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Cartas
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"A reportagem de VEJA cumpre seu papel
ao mostrar de quem é a culpa pelo banditismo que se instalou
no país."
José Mário Patto Guimarães
Lavras, MG |
Duda Mendonça
Os fatos apontados por VEJA na
reportagem "Marketing bandido" (18 de janeiro) são gravíssimos
e devem ser investigados com o maior rigor. A realidade indica que
os fortes sinais de riqueza e de enriquecimento rápido, independentemente
do envolvimento político, já autorizariam, por si
sós, a atividade fiscalizatória da Receita Federal.
No mais, impressiona a fotografia do publicitário bebendo
e brindando dentro da água, ao lado da sua mansão
cinematográfica. Lembra até aquela famosa cena final
da novela Vale Tudo, em que o vilão do folhetim dá
uma "banana" para o país. Parece que a intenção
e o escárnio são os mesmos.
Francisco Antonio Bianco Neto
São Paulo, SP
Não diria que Duda seja
um gênio da propaganda política. Ele é o gênio
da bandidagem política, isso sim. Na CPI, Duda usou a mesma
tática que sugeria a seus clientes na propaganda: chorar.
Assim fez Lula; Marta tentou mas não conseguiu derrubar uma
lágrima. Simular um choro na televisão, confesso que
não é tarefa nada fácil, só atores mais
experientes conseguem. Duda se mostrou um ótimo ator, mas
ele está atuando bem mesmo é embolsando nosso suado
dinheiro. Obrigada, VEJA, por ainda estar nessa incansável
luta para desmascarar essa turma de bandidos.
Ana Luíza Rocha
Fortaleza, CE
Mais uma vez, tenho de cumprimentar
VEJA pelo excelente trabalho apropriadamente denominado "Marketing
bandido". Espero que depois desse grande exemplo de VEJA (aliás,
um grande serviço ao país) o governo finalmente saia
da "toca" e tome as medidas legais cabíveis. A impressão
que tenho é que o governo quer encobrir tudo o que diz respeito
a Duda Mendonça.
José Tavares
Advogado e ex-deputado federal
Por e-mail
Espetacular e esclarecedora a
reportagem sobre a parceria bandida entre Duda e Lula. Parecem nomes
de dupla de programa de TV (Armação Ilimitada).
Esse verdadeiro furo de reportagem, certamente fruto do melhor
espírito investigativo da imprensa brasileira, desnuda a
parceria montada para assaltar os cofres públicos.
Sérgio Magnavita Sabino
Belo Horizonte, MG
A reportagem de capa de VEJA
cumpre seu papel ao mostrar, de forma magnífica e com total
arte, de quem é a culpa pelo banditismo que se instalou no
país. O layout das páginas 44 e 45 deveria ser transformado
em outdoor e difundido em todas as cidades do país para manter
na memória do sofrido povo brasileiro o causador do rombo
nos cofres públicos brasileiros.
José Mário Patto Guimarães
Lavras, MG
Há três anos, tive
o prazer de ler a biografia de Duda Mendonça (Casos &
Coisas). Nesse livro aprendi a admirar esse publicitário
por sua inteligência e perspicácia. Mas hoje, com essa
matéria, sinto-me enganado e profundamente decepcionado,
assim como estou com o governo que ele ajudou a mascarar.
Marcelo Parizotto
Santo André, SP
Com a descoberta de novas contas
em paraísos fiscais, a teia de corrupção petista
demonstra estar muito acima do esquema de um bom marqueteiro, pois
trata-se de uma fabulosa engenharia econômica com captação
de recursos e alocação em investimentos com retornos
financeiros muito acima de qualquer aplicação lícita
existente no mercado.
Ubiratan Coutinho
Araguari, MG
Mais uma estrela perde seu brilho.
Desta vez foi o senhor Duda Mendonça, outrora astro de primeira
grandeza do marketing político, verdadeiro Midas, que elegia
até poste. Foi só se encostar no PT para sair todo
chamuscado. Só pode ser maldição da tragicômica
república petista. A esta hora, o genial publicitário
baiano deve estar confabulando com seus orixás e se perguntando:
o que eu ganhei me metendo com essa gente? Era preferível
ter ficado na companhia de Maluf e Pitta.
Luiz Thadeu Nunes e Silva
São Luís, MA
Graças a VEJA, até
que enfim decifrei a charada do significado atual da famosa melodia
imortalizada na voz de Carmem Miranda O que É que a Baiana
Tem: a baiana é o publicitário Duda Mendonça,
outrora gênio dos gênios do marketing político.
Depois de ser preso em flagrante numa rinha de galos, o homem responsável
por quase trinta vitórias nas urnas revela ao país
mais um talento que poucos conheciam, o de gerenciar caixa dois
a partir de contas secretas no exterior. Com amizades desse tipo,
como acreditar que Lula não sabia das armações
do valerioduto? Que pena: é um triste fim para um governo
que tinha tudo para acertar.
Gustavo Henrique de Brito Alves Freire
Recife, PE
A bem da verdade, o tal do Duda
Mendonça tem uma aparência de capuchinho. Talvez por
causa da sua habilidade para o marketing pessoal. Agora, desmascarado,
todo mundo viu que se trata de nababo com recursos do erário.
Duda fez, Duda faz. Duda continuará fazendo, ilicitamente.
Pelo menos enquanto imperar a impunidade em nosso Brasil tropical.
Marcos Pennha
Ilhéus, BA
O nome da conta do senhor Duda,
que alimenta as falcatruas do PT, não poderia ser mais apropriado.
Düsseldorf deve ser claramente uma singela homenagem ao famoso
vampiro. Afinal, chupar o sangue dos brasileiros tem sido a principal
atividade do governo mais incompetente e corrupto da história
republicana brasileira, que 53 milhões (eu incluído)
ajudaram a eleger. O vampiro de Düsseldorf morreu na guilhotina
em 1931. O povo brasileiro vai guilhotinar essa súcia em
2006. Assim esperamos.
Arnaldo Luiz Corrêa
Por e-mail
Li a reportagem de VEJA sobre
o matador de galos. Mais uma vez, como brasileiro, fiquei indignado
e muito triste. Mas, por outro lado, se VEJA se personificasse como
mulher, eu a encheria de beijos em meus quase 70 anos de vida.
Sergio Antonio Gomes
Curitiba, PR
A pergunta que todo brasileiro
deve estar se fazendo neste momento é: por que esse sujeito
ainda não foi preso?
Jorge Luiz Baldasso
Dourados, MS
Paulo Guedes
Parabéns pela entrevista
"Liberal sem medo" (Amarelas, 18 de janeiro), com o economista Paulo
Guedes. Fico feliz por saber que ainda existem pessoas que expressam
com lucidez e competência seu pensamento econômico.
Luiz Kleber Hollinger
Rio de Janeiro, RJ
Os liberais finalmente estão
conseguindo romper o bloqueio imposto pela imprensa. VEJA é
uma exceção e beneficia seus leitores com uma linha
editorial moderna, permitindo-lhes o acesso a pensadores que podem
fazer a diferença.
Sergio Lewin
Presidente do Instituto Liberdade/RS
Porto Alegre, RS
Paulo Guedes mostrou de forma simples os desafios
que temos pela frente e a forma de superá-los. Que o futuro
presidente analise com bastante carinho suas colocações.
Carlos Alberto Ribeiro de Lima
Por e-mail
Belas Amarelas essas com Paulo Guedes.
Deveriam estar na capa pela importância do que tratam. Ninguém
agüenta mais os escândalos políticos sem fim e
sem a luz de alternativas. Uma delas é a própria mídia
abrir mais espaço para as receitas da Grande Sociedade Aberta,
tanto quanto abre para as denúncias do Grande Estado Fechado.
Jorge Maranhão
Rio de Janeiro, RJ
Vivendo na Inglaterra, vejo cada vez
mais claro quanto Margaret Thatcher (mencionada por Paulo Guedes)
foi "revolucionária" para o Reino Unido. E, pensando nos
governos que temos tido no Brasil, vale lembrar também o
que Thatcher disse sobre democracia, que "...não é
um sistema feito para garantir que os melhores sejam eleitos, mas
para impedir que os ruins fiquem para sempre".
Alan Wilter S. da Silva, D.Sc.
Saffron Walden,
Inglaterra
A idéia de implantar um regime
liberal-democrata mostra-se egoísta e incompatível
com um Estado como o brasileiro. Nosso país necessita de
uma intervenção estatal, no que tange à questão
social. Grande parte da população brasileira é
carente, e a ajuda do Estado é imprescindível. Porém,
para que um país possa suprir as necessidades de sua população,
é necessário que haja recursos financeiros. Nesse
ponto é que entra a liberal-democracia. É preciso
que o país abra as portas para o investidor, facilite a implementação
de novos mercados, a fim de gerar o capital necessário para
financiar eficazmente o outro lado, qual seja, o social. Dessa forma,
a melhor estratégia é adotar um regime centrista,
enfatizando, a princípio, o liberalismo, mas sem se esquecer
por completo da esfera social.
Luciana Tudisco de Oliveira
São Paulo, SP
Diogo Mainardi e Tales Alvarenga
A coluna de Tales Alvarenga ("Marx
e o fujão", 18 de janeiro) foi providencial e bastante instrutiva.
Complementou, com clareza e precisão, a coluna de Diogo Mainardi
("Virei o capitão Diego", 18 de janeiro). Para mim e para
milhões de brasileiros que foram ludibriados pela turma do
PT (votei em Lula em todas as oportunidades que tive), textos desse
tipo e dessa consistência, ao mesmo tempo que dão demonstração
inequívoca da nossa imbecilidade de outrora, mostram quão
é importante uma imprensa atuante e independente.
Geraldo Trindade Júnior
Itapetinga, BA
Petrobras
Muito me espanta a Petrobras, empresa
que eu admirava por seu sério comprometimento cultural e
social, financiar uma publicação como essa revista
do MST ("Sem terra, mas com anúncio", 18 de janeiro). Meu
pai, que trabalhou muito durante toda a vida para realizar o sonho
de construir uma fazenda, hoje sofre com invasões e se vê
ameaçado pelos denominados "sem-terra". Foi oferecido trabalho
a esses invasores, e sabem quantos quiseram pegar na enxada? Nenhum.
Maria Carolina Ladeira Dias
Belo Horizonte, MG
CBPO
Sobre a reportagem "Marketing bandido"
(18 de janeiro), a CBPO Engenharia Ltda. esclarece a operação
comercial que levou ao pagamento por serviços de criação
e veiculação de anúncio realizados pela empresa
Duda Mendonça e Associados Ltda. O pagamento foi feito por
meio de um cheque do Banco Itaú, em conta que a CBPO então
possuía na agência da cidade de Rio Grande (RS), e
correspondia a duas faturas emitidas, em 12 de dezembro de 1995,
pela Duda Mendonça e Associados Ltda., uma delas no valor
de 12.277,88 reais. O anúncio em questão destacava
a obra de modernização e ampliação do
Porto de Rio Grande, então em execução pelo
consórcio integrado pela CBPO e por outras três empresas,
e foi publicado na revista Via Brazil Transports, que já
não mais existe. As notas foram emitidas pela Duda Mendonça
em 14 de dezembro de 1995 e o pagamento, realizado por nós
no prazo estipulado, 12 de janeiro de 1996. Pelo histórico
da operação da agência e pelas cópias
das notas fiscais originais que comprovam o tipo de operação
documentos, que anexamos a esta correspondência ,
VEJA poderá confirmar que a CBPO fez um outro pagamento à
agência, no valor de 1.965,86 reais, para complementar o valor
do serviço executado. Tudo da maneira mais idônea e
transparente possível. Não tínhamos, porém,
quando VEJA nos procurou no fim da tarde de quarta-feira, dia 11
de janeiro do corrente ano, tempo suficiente para pesquisar, até
o fim da quinta-feira seguinte, um arquivo de dez anos com notas
fiscais, que juridicamente podem ser destruídas depois do
sexto ano, o que, felizmente, não foi o caso. Reiteramos
que nossas empresas têm um relacionamento profissional e transparente
de mais de vinte anos com Duda Mendonça, assim como operamos
com outras agências de publicidade brasileiras e internacionais.
Marco Antônio Antunes
CBPO Engenharia Ltda.
São Paulo, SP
Carta ao leitor
A respeito das informações
contidas na Carta ao leitor "Um pântano a ser drenado" (18
de janeiro), gostaria de esclarecer que a Lei eleitoral nº
9504/97, que continua a reger as eleições, atribui
ao candidato a responsabilidade por todas as informações
fornecidas à Justiça Eleitoral, através da
sua prestação de contas de campanha. O que ocorre
é que também presta contas, paralelamente, o partido,
por meio de comitê financeiro constituído para cada
eleição. Nesse caso, o tesoureiro, se registrado na
Justiça Eleitoral como membro dessa comissão, deverá
responder pelas informações prestadas. A mudança
pretendida será no sentido de que o comitê financeiro
não mais poderá, no caso das eleições
majoritárias, prestar contas pelo candidato, uma vez que
era comum que o candidato declarasse que não movimentou nenhum
recurso em sua campanha, entregando a sua prestação
de contas "zerada", sob a alegação (acredite se quiser)
de que toda a movimentação financeira de recebimento
de doações e gastos eleitorais foi efetuada pelo seu
partido, e com isso "tirando o corpo fora".
Sídia Maria Porto Lima
Analista judiciária do TRE-PE
Recife, PE
Stephen Kanitz
Apreciamos, imensamente, o seu bem
elaborado artigo "A questão do referendo" (Ponto de vista,
18 de janeiro). Concordamos que os nossos jornais e revistas estão
perdendo, gradativamente, leitores, eis que a juventude não
lê mais; 50% da população é analfabeta,
se incluirmos os funcionais, e a nação não
tem nenhum projeto visando a sensibilizar a mocidade a fim de modificar
a situação. São raros os veículos que
defendem os valores da classe média, marginalizada pelo governo.
A educação apresenta graves deficiências. O
crescimento do ensino superior está estagnado. Como não
há estoque do ensino médio com capacidade financeira
para o pagamento da mensalidade escolar média de 450 reais,
o quadro é dantesco.
Luiz Gonzaga Bertelli
Presidência executiva do CIEE
São Paulo, SP
Kanitz demonstrou a "evolução"
da imprensa: da visão unilateral e simplista do "jornalismo
panfletário dos partidos" à visão hipócrita
do jornalismo capitalista (em que o único objetivo é
não se contrapor às mais diversas opiniões
existentes na sociedade, a fim de angariar mais e mais leitores).
Ou seja, demonstrou com muita particularidade a necessidade de uma
imprensa forte em suas opiniões. A filosofia da Business
Week deveria ser ampliada para todo o jornalismo. A hipótese
de que as opiniões expressas pela imprensa influenciam cabalmente
as decisões da população é uma forma
eufemística de considerá-la burra.
Marco André
Salvador, BA
Jornalismo verdadeiro não é
simplesmente a transmissão da notícia. Jornalismo
é a notícia transmitida junto com a opinião
de seu transmissor. E VEJA faz muito bem em analisar o que é
importante para o país. Isso não influencia os leitores,
mas serve de reflexão, junto com o que cada um pensa, para
saber o que é coerente ou não em uma votação.
Fernanda Mazzetto Moroso
Itajaí, SC
Acredito fortemente no direito de julgamento
das pessoas, as quais devem ter dos meios de comunicação
nada mais que a verdade e os argumentos, tanto de um lado quanto
de outro.
Luiz Antonio Iervolino Pacheco e Silva
São Paulo, SP
Belíssima
Excelente a reportagem "Os mistérios
de um belíssimo sucesso" (18 de janeiro), sobre a novela
Belíssima e outros trabalhos do brilhante Sílvio
de Abreu. Só acrescentando: além do Jamanta, outro
personagem foi ressuscitado. Trata-se de Guida Guevara, interpretada
por Iris Bruzzi. A ex-vedete também deu o ar da graça
na novela Jogo da Vida, também de Sílvio de
Abreu. Ele é mestre em fazer isso.
Flávio Martins Oliveira Fraga
Contagem, MG
Que a novela Belíssima
é um sucesso, ninguém duvida, mas, mais do que isso,
temos de dar um voto de louvor à Rede Globo. Tenho um filho
de 26 anos, deficiente auditivo, que tinha raiva de novela, até
reclamava de eu ficar assistindo. Agora, com a inserção
da legenda, ele sabe mais de Belíssima do que eu,
não perde um capítulo. Pode parecer pouco, mas, para
quem vive no mundo do silêncio, é uma forma de ouvir,
de se inserir na sociedade, de poder discutir, enfim, de participar.
Agradeço muito à Rede Globo, e espero que ela repasse
para outras novelas e programas esse sistema. Seria como dar ouvidos
aos surdos do Brasil.
Tania Mara Domingues
Curitiba, PR
CORREÇÕES: No
quadro "O crescimento das exportações de carne de
porco" (18 de janeiro), onde está escrito 170.000 dólares,
o correto é 170 milhões de dólares.
A briga de galo passou a ser considerada crime ambiental a partir
de 1998, com a Lei de Crimes Ambientais, e não a partir de
2004, como informou a reportagem "O estilo nababesco do marqueteiro
do PT" (18 de janeiro).
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BIONDI NA FOTO DE
DUDA E MALUF
Na
reportagem "Marketing bandido" (18 de janeiro), foi
publicada uma foto em que o publicitário Duda
Mendonça conversa com seu cliente e candidato
Paulo Maluf. Ao fundo, sem tomar parte na conversa,
aparece Nelson Biondi, então sócio de
Duda, que viria a ser o publicitário de José
Serra nas eleições de 2002. Biondi não
foi citado na legenda da foto por duas razões:
não foi notado, por estar em segundo plano, e
não estava diretamente relacionado com a história
relatada na reportagem. Teorias conspiratórias
elaboradas por gente de pouca imaginação
julgaram ter havido aí uma intenção
de proteger José Serra, omitindo seu marqueteiro.
VEJA não protege nem persegue ninguém.
VEJA trabalha com fatos e responsabilidade jornalística,
cumprindo sua missão, que tanto incomoda incompetentes
e corruptos de todos os naipes.
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A PORTA DO DUDA
Na reportagem "O estilo
nababesco do marqueteiro do PT" (18 de janeiro), o artista
Tatti Moreno diz que há uma inscrição
na porta que esculpiu para o apartamento do publicitário
Duda Mendonça pedindo que "os amigos não
falem nada do que viram ou ouviram dentro da casa".
Na verdade, a inscrição é outra:
"Aqui não se fala mal dos outros e não
se deseja mal a ninguém. Que sua visita seja
uma alegria para você e para nós". Com
relação à pista de pouso que Duda
começou a construir em sua casa na Praia de Maraú,
o Ibama informa que nove meses depois da autuação
e do embargo a fiscalização retornou ao
local e constatou que a obra estava parada.
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