|
|
Cartas
 |
"Ao
justificar os recentes atos de barbárie de Fidel Castro, José
Rainha Jr. mostra o tipo de 'democracia' que a esquerda sonha
para o Brasil."
Milton
Ferro
Mundo
Novo, MS |
José Rainha
Além de clara, dinâmica e objetiva, a reportagem "O
beato Rainha" (18 de junho) mostra como a esquerda brasileira, apesar
de representar os ideais de grande parcela da população
deste país, ainda está totalmente despreparada para
assumir o poder. Enquanto existirem vozes como a de José
Rainha, que se inspira em um beato louco morto há mais de
100 anos, o Brasil definitivamente não decolará.
Aluisio Marins Junior
São
Paulo, SP
Concordo
com o professor Gerd Sparovek, da Universidade de São Paulo,
que elaborou um estudo sobre os assentamentos no país. Segundo
ele, o MST é organizado para lutar pelo acesso à terra,
mas não tem o mesmo ímpeto na hora de viabilizar o
empreendimento. Ressalto que o MST é tão organizado
que possui sites até em inglês, italiano, francês,
espanhol e alemão. No endereço em inglês, as
pessoas podem fazer doações com cartão de crédito.
O Friends of the MST tem um escritório em São Francisco,
na Califórnia.
Fátima Barbosa
Cotia,
SP
O
senhor José Rainha é o (infeliz) produto de décadas
de incompetência dos setores público e privado na busca
de solução para os problemas do campo. Seus seguidores
são iludidos pelo discurso fácil da luta contra a
burguesia e acabam entrando na "onda" de levar vantagem em alguma
coisa, seja ela o que for. Saúde, educação
e trabalho para essa legião de famintos e miseráveis
impediriam figuras como essa de tentar se proclamar um novo Antônio
Conselheiro ou Fidel Castro. Os problemas do campo não se
resolvem com utopias e delírios, mas com ações
objetivas, centradas e planejadas.
Ivo Antônio Reinert Prim
Tubarão,
SC
Quando
um trabalhador honesto se candidata a um empréstimo, além
de dificilmente conseguir, invariavelmente terá de provar
estar preparado para colocar seu projeto em prática. No caso
do MST, não há a obrigatoriedade sequer de um curso
que realmente habilite as pessoas a otimizar seu trabalho na terra
que receberão.
Aleksandro de Oliveira Marius
Divinópolis,
MG
A
foto sobre a invasão de terras em Pernambuco que ilustra
a reportagem sobre José Rainha mostra que os membros do MST
deixaram de lado suas reivindicações, justas ou não,
para se entregar ao vandalismo: qualquer pessoa com o mínimo
de conhecimento da lida no campo seria incapaz de queimar máquinas
que poderiam ser úteis aos próprios assentados. Desenvolvem
um ódio pela terra e pelos seus proprietários sem
lembrar que, se a sua luta for vitoriosa, em algum tempo estarão
do lado de dentro da cerca defendendo seus direitos contra novos
invasores.
Roberto Zonato Esteves
Maringá,
PR
Jamais ouvi histórias sobre meus avós paternos ou
seus parentes e amigos pegarem em armas para invadir terras, muito
embora jamais tenham imaginado que viriam da Itália para
viver como semi-escravos nas fazendas paulistas de café.
Tampouco me recordo de ouvir palavras de rancor de minha avó
materna, que, vinda da Rússia, passou fome por um bom tempo
aqui em São Paulo. Ao contrário, sempre ouvi histórias
de muito orgulho por terem, após longos anos de sofrimento
e trabalho árduo no campo e na cidade, dado aos filhos uma
vida digna e honrada, baseada no trabalho e no respeito à
propriedade e aos bens alheios.
Igor Zanetti
São
Paulo, SP
José
Bonifácio de Oliveira Sobrinho
Boni é um sábio que conhece a alma do povo, porque
caminha junto, não se distancia (Amarelas, 18 de junho).
Lapidou, como um joalheiro perfeccionista, o conceito de programação
e implantou um padrão de qualidade que outros, despreparados,
tentam destruir dia a dia. Para ele, minha homenagem, minha gratidão
e a frase de Cecília Meirelles: "Aprendi com a primavera
a me deixar cortar. E a voltar sempre inteira". Volte logo ao ringue,
Boni. A televisão sente falta de sua inteligência e
criatividade. E, por que não (?), dos seus memorandos!
Letícia Dornelles
Rio
de Janeiro, RJ
Pena
que os diretores e apresentadores de televisão não
evoluíram como os aparelhos de TV. A tecnologia dessa poderosa
ferramenta de comunicação é de última
geração, mas as pessoas que comandam a programação
pararam no tempo.
Sérgio Toreto
Goioerê,
PR
A TV está ruim e seus efeitos, mais ainda: a banalização
do ridículo, da falta de respeito e da imoralidade.
Mario Celso de Moraes
São
Paulo, SP
Claudio
de Moura Castro
Extraordinariamente corajoso o artigo "Lições do futebol"
(18 de junho), de Claudio de Moura Castro. Após a revisão
de 115.000 estudos científicos publicados em alfabetização,
os governos dos EUA, da França, da Grã-Bretanha, entre
outros, decidiram adotar o método fônico e banir, como
terrivelmente prejudicial, o método ideovisual, que é
ainda pregado pelos anacrônicos Parâmetros Curriculares
Nacionais (PCN), do MEC. Patrocinados pelos construtivistas que
dominam com truculência e obtusidade a educação
brasileira, os ridículos PCN na área de alfabetização
são escandalosamente incorretos e terrivelmente prejudiciais
à aprendizagem de leitura e têm condenado gerações
de estudantes brasileiros à incompetência crescente
e a todas as suas cruéis conseqüências para a
vida.
Professor doutor Fernando Capovilla
e professora doutora Alessandra Capovilla
Instituto de Psicologia da USP
Por e-mail
Oxalá
as mensagens contidas no texto "Lições do futebol"
possam nos servir como alerta, como advertência, porque é
muito triste ser pentacampeão com a bola nos pés e
estar no último lugar quando o campeonato exige habilidade
e competência de leitura e escrita.
Rosita Edler Carvalho
Por
e-mail
DVDs
Mantenho as melhores relações com o ministro de Desenvolvimento,
Luiz Fernando Furlan, por quem tenho o maior respeito pessoal e
profissional. Admiro o trabalho que ele vem realizando, principalmente
em prol da promoção das exportações.
Quanto à questão de aprovação de novos
projetos na Zona Franca de Manaus, considero que, antes da definição
de uma política industrial para os setores que lá
atuam, não é prudente fazê-lo, pois nos últimos
dez anos foram aprovadas centenas de projetos, com grandes investimentos
e promessa de geração de empregos. A verdade é
que cada projeto aprovado vem retirando substância das empresas
nacionais e estrangeiras, que operam em Manaus há cerca de
três décadas. A entrada de novas companhias com incentivos
fiscais para fabricar o que já é produzido no país
não serve aos interesses das empresas, dos empregados nem
aos dos consumidores ("Custava 1.200 reais, agora sai por 399",
18 de junho).
Eugênio Staub
Gradiente
Eletrônica S/A
Por e-mail
Reformas
É
inacreditável que não se consiga enxergar os efeitos
danosos ao serviço público do país no médio
prazo que essa reforma, de ótica exclusivamente fiscal, como
bem esclareceu a reportagem "A marcha do privilégio" (18
de junho), trará. Também é inacreditável
que não se observe que, no bojo da proposta do governo, não
há uma só linha sobre a inclusão do trabalhador
informal no sistema previdenciário.
Élida P. Santana
Brasília,
DF
O
governo Lula está a um passo de mostrar ao povo brasileiro
sua primeira grande mudança, e que bons exemplos começam
em casa. A reforma previdenciária, que prevê a taxação
dos servidores inativos. A reportagem foi impecável, esclarecedora
e nos mantém em alerta quanto ao desmembramento do assunto
no Congresso.
Bruno G. Buzzulini
Campinas,
SP
Sou
servidor público com muito orgulho, há mais de vinte
anos, e concordo plenamente com a reforma previdenciária.
Neste momento, é necessária para que possa corrigir
as distorções existentes há décadas.
Contudo, não posso concordar em ser acusado de privilegiado,
pois, no decorrer dos anos, creio que eu, como grande parte dos
servidores públicos, não adquiri privilégio
algum. Se existem privilegiados, esses fazem parte de uma minoria
que, através de claros na lei, conseguiu acumular benefícios.
Existem distorções a ser corrigidas, mas não
admito ser penalizado pelas mazelas de nosso país.
Arnaldo Guerreiro Ferreira Lima
Recife,
PE
Tenho
lido várias matérias que tratam da reforma da Previdência.
Porém, nenhuma resumiu com tanta clareza o que essa importante
reforma representará para o país como a reportagem
assinada por Malu Gaspar. Objetiva, a repórter soube conduzir
o texto com competência exemplar. Todos os brasileiros deveriam
ter acesso a essa matéria, para dizer não a uma minoria
privilegiada.
Simone Queirós
Guarujá,
SP
Oriente
Médio
Minha família ficou chocada ao deparar com as duas fotos
que ilustraram a reportagem "De volta à matança" (18
de junho). Ao mesmo tempo, compreendeu por que o ódio é
que norteia a rixa entre israelenses e palestinos.
Kátia Azevêdo
Natal,
RN
Paleontologia
Quero parabenizar VEJA pela excelente matéria "Adão
era africano" (18 de junho). A humanidade clama por sinais de que
todos somos realmente irmãos, de uma ascendência comum.
Que esses sinais sirvam de argumento para a paz, a solidariedade
e a elevação espiritual da humanidade.
José Romero Araújo Cardoso
Mossoró,
RN
Oscar
Niemeyer
Como filha de Brasília e admiradora profunda desse grande
cidadão do mundo, Oscar Niemeyer, não estou me agüentando
de tanta felicidade e orgulho de poder estar na galeria inglesa
de artes Serpentine no dia da inauguração de sua obra,
vestir minha camisa amarela e falar para todos ao meu redor: "É
do Brasil!" ("Na moda, aos 95 anos", 18 de junho).
Vania Lucia Lima
Por
e-mail
Segurança
Os traficantes, de modo geral, já possuem armamento melhor
que o da polícia. Conseguem até bazucas e metralhadoras
antiaéreas, como estamos cansados de ver na TV. Quanto tempo
vai demorar para vermos a PM em desvantagem no combate a bandidos
metidos em veículos e roupas blindadas e, ainda por
cima, mais elegantes ("Blindado fashion", 18 de junho)?
Luis
Gonzaga Gomes
São João da Boa Vista, SP
Livros
Vocês de VEJA não sabem a minha felicidade de poder
abrir a revista e dar de cara com a foto de Joanne K. Rowling. Essa
mulher é fantástica ("Contagem regressiva", 18 de
junho). Já li seus quatro livros e não vejo a hora
de Harry Potter e a Ordem da Fênix chegar. Ouvia vários
boatos, mas nenhum era concreto de que realmente o bruxinho estaria
de volta. A ansiedade é tão grande que nesse longo
tempo li mais de duas vezes cada livro. Não vou negar, sou
fanático. Mas que pena que os filmes não têm
a mesma qualidade. Os livros nos levam ao Além, e Rownling
sabe muito bem fazer isso.
Wandson
Lisboa, 16 anos
São Luís, MA
Televisão
O programa A Grande Família é a prova insofismável
de que o telespectador, independentemente da classe social, pode
apreciar coisas simples e inteligentes, sem violência nem
cenas de sexo ardente. Os atores são talentosos e agradáveis.
O programa é o retrato da família que todo brasileiro
desejaria ter. Seus componentes, cujos problemas circulam e deságuam
no grande humor que existe entre todos eles, têm muita esperteza
e jogo de cintura. A vida é dura para os personagens de A
Grande Família, mas todo mundo que assiste ao programa
tem vontade de viver e participar de seus problemas ("Se todos fossem
iguais...", 18 de junho).
Wilson Gordon Parker
Macaé, RJ
Carta
ao leitor
Gostaria
de propor um movimento em favor do P.D.M., ou seja, Partido do Diogo
Mainardi. Felizmente é, a meu ver, o único partido
com seriedade e legitimidade para fazer oposição inteligente
e sistemática a este governo que aí está (Carta
ao leitor, 18 de junho).
Cléber Lettieri
Brasília
DF
s
José
Rainha 2
Como
sempre, VEJA está de parabéns pelo senso crítico
e pela clareza na análise dos problemas brasileiros. A reportagem
"O beato Rainha" deveria ser leitura obrigatória para pessoas
que estão decidindo o destino do país, especialmente
o senhor Miguel Rosseto, ministro do Desenvolvimento Agrário.
Além de detalhar o pensamento e as ações de
uma facção no mínimo perigosa do MST, a revista
deixa evidente que o governo federal ainda não encontrou
o tom certo para a questão da reforma agrária. Produtores
rurais vivem momentos de apreensão com o número elevado
de acampamentos espalhados por vários Estados.
Deputado Leonardo Vilela
Brasília, DF
Diogo
Mainardi
Maravilhosas
as metáforas traçadas por Diogo Mainardi entre Berlusconi
e Lula ("O nosso Berlusconi", 18 de junho). A única correção
que eu faria é que Lula não vai demorar dois anos
para começar a perder o fascínio. Esse processo já
se iniciou, e os discursos de nosso presidente já estão
se tornando enfadonhos, repetitivos e não atingem objetivos.
Dayse Chendes
Brasília, DF
Vida
brasileira
Gostaria
de destacar a reportagem "O shopping da selva" (18 de junho), assinada
pelo jornalista Leonardo Coutinho. Com esse trabalho, os senhores
responderam a uma pergunta que eu me fazia havia muito tempo, mostrando
como bens de consumo chegam aos rincões mais distantes de
nosso país. Parabéns por estarem sempre nos locais
mais distantes, onde a gente jamais imaginaria, respondendo a tudo
aquilo que a gente quer saber, mas nunca sabe onde encontrar a resposta.
Claudio Moraes
Barcelona, Espanha
Fumo
Estive
em Nova York recentemente e pude comprovar e aprovar a nova lei
antitabagismo. Funciona. Não temos mais de colocar nossas
roupas em saco plástico antes de mandá-las para a
lavanderia, como é costume aqui em Londres e no Rio de Janeiro,
depois de uma boa noite de badalação. Fiquei hospedado
no hotel The Hudson, onde só é permitido fumar na
área não coberta, que por sinal é mínima.
Graças a Deus! Cesar Maia e Ken Livingstone deveriam fazer
o mesmo ("Tragada zero", 11 de junho)!
Ariel Haus
Londres, Inglaterra
Bancada
evangélica
Quero
registrar minha indignação com a bancada dos evangélicos
("Não, não e não", 18 de junho). É lamentável
que a bancada não se satisfaça apenas em iludir seus
fiéis. Ainda está disposta a formar um verdadeiro
exército com o fim único de torpedear a tão
necessária reforma política. A democracia se faz com
partidos fortes e estes com a adoção da fidelidade
partidária e identidade com o programa do partido.
Alvino José Júnior
Laguna, SC
Radar
A
revista VEJA publicou, na coluna Radar, uma nota ("Balanço
ruim", 18 de junho) sobre uma possível saída de André
Szajman e João Marcelo Bôscoli da gravadora Trama em
decorrência da crise do mercado fonográfico. Desconhecemos
a procedência dessa informação. Apenas para
que não haja dúvidas nem mal-entendidos: a Trama não
passa por perigo financeiro e muito menos seus presidentes estão
"dando adeus às suas funções executivas". Pedimos
uma retificação para evitar danos ainda maiores do
que os que já tivemos com a publicação da nota.
André Szajman
e João Marcelo Bôscoli
Presidentes da Trama
São Paulo, SP
Fome
Zero
Em
relação à nota publicada na seção
Sobe e Desce (18 de junho), esclarecemos que as denúncias
de fraude no Cadastro Único foram levantadas pelo próprio
Ministério Extraordinário de Segurança Alimentar
e Combate à Fome. Esclarecemos que o Cadastro Único
foi feito no governo anterior, em 2001.
Dorian Vaz
Assessora de imprensa do Mesa
Brasília, DF
CORREÇÕES:
Nas eleições de 2002, o deputado Philemon Rodrigues
candidatou-se e conseguiu eleger-se pelo PL da Paraíba, e
não pelo PTB da Paraíba ("Não,
não e não", 18 de junho).
O título original do filme Por um Fio é Phone
Booth, e não Phone Boothe ("Mais
é menos", 18 de junho).
Na edição Viver Melhor em Salvador (junho de
2003), distribuída na capital baiana, não é
verdade que o Museu de Arte da Bahia proíbe que se fotografe
a porta principal de madeira entalhada, como foi publicado. O museu
possui apenas uma imagem, e não imagens, de Deus menino no
monte.
|
Final
feliz graças a duas reportagens
Depois
de ler a reportagem "Eles não querem mais suar
a camisa" (29 de setembro de 2000), a leitora Elizete
Suchi Ramos, de Teixeira de Freitas, na Bahia, procurou
um dos especialistas citados no texto e obteve êxito
na cura da hiper-hidrose de seu filho. Agora, ela escreve
para dar notícias: "Meu filho Fellype fez a cirurgia
na clínica do doutor João Bosco e acabou
o suor excessivo que o incomodava e lhe causava constrangimentos".
Ilma Lúcia Santos, do Rio de Janeiro, também
escreveu para contar que, depois de ler a reportagem
"A
saúde em um chip" (5 de setembro de
2001), vislumbrou uma esperança para a surdez
profunda de sua sobrinha Jéssica. "Procuramos
os médicos da Universidade de Bauru, citados
na reportagem, e em abril do ano passado Jéssica
foi operada. Hoje, com 3 anos de idade, minha sobrinha
está ouvindo e começou a falar", conta
Ilma.
|
|
|
O
placar Mainardi
A
Carta
ao leitor (18 de junho) que destacou o polêmico
sucesso do colunista Diogo Mainardi, exacerbado com
a publicação do artigo "Menos deus, por
favor" (11 de junho), despertou a curiosidade do leitor.
"Gostaria de saber quantos foram a favor e quantos foram
contra o referido artigo", pediu Levi Franco Alvarenga,
de Avaré, São Paulo. "Das 387 cartas recebidas,
quantas eram contrárias a ele? Isso VEJA não
informa", escreveu Juvenal Ferreira Fortes Filho, do
Rio de Janeiro. Atendendo à curiosidade dos leitores,
segue o placar Mainardi: o texto motivou um total de
387 comentários dos leitores e entrou em 11º
lugar na lista das matérias mais comentadas na
história de VEJA. O colunista recebeu o apoio
de 67% (261) dos missivistas. Um terço dos leitores
(126) escreveu para criticá-lo.
|
|
|
Pesca
esportiva
A
nota "Pesca de norte a sul" (Guia, 18 de junho), sobre
o manual Roteiros de Pesca Esportiva no Brasil,
elaborado pelo Ibama, despertou interesse em muitos
leitores. João Amaro, de Marília, São
Paulo, foi um dos que se interessaram em adquiri-lo.
Segundo o instituto, a obra foi distribuída gratuitamente
a seus órgãos associados. A Terra Graph,
responsável por sua impressão, dispõe
de um número limitado de exemplares e pode fornecê-los
aos interessados. Basta enviar uma mensagem para o e-mail
terrapl@terra.com.br.
Na internet, o site www.rotadapesca.com.br
oferece informações contidas no manual,
além de outras dicas sobre os roteiros de pesca
esportiva no país.
|
|
|