Edição 1808 . 25 de junho de 2003

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Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
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Cartas
"Ao justificar os recentes atos de barbárie de Fidel Castro, José Rainha Jr. mostra o tipo de 'democracia' que a esquerda sonha para o Brasil."
Milton Ferro
Mundo Novo, MS


José Rainha

Além de clara, dinâmica e objetiva, a reportagem "O beato Rainha" (18 de junho) mostra como a esquerda brasileira, apesar de representar os ideais de grande parcela da população deste país, ainda está totalmente despreparada para assumir o poder. Enquanto existirem vozes como a de José Rainha, que se inspira em um beato louco morto há mais de 100 anos, o Brasil definitivamente não decolará.
Aluisio Marins Junior
São Paulo, SP

Concordo com o professor Gerd Sparovek, da Universidade de São Paulo, que elaborou um estudo sobre os assentamentos no país. Segundo ele, o MST é organizado para lutar pelo acesso à terra, mas não tem o mesmo ímpeto na hora de viabilizar o empreendimento. Ressalto que o MST é tão organizado que possui sites até em inglês, italiano, francês, espanhol e alemão. No endereço em inglês, as pessoas podem fazer doações com cartão de crédito. O Friends of the MST tem um escritório em São Francisco, na Califórnia.
Fátima Barbosa
Cotia, SP

O senhor José Rainha é o (infeliz) produto de décadas de incompetência dos setores público e privado na busca de solução para os problemas do campo. Seus seguidores são iludidos pelo discurso fácil da luta contra a burguesia e acabam entrando na "onda" de levar vantagem em alguma coisa, seja ela o que for. Saúde, educação e trabalho para essa legião de famintos e miseráveis impediriam figuras como essa de tentar se proclamar um novo Antônio Conselheiro ou Fidel Castro. Os problemas do campo não se resolvem com utopias e delírios, mas com ações objetivas, centradas e planejadas.
Ivo Antônio Reinert Prim
Tubarão, SC

Quando um trabalhador honesto se candidata a um empréstimo, além de dificilmente conseguir, invariavelmente terá de provar estar preparado para colocar seu projeto em prática. No caso do MST, não há a obrigatoriedade sequer de um curso que realmente habilite as pessoas a otimizar seu trabalho na terra que receberão.
Aleksandro de Oliveira Marius
Divinópolis, MG

A foto sobre a invasão de terras em Pernambuco que ilustra a reportagem sobre José Rainha mostra que os membros do MST deixaram de lado suas reivindicações, justas ou não, para se entregar ao vandalismo: qualquer pessoa com o mínimo de conhecimento da lida no campo seria incapaz de queimar máquinas que poderiam ser úteis aos próprios assentados. Desenvolvem um ódio pela terra e pelos seus proprietários sem lembrar que, se a sua luta for vitoriosa, em algum tempo estarão do lado de dentro da cerca defendendo seus direitos contra novos invasores.
Roberto Zonato Esteves
Maringá, PR

Jamais ouvi histórias sobre meus avós paternos ou seus parentes e amigos pegarem em armas para invadir terras, muito embora jamais tenham imaginado que viriam da Itália para viver como semi-escravos nas fazendas paulistas de café. Tampouco me recordo de ouvir palavras de rancor de minha avó materna, que, vinda da Rússia, passou fome por um bom tempo aqui em São Paulo. Ao contrário, sempre ouvi histórias de muito orgulho por terem, após longos anos de sofrimento e trabalho árduo no campo e na cidade, dado aos filhos uma vida digna e honrada, baseada no trabalho e no respeito à propriedade e aos bens alheios.
Igor Zanetti
São Paulo, SP

 

José Bonifácio de Oliveira Sobrinho

Boni é um sábio que conhece a alma do povo, porque caminha junto, não se distancia (Amarelas, 18 de junho). Lapidou, como um joalheiro perfeccionista, o conceito de programação e implantou um padrão de qualidade que outros, despreparados, tentam destruir dia a dia. Para ele, minha homenagem, minha gratidão e a frase de Cecília Meirelles: "Aprendi com a primavera a me deixar cortar. E a voltar sempre inteira". Volte logo ao ringue, Boni. A televisão sente falta de sua inteligência e criatividade. E, por que não (?), dos seus memorandos!
Letícia Dornelles
Rio de Janeiro, RJ

Pena que os diretores e apresentadores de televisão não evoluíram como os aparelhos de TV. A tecnologia dessa poderosa ferramenta de comunicação é de última geração, mas as pessoas que comandam a programação pararam no tempo.
Sérgio Toreto
Goioerê, PR

A TV está ruim e seus efeitos, mais ainda: a banalização do ridículo, da falta de respeito e da imoralidade.
Mario Celso de Moraes
São Paulo, SP

 

Claudio de Moura Castro

Extraordinariamente corajoso o artigo "Lições do futebol" (18 de junho), de Claudio de Moura Castro. Após a revisão de 115.000 estudos científicos publicados em alfabetização, os governos dos EUA, da França, da Grã-Bretanha, entre outros, decidiram adotar o método fônico e banir, como terrivelmente prejudicial, o método ideovisual, que é ainda pregado pelos anacrônicos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), do MEC. Patrocinados pelos construtivistas que dominam com truculência e obtusidade a educação brasileira, os ridículos PCN na área de alfabetização são escandalosamente incorretos e terrivelmente prejudiciais à aprendizagem de leitura e têm condenado gerações de estudantes brasileiros à incompetência crescente e a todas as suas cruéis conseqüências para a vida.
Professor doutor Fernando Capovilla e professora doutora Alessandra Capovilla
Instituto de Psicologia da USP
Por e-mail

Oxalá as mensagens contidas no texto "Lições do futebol" possam nos servir como alerta, como advertência, porque é muito triste ser pentacampeão com a bola nos pés e estar no último lugar quando o campeonato exige habilidade e competência de leitura e escrita.
Rosita Edler Carvalho
Por e-mail

 

DVDs

Mantenho as melhores relações com o ministro de Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, por quem tenho o maior respeito pessoal e profissional. Admiro o trabalho que ele vem realizando, principalmente em prol da promoção das exportações. Quanto à questão de aprovação de novos projetos na Zona Franca de Manaus, considero que, antes da definição de uma política industrial para os setores que lá atuam, não é prudente fazê-lo, pois nos últimos dez anos foram aprovadas centenas de projetos, com grandes investimentos e promessa de geração de empregos. A verdade é que cada projeto aprovado vem retirando substância das empresas nacionais e estrangeiras, que operam em Manaus há cerca de três décadas. A entrada de novas companhias com incentivos fiscais para fabricar o que já é produzido no país não serve aos interesses das empresas, dos empregados nem aos dos consumidores ("Custava 1.200 reais, agora sai por 399", 18 de junho).
Eugênio Staub
Gradiente Eletrônica S/A
Por e-mail

 

Reformas

É inacreditável que não se consiga enxergar os efeitos danosos ao serviço público do país no médio prazo que essa reforma, de ótica exclusivamente fiscal, como bem esclareceu a reportagem "A marcha do privilégio" (18 de junho), trará. Também é inacreditável que não se observe que, no bojo da proposta do governo, não há uma só linha sobre a inclusão do trabalhador informal no sistema previdenciário.
Élida P. Santana
Brasília, DF

O governo Lula está a um passo de mostrar ao povo brasileiro sua primeira grande mudança, e que bons exemplos começam em casa. A reforma previdenciária, que prevê a taxação dos servidores inativos. A reportagem foi impecável, esclarecedora e nos mantém em alerta quanto ao desmembramento do assunto no Congresso.
Bruno G. Buzzulini
Campinas, SP

Sou servidor público com muito orgulho, há mais de vinte anos, e concordo plenamente com a reforma previdenciária. Neste momento, é necessária para que possa corrigir as distorções existentes há décadas. Contudo, não posso concordar em ser acusado de privilegiado, pois, no decorrer dos anos, creio que eu, como grande parte dos servidores públicos, não adquiri privilégio algum. Se existem privilegiados, esses fazem parte de uma minoria que, através de claros na lei, conseguiu acumular benefícios. Existem distorções a ser corrigidas, mas não admito ser penalizado pelas mazelas de nosso país.
Arnaldo Guerreiro Ferreira Lima
Recife, PE

Tenho lido várias matérias que tratam da reforma da Previdência. Porém, nenhuma resumiu com tanta clareza o que essa importante reforma representará para o país como a reportagem assinada por Malu Gaspar. Objetiva, a repórter soube conduzir o texto com competência exemplar. Todos os brasileiros deveriam ter acesso a essa matéria, para dizer não a uma minoria privilegiada.
Simone Queirós
Guarujá, SP

 

Oriente Médio

Minha família ficou chocada ao deparar com as duas fotos que ilustraram a reportagem "De volta à matança" (18 de junho). Ao mesmo tempo, compreendeu por que o ódio é que norteia a rixa entre israelenses e palestinos.
Kátia Azevêdo
Natal, RN

 

Paleontologia

Quero parabenizar VEJA pela excelente matéria "Adão era africano" (18 de junho). A humanidade clama por sinais de que todos somos realmente irmãos, de uma ascendência comum. Que esses sinais sirvam de argumento para a paz, a solidariedade e a elevação espiritual da humanidade.
José Romero Araújo Cardoso
Mossoró, RN

 

Oscar Niemeyer

Como filha de Brasília e admiradora profunda desse grande cidadão do mundo, Oscar Niemeyer, não estou me agüentando de tanta felicidade e orgulho de poder estar na galeria inglesa de artes Serpentine no dia da inauguração de sua obra, vestir minha camisa amarela e falar para todos ao meu redor: "É do Brasil!" ("Na moda, aos 95 anos", 18 de junho).
Vania Lucia Lima
Por e-mail

 

Segurança

Os traficantes, de modo geral, já possuem armamento melhor que o da polícia. Conseguem até bazucas e metralhadoras antiaéreas, como estamos cansados de ver na TV. Quanto tempo vai demorar para vermos a PM em desvantagem no combate a bandidos metidos em veículos e roupas blindadas – e, ainda por cima, mais elegantes ("Blindado fashion", 18 de junho)?
Luis Gonzaga Gomes
São João da Boa Vista, SP

 

Livros

Vocês de VEJA não sabem a minha felicidade de poder abrir a revista e dar de cara com a foto de Joanne K. Rowling. Essa mulher é fantástica ("Contagem regressiva", 18 de junho). Já li seus quatro livros e não vejo a hora de Harry Potter e a Ordem da Fênix chegar. Ouvia vários boatos, mas nenhum era concreto de que realmente o bruxinho estaria de volta. A ansiedade é tão grande que nesse longo tempo li mais de duas vezes cada livro. Não vou negar, sou fanático. Mas que pena que os filmes não têm a mesma qualidade. Os livros nos levam ao Além, e Rownling sabe muito bem fazer isso.
Wandson Lisboa, 16 anos
São Luís, MA

 

Televisão

O programa A Grande Família é a prova insofismável de que o telespectador, independentemente da classe social, pode apreciar coisas simples e inteligentes, sem violência nem cenas de sexo ardente. Os atores são talentosos e agradáveis. O programa é o retrato da família que todo brasileiro desejaria ter. Seus componentes, cujos problemas circulam e deságuam no grande humor que existe entre todos eles, têm muita esperteza e jogo de cintura. A vida é dura para os personagens de A Grande Família, mas todo mundo que assiste ao programa tem vontade de viver e participar de seus problemas ("Se todos fossem iguais...", 18 de junho).
Wilson Gordon Parker
Macaé, RJ

 

Carta ao leitor

Gostaria de propor um movimento em favor do P.D.M., ou seja, Partido do Diogo Mainardi. Felizmente é, a meu ver, o único partido com seriedade e legitimidade para fazer oposição inteligente e sistemática a este governo que aí está (Carta ao leitor, 18 de junho).
Cléber Lettieri
Brasília DF

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José Rainha 2

Como sempre, VEJA está de parabéns pelo senso crítico e pela clareza na análise dos problemas brasileiros. A reportagem "O beato Rainha" deveria ser leitura obrigatória para pessoas que estão decidindo o destino do país, especialmente o senhor Miguel Rosseto, ministro do Desenvolvimento Agrário. Além de detalhar o pensamento e as ações de uma facção no mínimo perigosa do MST, a revista deixa evidente que o governo federal ainda não encontrou o tom certo para a questão da reforma agrária. Produtores rurais vivem momentos de apreensão com o número elevado de acampamentos espalhados por vários Estados.
Deputado Leonardo Vilela
Brasília, DF

 

Diogo Mainardi

Maravilhosas as metáforas traçadas por Diogo Mainardi entre Berlusconi e Lula ("O nosso Berlusconi", 18 de junho). A única correção que eu faria é que Lula não vai demorar dois anos para começar a perder o fascínio. Esse processo já se iniciou, e os discursos de nosso presidente já estão se tornando enfadonhos, repetitivos e não atingem objetivos.
Dayse Chendes
Brasília, DF

 

Vida brasileira

Gostaria de destacar a reportagem "O shopping da selva" (18 de junho), assinada pelo jornalista Leonardo Coutinho. Com esse trabalho, os senhores responderam a uma pergunta que eu me fazia havia muito tempo, mostrando como bens de consumo chegam aos rincões mais distantes de nosso país. Parabéns por estarem sempre nos locais mais distantes, onde a gente jamais imaginaria, respondendo a tudo aquilo que a gente quer saber, mas nunca sabe onde encontrar a resposta.
Claudio Moraes
Barcelona, Espanha

 

Fumo

Estive em Nova York recentemente e pude comprovar e aprovar a nova lei antitabagismo. Funciona. Não temos mais de colocar nossas roupas em saco plástico antes de mandá-las para a lavanderia, como é costume aqui em Londres e no Rio de Janeiro, depois de uma boa noite de badalação. Fiquei hospedado no hotel The Hudson, onde só é permitido fumar na área não coberta, que por sinal é mínima. Graças a Deus! Cesar Maia e Ken Livingstone deveriam fazer o mesmo ("Tragada zero", 11 de junho)!
Ariel Haus
Londres, Inglaterra

 

Bancada evangélica

Quero registrar minha indignação com a bancada dos evangélicos ("Não, não e não", 18 de junho). É lamentável que a bancada não se satisfaça apenas em iludir seus fiéis. Ainda está disposta a formar um verdadeiro exército com o fim único de torpedear a tão necessária reforma política. A democracia se faz com partidos fortes e estes com a adoção da fidelidade partidária e identidade com o programa do partido.
Alvino José Júnior
Laguna, SC

 

Radar

A revista VEJA publicou, na coluna Radar, uma nota ("Balanço ruim", 18 de junho) sobre uma possível saída de André Szajman e João Marcelo Bôscoli da gravadora Trama em decorrência da crise do mercado fonográfico. Desconhecemos a procedência dessa informação. Apenas para que não haja dúvidas nem mal-entendidos: a Trama não passa por perigo financeiro e muito menos seus presidentes estão "dando adeus às suas funções executivas". Pedimos uma retificação para evitar danos ainda maiores do que os que já tivemos com a publicação da nota.
André Szajman e João Marcelo Bôscoli
Presidentes da Trama
São Paulo, SP

 

Fome Zero

Em relação à nota publicada na seção Sobe e Desce (18 de junho), esclarecemos que as denúncias de fraude no Cadastro Único foram levantadas pelo próprio Ministério Extraordinário de Segurança Alimentar e Combate à Fome. Esclarecemos que o Cadastro Único foi feito no governo anterior, em 2001.
Dorian Vaz
Assessora de imprensa do Mesa
Brasília, DF

 

CORREÇÕES: Nas eleições de 2002, o deputado Philemon Rodrigues candidatou-se e conseguiu eleger-se pelo PL da Paraíba, e não pelo PTB da Paraíba ("Não, não e não", 18 de junho). O título original do filme Por um Fio é Phone Booth, e não Phone Boothe ("Mais é menos", 18 de junho). Na edição Viver Melhor em Salvador (junho de 2003), distribuída na capital baiana, não é verdade que o Museu de Arte da Bahia proíbe que se fotografe a porta principal de madeira entalhada, como foi publicado. O museu possui apenas uma imagem, e não imagens, de Deus menino no monte.

 

Final feliz graças a duas reportagens


Depois de ler a reportagem "Eles não querem mais suar a camisa" (29 de setembro de 2000), a leitora Elizete Suchi Ramos, de Teixeira de Freitas, na Bahia, procurou um dos especialistas citados no texto e obteve êxito na cura da hiper-hidrose de seu filho. Agora, ela escreve para dar notícias: "Meu filho Fellype fez a cirurgia na clínica do doutor João Bosco e acabou o suor excessivo que o incomodava e lhe causava constrangimentos". Ilma Lúcia Santos, do Rio de Janeiro, também escreveu para contar que, depois de ler a reportagem "A saúde em um chip" (5 de setembro de 2001), vislumbrou uma esperança para a surdez profunda de sua sobrinha Jéssica. "Procuramos os médicos da Universidade de Bauru, citados na reportagem, e em abril do ano passado Jéssica foi operada. Hoje, com 3 anos de idade, minha sobrinha está ouvindo e começou a falar", conta Ilma.

 

O placar Mainardi


A Carta ao leitor (18 de junho) que destacou o polêmico sucesso do colunista Diogo Mainardi, exacerbado com a publicação do artigo "Menos deus, por favor" (11 de junho), despertou a curiosidade do leitor. "Gostaria de saber quantos foram a favor e quantos foram contra o referido artigo", pediu Levi Franco Alvarenga, de Avaré, São Paulo. "Das 387 cartas recebidas, quantas eram contrárias a ele? Isso VEJA não informa", escreveu Juvenal Ferreira Fortes Filho, do Rio de Janeiro. Atendendo à curiosidade dos leitores, segue o placar Mainardi: o texto motivou um total de 387 comentários dos leitores e entrou em 11º lugar na lista das matérias mais comentadas na história de VEJA. O colunista recebeu o apoio de 67% (261) dos missivistas. Um terço dos leitores (126) escreveu para criticá-lo.

 

Pesca esportiva


A nota "Pesca de norte a sul" (Guia, 18 de junho), sobre o manual Roteiros de Pesca Esportiva no Brasil, elaborado pelo Ibama, despertou interesse em muitos leitores. João Amaro, de Marília, São Paulo, foi um dos que se interessaram em adquiri-lo. Segundo o instituto, a obra foi distribuída gratuitamente a seus órgãos associados. A Terra Graph, responsável por sua impressão, dispõe de um número limitado de exemplares e pode fornecê-los aos interessados. Basta enviar uma mensagem para o e-mail terrapl@terra.com.br. Na internet, o site www.rotadapesca.com.br oferece informações contidas no manual, além de outras dicas sobre os roteiros de pesca esportiva no país.

 

 
 
 
 
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