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Edição 2092

24 de dezembro de 2008
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Assuntos mais comentados
Amor, drogas e morte (capa) – 78
Diogo Mainardi – 32
Claudio de Moura Castro – 26
Carta ao Leitor – 25
Acervo Digital – 19

Sexo, drogas e overdose

"As drogas são a maior pandemia da vida moderna. Não há nada pior para uma família do que ter um ente querido envolvido em tal situação."
Carlos Fabian Seixas de Oliveira
Campos dos Goytacazes, RJ

Fundo do poço
Marcelo Silva e Fernanda Cunha: sexo, drogas e overdose

A paixão pela pessoa errada não é nenhuma novidade na vida do ser humano. "O coração é mesmo sem juízo", diz o verso de uma canção romântica. Entretanto, é necessário, principalmente às mulheres maduras, agir com um pouco de racionalidade quando o cupido invadir o coração. O homem mais jovem vê a mulher mais velha como mãe ou tutora, com raríssimas exceções. O olhar dele estará sempre fora do relacionamento, voltado para outras mais jovens. Quando a mulher madura é poderosa financeiramente, a situação torna-se ainda mais delicada ("Escândalo, pó e morte", 17 de dezembro).
Maria das Graças Peixinho Monteiro
Feira de Santana, BA

Paixões fulminantes não afetam somente senhoras de "meia-idade". A prova está na paixão igualmente tresloucada e avassaladora vivida por Fernanda, jovem e bela, ela mesma integrante do triângulo amoroso dessa novela, na qual parece que falta amor e sobram dor, drogas e traição. A vida é mais inverossímil do que as novelas, em que diretores e produtores dirigem o destino dos protagonistas.
Maria das Graças Targino
Teresina, PI

A Polícia Militar do Rio de Janeiro levou a sério a proposta do governador Sérgio Cabral de legalizar a venda de drogas. Policial fardado no exercício da função em veículo oficial vendendo pó!
Waldemar Rolim Filho
João Pessoa, PB

 

Carta ao Leitor

Confesso que fiquei um pouco decepcionado com a escolha da capa, que, a meu ver, não apresenta o vigor editorial necessário para tanto destaque em uma revista que visa a publicar informações de caráter cultural e na maioria das vezes não sensacionalista ("A corrida das notícias", 17 de dezembro).
Gil Cezar Alkmim Teixeira
Ribeirão Preto, SP

Acredito que as ações inéditas do governo para estimular o consumo ou a discussão sobre o poder do Google na maior via de comunicação do planeta são assuntos muito mais significativos do que a morte de Marcelo Silva. A escolha da capa de VEJA, na minha opinião, deveria ser orientada pelo grau de relevância do assunto no dia-a-dia dos brasileiros. A candidata escolhida para a edição passada talvez sirva para estampar publicações menos comprometidas, mas creio não estar à altura da revista mais importante do país.
Luiz Augusto Pereira
São Paulo, SP

 

Diogo Mainardi

Ao ler "E Machado virou circo..." (17 de dezembro), senti um alívio na alma. Diogo expressou em cada palavra o que eu gostaria de ter dito a todo o Brasil ao assistir à minissérie Capitu, da Rede Globo. Conseguiram avacalhar a obra de Machado de Assis. E, já que a série Capitu é Machado de Assis encenado por Orlando Orfei, eu incorporo Raul Gil e tiro o chapéu para você, Diogo Mainardi.
Juliano Romão
Birigüi, SP

Gostaria de fazer duas observações a respeito de artigo de Diogo Mainardi ("Cof, cof, cof...", 10 de dezembro). Primeira: o colunista de Veja insinua ter havido um erro ortográfico no título de meu artigo "Expectadores da recessão", na Folha de S.Paulo de 2 de dezembro. Conforme o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, "espectador", com "esse" (do latim spectatore), é "1. Aquele que vê qualquer ato; testemunha. 2. Aquele que assiste a qualquer espetáculo". "Expectador", com "xis" (do latim exspectatore), é "aquele que tem expectativa, que está na expectativa", exatamente o sentido pretendido em meu artigo. Segunda: respeito a opinião do articulista sobre Keynes, keynesianismo e neo-liberalismo. Mas é incorreto, além de agressivo, o rótulo de "keynesiano em causa própria". A ferrovia Transnordestina é uma obra de grande importância para o Nordeste. Ela escoará 30 milhões de toneladas/ano de grãos, entre outros produtos, numa das regiões mais carentes do país, que tem terra fértil e índices pluviométricos satisfatórios.
Benjamin Steinbruch
São Paulo, SP

 

Claudio de Moura Castro

Como sempre, Claudio de Moura Castro não me surpreendeu com a abordagem que fez em "Aprovar quem não aprendeu?" (17 de dezembro). Seu artigo deveria ser encaminhado a todas as escolas públicas e privadas deste país, a todos os professores realmente comprometidos com a tarefa de educar e, especialmente, às instâncias formais vinculadas ao Ministério da Educação.
Ana Cláudia Vinholes Siqueira Lucas
Pelotas, RS

Somente quem acompanhou o ano escolar do filho e, por fim, sua dolorida reprovação sabe da importância das palavras de Claudio de Moura Castro. Sinto-me de alma lavada após ter lido esse artigo, por ter lutado até o fim pela não reprovação.
Rosane de Arazão
Campinas, SP

Acervo Digital
Parabéns pela criação do Acervo Digital. Só uma organização como a Editora Abril/VEJA para se propor a um desafio desse porte. Nós, leitores, ficamos honrados com tamanha deferência.
Procorio Elvecio Pereira
Jaraguá do Sul, SC

Obrigado e parabéns à equipe de VEJA pela disponibilidade total e irrestrita do Acervo Digital. Com visual bem trabalhado e ótima usabilidade, essa ferramenta certamente revolucionará a forma como pesquisamos e acessamos informações de nosso passado recente. Um grande abraço a todos da equipe pelos quarenta anos de existência de VEJA.
Rodnei Reis
Sacramento, MG

 

Duda Mendonça

O reconhecimento pela excelência dos serviços que prestamos é que propicia situações como a relação que hoje temos com o governo de São Paulo. Essa aproximação aconteceu como conseqüência de uma concorrência pública extremamente disputada pelas melhores e maiores agências do país, cujo objetivo era divulgar o ousado plano de expansão do transporte metropolitano sobre trilhos de São Paulo, vencida pela agência da qual faço parte. Do mesmo modo, atendemos ao governo federal por meio do Ministério da Saúde. No tocante à pessoa física de Duda Mendonça, vale ainda relembrar que nas últimas eleições municipais prestei serviços a candidatos de diversos partidos, entre eles o PT e o PSDB. "Ele quer ser tucano" (Holofote, 10 de dezembro).
Duda Mendonça
São Paulo, SP

 

Nenê Constantino

A respeito da reportagem "Bilionário na delegacia", em que meu nome é citado na apuração de um crime ocorrido em outubro de 2001, gostaria de fazer alguns esclarecimentos: meu depoimento prestado na Divisão de Homicídios, em 4 de dezembro, em momento algum faz referência ou insinuação sobre os autores do crime. O senhor Wanderley Batista da Silva, citado pela polícia, foi meu colega de trabalho por quase 25 anos. Também não insinuei nem aleguei nada em relação ao senhor Nenê Constantino, avô de meus filhos, ou ao ex-governador Joaquim Roriz, a quem devo toda consideração e respeito. Por último, informo que compareci à delegacia de polícia no dia 5 de junho de 2008 apenas para relatar o atentado que sofri.
Eduardo Queiroz Alves
Brasília, DF

Correções: no texto sobre a Fazenda Capoava (edição especial "O Melhor do Brasil", pág. 52), o valor informado de 1 322 reais refere-se ao pacote de sexta a domingo, para casal. n Esclarecimento: a pílula Innéov Fermeté (da L’Oréal), citada no Guia de 17 de dezembro, não contém vitamina A, e sim vitamina C, portanto não tem como efeitos colaterais o ressecamento da pele e a queda de cabelo.

 

Para se corresponder com a redação de VEJA: as cartas para VEJA devem trazer a assinatura, o endereço, o número da cédula de identidade e o telefone do autor. Enviar para: Diretor de Redação, VEJA – Caixa Postal 11079 – CEP 05422-970 – São Paulo – SP;
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Por motivos de espaço ou clareza, as cartas poderão ser publicadas resumidamente. Só poderão ser publicadas na edição imediatamente seguinte as cartas que chegarem à redação até a quarta-feira de cada semana.

 

 



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