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Gente
Luaninha paz e amor
Nana Moraes
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| Piovani, mas pode chamar de Bardot: de volta
à TV e às bancas |
Depois de temporada em Paris, onde estudou francês com estrangeiras
quarentonas "Eu era a primeira da classe", diz, com a modéstia
habitual, na próxima Vip , Luana Piovani
vive as emoções da estréia em nova seara:
debate na TV. Luana é uma das novas integrantes do Saia
Justa, do GNT. Lá, todos juram que ela aceita sugestões
no figurino e na maquiagem, amou o programa e as colegas, enfim,
está irreconhecível. Para coroar a fase "Luaninha
paz e amor", ela chega às bancas assim, numa versão
renovada mas igualmente deliciosa de Brigitte Bardot. "Ela mistura
sensualidade com marotice, isso tem a ver comigo", compara-se com
a... bem, vocês já sabem.
O segundo sonho de Orfeu
Eric Gaillard/Reuters
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Pascal Guyot/AFP
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Lionel Cironneau/AP
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| Festival de beldades na festa
do cinema, em Cannes: a decotada Salma Hayek, Natalie Portman
careca e Sharon Stone, ainda mais bonita |
Fotos Pascal Guyot/AFP
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FP
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| O ministro e o rei: traje chinês e terno feito em Santos |
Breno Mello: visita à França, 46 anos depois do prêmio |
É difícil destacar-se
em meio à concentração de belezas esplendorosas
e figuras bizarras que se reúnem anualmente para o Festival
de Cannes. Mas o gaúcho Breno Mello levou a palma
de história mais fascinante. Protagonista de Orfeu Negro
produção francesa filmada no Brasil e premiada
em 1959 , ele conseguiu não um, mas dois milagres cinematográficos.
Mello era reserva do Santos quando foi descoberto como ator, fez
alguns filmes, emplacou com Orfeu, voltou ao futebol e, sem
sucesso, passou a ganhar a vida distribuindo folhetos em Porto Alegre.
Longe das câmeras há quase vinte anos, foi localizado
pela equipe do documentário francês Em Busca do
Orfeu Negro. Chegou assim, finalmente, a Cannes e lá
reencontrou outro ex-jogador do Santos, algo mais famoso. Ele mesmo,
Pelé, que divulgava o documentário sobre sua vida.
Vestindo um traje de crepe de seda e camisa lilás feitos
em Santos ("Isso é idéia do Pelé. Ele viaja
o mundo todo e gosta de mesclar tendências", esclarece o alfaiate
Everaldo dos Santos), o rei disputou em originalidade de figurino
com o ministro-cantor Gilberto Gil, que foi de pijama chinês.
E a competição entre as beldades, quem ganhou? Aos
47 anos, bronzeada e magra, com um segundo filhinho recém-adotado,
Sharon Stone faturou fácil na categoria veteranas.
Em matéria de perfeição de feições
é difícil derrubar Natalie Portman, que ficou
mais bonita ainda de cabeça raspada. E Salma Hayek mostrou
que no quesito decote, apesar da concorrência brutal, continua
imbatível.
Zaratustra no Corcovado
Angelo Antonio Duarte
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| O escritor francês Hafid Aggoune: elogiado,
mas comportado |
Típico exemplar do intelectual-galã
francês, cheio de papo-cabeça ("Eu escrevo para fabricar
meu próprio corpo"), o escritor Hafid Aggoune, 32
anos, foi o sucesso masculino da Bienal do Livro. Apesar do assédio,
do entusiasmo dos coleguinhas que deixaram cair nos trópicos
e da torrente de caipirinhas, não cedeu a tentações.
Levou até um presentinho para a namorada e também
ensaiou uns passos de dança árabe, área que
domina considerando-se que tem ascendência berbere, espanhola
e sefardita. Foi só ao visitar o Cristo Redentor que o autor
de Os Amanhãs abriu o jogo: "No topo do Corcovado
eu me senti como Dioniso e me lembrei de Zaratustra, de Nietzsche".
Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Bel Moherdaui e Roberta Salomone
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