"A
economia brasileira está deitada em berço esplêndido,
e só não pode acordar com o pesadelo da corrupção." Emilson de Azevedo Cruz Cachoeiro
de Itapemirim, ES
Real
forte
Parabéns a VEJA pela
excelente reportagem "O real cada vez mais forte" (18 de abril). Com muita responsabilidade,
a matéria mostra as mudanças ocorridas nos últimos anos e,
principalmente, como o real se manteve até agora imune à série
de escândalos do governo Lula. Felizmente, conseguiu-se, sem pirotecnia
nem planos desastrados como nas últimas décadas, criar estabilidade.
Não podemos garantir que isso perdure, pois muitas coisas ainda estão
por fazer. Mas pelo menos mudanças positivas são visíveis,
como a reportagem mostrou com clareza de informação e detalhes.
Nota 10. Geraldo Nardi São
Gabriel, ES
A reportagem mostra
com clareza a importância de termos uma moeda forte, seja para a economia,
seja para a imagem do país lá fora. O Brasil precisa mais do que
nunca de auto-estima para buscar o equilíbrio definitivo. Moeda forte é
sinônimo de consumo, e o consumo é o trampolim para o sucesso de
uma nação e de uma sociedade. Márcio
Manoel Ferreira Goiânia, GO
Um
estranho otimismo tomou conta de mim quando terminei de ler a reportagem de capa.
Havia tempos não me sentia tão valorizado. Parabéns! Sérgio
Emiliano Campo Maior, PI
O
Brasil parece aquele funcionário que pode fazer um empréstimo de
crédito consignado pagando juros de 2% ao mês, mas prefere ficar
usando o cheque especial, que cobra juros de 7% ao mês. Já que com
o dólar no patamar de 2 reais dificilmente haverá pressões
inflacionárias, está na hora de o Banco Central baixar a taxa Selic
para aquilo que o mercado acha justo o Brasil pagar mais ou menos 1,6%
acima dos juros americanos. Silvan Medeiros
da Cunha Jardim do Seridó, RN
O dólar está
em queda! Agora é a hora de comprar a tão sonhada TV de plasma,
o DVD ou até um mero MP3, quem sabe? Além disso, agora é
hora de o brasileiro ser recompensado! Um povo honesto e trabalhador também
merece comer com qualidade, vestir-se com qualidade! Lina
Lumiko Takeuti, 16 anos Por e-mail
Congratulamo-nos com a iniciativa
de trazer como matéria de capa o tema "real". Como abordado na reportagem,
se por um lado os benefícios ao consumidor referentes à valorização
da moeda nacional são bastante vistosos no que diz respeito à
redução de preços de produtos importados, aparelhos eletrônicos
e viagens internacionais, por outro toda a indústria nacional e, em especial,
setores intensivos em mão-de-obra têm sentido um "baque" incomparável
a qualquer outro já vivenciado. As indústrias coureiro-calçadista
e de móveis, por exemplo, que representam mais de 1 milhão de empregos
no Brasil, estão passando por um delicado processo que pode ser considerado,
se não for revertido, terminal. Previsões dão conta de que,
se no curto prazo não encontrarmos propostas governamentais sérias
no sentido de aliviar nosso exportador dos terríveis prejuízos sentidos
no presente momento, com a megavalorização do real, até o
fim do mês de maio 30% das indústrias de calçados do Vale
do Rio dos Sinos, no Rio Grande do Sul, encerrarão suas atividades. Visto
ser esse um problema nacional, uma vez que existem empresas do ramo calçadista
e moveleiro espalhadas por todo o país, a Câmara dos Deputados instalou
a Frente Parlamentar em defesa dos setores coureiro-calçadista e moveleiro,
com mais de 200 apoiadores na Câmara. Esperamos, por meio dessa frente,
sensibilizar o governo federal no sentido de que se engaje no combate aos "juros
e carga tributária pornográficos", citados na matéria de
VEJA. O real forte deveria ser motivo para comemoração, sim. Mas
não é para quem produz e não teve oportunidade para se adequar
a essa nova e súbita realidade, que coloca em jogo empregos em todo o país.
Renato Molling
Deputado federal (PP-RS) Presidente da
Frente Parlamentar do Setor Coureiro-Calçadista
e Moveleiro Brasília, DF
Fábio Colletti Barbosa
Lendo a entrevista com o senhor
Fábio Colletti Barbosa (Amarelas, 18 de abril), fiquei feliz em ver que
estou orientando meus clientes de maneira correta. Tenho uma empresa de crédito
e sempre digo a eles: "Dinheiro é como remédio receitado. Você
precisa comprá-lo, então procure a farmácia com o melhor
preço". No caso do dinheiro, sempre procuro orientar sobre onde consegui-lo
pagando menos juros! Lígia H.
Padilha Serra Negra, SP
Sou
funcionário do ABN AMRO Real há 27 anos. Os oito anos de presidência
de Fabio Barbosa foram aqueles em que mais trabalhei, mas também os mais
felizes. Ele nos ensinou a ser éticos, cuidar do meio ambiente, fazer as
coisas do jeito certo, da forma correta. Ele fará uma revolução
na Febraban. Dimas Maldonado Goiânia,
GO
Pela primeira vez li, com
satisfação, entrevista de um banqueiro preocupado com o "outro"
verde. Esperamos que o incentivo para lucrar, respeitando o meio ambiente, seja
a bandeira de todos nós e de muitas empresas. Tenho o privilégio
de trabalhar numa entidade socialmente responsável: o Sesc. Informo que,
por estar lotada perto de casa, faço o percurso diário de 8 quilômetros
a pé. Andei, em trinta anos de trabalho, 80.640 quilômetros, o que
corresponde a duas voltas ao mundo pela linha do Equador. Estou lucrando em saúde
e contribuindo para o meio ambiente. Marlene
Tomazzetti Urroz Brasília,
DF
Jader
Barbalho
O deputado Jader
Barbalho é uma vergonha para o nosso estado e, ao mesmo tempo, um verdadeiro
gênio (do mal), como bem mostra a reportagem "A volta do incorrigível"
(18 de abril). Numa genial jogada de mestre, elegeu governadora do Pará
a candidata do PT, e agora o preço é muito alto. Obviamente, com
tudo isso Jader fica mais rico e poderoso, seu estado mais pobre e Lula, ao elogiá-lo
em público, mais cego. Ô tristeza...! Rita
Carneiro Belém, PA
Ao
apertar a mão de Jader Barbalho e elogiá-lo em público, Lula
nos deixa profundamente indignados. Mary Carneiro Belém,
PA
A foto do ilustre deputado
parece sugerir que ele esteja sentindo o seu próprio cheiro! O mais surpreendente
é a constatação de que uma pessoa assim recebeu votos em
número suficiente para se eleger. Parece que as únicas saídas
para o Brasil continuam sendo Galeão e Cumbica! Isso enquanto os controladores
de vôo o permitirem! Leonel T.
Rodrigues Rio de Janeiro, RJ
Lastimável
a atitude do presidente Lula ao assinar o decreto favorecendo o senhor Jader Barbalho.
É um troféu de estímulo à rapinagem do dinheiro púbico.
Pena que Lula tenha se cercado da escória para obter apoio. Fico tentado
a ser ladrão, pois no Brasil isso parece ser o correto. Aqui no Pará
o senhor Jader é o grande favorecido do PT, pois manda e desmanda em termos
de nomeação para cargos do segundo escalão. É ultrajante
para o povo brasileiro. Viva a Sudam, viva o ranário, vivam os ministérios,
que viraram cargos para corruptos, com raríssimas exceções.
Ele pode! É conselheiro do presidente. Ruy
Tôrres Belém, PA
Previdência
Ainda resta um fio de esperança até para problemas que parecem sem
solução, como o rombo da Previdência Social. As medidas tomadas
pelos governos do Paraná, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás
e Amazonas servem de paradigma para os outros estados federados, como também
para o Executivo e o Legislativo nacionais, que teimam em se esquivar do assunto
("Pode ser azul", 18 de abril). Patrick
Gleber Cajazeiras, PB
Impostos
Nosso presidente Lula
quer prorrogar a CPMF, porém a carga tributária já está
pesada demais. Sentimos isso ao preencher a declaração do imposto
de renda, pois estamos pagando o duplo do que pagamos no ano passado. O contribuinte
honesto é quem paga o pato, pois, além do desconto nos contracheques,
ainda é obrigado a pagar várias outras vezes. E pensar que esse
dinheiro vai para pessoas como políticos corruptos, que posam de injustiçados
e "inocentes"! É revoltante, mas o troco será dado na próxima
eleição ("Tunga na platéia", 18 de abril)! Kátia
Azevêdo Natal, RN
Justiça
Parabéns pela excelente reportagem "Lalau fez escola" (18 de abril), sobre
a construção da nova sede da Procuradoria-Geral do Trabalho, em
Brasília. Uma verdadeira farra com o dinheiro público. A garantia
da autonomia financeira, que era para ser uma garantia para o cidadão,
acaba se voltando contra ele, pois o Judiciário e o MP parecem não
estar num país de Terceiro Mundo, com tanta malversação do
dinheiro público. Juscelino Vieira Dias Belo
Horizonte, MG
Votação apressada no Congresso
Inadmissíveis as atitudes de muitos parlamentares brasileiros. Além
de só se preocuparem com os aumentos no próprio salário e
com a redução de horas trabalhadas, agora estão aprovando
leis sem sequer correr os olhos. Consentir em leis que favorecem a liberdade para
criminosos que praticam crimes hediondos é incontestavelmente uma atitude
que vai contra a sociedade. Esse é mais um episódio vergonhoso a
ser registrado na nossa história ("Eles podem ser soltos", 18 de abril).
Isadora Carvalho Sete
Lagoas, MG
Enquanto as pesquisas
apontam a necessidade do aumento das penas no Brasil, eis que nossos deputados
votam e, o pior de tudo, sem saber pela redução da
idade penal e pela possibilidade de responder em liberdade por crimes hediondos.
Agora, para votar seu aumento de salário e a redução da carga
de trabalho (rá, rá, rá), todos estavam presentes e bem conscientes. Leonyr
Jacomel Campos Novos, SC
Second Life
Reconheço toda a importância da informática em nossa vida,
a agilidade, o conforto, a facilidade etc. Mas duas pessoas, marido e mulher,
passarem mais de dez horas "enfiadas" cada uma em seu próprio computador,
vivendo uma vida de faz-de-conta... Foi demais! Gente, isso é o fim da
humanidade no planeta Terra! Que saudade do tempo em que as pessoas se visitavam,
trocavam idéias, pensamentos, conhecimento, jogavam conversa fora, discutiam,
aprendiam umas com as outras, passeavam, tomavam sorvete na praça; evoluíam
de verdade, não de mentirinha; buscavam a perfeição dentro
de si mesmas, não dentro de uma máquina ("A vida como ela não
é", 18 de abril)! Cláudia
Aparecida Baghin Araras, SP
As pessoas acham
que o Second Life nada mais é do que um passatempo.
Mas ele vai além, traz uma forma nova de conhecer a
si próprio.
Matheus Fonseca, 14 anos Barbacena, MG
Stephen Kanitz
Fantástico o Ponto de
vista de Stephen Kanitz! Não há nada mais irritante
do que ficar horas, dias, semanas e até meses tentando
uma coisa simples e lógica: ser atendida por uma pessoa
e não por uma máquina. As empresas se dizem
"modernas" e esquecem que os clientes são pessoas,
não robôs ("Alô, alô, tem alguém
aí?", 18 de abril). Dazília Maria Araujo
Vitória, ES
É muito importante que
um órgão de imprensa chame a atenção
das empresas e dos executivos para os aspectos relativos aos
itens de atendimento e relacionamento oferecidos nos dias
de hoje. No instante em que a competição e a
concorrência são maiores e em que seria o momento
de as organizações darem mais e melhor atenção
a seus clientes, as mesmas, adotando uma postura míope,
voltam seus olhos única e exclusivamente para a questão
de custos. Devemos sempre lembrar que se conquistar um novo
cliente não é tarefa das mais fáceis,
o que se dirá de mantê-lo? Lembramos ainda que
o atendimento de uma empresa não se dá por telefone
somente, mas também através da comunicação
via internet ou mesmo presencial. Justamente nesse sentido
foi desenvolvida uma iniciativa inédita, o Selo de
Qualidade em Atendimento (SQA). O que difere o SQA de todas
as demais formas de acreditação é que
pela primeira vez, quando se fala em atendimento, a visão
a ser considerada não é a da corporação,
e sim a de seus clientes. O selo está baseado naqueles
que consideramos os cinco princípios básicos
do atendimento: acesso, acolhimento, relacionamento (contemplando
os itens acerca de respeito, relevância e dedicação),
resolutividade e responsabilidade. Trata-se de uma proposta
inovadora, já em desenvolvimento por meio de alguns
projetos piloto, na qual a finalidade não é
punir, multar ou prejudicar aquela empresa que não
presta um bom atendimento a seu cliente, mas sim orientar
e conferir um atestado comprobatório à empresa,
aos seus clientes e principalmente ao mercado de que o atendimento,
de fato, faz parte da preocupação da empresa. Miriam Bretzke
Fernando Mindlin Serson
Professores doutores e coordenadores do Selo de Qualidade
em Atendimento (SQA) junto ao Centro de Estudos de Negócios
da Propaganda da Fundação Getúlio Vargas
São Paulo, SP
Gostaria de agradecer a elogiosa
referência à atuação da Apimec,
feita em seu artigo "Alô, alô, tem alguém
aí?". Você, mais que ninguém, por ter
atuado no mercado, sabe de nossos esforços para criar
um mercado de capitais saudável e eficiente, com elevado
nível de governança corporativa, sustentabilidade
de resultados, ambiental e social, além de agregar
valor para os acionistas minoritários. Alvaro Bandeira
Presidente da Apimec Nacional
Rio de Janeiro, RJ
Diogo Mainardi
O que está escrito em
um simples curriculum vitae não se traduz necessariamente
em qualificação e competência. No caso
da senhora Franklin Martins, até pelo interesse em
apresentá-lo, quero crer que as informações
constantes no seu currículo são, literalmente,
representação desses valores. Aproveito para
informá-la que qualificação e competência
são pedras preciosas em nosso país. As empresas
as garimpam com volúpia, oferecendo excelentes oportunidades.
E, com qualificação e competência, cargos
de comando são conseqüências naturais desses
valores. Aí fico a me perguntar: por que essa fixação
em ocupar cargo (comissionado?) no funcionalismo público?
("Disque 'Diogo' para fazer lobby", 18 de abril.) Eduardo Roberto da Silva
Natal, RN
Veja essa
Deparei, na seção
Veja essa (18 de abril), com uma afirmação de
minha autoria e a observação de que estaria
condenando a fala do ministro da Saúde e maculando
a memória da mãe do presidente Lula. Na verdade,
a frase que eu disse e que não foi reproduzida integralmente
pela entrevista à Folha de S.Paulo foi a seguinte:
"Se fossem válidos os argumentos dos que defendem o
aborto, talvez nem o presidente Lula tivesse nascido, já
que vem de família muito pobre e migrante". Quando
disse a frase, na realidade eu quis ressaltar a dignidade,
a honradez e a grandeza da mãe do presidente, que mesmo
sendo pobre era aberta à providência divina e
à defesa da vida. Paulo Mindêllo
Vereador (PSB)
Fortaleza, CE
Discordo da frase dita pela
modelo Isabeli Fontana, atual esposa do ator Henri Castelli,
sobre casamento. Achei generalizada demais. Tenho 24 anos,
sou casada há dois anos e três meses e afirmo
que o casamento é maravilhoso e gostoso quando existe
respeito mútuo e muito amor. Um acalanto aos "quase"
casados, para que não se desesperem ao ouvir problemas
específicos como o do casal citado. Elba Toscano Torres
Rio de Janeiro, RJ
Em nenhum momento, durante as
audiências no Congresso Nacional, falei que "a crise
do tráfego aéreo está longe de ser uma
crise. Nós a superamos a partir de 2004". No meu pronunciamento
aos deputados, falei que "a crise do setor aéreo brasileiro
está longe de ser uma crise. Eu diria até que
nós a superamos a partir de 2004". Tráfego aéreo
e setor aéreo são temas distintos. O tráfego
aéreo diz respeito ao controle dos aviões durante
o vôo, de responsabilidade do Comando da Aeronáutica.
Já o transporte aéreo refere-se à indústria
aérea, à demanda de passageiros e à oferta
de assentos pelas companhias aéreas. Quanto ao tráfego
aéreo, fui absolutamente claro naquela audiência,
"considero um problema grave (grifo meu) e que deve
ser enfrentado urgentemente". Milton Zuanazzi
Diretor-presidente da Anac
Brasília, DF
Ronnie Von
Gostaríamos, em primeiro
lugar, de parabenizá-los pela reportagem "Pequeno príncipe,
sempre" (18 de abril), uma merecida homenagem ao apresentador
e cantor Ronnie Von, que há três anos faz parte
do elenco da Rede Gazeta de Televisão no comando do
programa Todo Seu. Preocupados com a necessidade do
leitor de VEJA de ter acesso à mais completa informação,
consideramos importante reparar uma imprecisão: a Gazeta
não tem seu sinal distribuído "quase que exclusivamente
para São Paulo", como afirmou o texto. Fundada em 1970
e mantida pela Fundação Cásper Líbero,
a Rede Gazeta tem investido num sólido projeto de expansão
e hoje cobre 303 municípios brasileiros através
de afiliadas e retransmissoras em São Paulo
capital e interior , Brasília, Recife, Cuiabá,
Florianópolis, Goiânia, Boa Vista (RR), Ponta
Grossa (PR), Cascavel (PR), Londrina (PR), Gravataí
(RS), Uberlândia (MG) e Volta Redonda (RJ). Tal alcance
representa uma cobertura de 24% da população
brasileira, além dos telespectadores atendidos em todo
o território nacional através da manutenção
do sinal em satélite e captado via parabólica.
Marinês Rodrigues
Superintendente de programação da Rede Gazeta
de Televisão
São Paulo, SP
Fiquei muito feliz com a excelente
reportagem sobre o grande e injustiçado Ronnie Von,
agora redescoberto por jovens roqueiros. Sempre que selecionam
os melhores discos de rock de todos os tempos, aparece o disco
psicodélico que Ronnie fez em 1968. E ele praticamente
lançou os Mutantes no seu programa na TV Record. Que
sua estrela continue brilhando sempre. Marcos Peixoto
Maceió, AL
Religião
Sobre a reportagem "Reforma
na selva", informo que o ministério nativo entre os
terenas foi fundado em 1913 e o primeiro contato desses indígenas
com a missão anglo-norte americana Inland South America
Mission é de 1912, e não da década de
40. Noêmia dos Santos Pereira Moura
Professora assistente da Universidade Federal do Tocantins
e pesquisadora da etnia terena
Por e-mail
Festa infantil
Parabéns pela excelente
reportagem "Shows de festa" (Guia, 18 de abril). Sentimos
falta da citação dos parques de diversões
como opção paralela às superproduções.
Os parques de diversões afiliados à Associação
das Empresas de Parques de Diversões do Brasil (Adibra)
têm condições especiais para as festas
de aniversário. Os pais hoje estão procurando
espaços alternativos para realizá-las, gastando
bem menos que em um bufê infantil, e sem ter de se preocupar
com a organização. Os parques garantem liberdade
e muitas brincadeiras para a garotada, que pode desfrutar
as atrações com total segurança. Raquel Felício
Diretora de marketing da Associação das Empresas
de Parques de Diversões do Brasil (Adibra)
www.adibra.com.br
São Paulo, SP
Cartas
Os resultados do Enem no Espírito
Santo, em 2005 e 2006, foram diferentes do exposto na carta
da senhora Maria Luiza Meirelles (Cartas, 11 de abril). Nos
dois anos, o Centro Educacional Leonardo da Vinci "figura
em primeiro lugar", tendo sido objeto de matérias de
jornais do estado. Maria Helena Salviato Biasutti Pignaton Diretora do Centro Educacional Leonardo da Vinci
Vitória, ES
CORREÇÕES: Na página 95 da edição
2003 ("O alerta da Antártica", 11 de abril), lê-se
que o pingüim é um pássaro. Na verdade,
o pingüim é uma ave aquática da família
Spheniscidae. O New York Giants é um
time de futebol americano, e não de rúgbi ("Elas
chegaram ao esporte", 18 de abril). O nome correto
do disco de estréia do grupo Guillemots é
Through the Windowpane (VEJA Recomenda, 18 de abril).
Ao contrário do que informou a edição
especial VEJA O Melhor da Cidade ABC, que circula desde
a semana passada, o endereço correto do restaurante
Baby Beef Jardim é Rua das Bandeiras, 166, bairro Jardim,
Santo André.
MAIOR ATENÇÃO
À ANOREXIA
A
leitora Dina Melo, 25 anos, funcionária pública em Taboão
da Serra, no interior de São Paulo, não esquece a reportagem especial
"Anorexia Ela fez mais uma vítima" (22 de novembro de 2006), sobre
a morte da modelo Ana Carolina Reston Macan em decorrência de problemas
causados por uma anorexia. "Leio e releio a reportagem sucessivas vezes. Repito
frases de cor, como um mantra. E digo por quê: sofro do mesmo mal, que me
levou há mais de um mês a tirar licença do trabalho para me
tratar no meu estado de origem, a Paraíba. Ficarei afastada até
maio, quando me submeterei a nova avaliação médica pela Previdência,
que decidirá se estarei apta para reassumir as minhas funções",
contou Dina, 1,68 metro e 44 quilos, que ainda faz uso de três substâncias
emagrecedoras "vendidas livremente em gôndolas de farmácias". Em
sua carta, ela questiona: "Como os sintomas com que lido diariamente, como tremedeira,
vista turva, fraqueza, voz falha, arritmia e respiração vacilante,
tão diretamente relacionadas à spirulina, ao glucomanan e à
citrina (combinadas em farmácias de manipulação), não
despertam uma atenção maior da Anvisa? Será preciso haver
alguma fatalidade para que medidas preventivas sejam tomadas?". Recentemente,
o médico endocrinologista Geraldo Medeiros, colunista do site de VEJA,
escreveu sobre riscos da anorexia ("Bulimia e anorexia, fantasmas da atualidade").
Vale a leitura, em www.veja.com.br.
NO MEU QUARTO OU NO SEU
A informação
de que 25% das residências atualmente em construção nos Estados
Unidos têm um quarto para a mulher e outro para o homem, publicada na reportagem
"O sonho americano: quartos separados para o casal" (28 de março), é
bem compreensível para dois leitores de VEJA. Segundo Heitor Hartmann,
de Francisco Morato, no interior de São Paulo, o caso de Ted e Lana Pepper,
relatado na matéria, é parecido com o dele: "Minha esposa dorme
cedo, e eu fico vendo filmes. Ao construir nossa nova casa, elaborei o projeto
com dois dormitórios. Não existe coisa melhor", afirma Hartmann.
Para a leitora Lair B.C. Biagini, da capital paulista, não são somente
os americanos que sonham com quartos separados. "Quando nos casamos, há
25 anos, seguindo a tradição, dormíamos na mesma cama. Contudo,
ao percebermos, já no ano seguinte, que nossa individualidade precisava
ser respeitada, por sugestão de meu marido (ítalo-canadense), optamos
por dormir em quartos separados e cada um ter o próprio banheiro
primordial, no nosso ponto de vista", relata Lair, que comemora os resultados
alcançados: "Maior compreensão, menos atrito, mais diálogo,
mais companheirismo, sexo não forçado, união duradoura".
BARATO MAS NEM TANTO
Assunto de capa da edição
de VEJA de 18 de abril de 2007 ("O real cada vez mais
forte"), a queda no preço de produtos importados
e de alimentos é apenas uma das conseqüências
do fortalecimento do real diante do dólar nos
últimos quatro anos. Um dos produtos que ficaram
mais baratos foi o champanhe francês Mumm Cordon
Rouge. Seus preços foram publicados com erro
na ilustração da página 78. Os
preços corretos aparecem na tabela acima.