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Edição 2066

25 de junho de 2008
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O menor nem sempre é melhor

A indústria de eletrônicos busca hoje conciliar o maior
número de acessórios no menor espaço possível – daí
o celular ter se tornado vinte vezes mais leve do que
o primeiro modelo, lançado nos anos 80, e as câmeras
terem ficado tão compactas quanto um cartão de crédito.


Monica Weinberg

Montagem sobre fotos de Tim Flach/Getty Images e Toru Yamanaka/AFP

Peso e tamanho reduzidos são um atrativo a mais, especialmente em se tratando de aparelhos portáteis. Isso justifica o investimento das grandes empresas em pesquisas para chegar a versões tão compactas. Há, no entanto, um aspecto menos comentado sobre essa tendência. Para conseguir alcançar medidas tão enxutas, os fabricantes freqüentemente precisam suprimir certas funções dos aparelhos – algumas delas, fundamentais. A pedido de VEJA, um grupo de especialistas em tecnologia debruçou-se sobre cinco dos eletrônicos que mais encolheram nos últimos anos e analisou os menores exemplares à venda no Brasil. A redução no tamanho remete a um avanço tecnológico, mas isso nem sempre é verdade. Segundo os especialistas, muitas vezes modelos como os que eles indicam na página ao lado são um pouco maiores, porém reúnem mais recursos – e podem custar menos.

 

Fotos Ernani D’Almeida, Marcelo Kura e Divulgação

Comentário: mesmo sendo tão compacto, o modelo da Samsung preserva todas as funções de um bom aparelho e tem recursos avançados, como aquele que permite editar o filme na própria filmadora. Para amadores, no entanto, a leveza pode tornar difícil a tarefa de manter o aparelho estável na hora de gravar – e, nessa situação, um modelo menos enxuto, como o da JVC, é mais indicado

 

Comentário: pelo conjunto de recursos, pelo peso e pelo preço, a câmera menor oferece um bom custo-benefício. Para quem tem menos destreza, no entanto, o modelo da Sony é mais recomendado. Vem com estabilizador de imagem mais potente e um menu por meio do qual é possível programar a máquina de modo a captar melhor a luz ambiente   

 

Comentário: o menor notebook à venda no Brasil tem alta capacidade de memória e processamento, mas não vem com leitor óptico para CD e DVD e possui apenas uma saída USB. Computadores cerca de meio quilo mais pesados não só passam a incluir tais recursos como têm mais memória. Com essas características, o da LG é o mais barato

 

A psicóloga Laura Machado: o notebook dela é o mais leve

 

 

Comentário: leve e finíssimo, o menor modelo à venda no Brasil tem dimensões tão reduzidas que fica difícil digitar as teclas e enxergar o conteúdo da internet no visor. O modelo da Nokia, também compacto, é mais fácil de manusear e permite a extensão da memória por meio de um cartão – algo fundamental para quem usa a internet

 

Comentário: para chegar a um aparelho tão leve e pequeno quanto o da Apple, foi preciso eliminar a tela e, com isso, desapareceram funções úteis num MP3, como a de visualizar a lista de músicas armazenadas. Aparelhos apenas um pouco maiores e de preço parecido, como o da Sony, incluem o visor e vêm ainda com equalizador de som

 

* Os preços foram atualizados



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