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Edição 2005

25 de abril de 2007
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Cartas

 

"A economia brasileira está deitada em
berço esplêndido, e só não pode acordar
com o pesadelo da corrupção."

Emilson de Azevedo Cruz
Cachoeiro de Itapemirim, ES

 

Real forte

Parabéns a VEJA pela excelente reportagem "O real cada vez mais forte" (18 de abril). Com muita responsabilidade, a matéria mostra as mudanças ocorridas nos últimos anos e, principalmente, como o real se manteve até agora imune à série de escândalos do governo Lula. Felizmente, conseguiu-se, sem pirotecnia nem planos desastrados como nas últimas décadas, criar estabilidade. Não podemos garantir que isso perdure, pois muitas coisas ainda estão por fazer. Mas pelo menos mudanças positivas são visíveis, como a reportagem mostrou com clareza de informação e detalhes. Nota 10.
Geraldo Nardi
São Gabriel, ES

A reportagem mostra com clareza a importância de termos uma moeda forte, seja para a economia, seja para a imagem do país lá fora. O Brasil precisa mais do que nunca de auto-estima para buscar o equilíbrio definitivo. Moeda forte é sinônimo de consumo, e o consumo é o trampolim para o sucesso de uma nação e de uma sociedade.
Márcio Manoel Ferreira
Goiânia, GO

Um estranho otimismo tomou conta de mim quando terminei de ler a reportagem de capa. Havia tempos não me sentia tão valorizado. Parabéns!
Sérgio Emiliano
Campo Maior, PI

O Brasil parece aquele funcionário que pode fazer um empréstimo de crédito consignado pagando juros de 2% ao mês, mas prefere ficar usando o cheque especial, que cobra juros de 7% ao mês. Já que com o dólar no patamar de 2 reais dificilmente haverá pressões inflacionárias, está na hora de o Banco Central baixar a taxa Selic para aquilo que o mercado acha justo o Brasil pagar – mais ou menos 1,6% acima dos juros americanos.
Silvan Medeiros da Cunha
Jardim do Seridó, RN

O dólar está em queda! Agora é a hora de comprar a tão sonhada TV de plasma, o DVD ou até um mero MP3, quem sabe? Além disso, agora é hora de o brasileiro ser recompensado! Um povo honesto e trabalhador também merece comer com qualidade, vestir-se com qualidade!
Lina Lumiko Takeuti, 16 anos
Por e-mail

Congratulamo-nos com a iniciativa de trazer como matéria de capa o tema "real". Como abordado na reportagem, se por um lado os benefícios ao consumidor – referentes à valorização da moeda nacional – são bastante vistosos no que diz respeito à redução de preços de produtos importados, aparelhos eletrônicos e viagens internacionais, por outro toda a indústria nacional e, em especial, setores intensivos em mão-de-obra têm sentido um "baque" incomparável a qualquer outro já vivenciado. As indústrias coureiro-calçadista e de móveis, por exemplo, que representam mais de 1 milhão de empregos no Brasil, estão passando por um delicado processo que pode ser considerado, se não for revertido, terminal. Previsões dão conta de que, se no curto prazo não encontrarmos propostas governamentais sérias no sentido de aliviar nosso exportador dos terríveis prejuízos sentidos no presente momento, com a megavalorização do real, até o fim do mês de maio 30% das indústrias de calçados do Vale do Rio dos Sinos, no Rio Grande do Sul, encerrarão suas atividades. Visto ser esse um problema nacional, uma vez que existem empresas do ramo calçadista e moveleiro espalhadas por todo o país, a Câmara dos Deputados instalou a Frente Parlamentar em defesa dos setores coureiro-calçadista e moveleiro, com mais de 200 apoiadores na Câmara. Esperamos, por meio dessa frente, sensibilizar o governo federal no sentido de que se engaje no combate aos "juros e carga tributária pornográficos", citados na matéria de VEJA. O real forte deveria ser motivo para comemoração, sim. Mas não é para quem produz e não teve oportunidade para se adequar a essa nova e súbita realidade, que coloca em jogo empregos em todo o país.
Renato Molling
Deputado federal (PP-RS)
Presidente da Frente Parlamentar do Setor Coureiro-Calçadista e Moveleiro
Brasília, DF

 

Fábio Colletti Barbosa

Lendo a entrevista com o senhor Fábio Colletti Barbosa (Amarelas, 18 de abril), fiquei feliz em ver que estou orientando meus clientes de maneira correta. Tenho uma empresa de crédito e sempre digo a eles: "Dinheiro é como remédio receitado. Você precisa comprá-lo, então procure a farmácia com o melhor preço". No caso do dinheiro, sempre procuro orientar sobre onde consegui-lo pagando menos juros!
Lígia H. Padilha
Serra Negra, SP

Sou funcionário do ABN AMRO Real há 27 anos. Os oito anos de presidência de Fabio Barbosa foram aqueles em que mais trabalhei, mas também os mais felizes. Ele nos ensinou a ser éticos, cuidar do meio ambiente, fazer as coisas do jeito certo, da forma correta. Ele fará uma revolução na Febraban.
Dimas Maldonado
Goiânia, GO

Pela primeira vez li, com satisfação, entrevista de um banqueiro preocupado com o "outro" verde. Esperamos que o incentivo para lucrar, respeitando o meio ambiente, seja a bandeira de todos nós e de muitas empresas. Tenho o privilégio de trabalhar numa entidade socialmente responsável: o Sesc. Informo que, por estar lotada perto de casa, faço o percurso diário de 8 quilômetros a pé. Andei, em trinta anos de trabalho, 80.640 quilômetros, o que corresponde a duas voltas ao mundo pela linha do Equador. Estou lucrando em saúde e contribuindo para o meio ambiente.
Marlene Tomazzetti Urroz
Brasília, DF

 

Jader Barbalho

O deputado Jader Barbalho é uma vergonha para o nosso estado e, ao mesmo tempo, um verdadeiro gênio (do mal), como bem mostra a reportagem "A volta do incorrigível" (18 de abril). Numa genial jogada de mestre, elegeu governadora do Pará a candidata do PT, e agora o preço é muito alto. Obviamente, com tudo isso Jader fica mais rico e poderoso, seu estado mais pobre e Lula, ao elogiá-lo em público, mais cego. Ô tristeza...!
Rita Carneiro
Belém, PA

Ao apertar a mão de Jader Barbalho e elogiá-lo em público, Lula nos deixa profundamente indignados.
Mary Carneiro

Belém, PA

A foto do ilustre deputado parece sugerir que ele esteja sentindo o seu próprio cheiro! O mais surpreendente é a constatação de que uma pessoa assim recebeu votos em número suficiente para se eleger. Parece que as únicas saídas para o Brasil continuam sendo Galeão e Cumbica! Isso enquanto os controladores de vôo o permitirem!
Leonel T. Rodrigues
Rio de Janeiro, RJ

Lastimável a atitude do presidente Lula ao assinar o decreto favorecendo o senhor Jader Barbalho. É um troféu de estímulo à rapinagem do dinheiro púbico. Pena que Lula tenha se cercado da escória para obter apoio. Fico tentado a ser ladrão, pois no Brasil isso parece ser o correto. Aqui no Pará o senhor Jader é o grande favorecido do PT, pois manda e desmanda em termos de nomeação para cargos do segundo escalão. É ultrajante para o povo brasileiro. Viva a Sudam, viva o ranário, vivam os ministérios, que viraram cargos para corruptos, com raríssimas exceções. Ele pode! É conselheiro do presidente.
Ruy Tôrres
Belém, PA

 

Previdência

Ainda resta um fio de esperança até para problemas que parecem sem solução, como o rombo da Previdência Social. As medidas tomadas pelos governos do Paraná, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás e Amazonas servem de paradigma para os outros estados federados, como também para o Executivo e o Legislativo nacionais, que teimam em se esquivar do assunto ("Pode ser azul", 18 de abril).
Patrick Gleber
Cajazeiras, PB

 

Impostos

Nosso presidente Lula quer prorrogar a CPMF, porém a carga tributária já está pesada demais. Sentimos isso ao preencher a declaração do imposto de renda, pois estamos pagando o duplo do que pagamos no ano passado. O contribuinte honesto é quem paga o pato, pois, além do desconto nos contracheques, ainda é obrigado a pagar várias outras vezes. E pensar que esse dinheiro vai para pessoas como políticos corruptos, que posam de injustiçados e "inocentes"! É revoltante, mas o troco será dado na próxima eleição ("Tunga na platéia", 18 de abril)!
Kátia Azevêdo
Natal, RN

 

Justiça

Parabéns pela excelente reportagem "Lalau fez escola" (18 de abril), sobre a construção da nova sede da Procuradoria-Geral do Trabalho, em Brasília. Uma verdadeira farra com o dinheiro público. A garantia da autonomia financeira, que era para ser uma garantia para o cidadão, acaba se voltando contra ele, pois o Judiciário e o MP parecem não estar num país de Terceiro Mundo, com tanta malversação do dinheiro público.
Juscelino Vieira Dias

Belo Horizonte, MG

 

Votação apressada no Congresso

Inadmissíveis as atitudes de muitos parlamentares brasileiros. Além de só se preocuparem com os aumentos no próprio salário e com a redução de horas trabalhadas, agora estão aprovando leis sem sequer correr os olhos. Consentir em leis que favorecem a liberdade para criminosos que praticam crimes hediondos é incontestavelmente uma atitude que vai contra a sociedade. Esse é mais um episódio vergonhoso a ser registrado na nossa história ("Eles podem ser soltos", 18 de abril).
Isadora Carvalho
Sete Lagoas, MG

Enquanto as pesquisas apontam a necessidade do aumento das penas no Brasil, eis que nossos deputados votam – e, o pior de tudo, sem saber – pela redução da idade penal e pela possibilidade de responder em liberdade por crimes hediondos. Agora, para votar seu aumento de salário e a redução da carga de trabalho (rá, rá, rá), todos estavam presentes e bem conscientes.
Leonyr Jacomel

Campos Novos, SC

 

Second Life

Reconheço toda a importância da informática em nossa vida, a agilidade, o conforto, a facilidade etc. Mas duas pessoas, marido e mulher, passarem mais de dez horas "enfiadas" cada uma em seu próprio computador, vivendo uma vida de faz-de-conta... Foi demais! Gente, isso é o fim da humanidade no planeta Terra! Que saudade do tempo em que as pessoas se visitavam, trocavam idéias, pensamentos, conhecimento, jogavam conversa fora, discutiam, aprendiam umas com as outras, passeavam, tomavam sorvete na praça; evoluíam de verdade, não de mentirinha; buscavam a perfeição dentro de si mesmas, não dentro de uma máquina ("A vida como ela não é", 18 de abril)!
Cláudia Aparecida Baghin
Araras, SP

As pessoas acham que o Second Life nada mais é do que um passatempo. Mas ele vai além, traz uma forma nova de conhecer a si próprio.
Matheus Fonseca, 14 anos

Barbacena, MG

 

Stephen Kanitz

Fantástico o Ponto de vista de Stephen Kanitz! Não há nada mais irritante do que ficar horas, dias, semanas e até meses tentando uma coisa simples e lógica: ser atendida por uma pessoa e não por uma máquina. As empresas se dizem "modernas" e esquecem que os clientes são pessoas, não robôs ("Alô, alô, tem alguém aí?", 18 de abril).
Dazília Maria Araujo
Vitória, ES

É muito importante que um órgão de imprensa chame a atenção das empresas e dos executivos para os aspectos relativos aos itens de atendimento e relacionamento oferecidos nos dias de hoje. No instante em que a competição e a concorrência são maiores e em que seria o momento de as organizações darem mais e melhor atenção a seus clientes, as mesmas, adotando uma postura míope, voltam seus olhos única e exclusivamente para a questão de custos. Devemos sempre lembrar que se conquistar um novo cliente não é tarefa das mais fáceis, o que se dirá de mantê-lo? Lembramos ainda que o atendimento de uma empresa não se dá por telefone somente, mas também através da comunicação via internet ou mesmo presencial. Justamente nesse sentido foi desenvolvida uma iniciativa inédita, o Selo de Qualidade em Atendimento (SQA). O que difere o SQA de todas as demais formas de acreditação é que pela primeira vez, quando se fala em atendimento, a visão a ser considerada não é a da corporação, e sim a de seus clientes. O selo está baseado naqueles que consideramos os cinco princípios básicos do atendimento: acesso, acolhimento, relacionamento (contemplando os itens acerca de respeito, relevância e dedicação), resolutividade e responsabilidade. Trata-se de uma proposta inovadora, já em desenvolvimento por meio de alguns projetos piloto, na qual a finalidade não é punir, multar ou prejudicar aquela empresa que não presta um bom atendimento a seu cliente, mas sim orientar e conferir um atestado comprobatório à empresa, aos seus clientes e principalmente ao mercado de que o atendimento, de fato, faz parte da preocupação da empresa.
Miriam Bretzke
Fernando Mindlin Serson

Professores doutores e coordenadores do Selo de Qualidade em Atendimento (SQA) junto ao Centro de Estudos de Negócios da Propaganda da Fundação Getúlio Vargas
São Paulo, SP

Gostaria de agradecer a elogiosa referência à atuação da Apimec, feita em seu artigo "Alô, alô, tem alguém aí?". Você, mais que ninguém, por ter atuado no mercado, sabe de nossos esforços para criar um mercado de capitais saudável e eficiente, com elevado nível de governança corporativa, sustentabilidade de resultados, ambiental e social, além de agregar valor para os acionistas minoritários.
Alvaro Bandeira
Presidente da Apimec Nacional
Rio de Janeiro, RJ

 

Diogo Mainardi

O que está escrito em um simples curriculum vitae não se traduz necessariamente em qualificação e competência. No caso da senhora Franklin Martins, até pelo interesse em apresentá-lo, quero crer que as informações constantes no seu currículo são, literalmente, representação desses valores. Aproveito para informá-la que qualificação e competência são pedras preciosas em nosso país. As empresas as garimpam com volúpia, oferecendo excelentes oportunidades. E, com qualificação e competência, cargos de comando são conseqüências naturais desses valores. Aí fico a me perguntar: por que essa fixação em ocupar cargo (comissionado?) no funcionalismo público? ("Disque 'Diogo' para fazer lobby", 18 de abril.)
Eduardo Roberto da Silva
Natal, RN

 

Veja essa

Deparei, na seção Veja essa (18 de abril), com uma afirmação de minha autoria e a observação de que estaria condenando a fala do ministro da Saúde e maculando a memória da mãe do presidente Lula. Na verdade, a frase que eu disse e que não foi reproduzida integralmente pela entrevista à Folha de S.Paulo foi a seguinte: "Se fossem válidos os argumentos dos que defendem o aborto, talvez nem o presidente Lula tivesse nascido, já que vem de família muito pobre e migrante". Quando disse a frase, na realidade eu quis ressaltar a dignidade, a honradez e a grandeza da mãe do presidente, que mesmo sendo pobre era aberta à providência divina e à defesa da vida.
Paulo Mindêllo
Vereador (PSB)
Fortaleza, CE

Discordo da frase dita pela modelo Isabeli Fontana, atual esposa do ator Henri Castelli, sobre casamento. Achei generalizada demais. Tenho 24 anos, sou casada há dois anos e três meses e afirmo que o casamento é maravilhoso e gostoso quando existe respeito mútuo e muito amor. Um acalanto aos "quase" casados, para que não se desesperem ao ouvir problemas específicos como o do casal citado.
Elba Toscano Torres
Rio de Janeiro, RJ

Em nenhum momento, durante as audiências no Congresso Nacional, falei que "a crise do tráfego aéreo está longe de ser uma crise. Nós a superamos a partir de 2004". No meu pronunciamento aos deputados, falei que "a crise do setor aéreo brasileiro está longe de ser uma crise. Eu diria até que nós a superamos a partir de 2004". Tráfego aéreo e setor aéreo são temas distintos. O tráfego aéreo diz respeito ao controle dos aviões durante o vôo, de responsabilidade do Comando da Aeronáutica. Já o transporte aéreo refere-se à indústria aérea, à demanda de passageiros e à oferta de assentos pelas companhias aéreas. Quanto ao tráfego aéreo, fui absolutamente claro naquela audiência, "considero um problema grave (grifo meu) e que deve ser enfrentado urgentemente".
Milton Zuanazzi
Diretor-presidente da Anac
Brasília, DF

 

Ronnie Von

Gostaríamos, em primeiro lugar, de parabenizá-los pela reportagem "Pequeno príncipe, sempre" (18 de abril), uma merecida homenagem ao apresentador e cantor Ronnie Von, que há três anos faz parte do elenco da Rede Gazeta de Televisão no comando do programa Todo Seu. Preocupados com a necessidade do leitor de VEJA de ter acesso à mais completa informação, consideramos importante reparar uma imprecisão: a Gazeta não tem seu sinal distribuído "quase que exclusivamente para São Paulo", como afirmou o texto. Fundada em 1970 e mantida pela Fundação Cásper Líbero, a Rede Gazeta tem investido num sólido projeto de expansão e hoje cobre 303 municípios brasileiros através de afiliadas e retransmissoras em São Paulo – capital e interior –, Brasília, Recife, Cuiabá, Florianópolis, Goiânia, Boa Vista (RR), Ponta Grossa (PR), Cascavel (PR), Londrina (PR), Gravataí (RS), Uberlândia (MG) e Volta Redonda (RJ). Tal alcance representa uma cobertura de 24% da população brasileira, além dos telespectadores atendidos em todo o território nacional através da manutenção do sinal em satélite e captado via parabólica.
Marinês Rodrigues

Superintendente de programação da Rede Gazeta de Televisão
São Paulo, SP

Fiquei muito feliz com a excelente reportagem sobre o grande e injustiçado Ronnie Von, agora redescoberto por jovens roqueiros. Sempre que selecionam os melhores discos de rock de todos os tempos, aparece o disco psicodélico que Ronnie fez em 1968. E ele praticamente lançou os Mutantes no seu programa na TV Record. Que sua estrela continue brilhando sempre.
Marcos Peixoto
Maceió, AL

 

Religião

Sobre a reportagem "Reforma na selva", informo que o ministério nativo entre os terenas foi fundado em 1913 e o primeiro contato desses indígenas com a missão anglo-norte americana Inland South America Mission é de 1912, e não da década de 40.
Noêmia dos Santos Pereira Moura
Professora assistente da Universidade Federal do Tocantins e pesquisadora da etnia terena
Por e-mail

 

Festa infantil

Parabéns pela excelente reportagem "Shows de festa" (Guia, 18 de abril). Sentimos falta da citação dos parques de diversões como opção paralela às superproduções. Os parques de diversões afiliados à Associação das Empresas de Parques de Diversões do Brasil (Adibra) têm condições especiais para as festas de aniversário. Os pais hoje estão procurando espaços alternativos para realizá-las, gastando bem menos que em um bufê infantil, e sem ter de se preocupar com a organização. Os parques garantem liberdade e muitas brincadeiras para a garotada, que pode desfrutar as atrações com total segurança.
Raquel Felício
Diretora de marketing da Associação das Empresas de Parques de Diversões do Brasil (Adibra)
www.adibra.com.br
São Paulo, SP

 

Cartas

Os resultados do Enem no Espírito Santo, em 2005 e 2006, foram diferentes do exposto na carta da senhora Maria Luiza Meirelles (Cartas, 11 de abril). Nos dois anos, o Centro Educacional Leonardo da Vinci "figura em primeiro lugar", tendo sido objeto de matérias de jornais do estado.
Maria Helena Salviato Biasutti Pignaton
Diretora do Centro Educacional Leonardo da Vinci
Vitória, ES

 

 

CORREÇÕES: Na página 95 da edição 2003 ("O alerta da Antártica", 11 de abril), lê-se que o pingüim é um pássaro. Na verdade, o pingüim é uma ave aquática da família Spheniscidae. • O New York Giants é um time de futebol americano, e não de rúgbi ("Elas chegaram ao esporte", 18 de abril). O nome correto do disco de estréia do grupo Guillemots é Through the Windowpane (VEJA Recomenda, 18 de abril). Ao contrário do que informou a edição especial VEJA O Melhor da Cidade ABC, que circula desde a semana passada, o endereço correto do restaurante Baby Beef Jardim é Rua das Bandeiras, 166, bairro Jardim, Santo André.

 

MAIOR ATENÇÃO À ANOREXIA

A leitora Dina Melo, 25 anos, funcionária pública em Taboão da Serra, no interior de São Paulo, não esquece a reportagem especial "Anorexia – Ela fez mais uma vítima" (22 de novembro de 2006), sobre a morte da modelo Ana Carolina Reston Macan em decorrência de problemas causados por uma anorexia. "Leio e releio a reportagem sucessivas vezes. Repito frases de cor, como um mantra. E digo por quê: sofro do mesmo mal, que me levou há mais de um mês a tirar licença do trabalho para me tratar no meu estado de origem, a Paraíba. Ficarei afastada até maio, quando me submeterei a nova avaliação médica pela Previdência, que decidirá se estarei apta para reassumir as minhas funções", contou Dina, 1,68 metro e 44 quilos, que ainda faz uso de três substâncias emagrecedoras "vendidas livremente em gôndolas de farmácias". Em sua carta, ela questiona: "Como os sintomas com que lido diariamente, como tremedeira, vista turva, fraqueza, voz falha, arritmia e respiração vacilante, tão diretamente relacionadas à spirulina, ao glucomanan e à citrina (combinadas em farmácias de manipulação), não despertam uma atenção maior da Anvisa? Será preciso haver alguma fatalidade para que medidas preventivas sejam tomadas?". Recentemente, o médico endocrinologista Geraldo Medeiros, colunista do site de VEJA, escreveu sobre riscos da anorexia ("Bulimia e anorexia, fantasmas da atualidade"). Vale a leitura, em www.veja.com.br.



NO MEU QUARTO OU NO SEU

A informação de que 25% das residências atualmente em construção nos Estados Unidos têm um quarto para a mulher e outro para o homem, publicada na reportagem "O sonho americano: quartos separados para o casal" (28 de março), é bem compreensível para dois leitores de VEJA. Segundo Heitor Hartmann, de Francisco Morato, no interior de São Paulo, o caso de Ted e Lana Pepper, relatado na matéria, é parecido com o dele: "Minha esposa dorme cedo, e eu fico vendo filmes. Ao construir nossa nova casa, elaborei o projeto com dois dormitórios. Não existe coisa melhor", afirma Hartmann. Para a leitora Lair B.C. Biagini, da capital paulista, não são somente os americanos que sonham com quartos separados. "Quando nos casamos, há 25 anos, seguindo a tradição, dormíamos na mesma cama. Contudo, ao percebermos, já no ano seguinte, que nossa individualidade precisava ser respeitada, por sugestão de meu marido (ítalo-canadense), optamos por dormir em quartos separados e cada um ter o próprio banheiro – primordial, no nosso ponto de vista", relata Lair, que comemora os resultados alcançados: "Maior compreensão, menos atrito, mais diálogo, mais companheirismo, sexo não forçado, união duradoura".

 

BARATO MAS NEM TANTO

Assunto de capa da edição de VEJA de 18 de abril de 2007 ("O real cada vez mais forte"), a queda no preço de produtos importados e de alimentos é apenas uma das conseqüências do fortalecimento do real diante do dólar nos últimos quatro anos. Um dos produtos que ficaram mais baratos foi o champanhe francês Mumm Cordon Rouge. Seus preços foram publicados com erro na ilustração da página 78. Os preços corretos aparecem na tabela acima.

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