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Edição 2005

25 de abril de 2007
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Fórmula 1
A volta da alegria

Sem Schumacher e com quatro pilotos no páreo,
o campeonato promete mais disputas e emoções

 

Kamran Jebreili/AP

LEWIS HAMILTON
McLaren-Mercedes
O prodígio inglês fez a melhor estréia de um piloto na história da Fórmula 1: três corridas, três pódios

 FELIPE MASSA
Ferrari
Depois de um início conturbado na temporada, o brasileiro venceu o GP de Barein: saindo da sombra de Schumacher


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Desde que o piloto alemão Michael Schumacher passou a colecionar vitórias e recordes em seqüência, as corridas da Fórmula 1 perderam parte da emoção proporcionada pela disputa. Entre 2000 e 2006, quando se aposentou, o piloto venceu 46% das provas que correu. Neste ano, sem Schumacher, a Fórmula 1 ganhou vibração. As três primeiras provas da temporada já mostraram que a disputa pelo campeonato vai ser acirrada e que não há um único favorito. Três pilotos estão empatados na liderança: o espanhol Fernando Alonso, da McLaren-Mercedes, seu colega de equipe, o inglês Lewis Hamilton, e o finlandês Kimi Raikkonen, da Ferrari. Os três são seguidos de perto pelo brasileiro Felipe Massa, também da Ferrari. Além da disputa tríplice pela liderança, o que não acontece na Fórmula 1 há décadas, a grande novidade da temporada é a presença do estreante Hamilton, de 22 anos, entre os líderes. Em apenas três corridas, o inglês já garantiu seu lugar na história do esporte: é o primeiro piloto negro a competir na Fórmula 1 e também o único corredor até hoje a conquistar um lugar no pódio nos três primeiros GPs de que participa.

 

Fotos Andrees Latif/Reuters
FERNANDO ALONSO
McLaren-Mercedes
O mais jovem bicampeão da F1 começou o ano como favorito: não será fácil chegar ao terceiro título

A trajetória de Hamilton nas pistas de corrida começou no kart, passou pela Fórmula 3 e pelo GP2 – o último degrau no caminho para a Fórmula 1. Ron Dennis, o chefão da McLaren, resolveu colocá-lo para competir na Fórmula 1 sem antes atuar como piloto de testes da escuderia, como é de praxe. Ao volante, Hamilton é arrojado e comete poucos erros, o que é raro num piloto jovem. Um fator adicional promete tornar emocionante a disputa entre os quatro corredores. A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) impôs novas regras para reduzir as diferenças de performance entre os carros. Para 2007, a FIA congelou o desenvolvimento de novos motores e estabeleceu um limite máximo para sua rotação. A medida nivela a potência dos carros e é uma tentativa de fazer com que o talento dos pilotos prevaleça. Com isso, espera-se trazer de volta os bons e velhos duelos que imortalizaram rivalidades como a de Ayrton Senna com o francês Alain Prost. Sem Schumacher e com quatro candidatos fortes ao título, as próximas disputas prometem ser renhidas – e os domingos na TV, mais alegres.

 

KIMI RAIKKONEN
Ferrari
O substituto de Schumacher foi duas vezes vice-campeão: ele diz que, sem o alemão, chegou a sua vez

 

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