e experiência em sua área, mas precisa aprender a compartilhar verbalmente seus conhecimentos. Busque técnicas básicas para melhorar

 


Coordenado por Fábio de Oliveira.
Colaboraram Alexandra Martins e
Fernanda Colavitti
e-mail: parausar@abril.com.br



 
 
   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS